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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

121º ANIVERSÁRIO DO 31 DE JANEIRO DE 1891



Na revista Ilustração Portuguesa, de 1916, pode confirmar-se a grandiosa manifestação realizada no Porto por ocasião do 25º aniversário do 31 de Janeiro.

Participaram nessas comemorações o Presidente da República Bernardino Machado e Afonso Costa, que contaram com uma multidão a acompanhar o seu percurso pela cidade.

Nessa ocasião, procedeu-se à inauguração de uma nova avenida na cidade onde se deram os acontecimentos.

A.A.B.M.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

1913 - COMEMORAÇÃO DO 1º DE DEZEMBRO


1913 - COMEMORAÇÃO DO 1º DE DEZEMBRO (Cerimónia Oficial)

O Chefe de Estado, Manuel de Arriaga; o Presidente do Conselho de Ministros, Afonso Costa; membros do Ministério e da Câmara Municipal de Lisboa; ouvindo o discurso de Silva Amado, junto ao monumento dos Restauradores, na Cerimónia Oficial da Comemoração do 1º de Dezembro.

FOTO de Joshua Benoliel (1873-1932) - in Arquivo Municipal de Lisboa, reproduzida na revista "O Occidente", 10 de Dezembro de 1913 [digitalizado pela Hemeroteca Municipal de Lisboa]

J.M.M.

sábado, 9 de abril de 2011

TERRA LIVRE – SEMANÁRIO ANARQUISTA


TERRA LIVRE. SEMANÁRIO ANARQUISTA – Ano I, nº 1 (13 Fevereiro 1913) ao nº 24 (31 de Julho de 1913), Lisboa; Propriedade: Grupo Terra Livre; Administração e Redacção: Rua das Gáveas, 55, 1º, Lisboa; Editor: Jaime de Castro; Director: Pinto Quartin; Corpo Redactorial: Carlos Rates, Neno Vasco, Pinto Quartin, Sobral de Campos; Impressão: Oficinas Gráficas, Rua do Poço dos Negros, 81, Lisboa; publica-se às quintas-feiras; 1913, 24 numrs,

Colaboração/textos: A. Girard, Adolfo Lima, Afonso Manaças (estudan. medicina), Araújo Pereira, Astrogildo Pereira, Aurélio Quintanilha (estudan. Medicina), Bel-Adon, Campos Lima, Clemente Vieira dos Santos, Eça de Queiroz, Edmundo d’Oliveira, Emília Garrido, Emílio Costa, Errico Malatesta, Francisco Lopes de Sousa [carta ao semanário sobre a sua prisão e de outros camaradas em Olhão], Francisco Moreno, G. Moitet, Gaspar Santos (estudan. Medicina), Humberto de Avelar, Ismael Pimentel, Jacinto Benavente, Joana Dubois, José Bacelar, José Benedy, José Carlos de Sousa, José Gomes Ventura, Madeleine Vernet, Manuel Luiz da Costa Júnior, Marcela Capy Marques, Manuel Ribeiro, Max Nourdau, Miranda Santos, N. de B., Nelly Roussel, Pedro Kropotkine, R. C. Júdice, Rocha Vieira (caricaturista), Rene Miguel, Rui Forsado, Zeferino Oliva.

A Biblioteca Nacional disponibilizou online um dos mais importantes jornais da corrente anarquista e libertária do movimento operário, Terra Livre. Nascido em 1913, “nesse agitado e turbulento ano” [cf. João Medina, Um semanário anarquista durante o primeiro governo de Afonso Costa. ‘Terra Livre’, Análise Social, vol. XVII (67-68), 1981] que curiosamente “não deixava saudades a quem quer que fosse, nem mesmo porventura a Afonso Costa, que em começos do ano seguinte acabaria de se apear do Ministério, após a árdua tarefa de dirigir o país durante exactamente treze meses” [ibid], o semanário Terra Livre (“órgão da luta social e económica”) teve a colaboração dos mais preclaros e esclarecidos libertários de então [Pinto Quartin, Carlos Rates, Neno Vasco, Sobral de Campos, Manuel Ribeiro, Emílio Costa, Adolfo Lima, Campos Lima, Aurélio Quintanilha]. Doutrinador e formativo, promoveu um conjunto de raras iniciativas no campo político, cultural e de divulgação do ideário anarquista, criticando e combatendo o parlamentarismo republicano e o governo de Afonso Costa [ver César de Oliveira, in Antologia da Imprensa Operária Portuguesa, 1837-1936, Lisboa, 1984].

Com uma tiragem de 3500 exemplares, o semanário Terra Livre era um “ponto de encontro” e lugar de debate para os mais esclarecidos e “iluminados” dirigentes do movimento operário. Não resistindo à repressão imposta pelo governo de Afonso Costa [o “novo João Franco” ou o “racha-sindicalistas”], com a prisão e a expulsão [por dez anos para o Brasil] do seu director, Pinto Quartin, e de muitos dos seus colaboradores, no decorrer de uma feroz vaga repressora anti-operária e anti-social, o periódico Terra Livre termina a sua publicação ao fim de 24 números e com ele finda uma voz incómoda ao “conservadorismo republicano” [ver, sobre o assunto, o esclarecido artigo, já citado, de João Medina].

