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terça-feira, 3 de março de 2015

PROENÇA, CORTESÃO, SÉRGIO E O GRUPO SEARA NOVA - LIVRO


Na próxima quinta-feira, 5 de Março de 2015, pelas 18.30 h, na sala D. Pedro V, na Faculdade de Letras de Lisboa, vai ser apresentada a obra cujo título se apresenta em epígrafe e que resultou do Colóquio realizado em 2009 acerca do tema.

Com org. de Amon Pinho, António Pedro Mesquita e Romana Valente Pinho, a obra conta com múltiplas colaborações que é possível perceber através da contracapa.

Pode ler-se no prefácio do Professor António Reis:
"O Colóquio sobre Proença, Cortesão, Sérgio e o Grupo Seara Nova, organizado por Amon Pinho, António Pedro Mesquita e Romana Valente Pinho na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em 2009, constituiu um importante acontecimento académico e, sem dúvida, um dos mais fecundos encontros científicos jamais promovidos em torno do grupo seareiro e das suas mais relevantes personalidades. E tantos foram, desde os que ocorreram na década de oitenta do passado século, assinalando os centenários dos nascimentos dessas mesmas personalidades, até ao que se realizou já na primeira década deste século sobre António Sérgio e organizado pelo Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa. E, no entanto, de cada vez que nos aproximamos dos grandes vultos seareiros, somos sempre surpreendidos por novos ângulos de abordagem e originais aprofundamentos das múltiplas dimensões dos respectivos magistérios. Como se fossem filões inesgotáveis a inspirarem sucessivas vagas de pesquisa por parte de renovadas gerações de estudiosos". 
António Reis
do Prefácio

O Professor Doutor António Ventura, do Centro de História da FLUL, foi o convidado para apresentar a presente obra.

[NOTA: clicar na imagem para aumentar e/ou guardar para conseguir ler.]

A.A.B.M.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

GLEBA. SEMANÁRIO DE LITERATURA E CRÍTICA


GLEBA.  Semanário de literatura e crítica.

Ano I, [numero espécimen, Novembro de 1934], nº1 (4 de Dezembro) ao nº 4 (1 de Janeiro 1935) [suspende a sua publicação com um curioso esclarecimento em que se defende da acusação de ser um periódico “comunistóide”; refira-se que as estimadas Edições Gleba, nascem deste grupo, onde primeiro se manifesta o neo-realismo]; Comissão Directiva: Almeida e Silva, Duarte Rodrigues, Guy de Oliveira, Jorge Antunes, Jorge Domingues, Mário Dionísio, Moura Vitória, Victor Santos [este grupo tinham antes fundado as revistas Quid? e Prisma]; Redacção: M. Ramos da Cunha; Impressão: Impr. Baroeth, Lisboa; 1934-35, 1+4 numrs

Colaboração: Almeida e Silva, Anjo Alva, António Sérgio, Câmara Reis, Campos Lima, Duarte Rodrigues, Fernando Barros, Guilherme Morgado, Guy de Oliveira, Jorge Antunes, Jorge Domingues, José Rodrigues Miguéis, Leite da Costa, Lino Carracho, M & M [? – curioso texto com o título “Quinto Império], Mário Dionísio, Moura Vitória, Palma Carlos, Rocha Pinto, Rodrigues Lapa, Seabra Diniz, Sérgio Augusto Vieira, Vasco da Gama Fernandes, Vicente Martins, Victor Santos.
O núcleo que constitui Gleba não tem norma, não respeita a tradição, não aceita o passado; também não é um camartelo demolidor, por sistema, nem iconoclasta no sentido mais lato da palavra … Gleba não é o porta-voz duma seita. Aspira a ser o estandarte dum escol que não imporá ideias, mas que as difundirá persuasivamente entre os predispostos, porquanto os dispostos delas não carecem” [inDicionário das Revistas Literárias Portuguesas do Século XX”, de Daniel Pires].

