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terça-feira, 22 de novembro de 2016

[DEBATE EM COIMBRA] 25 DE NOVEMBRO DE 1975. REFLEXÕES



COLÓQUIO/DEBATE: "25 de Novembro de 1975. Reflexões.

DIA:
24 de Novembro 2016 (18,00 horas);
LOCAL: Casa da Cultura (Rua Pedro Monteiro), Coimbra;


ORADORES : Coronel Vasco Lourenço | Coronel Diamantino Gertrudes da Silva | Moderação de Manuela Cruzeiro (investigadora do CES)

Trata-se de um debate/reflexão sobre os acontecimentos incontornáveis que envolveram o 25 de Novembro de 1975. Passados 41 anos sobre esse dia que reconfigurou o tecido militar-político-económico saído da revolução de Abril, será de boa utilidade fazer um debate desapaixonado sobre os seus antecedentes e observar a problemática em causa nesse momento em que irá culmina todo o PREC. Golpe militar radical, como dizem uns, ou golpe da facção moderada do MFA, segundo dizem outros, o 25 de Novembro de 1975 marca decisivamente uma viragem na política portuguesa, que não mais terá retorno. Saber quantos “golpes”, tantas quantas as forças militares e políticas em presença, existiram será porventura uma questão curiosa. Mas, o que politicamente mudou a partir desse dia terá de ser uma questão, necessariamente, de reflexão.     

J.M.M.

domingo, 25 de novembro de 2012

25 DE NOVEMBRO DE 1975


25 DE NOVEMBRO DE 1975

Maria Manuela Cruzeiro investigou o 25 de Novembro e chegou às seguintes conclusões: o 25 de Novembro culminou um processo de disputa pelo poder, iniciado no Verão Quente; o golpe foi espoletado por tropas pára-quedistas que ocupam diversas bases aéreas na tentativa de receber apoio do COPCON. A saída dos pára-quedistas é uma reacção a sucessivas provocações feitas ao longo do mês de Novembro por ordens de militares afectos ao Grupo dos 09, que primeiro determinaram a desactivação da unidade, depois congelaram os seus vencimentos, e, finalmente, mandaram cortar o fornecimento de alimentos e electricidade à base aérea de Tancos; em resposta, um golpe, chefiado por Ramalho Eanes, com o comando operacional em Jaime Neves e Pires Veloso, com uma “força militar muito diminuta”, põe em marcha um plano que visava pôr fim ao processo revolucionário em curso, e, nas palavras de Cruzeiro, substituí-lo por um “processo constitucional em curso” [ler AQUI]

J.M.M.