Terra Livre AQUI online.

J.M.M.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A ECONOMIA POLÍTICA - "UMA THESE TÊSA"



- A Economia política, meus senhores, é a ciência de reduzir os reis à expressão mais simples ... [caricatura de Afonso Costa, por ?]

in A Sátira, nº3

J.M.M.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

ENCONTRO REPUBLICANO – O ÚLTIMO COMÍCIO DE AFONSO COSTA EM SEIA


Evento: "O Último Comício de Afonso Costa em Seia"
Dia: 25 de Setembro de 2010
Local: Jardim da Biblioteca Municipal de Seia (16 horas)
Participação: António Arnaut e Maria Helena Corrêa
Organização: Cam. Mun. Seia (Centenário da República)

A Câmara Municipal de Seia tem vindo a assinalar o Centenário da República com um conjunto de estimadas iniciativas. Entre as já realizadas, registe-se as actividades organizadas pela comunidade escolar [entre elas, a comemoração do dia do nascimento de Afonso Costa, pela Escola Evaristo Nogueira e a brilhante reconstituição histórica do último comício republicano de Afonso Costa em Seia, levado a cabo pelos alunos da Escola Secundária local] e, ainda, palestras várias alusivas ao evento [ver o Programa do Centenário AQUI].

É sabido que Afonso Costa nasce em Seia [6 de Março de 1871] e, pelo seu papel na triunfante revolução republicana, nos cargos posteriormente exercidos, pelo prestígio nacional alcançado e relevante serviço pátrio, é sem dúvida uma das grandes, incontornáveis e luminosas figuras locais.

Numa conferência realizada em Junho – ler AQUI – a professora Lúcia Leitão teve ensejo de destacar a importante contribuição de Afonso Costa para o ideário republicano local e o impacto que teve nos "seus fervorosos admiradores senenses". Na ocasião, ao lembrar o comício republicano de Seia – realizado no dia 25 de Setembro de 1910, "no quintal da casa de João Borges Martins" -, refere as palavras proféticas de Afonso Costa, no encerramento desse memorável comício: "Cidadãos! Contai os dias da monarquia" [ler MAIS AQUI].

Deste modo, no próximo dia 25 de Setembro [Jardim da Biblioteca Municipal de Seia - 16 horas] a Comissão Organizadora irá rememorar esse último comício de Afonso Costa em Seia, curiosamente poucos dias antes da implantação da República.

A não perder!

J.M.M.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

AFONSO COSTA EM ENTREVISTA AO LE MATIN


Consultando a página da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, encontra-se a referência à entrevista dada por Afonso Costa ao diário francês Le Matin que o Almanaque Republicano disponibiliza integralmente aos seus leitores para consulta.

Note-se também o eco que a imprensa republica fez do acontecimento, não só o Século, mas também jornais como A Capital e outros.

[NOTA:Clicar na imagem para aumentar]
A.A.B.M.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

AFONSO COSTA - POR FILIPE RIBEIRO DE MENESES



TÍTULO: Afonso Costa
AUTOR: Filipe Ribeiro Meneses
EDITOR: Texto Editores (2010)

"Afonso Costa, brilhante académico e republicano convicto, surge aqui numa concisa biografia, assinada por Filipe Ribeiro de Meneses, que faz jus ao papel marcante que este político teve na História de Portugal, como um dos homens da transição para a República" [ver AQUI]

NOTA: Filipe Ribeiro de Meneses Meneses, investigador e historiador português radicado em Dublin ["senior lecturer" na National University of Ireland - cf. Ípsilon, Jornal Público] publicou, também, "União Sagrada e Sidonismo: Portugal em Guerra 1916-1918" (Cosmos, 2000) e "Salazar, Biografia Política" (Dom Quixote, 2010).

J.M.M.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

PORTUGAL REPUBLICANO


PORTUGAL REPUBLICANO (Orgão do Centro Republicano Português Dr. Afonso Costa), Rio de Janeiro (Ano II, nº17, 12 de Maio de 1934)

Notas: Entrevista de Afonso Costa ao jornalista brasileiro José Jobim (em Paris); entrevista a José Domingues dos Santos; diversas fotos dos membros do Centro Republicano Português Dr. Afonso Costa.

in Documentos Afonso Costa (Fundação Mário Soares).

J.M.M.

BOLETIM DO CENTRO REPUBLICANO PORTUGUÊS AFONSO COSTA


Boletim do Centro Republicano Português Dr. Afonso Costa, Rio de Janeiro (Praça Tiradentes, 1933, 32 p.

