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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

CHEFES DE GOVERNO MAÇONS. PORTUGAL (1835-2016)



LIVRO: Chefes de Governo Maçons. Portugal (1835-2016);
Autor
: António Ventura;
EDIÇÃO:
Nova Vega, 2017.

“A Maçonaria exerceu uma influência marcante na vida do nosso país, desde a sua implantação, no século XVIII. A ela pertenceram militares e professores, comerciantes e funcionários públicos, clérigos e artistas, proprietários e trabalhadores. E também políticos de diversas orientações, fazendo jus ao pluralismo de opiniões que sempre caracterizou a Maçonaria. É assim natural que nos últimos trezentos anos muitos governantes tivessem ligações à Maçonaria. O presente álbum incide sobre os chefes de governo que pertenceram à Maçonaria, desde a implantação definitiva do Liberalismo em 1834.

Englobando, em número de 34, os que foram comprovadamente Maçons, e não os que a tradição considerava como tal, a obra contém as biografias genéricas de cada um, dando um especial enfoque à vertente maçónica com o maior pormenor possível, as quais são acompanhadas de documentos, na maior parte inéditos, comprovativos dessa filiação. Por outro lado, é profusamente ilustrada com retratos, obras de arte diversas – esculturas, pinturas, monumentos – e reprodução fac-similada de documentos originais. No conjunto, uma obra pois reveladora de aspectos desconhecidos da vida de algumas figuras que marcaram profundamente a nossa vida política nos últimos dois séculos, que, pela sua qualidade, carácter inédito e não especulativo, irá constituir uma referência incontornável para quem queira conhecer melhor a nossa História Contemporânea” [AQUI]

LANÇAMENTO DA OBRA:

DIA: 21 de Fevereiro (18,00 horas);
LOCAL: Torre do Tombo (Auditório), Alameda da Universidade de Lisboa;
ORADORES: Professor Doutor António Reis;

J.M.M.

quinta-feira, 27 de março de 2014

CONFERÊNCIA – REGULARIDADE MAÇÓNICA


CONFERÊNCIA: "Regularidade Maçónica

ORADORES: prof. António Reis & arq. António Marques Miguel;
DIA: 28 de Março 2014 (19,00 horas);
LOCAL: Grémio Lusitano [Rua do Grémio Lusitano, 25,
Lisboa];
ORGANIZAÇÃO: Museu Maçónico Português [Ciclo “Sextas de Arte Real”]

“A Regularidade Maçónica é uma questão em aberto na convivência plural dos maçons e na unidade da Maçonaria Universal.

A Maçonaria actual está dividida em torno de duas grandes correntes principais, de um lado, desde as suas origens, a liderada pela Grande Loja Unida da Inglaterra e de outro a liderada pelo Grande Oriente de França.

Pode-se dizer que de uma forma geral é inequívoco e todos estão de acordo quanto à necessidade de reconhecimento de que qualquer obediência, para que seja considerada regular, tenha que ter o reconhecimento de uma outra. O problema é o da legitimidade do reconhecimento e dos landmarks adoptados na definição deste conceito de regularidade.

Esta situação fracturante resulta dos conteúdos da legitimidade de origem e do facto de que qualquer nova obediência deva receber o reconhecimento da sua regularidade de funcionamento de outra obediência regular, considerando a Grande Loja Unida de Inglaterra ser a única possuidora da legitimidade de transmitir tal prerrogativa.

O Grande Oriente de França e a Grande Loja Unida da Inglaterra, apesar de ambas terem a sua origem numa mesma legitimidade original, divergem assim sobre os princípios da definição de regularidade maçónica, por via de adopção de distintos landmarks e, por esta via, de distintas formas de interpretar e praticar a maçonaria.

Esta divergência de prática e vivência maçónica é acrescida pela questão fracturante da aceitação, ou não, das mulheres na maçonaria, da exigência da Bíblia como Livro da Lei Sagrada e, ainda mais recentemente, da erradicação da evocação do Supremo Arquitecto do Universo em França, pelo GOF.

