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quarta-feira, 6 de abril de 2011

FEMINISMOS NA PRIMEIRA REPÚBLICA: O CASO DE CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO


No âmbito do ciclo de conferências que tem vindo a realizar-se no Museu Bernardino Machado, em Famalicão, vai realizar-se no dia 8 de Abril de 2011, sexta-feira, pelas 21.30 h, uma conferência com o título em epígrafe.

A oradora:
Maria Antonieta Gomes Baptista Garcia. Doutorada em Sociologia e mestre em Literatura e Cultura Portuguesas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Professora Associada na Universidade da Beira Interior (Aposentada) tem desenvolvido as suas investigações no âmbito do Judaísmo e das Identidades.

Leccionou cursos de Licenciatura e de Mestrado. Orientou teses de Mestrado e de Doutoramento. Foi Presidente do Departamento de Letras da Universidade da Beira Interior. Fundou e foi Directora da revista científica À Beira da UBI.

Participou em Congressos Nacionais e Internacionais. Publicou, entre outros, os livros: Carolina Beatriz Ângelo: Guarda(dora) da liberdade : 1878-1911, Motim no Fundão – Inquisição e Independência – 1580; Fios para um roteiro Judaico da Covilhã; Judaísmo no Feminino; Denúncias em nome da fé e Os Judeus de Belmonte: Os caminhos da memória.

O local:
Rua Adriano Pinto Basto, n.º 79
4760 - 114 Vila Nova de Famalicão

Um evento a acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.


Entrada livre

quarta-feira, 23 de junho de 2010

EXPOSIÇÃO - CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO



EXPOSIÇÃO: Carolina Beatriz Ângelo. Intersecções dos sentidos/palavras actos e imagens.
LOCAL: GUARDA (no MUSEU)
INAUGURAÇÃO: DIA 24 DE JUNHO 2010 (17 horas)

Exposição integrada no Programa para as Comemorações do Centenário da República sobre Carolina Beatriz Ângelo

["nasceu a 16 de Abril de 1878, na cidade da Guarda e revelou-se uma das figuras mais emblemáticas do feminismo e do republicanismo da 1.ª década do século XX, sabendo combinar a medicina com a militância associativa, política e maçónica assente na reafirmação incessante de direitos para as mulheres.
Formou-se em Medicina em 1902 e envolveu-se, entre 1906 e 1911, na edificação do associativismo feminista de matizes pacifista, maçónico, republicano e sufragista. Conspirou, em 1910, pela República, bordando, com a colega, amiga e companheira Adelaide Cabete, as bandeiras hasteadas durante o 5 de Outubro e, com a República, transformou-se numa denodada batalhadora pelo sufrágio feminino, mesmo que abrangendo uma minoria
" - ler TUDO AQUI],

e contará com a participação dos alunos da Escola EB 2/3 de Santa Clara (Guarda) com o "cântico escolar 'SEMENTEIRA', com música de Júlio Cardona e versos de Luis Matta".

J.M.M.