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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

[DIA 7 DE FEVEREIRO - FIGUEIRA DA FOZ] – EVOCAÇÃO A MANUEL FERNANDES TOMÁS



CONFERÊNCIA: Evocação a Manuel Fernandes Tomas;
DIA: 7 de Fevereiro de 2020 (21,30 horas);
LOCAL: Assembleia Figueirense (Avenida Saraiva de Carvalho 140), Figueira da Foz;

PALESTRANTE: Professor Doutor Rui de Albuquerque  

ORGANIZAÇÃO: Ass. Manuel Fernandes Tomás | Ass. 24 de Agosto 

A Figueira da Foz inicia os seus trabalhos de Comemoração do Bicentenário da Revolução Liberal de 24 de Agosto de 1820 com a “Evocação a Manuel Fernandes Tomás”, um dos regeneradores da Pátria, o varão ilustre que soltou o grito da nossa emancipação política, contra o terror do despotismo e a defesa da Augusta Liberdade. Ao cidadão figueirense, Manuel Fernandes Tomás, a dívida de todos aqueles que aprenderam a semear a palavra “Liberdade” é enorme. Assim saibamos merecer o seu fecundo trabalho.

J.M.M.

domingo, 8 de dezembro de 2019

[COIMBRA - COLÓQUIO INTERNACIONAL] – DOIS SÉCULOS DA REVOLUÇÃO DE 1820: LIBERALISMO, ANTI-LIBERALISMO E PÓS-LIBERALISMO




DIAS: 20 a 23 de Abril 2020;
LOCAL: Coimbra (UC, FLUC e FEUC);

ORGANIZAÇÃO: F.L.UC. | F.E.U.C. | CEIS20 | IHC/FCSH/UNL

As Faculdades de Letras e de Economia da Universidade de Coimbra, em parceria com o Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (CEIS20-UC) e o Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, promovem o colóquio internacional “Dois Séculos da Revolução de 1820: Liberalismo, anti-liberalismo e pós-liberalismo”, a realizar entre os dias 20 e 23 de abril, em Coimbra [AQUI]

Call for papers [LER TUDO AQUI]

A problemática delimitada resulta da adoção de uma abordagem inter-epocal e comparatista, interdisciplinar e, também, técnico-cívica dos dois séculos de soluções liberais, antiliberais e pós-liberais em Portugal e em outras zonas da Europa do Sul (antes de mais, Espanha e Itália), no Brasil e em outros países da América Latina, nos países dominantes.

Apela-se à apresentação de propostas de comunicação relativas às seguintes subáreas temáticas:

·         - Sistema político e administrativo;

·         - Estruturas e relações sociais;

·         - Pensamento económico e atividade económica;

·         - Correntes e fenómenos culturais;

·         - Relações internacionais.
 
Publicar-se-ão textos em obras coletivas e em dossiers de revistas.
Línguas de trabalho: português, castelhano, italiano e inglês.

As propostas de comunicação deverão ser submetidas por email para inscrições.ceis20@gmail.com e obedecer às seguintes características: título, resumo (até 4000 carateres com espaços), 5 palavras-chave, nome do(s) autor(es), nota biográfica (até 500 carateres com espaços), enquadramento institucional e email
Calendário:

·         Submissão de propostas: 15 de janeiro de 2020

·         Comunicação de aceitação/recusa: 31 de janeiro de 2020

·         Data limite de inscrição para comunicantes aceites: 7 de fevereiro de 2020

·         Divulgação do programa: 15 de fevereiro de 2020

·         Data limite para envio dos textos para publicação após revisão científica: 30 de junho de 2020
 
J.M.M.

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

[SANTA COMBA DÃO] COLÓQUIO JOSE DA SILVA CARVALHO E O BICENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1820 - PARTE II




DIA: 26 de Outubro de 2019;
LOCAL: Casa da Cultura de Santa Comba Dão (S. Comba Dão);

INTERVENÇÕES/ORADORES:

- Nuno Camarinhas [José da Silva Carvalho na Magistratura Territorial, entre a sua Formatura e a Revolução de 1820];

- Samuel de Paiva Pires [José da Silva Carvalho e o pensamento económico-filosófico britânico];

- António Ventura [José da Silva Carvalho e a Maçonaria];

… e ainda

- Apresentação do livro de BD sobre a Vida e a Obra de José da Silva Carvalho, de Santos Costa e António Neves

A não perder esta excelente iniciativa da Câmara Municipal de Santa Comba Dão a um dois seus mais ilustres filhos e dedicado obreiro da revolução liberal de 1820.
 