O Grande Oriente da Bélgica e o Grande Oriente de França criam em 1961, em Estrasburgo, o CLIPSAS (Centro de Ligação e de Informação das Potências Maçónicas Signatárias do Apelo de Estrasburgo) com o “objectivo de congregar maçons, homens e mulheres, que considerem que a Liberdade Absoluta de Consciência é a grande vitória da humanidade sobre ela mesma, considerando que este é o Centro de União Fraternal dos Maçons que consideram que a liberdade de consciência é uma vitória da humanidade sobre si mesma e que, longe de ser um factor de desunião, ela conduz, graças à livre confrontação de opiniões, à supressão de todas as barreiras”, o que origina a configuração organizativa mais clara destas duas correntes.Está assim criada uma situação de dois blocos divergentes quanto à forma de interpretar, praticar e organizar a maçonaria.

A bem da Maçonaria Universal pretende-se abrir serenamente o diálogo sobre esta magna questão, com altos responsáveis destas duas vivências da maçonaria, considerando-se que, por esta forma, se possa contribuir para uma melhor clarificação das razões que assistem a cada uma destas duas distintas visões da prática, da vivência e da organização da maçonaria”

[Fernando Castel-Branco Sacramento - Director do Museu Maçónico Português – ler AQUI]

J.M.M.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O ETERNO RETORNO: ESTUDOS EM HOMENAGEM A ANTÓNIO REIS



AUTOR: AA.VV. – Coord. Maria Inácia Rezola & Pedro Aires Oliveira;
EDITORA: Campo da Comunicação, 2013, 696 p.

LANÇAMENTO:

DIA: 26 de Fevereiro 2014 (18,30 horas)
LOCAL: Biblioteca da Assembleia da República
ORADOR: Jaime Gama

António Fernando Marques Ribeiro Reis (Lisboa, 1948) tem um percurso de vida exemplar. Militante e dirigente político desde muito jovem, destacou-se como deputado à Assembleia Constituinte e como um dos mais activos membros do Secretariado Nacional do Partido Socialista nos anos da Revolução de 1974-1975. Institucionalizada a ordem democrática, desenvolve actividade política enquanto deputado do Grupo Parlamentar Socialista e Secretário de Estado da Cultura do II Governo Constitucional. Em termos académicos, inicia o seu percurso na área da Filosofia, mas foi na História que se notabilizou. Desde logo, como professor da licenciatura de História e do Mestrado em História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. A sua ligação a esta instituição traduziu-se igualmente numa intensa actividade nos seus diferentes órgãos científicos e de gestão mas também no seu empenho na fundação e afirmação do Instituto de História Contemporânea, onde ocupou cargos directivos de 1993 a 2010. Impulsionador de áreas de estudo como a História da I República, das Oposições ao Estado Novo, da Revolução de Abril e da Transição para a Democracia” [AQUI]
 
J.M.M.

domingo, 24 de novembro de 2013

O PAPEL DO 25 DE NOVEMBRO NA HISTÓRIA DA DEMOCRACIA EM PORTUGAL

Amanhã, dia 25 de Novembro, assinala-se uma etapa importante na consolidação da Democracia em Portugal. Nesta mesma data, em 1975, Portugal esteve muito perto de conhecer um período de guerra civil.
As opiniões políticas na época, depois do denominado Verão Quente, estavam exacerbadas de todos os lados e os líderes políticos encontravam-se entrincheirados nas suas convicções e ideologias. Todos procuravam defender as suas causas e o contexto era tenso nos seus diferentes planos. 

A Associação 25 de Abril vai assinalar a efeméride com um frente-a-frente entre alguns dos protagonistas. Pode ler-se na nota de divulgação do evento na Associação 25 Abril, via Facebook:

O papel do 25 de Novembro na história da democracia em Portugal, analisado sob os diferentes olhares dos protagonistas que estiveram em trincheiras opostas - Otelo Saraiva de Carvalho e Vasco Lourenço- e o olhar interpretativo e sintético do historiador António Reis.

O evento vai ter lugar na Sociedade Portuguesa de Autores, em Lisboa, pelas 18.30 h.

Curioso é como o acontecimento, passadas quase quatro décadas, ainda provoca tanta polémica e comoção entre muitos dos que viveram os acontecimentos.

A acompanhar com atenção.

[Negritos da nossa responsabilidade.]