J.M.M.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

UMA FLOR NA CAMPA DE RAUL PROENÇA

 
Uma Flor na Campa de Raul Proença, de José Rodrigues Miguéis, BNP, 1985 [trata-se da reunião de textos publicados com o mesmo título no jornal “Diário Popular” nos dias 12, 19, 26 de Abril e 3 de Maio de 1979]

“Por essa época (1925-1926), do fundo da minha insignificância de novato, ousei um dia perguntar-lhe [Raul Proença], sem o reforço de elogios, se a polémica – o ‘cacete florido’ na sua expressão – não prejudicaria a obra do escritor de ideias, do organizador sem par que ele era, apto a formar e inspirar uma plêiade de eruditos e investigadores excepcionais. Sem deixar de admirar o combatente, era pela sua obra criadora que eu sobretudo receava, embora sem o confessar. Com o rosto aceso de fervor e a veemência concentrada que lhe era habitual, mas temperada pela brandura (pois nada de magister, do pedante, do bonzo ou padre-mestre havia neste chefe exigente e severo), Proença - lembro literalmente as suas palavras – respondeu: ’Não só não julgo que a Polémica seja o aspecto menos válido da minha obra como até talvez a considere o melhor’. Diante disto curvei-me

(Três anos depois eu poria o mesmo problema a António Sérgio, exilado em Paris: Não seria a Polémica o parasita da sua criação pessoal, de que tantos esperávamos? ‘Para escrever – tornou-se ele exaltado – eu preciso de ter o antagonista aqui na minha frente, como este tinteiro!’ E o tinteiro de estanho, uma antiguidade, espirrou um resto de tinta e algumas moscas mortas a razoável altura)”

inUma Flor na Campa de Raul Proença

J.M.M.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

ANTÓNIO SÉRGIO, PEDAGOGO: CONFERÊNCIA

Realiza-se amanhã, no Museu Bernardino Machado, em Famalicão, no âmbito do ciclo de conferências subordinado ao tema Pedagogos e Pedagogia em Portugal, uma interessante conferência pelas 21.30 h.

O conferencista convidado é, desta vez, o Prof. Sérgio Campos Matos, da Faculdade de Letras de Lisboa, que vai analisar o papel de António Sérgio enquanto pedagogo, que influenciou grande parte da mentalidade portuguesa dos anos 30, 40 e 50 do século XX.

Uma excelente iniciativa que se recomenda para todos os que tiverem oportunidade de poder assistir.

A.A.B.M.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

LVSITANIA – REVISTA DE ESTVDOS PORTVGVSES


LVSITANIA – REVISTA DE ESTVDOS PORTVGVSES, Lisboa, Janeiro de 1924 a Outubro de 1927, X fasc, 492 pgs

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domingo, 17 de março de 2013

AS RAÍZES DO PENSAMENTO HISTÓRICO-SOCIOLÓGICO DE ANTÓNIO SÉRGIO: CONFERÊNCIA

Amanhã, 18 de Março de 2013, vai realizar-se no ICS - Universidade de Lisboa, pelas 16 horas, uma conferência no âmbito do Seminário de Teoria Social e Pensamento Contemporâneo. Este ciclo dedicado ao Pensamento Social em Portugal, com coordenação de José Luís Garcia, vai analisar As Raízes do Pensamento Histórico-Sociológico de António Sérgio.

O conferencista convidado para esta iniciativa é João Príncipe, da Universidade de Évora.

Uma interessante iniciativa que se recomenda e se divulga a todos os potenciais interessados em conhecer melhor o pensamento do seareiro, historiador e oposicionista ao Estado Novo: António Sérgio.

A acompanhar com toda a atenção.