J.M.M.

domingo, 25 de agosto de 2019

[GRANDE ORIENTE LUSITANO – MAÇONARIA PORTUGUESA] NA EVOCAÇÃO DA REVOLUÇÃO LIBERAL E HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES THOMAZ – FIGUEIRA DA FOZ



DISCURSO PROFERIDO NA EVOCAÇÃO DA REVOLUÇÃO LIBERAL E HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES THOMAZ NO DIA 24 DE AGOSTO DE 2019, na Figueira da Foz, pelo Grande Oriente Lusitano – Maçonaria Portuguesa


"Cumprindo a tradição e uma feliz e justa deliberação da Câmara Municipal da Figueira da Foz, com mais de quatro décadas, aqui estamos, de novo, para homenagear Manuel Fernandes Tomás.

Ao fazê-lo, recordamos o homem e o cidadão, figura destacada e central na Revolução Liberal de 1820, e sublinhamos a importância do seu contributo e do seu ideário para a democracia que temos e para o Estado de Direito que somos.

Trata-se, por isso, de uma iniciativa justa e pela qual honramos a nossa história e o seu legado.
 
Consequentemente, o Grande Oriente Lusitano - Maçonaria Portuguesa, de que Manuel Fernandes Tomás foi um dos seus mais insignes membros, quer cumprimentar de forma particular a Câmara Municipal da Figueira da Foz, a Associação Manuel Fernandes Tomás e a Associação 24 de Agosto pelo vosso contributo permanente para a defesa do ideário da Revolução Liberal de 1820.

Manuel Fernandes Tomás não foi apenas um ilustre figueirense. Foi também um dos maiores portugueses de todos os tempos, um líder pelo exemplo, defensor da Liberdade e promotor da regeneração da Pátria. Um cidadão com um pensamento político denso e ponderado e defensor intransigente das ideias tão caras ao Grande Oriente Lusitano - Maçonaria Portuguesa do bem comum, do bom governo, da sã convivência entre os cidadãos, pautada, sempre, por critérios de inabalável justiça.

Os valores defendidos por Manuel Fernandes Tomás e pelos Heróis de 1820 continuam actuais e credores nos dias de hoje de reconhecimento, defesa e promoção.

Neste enquadramento, o Grande Oriente Lusitano anunciará até ao fim deste ano o conteúdo de um programa nacional comemorativo dos 200 anos da Revolução Liberal, programa que visa assinalar o contributo decisivo do liberalismo para o aprofundamento da nossa democracia e para nosso desenvolvimento colectivo”

[Grande Tesoureiro-Geral do Grande Oriente Lusitano – Maçonaria Portuguesa, Figueira da Foz, 24 de Agosto de 2019] | sublinhados nossos

J.M. M.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

[SANTA COMBA DÃO] COLÓQUIO JOSE DA SILVA CARVALHO E O BICENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1820




DIA: 1 e 2 de Junho 2019;
LOCAL: Casa da Cultura de Santa Comba Dão (S. Comba Dão);

INTERVENÇÕES/ORADORES:

 
- António Neves [Breve Biografia de José da Silva Carvalho …];

- Ana Cristina Araújo [As revoluções liberais na Europa e em Portugal – o tempo de José da Silva Carvalho];

- Maria João Mogarro [José da Silva Carvalho e a Revolução de 1820];

- José Luís Cardoso [José da Silva Carvalho, o Governo do Reino e as Cortes Constituintes de 1821-22];

- Luís Nuno Espinha da Silveira [Em defesa do deficit das Contas Públicas. José da Silva Carvalho como Ministro da Fazenda (1833-1836);

- Luís Bigotte Chorão [José da Silva Carvalho como Ministro da Justiça, fundador e primeiro Presidente do Supremo Tribunal de Justiça]

- António Ventura [José da Silva Carvalho e a Maçonaria]

- José Adelino Maltez [O conceito de liberalismo prático de José da Silva Carvalho e o seu papel de liderança na construção do regime cartista];

- Silvestre de Almeida Lacerda [O fundo documental de José da Silva Carvalho na Torre doo Tombo];

- Nuno de Siqueira [Memória de José da Silva Carvalho na família];

 
Visita à Igreja Matriz de S. João de Areais | Visita ao Jardim Silva Carvalho (Vila Dianteira) | Visita à casa de José da Silva Carvalho

 
A não perder esta excelente iniciativa da Câmara Municipal de Santa Comba Dão a um dois seus mais ilustres filhos e dedicado obreiro da revolução liberal de 1820.

 
J.M.M.

domingo, 21 de janeiro de 2018

[22 DE JANEIRO] CASA DA CULTURA DE S. COMBA DÃO - JOSÉ DA SILVA CARVALHO E O BICENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1820



A caminho das Comemorações do Bicentenário da Revolução Liberal de 1820, há lugar na Casa da Cultura de Santa Comba Dão a Sessão de Abertura, com a Evocação de José da Silva Carvalho (1782-1856).