A.A.B.M.

terça-feira, 12 de março de 2013

A REVISTA "SEARA NOVA" NOS ANOS 60 E 70

Hoje, pelas 18 horas, na Biblioteca Museu República e Resistência, vai ter lugar a primeira conferência deste ciclo de conferências subordinado ao tema Das Revistas Políticas e Literárias no Estado Novo.

O conferencista hoje é o Prof. António Reis, que vai analisar a revista Seara Nova no contexto das décadas de sessenta e setenta, com as posições dos autores sobre os acontecimentos políticos e culturais na época.

Com os votos do maior sucesso para a iniciativa.

A.A.B.M.

quarta-feira, 6 de março de 2013

HISTÓRIA POLÍTICA COMPARADA NA FCSH-UNL

No âmbito do seminário de História Política Comparada, coordenado pelo Prof. Fernando Rosas, está a realizar-se na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa um conjunto de apresentações seguidas de comentário de alguns momentos e episódios importantes da História Contemporânea de Portugal.

A 7 de Março de 2013, pelas 18 horas, Ana Catarina Pinto propõe-se Pensar o fim da República a partir do processo de polarização política (1919-1926), a que se segue um comentário do Prof. António Reis.

Este ciclo de apresentações comentadas prolonga-se até ao mês de Julho e conta com mais oito intervenções com vários convidados com reconhecimento público.

Interessante iniciativa que merece a melhor divulgação.

A.A.B.M.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

REVISTAS POLÍTICAS E LITERÁRIAS NO ESTADO NOVO: CICLO DE CONFERÊNCIAS

A Biblioteca Museu República e Resistência e a Hemeroteca Municipal de Lisboa vão levar a efeito a partir do próximo mês de Março, e quinzenalmente, às terças-feiras, pelas 18 horas, um ciclo de conferências dedicado a algumas das revistas políticas e literárias que existiram em Portugal durante o Estado Novo.

Com um painel de investigadores muito bom, desde António Reis, António Costa Pinto, Daniel Pires, Luís Bigotte Chorão, Carlos Bastien, Álvaro de Matos, Guilherme de Oliveira Martins e Luís Aguiar Santos que vão analisar as revistas Seara Nova, Integralismo Lusitano, Vértice, A Ocidente, Revista de Economia, Tempo Presente, O Tempo e o Modo e Política.

Para quem tiver oportunidade, será um conjunto de sessões a não perder.

A.A.B.M.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

VIVA A REPÚBLICA LOURES, 1915


LIVRO: " VIVA A REPÚBLICA LOURES, 1915";
AUTOR: António Valdemar [Pres. Acad. Nacional de Belas-Artes].
EDIÇÃO: Assembleia Municipal de Loures

LANÇAMENTO:

DIA: 20 de Fevereiro 2013 (18 horas);
LOCAL: Auditório da Biblioteca-Museu República e Resistência (Cidade Universitária, Lisboa);
APRESENTAÇÃO: Dr. António Reis.

J.M.M.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

FIGURAS DE RELEVO NO MOVIMENTO SOCIALISTA EM PORTUGAL: CONFERÊNCIA

No âmbito do ciclo de conferências CAMINHOS DA OPOSIÇÃO À DITADURA (Génese e Desenvolvimento da Oposição Socialista) vai realizar-se amanhã, dia 23 de Janeiro de 2013, na Biblioteca Museu República e Resistência (Espaço Grandella), uma conferência subordinada ao título: Figuras de Relevo no Movimento Socialista em Portugal.

O conferencista convidado é o Prof. António Reis.

A.A.B.M.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

MELO ANTUNES - UMA BIOGRAFIA POLÍTICA

Vai ser apresentado na próxima quinta-feira, 22 de Novembro de 2012, pelas 18.30 h, na Fundação Calouste Gulbenkian, Auditório 3, a obra de Maria Inácia Rezola intitulada Melo Antunes - Uma Biografia Política.

A sessão conta com a presença do General Ramalho Eanes, do Coronel Vasco Lourenço e do Dr. Vasco Vieira de Almeida.

O livro agora editado pela Âncora Editora e pela Fundação Calouste Gulbenkian vai ser apresentado pelo Professor António Reis.

Um evento bastante interessante, com uma biografia de uma das personalidades marcantes do período pós 25 de Abril. Certamente uma das obras marcantes sobre Ernesto Melo Antunes (1933-1999) e sobre o período que se segue à "Revolução dos Cravos". Depois do trabalho de Manuela CruzeiroMelo Antunes, o sonhador pragmático (2004), este trabalho vem acrescentar novas perspectivas sobre a personalidade.