A.A.B.M.

sábado, 20 de outubro de 2012

PELA GREI - ÓRGÃO DA LIGA DE ACÇÃO NACIONAL


PELA GREI. Revista para o Ressurgimento Nacional. Pela Formação e Intervenção de uma Opinião Pública Consciente: órgão da Liga de Acção Nacional

Ano I, Vol. I, nº 1 (Março 1918) ao nº 7 (20 de Maio 1919); Administração e Redacção: Rua do Salitre, 55, 3º, Lisboa; Editor e Director: António Sérgio; Secretário: Augusto Reis Machado; Impressão: Tipografia do Anuário Comercial, Praça dos Restauradores, 24 [ao nº 4, na Tip. da Renascença Portuguesa, R. dos Mártires da Liberdade, Porto]; 1918-19, 7 numrs

Colaboração: António Arroyo, António Sérgio, Augusto Celestino da Costa, Augusto Reis Machado, Constantino José dos Santos, Ezequiel de Campos, F[rancisco] Reis Santos, Jayme de Magalhães Lima, João Perestrello, Pedro José da Cunha, Raul Proença, Silva Telles.

"Publicada em Lisboa entre Março de 1918 e Maio de 1919, sob direcção de António Sérgio, Pela Grei assume-se como veículo para a regeneração nacional, inicialmente através do apoio ao Sidonismo (instaurado em 8 de Dezembro de 1917), mas evoluindo rapidamente para uma proposta autónoma (…)

No geral, a revista Pela Grei manteve sempre a mesma estrutura ou organização gráfica: um editorial a abrir, não assinado, seguido depois por artigos de fundo, assinados, sobre questões políticas, económicas, sociais, financeiras, educativas, demográficas, culturais (embora em menor número, merecendo destaque um artigo de Raul Proença, “O problema das bibliotecas em Portugal”, publicado nos números 1 e 3); finalmente, a fechar, incluía os ‘Depoimentos’ e sobretudo os ‘Comentários’, mais regulares, sobre a actualidade nacional e estrangeira, quase sempre da responsabilidade de António Sérgio e Ezequiel de Campos

[Álvaro Costa de Matos, in Ficha Históricaler TUDO AQUI]

Ficha Técnica LER AQUI.

J.M.M.

domingo, 7 de novembro de 2010

ANTÓNIO SÉRGIO - CARTAS DO TERCEIRO HOMEM



"... Não tenho nada de polemista. Sou, em rigorosos termos, um quidam que explica as suas próprias ideias quando as vê desentendidas por leitores distraídos, ou quando as crê deturpadas. Nada mais. As outras criaturas é que polemicam comigo, porque sempre se irritam quando lhes quero explicar. Foi reconhecendo este meu feitio que certo crítico observou algures que eu não sou, intelectualmente, um esgrimista, senão que sim (palavras dele) um “afinador de pianos intelectuais”. Em Portugal, profissão ingrata e de bem pouco préstimo ..."

in António Sérgio, Cartas do Terceiro Homem. Porta-voz das «Pedras Vivas» do «País Real», Editorial Inquérito, Lisboa, 1953 [1954 e 1957], III vols

via FRENESI

J.M.M.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

COLÓQUIO - O GRUPO E A REVISTA SEARA NOVA



Colóquio - Proença, Cortesão, Sérgio e o Grupo Seara Nova: dias 28, 29 e 30 de Outubro, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Anfiteatro III). Org. pelo Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa.

“Em comemoração dos 125 anos de nascimento de Raul Proença e de Jaime Cortesão e da passagem dos 40 anos da morte de António Sérgio, o Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa promove o Colóquio Proença, Cortesão, Sérgio e o Grupo Seara Nova.

Congregando especialistas e investigadores que se dedicam ao estudo do pensamento histórico-filosófico português contemporâneo, o colóquio visará proceder a uma análise aprofundada da vida e da obra destes três autores e discutir a relevância que o Grupo e a Revista Seara Nova tiveram na vida social, política, económica e cultural do país na primeira metade do século XX e até à actualidade.” [ler tudo, AQUI]

Consultar o Programa - AQUI.