DIA: 22 de Janeiro de 2018 (20,30 horas);
LOCAL: Casa da Cultura de Santa Comba Dão [Avenida Santo Estêvão, S. Comba Dão];
ORGANIZAÇÃO: Casa da Cultura de S. Comba Dão;

PROGRAMA:

20.30 Horas - Recepção aos Convidados;
21.00 Horas – Sessão de Abertura das Comemorações do Bicentenário da Revolução Liberal de 1820.

ORADORES/TEMAS:

- Leonel Gouveia: “Apresentação e Enquadramento”;

- António Neves: “Calendarização das Comemorações e o papel de José da Silva Carvalho e de outros conterrâneos do concelho e da região no Liberalismo

- Ana Cristina Araújo: As revoluções liberais na Europa e em Portugal - a acção do liberal José da Silva Carvalho
 
A não perder.

José da Silva Carvalho foi um vulto ilustre de Santa Comba Dão (nasce em Dianteira, freguesia de S. João das Areias); filho de lavradores pobres, frequenta o Colégio das Artes de Coimbra, matriculando-se depois (1800) em Leis na Universidade de Coimbra, onde se forma em 1803; parte para Lisboa onde abre banca de advogado; em 1810, aproximando-se a III invasão francês, comandada por Massema, é nomeado Juiz de Fora de Recardães (Águeda) e depois, por intermédio de Wellington, ocupa (1814) o lugar de Juiz dos Órfãos do Porto. Conhece na cidade do Porto os patriotas, Manuel Fernandes Tomás (Desembargador da Relação e Casa do Porto), José Ferreira Borges e João Ferreira Viana, integrando, resolutamente, a associação secreta por eles pensada, o Sinédrio (fundada a 22 de Janeiro de 1818), que foi a luz da Revolução Liberal de 24 de Agosto de 1820, na cidade do Porto; coube-lhe a missão de arregimentar os elementos militares para esse glorioso pronunciamento; depois da Revolução de 24 de Agosto; é nomeado para a Junta Provisional do Supremo Governo do Reino (Porto), depois integra a Junta Provisional Preparatória das Cortes; é nomeado (27 de Janeiro de 1821) membro da Regência, encarregado do governo do estado; tomou, depois da Chegada de D. João VI, a pasta dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, até 1823 (Vilafrancada); nessa data, entendendo que a perseguição contra os liberais, pela facção absolutista, não se faria esperar, emigrou (como outros tantos) para Inglaterra, regressando em 1826; com a aclamação ao trono de D. Miguel, depois de lhe terem passado ordem de prisão, exila-se de novo em Londres, depois de uma serie de aventuras rocambolescas na sua terra natal, na tentativa de não ser feito prisioneiro; em Inglaterra, por intermédio do Duque de Palmela, é nomeado vogal de Socorros aos Emigrados, fugidos da sanha persecutória miguelista; com a reação de D. Pedro IV (1831) contra a usurpação do trono por D. Miguel e pela libertação dos portugueses do despotismo miguelista, acompanha-o na sua campanha, pelos Açores e no Porto (aqui com valiosa missão perante o cerco do Porto pelos absolutistas), e parte com ele para Lisboa; foi deputado, entre 1834-36 e ministro da Fazenda; com o Setembrismo volta, de novo, a exilar-se (1836-38), só regressando em 1838, tomando lugar de deputado às Cortes até 1842, integrou a Câmara dos Pares (foi seu Vice-Presidente).
 
 

José da Silva Carvalho foi sócio da Academia Real das Ciência, importante membro da Maçonaria (Irmão Hydaspe) - tendo sido Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano (1822-39) e Soberano Grande Comendador (1841-56) -, foi Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Conselheiro de Estado; tinha a Grã-Cruz da Ordem de S. Tiago e da de Carlos III de Espanha.

Deixou-nos José da Silva Carvalho curiosas intervenções na Câmara dos Pares, que podem ser consultadas online no site da Assembleia da República; a sua Correspondência Epistolar é copiosa e em parte já está publicada [António Viana, “José da Silva Carvalho e o seu Tempo”, Lisboa, Impr. Nacional, 1891-1894]; deixou escrito um opúsculo, “Manifesto sobre a execução que teve a lei de 19 de Dezembro de 1834 nas operações de fazenda que em virtude della se fizeram. Offerecido às Cortes e à Nação Portugueza, Lisboa, Typ. Patriotica de Carlos José da Silva & Comp., 1836”.   

Faleceu a 5 de Setembro de 1856, em Lisboa, e está sepultado no Cemitério dos Prazesses, Lisboa.  

J.M.M.