Uma obra que indubitavelmente se recomenda aos nossos leitores.

A.A.B.M.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

MAÇONARIA HOJE: CONFERÊNCIA COM ANTÓNIO REIS


CICLO DE CONFERÊNCIAS: A MAÇONARIA EM PORTUGAL DO SÉCULO XVIII AO SÉCULO XXI - MUSEU BERNARDINO MACHADO (Famalicão)

CONFERÊNCIA: MAÇONARIA HOJE;
ORADOR:  Prof. Doutor António Reis;
DIA9 de Novembro (21,30 horas);
LOCAL: Museu Bernardino Machado (Vila Nova de Famalicão).

FOTO via Museu Bernardino Machado Facebook.

J.M.M.

domingo, 20 de maio de 2012

DAS REVISTAS POLÍTICAS E LITERÁRIAS NA I REPÚBLICA


CICLO de CONFERÊNCIAS: Das Revistas Políticas e Literárias na I República

CONFERÊNCIA: "A Seara Nova (1921-1926) e a refundação da República";
ORADOR: António Reis (UNL-FCSH);
DIA: 22 de Maio (18 horas);
LOCAL: Biblioteca-Museu República e Resistência/Cidade Universitária, Lisboa);
ORGANIZAÇÃO: Biblioteca-Museu República e Resistência & Hemeroteca Municipal de Lisboa.

J.M.M.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

REPUBLICA(S) E NEOREPUBLICANISMO(S)


A Faculdade de Direito da Universidade do Porto vai realizar amanhã, 6 de Outubro, o VII Colóquio Internacional do Instituto Jurídico Interdisciplinar, subordinado ao tema: Republica(s) e Neorepublicanismo(s).

O programa é o seguinte:
9h00 | ReAbertura
Magnífico Reitor da UP, Director da FDUP, Director do IJI

9h15 | Conferências: Outros Perfis da I República
Moderador: José Maria Azevedo dos Santos (Conselho Executivo da FDUP)
Norberto Cunha (Prof. Jubilado, Univ. do Minho) - Brito Camacho
9h45 | Conferências: Outros Perfis da I República…Moderador: Mário Monte (EDUM)
Cândido da Agra (Director da FDUP) – Miguel Bombarda

10h30 | Pausa

11h00 | Mesa redonda: República, Estado e Religião
Moderador: João Relvão Caetano (Pro-Reitor Univ. Ab.)
António Reis (UNL), João Sérgio Lauand (EDT, São Paulo),Luís Salgado Matos (ICS, Lisboa), Dom Manuel Clemente (Porto)

13h00 | Almoço

14h15 | Mesa redonda: Raízes do Constitucionalismo Republicano
Moderador: Miguel Pestana de Vasconcelos (Subdirector da FDUP)
Maria Protopapas-Marneli (Academia de Atenas), Fernando Menezes (USP, São Paulo),
Luis Guilherme A. Conci (PUC-São Paulo), Robson Garcez (Univ. Mackenzie, São Paulo),José Adelino Maltez (ISCP)

15h45 | Mesa redonda: Realidade Constitucional na I República Portuguesa: Movimentos e Ideias
Moderador: Luísa Neto (FDUP e IJI)
Manuel Loff (FLUP), Fernando Pereira Marques (Univ. Lusófona de Lisboa), António Pedro Mesquita (FLUL),
Luis Bigotte Chorão (Inst. H.ª, UC, BP, Lisboa), Manuel Filipe Canaveira (FSCH-UNL)

18h00 | Pausa
18h30 | Mesa Redonda: Desafios à República
Moderador: Clara Calheiros (EDUM e IJI)
Ana Flavia Messa (Mckenzie), José Preto (Jurista, Lisboa), António Francisco de Sousa (FDUP),Paulo de Tarso Domingues (FDUP e IJI), João Pacheco do Amorim (FDUP e IJI), Josefina Castro (FDUP) e Carla Cardoso (FDUP)


O cartaz do evento pode ser consultado AQUI.

Um colóquio a acompanhar com toda a atenção, com mais informação disponível AQUI.