J.M.M.

quarta-feira, 18 de março de 2009


ANTÓNIO SÉRGIO

"... Ora, creio coisa benéfica para esta grei portuguesa o impregnar-se de qualidades universalistas, e cuido que das coisas a impulsionaram a tal: por um lado, a própria obra que realizou a História, descobrindo a Terra e aproximando os homens, trabalhando de colaboração com muita gente estranha e cruzando-se com as raças que no caminho achou: e por outro, aquela ‘plasticidade’ dos meus conterrâneos, de que Gilberto Freyre nos falou algures: ‘aquele seu jeitão – único, maravilhoso, - para transigir, adaptar-se, criar condições novas e especiais de vida’ ..."

[António Sérgio, in Em torno do problema da língua brasileira, 1937 (aliás, in VIDA MUNDIAL, nº1548, 7 de Fevereiro de 1969, p. 41]

J.M.M.

domingo, 12 de outubro de 2008

IN-LIBRIS


In-Libris - Blog

A Livraria In-Libris - livros antigos, estimados e raros - aparece na Blogosfera com um blog que considera de "promoções temporárias, saldos, descontos e outras surpresas".

Um espaço a ter em conta. E a consultar.

J.M.M.

sábado, 12 de abril de 2008

ANTÓNIO SÉRGIO - ANTOLOGIA SOCIOLÓGICA


António Sérgio – Antologia Sociológica

"... Os achaques de que sofreu Portugal desde 1910 a 1926 tiveram como origem mais remota certas condições sociais-económicas a que esteve submetida a nossa Grei durante o transcurso da sua história, e como causa imediata e próxima uma concepção desacertada da democracia, ou seja a que liga à expansão emotiva e a ideais concebidos de maneira vaga, quando a democracia se deverá sempre basear na concentração voluntária e no auto-domínio, bem como no empenho de ensinar o povo a libertar-se de parasitismos que de há muito o oprimem (...)

Os males de que sofremos nos trinta anos seguintes (1926-56) consistiram sobretudo no agravamento enorme do domínio da oligarquia do Alto Negócio, servida pela política do Segundo Homem (ou Homem Fascista) e completamente amparada pela supressão real dos direitos políticos que se acham consignados no artigo 8º da Constituição, supressão que soltou do mínimo comedimento a cobiça insaciável dos tubarões (...)

É contraditório pretender fomentar, por um lado, a iniciativa mental da gente moça nos trabalhos escolares de natureza teórica, e submetê-la, por outro, a uma educação cívica de autoritarismo, com carácter mais ou menos militarista; cumpre substituir, por conseguinte, o sistema da 'Mocidade Portuguesa' (tomada do nazismo e do fascismo) pelo so self-government na vida da escola ..."

[António Sérgio, in prefácio à Antologia Sociológica, Trechos portugueses e estrangeiros seleccionados, comentados e prefaciados (Caderno I), Lisboa. 1956-1957, X cadernos - sublinhados nossos]

Nota: a colecção completa destes estimados cadernos encontra-se disponível no último Catálogo da Livraria In-Libris, que pode ser consultado on line.

J.M.M.

domingo, 22 de abril de 2007

GRUPO DA SEARA NOVA


Da esquerda para a direita: Jaime Cortesão [fundador da Seara Nova, formado em medicina, poeta, dramaturgo, deputado, director da Biblioteca Nacional, dirigente do movimento insurrecional de 3 de Fevereiro de 1927, exilado político, Presidente da Sociedade Portuguesa de Escritores]; Aquilino Ribeiro [licenciado em filosofia, conspirador e amigo da Carbonária, romancista e ficcionista dos mais ilustres, exilado político em 1927, 1º Presidente da Sociedade Portuguesa de Escritores] e António Sérgio [oficial da marinha em 1910, ensaísta, pedagogo, filósofo, director da Seara Nova, exilado político]

J.M.M.