Direcção: Alberto Bebiano Cepas (Pres.); António Leite da Costa (Vice-Pres.); W. Sousa Fernandes (Secretário); Joaquim Pinto Ribeiro (Tesoureiro); Joaquim Monteiro (procurador); José da Costa Queiroz (Bibliotecário).

Sumário: Afonso Costa, Entrevista publicada na A Pátria; Palavras do Eminente Republicano Bernardino Machado (Carta); Ditadura Arruinadora (publicada n'A Pátria), por Sarmento Pimentel; Doutor Bernardino Machado, por Eugenio Martins; José Domingues dos Santos. O Homem Publico Que Primeiro Teve a Visão, em Portugal, dos Novos Rumos da Politica Democratica, por Joaquim Monteiro; Memorias da Minha Vida Colonial, por Norton de Matos; Aspectos Economicos e Financeiros Portugueses, por H. Torres; Impossivel? Não!, por Antonio Amorim; De Longe, por Hermenegildo Antonio; A Idolatria nas Ditaduras.

in Documentos Afonso Costa (Fundação Mário Soares)

J.M.M.

quarta-feira, 20 de maio de 2009


REFLEXÃO SOBRE AFONSO COSTA

A Fundação Mário Soares vai levar a efeito amanhã, 21 de Maio de 2009, pelas 18,00 h uma actividade de reflexão sobre Afonso Costa, a propósito do Centenário da República, com intervenções de Fernanda Rollo (em representação do Presidente da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República), António Reis, Fernando Rosas, e Mário Soares.

Afonso Costa foi uma das personalidades mais controversas da República. Considerado geralmente um radical, com ideias demasiado avançadas para o seu país no tempo. Foi um dos principais responsáveis pelo desmantelamento do decadente regime monárquico e isso custou-lhe a prisão e, mais tarde, o exílio no estrangeiro, pois assumiu-se também como um dos principais críticos do salazarismo.

Imputam-se-lhe responsabilidades na legislação mais polémica publicada pelo regime republicano. Para muitos um herói, para outros alvo de um ódio de estimação que se arrastou ao longo do tempo, em particular por ser responsabilizado pessoalmente pela intervenção de Portugal na 1ª Guerra Mundial e depois por ter abandonado os soldados portugueses na frente de batalha.

Advogado respeitado, político temido e um estadista que Portugal necessita conhecer com maior detalhe e com o distanciamento que for possível, em relação a algo que, todos temos consciência, será polémico. O Prof. Oliveira Marques publicou, há bastante tempo, uma parte significativa da sua correspondência política (até ao 5 de Outubro de 1910), seria muito importante dar continuidade a essa tarefa para o período da República. Conhecer as estratégias, os contextos, as razões mais profundas, os segredos que se escondiam por entre cada decisão.

Esperamos e desejamos que, aproveitando o ensejo das Comemorações do Centenário da República, surjam novas abordagens, documentos e testemunhos sobre a acção de um dos homens que, quer se goste ou não, foi um dos estadistas portugueses que mais polémica provocou no seu tempo. Por outro lado, muitas das suas ideias acabaram por vingar e por chegar até aos nossos dias.

A.A.B.M.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

O MUNDO: ELIXIR REPUBLICANO


"Charge alusiva à propaganda da Imprensa republicana durante a época do franquismo. Nela se vê o director do 'Mundo', o órgão mais popular do partido republicano, fazendo a defesa do seu ideal. Junto de França Borges está o dr. Afonso Costa, seu amigo que com ele politicamente teve estreito entendimento durante a vigência da monarquia e, mais tarde, com o novo regime republicano"

[in História da República, Editorial O Século, 1960, p. 206]

J.M.M.

terça-feira, 29 de maio de 2007

TERTÚLIAS DA REVISTA HISTÓRIA

TERTÚLIAS DA REVISTA HISTÓRIA

Na próxima quarta-feira, 30 de Maio de 2007, pelas 18.30 h, a professora Alice Samara vai realizar mais um momento de conversa no espaço Fórum da FNAC ao Chiado, em Lisboa.

Desta vez o tema tem directamente a ver com as questões que temos a tratar neste blog, Afonso Costa, um fundador da República, servindo para assinalar também os 70 anos sobre o seu falecimento no exílio.

Esta personalidade marcou de forma incisiva a vida portuguesa no início do século XX, foi um dos líderes políticos mais influentes da 1ª República e, devem-se-lhe algumas das medidas modernizadoras da nossa sociedade. Foi um homem de polémicas e ainda hoje a sua personalidade é tida por muitos como o grande responsável pela decadência da vida política durante a República.

Mais uma interessante iniciativa da Revista História, a que o Almanaque Republicano não podia deixar de fazer referência, com votos do maior sucesso.

A.A.B.M.

sábado, 19 de maio de 2007

JANTAR REPUBLICANO


Jantar Republicano

Na foto: Bernardino Machado, Alexandre Braga, Afonso Costa, Magalhães Lima, António José de Almeida e João de Menezes

in, Arquivo Fotográfico

J.M.M.