A.A.B.M.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A QUEDA DA PRIMEIRA REPÚBLICA - POR ANTÓNIO REIS


COLÓQUIO: A Queda da Primeira República;
DIA: 28 de Junho de 2011 (18.00 horas):
ORADOR: António Reis;
LOCAL: Paços do Concelho da C.M.Lisboa (Sala do Arquivo);
ORGANIZAÇÃO: Fundação Mário Soares & C.M.Lisboa.

[Trata-se do] "décimo sexto de uma série de 18 colóquios sobre questões essenciais da história do regime republicano, sob o tema 'A Queda da I República', [e] será apresentada por António Reis, historiador"

"A I República, implantada em 1910, conheceu uma vida atribulada. De um lado, as incursões monárquicas. Do outro, a relação conturbada com a Igreja Católica. Também, a crescente crispação com o mundo operário e sindical. E, depois, os efeitos internos da participação na I Guerra Mundial, de que não está alheada a instabilidade verificada nos comandos militares. A tudo se somou a própria vertigem política dos seus principais dirigentes e agrupamentos partidários, muitas vezes reféns de alianças pouco esclarecidas ou momentâneas e, sobretudo, destituídas de objectivos de médio e longo prazo.

E, no entanto, essa mesma frágil República soube, ao longo da sua existência, criar uma nova realidade no país, mais moderna e aberta à inovação e às experiências internacionais. E, em muitos campos, lavrou uma obra notável.

Mas, terminado o conflito mundial, a economia e a sociedade apareciam exaustas, sem perspectivas claras de solução para muitos problemas. Ao mesmo tempo, na Europa, afirmavam- se forças de índole ditatorial e de concentração de poderes, quer políticos, quer económicos, ancoradas também na reacção ao liberalismo político e, sobretudo, na reacção à bolchevização das lutas operárias ...
" [ler TUDO AQUI]

J.M.M.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

REPÚBLICAS EM PARALELO: PORTUGAL-ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA


A Fundação Luso-Americana apresentou ontem uma publicação que procura estabelecer algumas pontes entre os regimes que em Portugal assinalaram agora o centenário e o que existe nos EUA desde a sua independência. O título da obra ilustra o objectivo que foi proposto: Repúblicas em Paralelo: Portugal-Estados Unidos da América.

Para analisar as realidades de ambos os países foram convidados quatro consagrados professores de universidade portuguesas e americanas. Participam com os seus estudos e análises:
- Alexander Keyssar
- António Reis
- Horst Mewes
- Fernando Catroga
- José Esteves Pereira

Os textos do presente trabalho foram apresentados num colóquio realizado pela Fundação Luso-Americana no passado dia 21 de Maio de 2010.

A.A.B.M.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

AS ASSOCIAÇÕES SECRETAS E A PRIMEIRA REPÚBLICA, CONFERÊNCIA PELO PROF. ANTÓNIO REIS, EM LOULÉ


Vai realizar-se amanhã, dia 16 de Outubro, pelas 18 horas, no Salão Nobre dos Passos do Concelho, em Loulé, uma conferência intitulada As Associações Secretas e a Primeira República, pelo Prof. António Reis (Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano - GOL).

Uma conferência que o Almanaque Republicano não pode deixar de divulgar junto de todos os nossos ledores, pelo interesse que estas matérias suscitam na opinião pública.

A.A.B.M.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA EM LOULÉ


Nesta cidade têm vindo a decorrer um conunto de iniciativas, que se vão intensificar nos próximos dias, tendo em vista as Comemorações do Centenário da República.

Loulé vai continuar a desenvolver um assinalável número de actividades conforme se pode observar no folheto que nos foi enviado para divulgação. Permitam-nos destacar a representação teatral sobre Manuel Teixeira Gomes, pela ACTA, já no próximo dia 5 de Outubro, pelas 21.30 h, no Pavilhão do NERA, e a conferência do Professor António Reis, sobre As Associações Secretas e a República, a levar a efeito no próximo dia 16 de Outubro, no salão nobre da Câmara Municipal.

A acompanhar com todo o interesse.
A.A.B.M.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

CONFERÊNCIA “RAZÃO E RAZÕES DO REPUBLICANISMO PORTUGUÊS”


Conforme AQUI dissemos, a Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto, da Figueira da Foz, associando-se às Comemorações do Centenário da Implantação da República, teve ensejo de organizar uma conferência sobre o título "Razão e Razões do Republicanismo Português".

