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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

HISTÓRIA DA CULTURA EM PORTUGAL NO SÉCULO XX. INDUSTRIALIZAÇÃO, MASSIFICAÇÃO, MEDIAÇÕES - CONGRESSO


Nos dias 7, 8 e 9 de Fevereiro de 2019 realiza-se um importante congresso dedicado à questão da História da Cultura em Portugal no Século XX. Industrialização, massificação e mediações.

Ao longo de três dias alguns dos especialistas vão tratar de temas que vão desde os livros, ao cinema, à música, entre outros aspectos.

O evento decorre na Biblioteca Nacional.

Pode ler-se na nota de abertura do congresso aqui:

"O congresso “História da Cultura em Portugal no Século XX” procura recensear pesquisas recentes e abrir novos campos de investigação na história cultural contemporânea em Portugal. A amplitude temática dos painéis, que inclui questões políticas e de periodização cultural, circulações do objecto escrito e o desenvolvimento das indústrias audiovisuais, entre outras, será uma oportunidade para estabelecer novas relações entre a história da cultura e outras dimensões, porventura melhor conhecidas, da história de Portugal no século XX.

Por outro lado, o conjunto de abordagens que teremos oportunidade de discutir, reflectirão criticamente sobre algumas das categorias menos questionadas do campo cultural – a cultura nacional, o cânone erudito, o estatuto da autoria – abrindo assim a análise para a circulação de objectos culturais, para a cultura popular e para as formas de apropriação e convívio culturais, na linha dos cortes transversais operados pela viragem cultural das últimas décadas. O objectivo do congresso é o de procurar, na diversidade das apresentações, encontrar uma perspectiva de conjunto das muitas formas que a cultura e a vida cultural assumiu no sociedade portuguesa ao longo do século XX."

Na comissão organizadora do congresso encontram-se dois especialistas com trabalhos e publicações científicas sobre o tema de grande valor: Luís Trindade e Luís Augusto da Costa Dias.

O programa completo pode ser consultado AQUI.
Os resumos das comunicações e as notas biográficas dos comunicadores podem ser consultadas AQUI.

Um excelente programa, tocando as mais variadas áreas e temas actualizando conhecimentos e descobrindo que existe ainda muito mais para se investigar em Portugal.

Muitas felicidades para a iniciativa e que corra tudo pelo melhor, até porque estão vários amigos com quem nos temos cruzado pelos congressos, bibliotecas e eventos científicos.

A.A.B.M.




terça-feira, 9 de outubro de 2018

IV CONGRESSO REPÚBLICA E REPUBLICANISMO


Nos próximos dias 11 e 12 de Outubro de 2018, na Biblioteca da Imprensa Nacional, em Lisboa, vai realizar-se o IV Congresso República e Republicanismo.

O programa do evento apresenta-se abaixo: (clicar na imagem para aumentar)

Ao longo de dois dias, vários investigadores do tema da República, vão apresentar partes dos trabalhos de investigação que têm vindo a desenvolver. 
No dia 11 de Outubro, a conferência de abertura estará a cargo do Prof. Norberto Cunha, que analisará a figura de Brito Camacho: de sombra de Poder a Poder de Sombras.
No dia 12 de Outubro, haverá um painel dedicado às democracias sul-americanas, com abordagens sobre o Brasil, a Argentina e uma outra de conjunto. Ainda no âmbito deste painel, o Prof. António Ventura apresentará uma comunicação sobre "A Maçonaria e o PCP (1921-1935).
Um outro painel será dedicado a Republicanismo e Republica, com estudos sobre Agronomia e República, o «pão político» e o Diário de Lisboa, a Carbonária em vésperas da implantação da República, o Império Português e a Europa na perspectiva de Celestino de Almeida.


No painel subordinado ao tema A República entre a Paz e a Guerra, irão ser apresentadas cinco comunicações, a saber: Consiglieiri Pedroso e a política externa sérvia desde 1888, um apontamento biográfico sobre o coronel Pires Monteiro, as memórias dos combatentes na I Guerra Mundial, A República e a Sociedade das Nações e um pequeno contributo sobre os pequenos beligerantes na I Guerra Mundial.

Por último, no painel dedicado à República, Memória e Identidade, com estudos sobre o Congresso das Nações do Ocidente, o comemoracionismo republicano durante o Estado Novo e a conferência de encerramento ficará a cargo de Maria Gemma Rubi Casals.

A ligação ao evento pode ser consultada AQUI e o programa do congresso descarregado pelos potenciais interessados.

Mais uma excelente iniciativa a que se associa este modesto espaço virtual partilhando e divulgando o evento a potenciais interessados.

Com os votos do maior sucesso!!!