Com uma assistência muito estimada, e que emoldurou todo o Salão Nobre da vetusta Associação Figueirense, que serviu de anfitriã, os palestrantes - dr. Amadeu Carvalho Homem e o dr. António Reis - destacaram os aspectos mais relevantes da experiência republicana da I República e o seu património actual. Da intervenção do dr. Carvalho Homem saliente-se a ideia de República como o "aprofundamento da democracia nas suas diversas vertentes". Esse "grande veredicto" da restauração de valores - como a "democraticidade", o "sufrágio universal" (ou cidadania plena versus monarquia censitária) -, esse património construído justamente no plano dos valores, tais como as leis da família, o divórcio, o ensino público, não pode ser confundido (axiologicamente) com o plano das realidades, como alguma corrente historicista hoje publicita.

O dr. António Reis, recuperando a ideia anterior, considera que há hoje, de facto, uma corrente de revisão histórica (deturpada) do que foi (é) a República, assumindo que qualquer apologia ou diabolização, tout court, não se compadece com, o que denomina, os princípios do ideal republicano, que corporiza em: submissão do interesse pessoal ou público; igualdade de direitos perante a lei; supremacia do parlamento na organização do Estado; limitação de mandatos, a par da responsabilização penal dos detentores de cargos públicos.

Seguidamente, António Reis, partiu para alavancar as virtudes (ou conquistas) do ideário republicano, a saber: prática da cidadania participativa, estado laico, leis da família e do registo civil, lei da greve, instrução pública (universidade livre, popular), novo ambiente cultural com a presença de várias correntes estéticas e filosóficas. Por fim, registou, nesse deve/haver da construção republicana, alguns dos erros ou perplexidades havidas, em torno do sufrágio universal ("lacuna da primeira república" e que não foi cumprido), incapacidade do pleno funcionamento do parlamento, o presumido erro da participação de Portugal na I Guerra (e que o sidonismo será a sua eventual consequência), os excessos cometidos à "sombra" do laicismo e a ausência de uma politica económica e social clara e eficaz que fosse ao encontro dos ensejos e revindicações do operariado e demais classes sociais (que só os governos entre 1923-25, o tentaram).

A conferência decorreu, depois, á luz das notas propostas pelos dois convidados, tendo a assistência prolongado a sessão com um conjunto de questões, bem curiosas, sobre todas essas matérias e que mereceram a atenção cuidada dos conferencistas.

Está, pois, de parabéns a Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto, da Figueira da Foz, pelo excelente préstimo que proporcionou ao vasto auditório, pela relevância dos seus convidados e pelo magnífico espaço de debate que se obteve.

J.M.M

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

DO 28 DE JANEIRO DE 1908 AO REGICÍDIO


Nos próximos dias 28 e 29 de Janeiro de 2008, no espaço Cidade Universitária da Biblioteca Museu República e Resistência vai realizar-se uma conferência seguida de debate subordinada ao tema Da intentona do Elevador ao Regicídio. Cinco dias que abalaram Portugal. Participam no debate, com as suas reflexões e pesquisa António Reis (Professor de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano) e António Valdemar (jornalista e sócio correspondente da Classe de Letras, na secção de Literatura e Estudos Literários da Academia das Ciências de Lisboa).

Participa como moderador no debate o investigador e escritor Jorge Morais, autor entre outras da obra recentemente publicada Regicídio. A Contagem Decrescente, que o Almanaque Republicano também divulgou aqui.

A sessão terá início pelas 18.30h.

No dia seguinte, no referido espaço e horário, decorrerá nova sessão com a participação de Francisco Carromeu, autor do Dicionário da Carbonária e doutorando da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Este autor vai analisar a repressão do movimento de 28 de Janeiro e sobre o regicídio, no quadro da vigência da ditadura de João Franco.

O Espaço Cidade Universitária da Biblioteca Museu República e Resistência situa-se na Rua Alberto de Sousa, 10A, Zona B do Rêgo, em Lisboa (Telef.: 217802760 e Fax: 217802788).

Um conjunto de sessões a não perder.

A.A.B.M.