A.A.B.M.

sábado, 4 de novembro de 2017

[CONGRESSO INTERNACIONAL] LUTERO – TESES – 500 ANOS



CONGRESSO INTERNACIONAL: 500 Anos - Lutero - Um Construtor da Modernidade;
DIAS: 9, 10 E 11 de Novembro 2017;

LOCAL: Fundação Calouste Gulbenkian [Avenida de Berna], Lisboa;
ORGANIZAÇÃO: Universidade Lusófona | Sociedade Portuguesa da História do Protestantismo.

Na Comemoração dos 500 Anos da fundação do “movimento da reforma protestante”, a Universidade Lusófona e a Sociedade Portuguesa da História do Protestantismo promovem um importante CONGRESSO, de âmbito internacional, sobre "Lutero: um Construtor da Modernidade”.

Durante três dias, na Fundação Calouste Gulbenkian, há lugar à apresentação e debate de um “conjunto de abordagens críticas sobre a relevância da Reforma Protestante como bem cultural e sobre a pertinência do seu pensamento na construção das identidades e representações da cultura europeia, em geral, e portuguesa, em particular” [AQUI], a partir de V Eixos Temáticos: Os percursos do longo século XVI; Teologia(s) da(s) Reforma(s); As Novas Fronteiras da Epistemologia; Reforma, Sociedade, Cultura; A Reforma para cá dos Pirenéus e para lá do Atlântico.

 
 

- "A 31 de outubro de 2017 passam 500 anos sobre o que pode ser considerada a fundação do movimento reformador do século XVI. Ficou para a história que nessa data em 1517 o monge alemão Martinho Lutero (1483-1546) afixou na porta da igreja do castelo de Vitemberga as suas 95 teses sobre as indulgências. Este momento veio a funcionar como arranque da Reforma Religiosa na Europa contribuindo para o subsequente surgimento do protestantismo e reorganização política, social e cultural do continente.

A Reforma Protestante não mudou apenas a história da religião cristã, transformou a Alemanha, influenciou a Europa e os outros continentes. Ainda que devedora a diversos movimentos precursores, enquanto mundivisão, plasmada tanto no espaço sagrado como no universo profano, sem ela não é possível compreender o seu próprio tempo mas também o que daí advém em termos de pensamento filosófico e mesmo da geocultura europeia que se desenvolveu nos últimos quinhentos anos. Da modernidade à contemporaneidade, o pensamento teológico mas também a literatura, a música, as artes plásticas, a educação, a economia, o direito e as ciências foram impregnadas pelo pensamento da Reforma. Quinhentos anos depois, que herança ficou da dinâmica reformadora? Que legado recebemos em nossas mãos? Que influência permaneceu viva até hoje?

O Congresso Um Construtor da Modernidade: Lutero – Teses – 500 anos pretende refletir sobre as múltiplas dimensões do movimento da Reforma, suas consequências e sua influência atual no mundo. Queremos ajudar a contribuir para (re)visitar o pensamento de Lutero como um dos construtores da modernidade, sendo esta uma oportunidade para inspirar tanto a memória coletiva europeia como o imaginário nacional. Além do seu capital religioso, sob forma de conhecimento e experiência humana, não podemos perder de vista os valores filosóficos e estéticos que nos ajudam a compreender tanto a presença como a ausência da Reforma Protestante no percurso intelectual, artístico ou cívico da cultura e sociedade portuguesa. Reconhecendo o pensamento de Martinho Lutero como um excecional objeto de estudo, a realização de um encontro científico visa promover o estudo sobre o papel e a influência da Reforma Protestante para a compreensão da nossa contemporaneidade.

O Congresso conta com a intervenção de teólogos, biblistas, exegetas, historiadores, filósofos, sociólogos e outros cientistas sociais que contribuam para a promoção de um olhar interdisciplinar sobre as marcas do pensamento que advém da Reforma, revisitando os seus princípios e valores, pelo que se assume como um exercício de cidadania que torna visível a nossa autocompreensão como indivíduos mas também “comunidade imaginada” [AQUI]
 
 

No que ao Almanaque Republicano diz particularmente respeito, registemos as seguintes comunicações / intervenções:

DIA 9: “Revisitando a Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, de Max Weber — ou sobre o interface da ideologia com o real” [Onésimo Teotónio de Almeida] | Reflexos da teologia de Lutero na cultura e literatura [Eduardo Lourenço] | “Martinho Lutero - Justiça e Liberdade” [Michael Knoch] | Protestantismo e judaísmo: Bíblia, Antigo Testamento e mecânicas de refundação e de eleição” [Paulo Mendes Pinto] | “As ordens religiosas e o espírito de reforma: a Reforma Luterana no quadro das reformas do cristianismo” [José Eduardo Franco]

DIA 10: “O Espírito da Reforma em Portugal” [Guilherme d’Oliveira Martins] |  “Padres e Educadores Católicos nas malhas do proselitismo protestante em Portugal” [Luís Machado de Abreu] | “Educação para todos na Reforma: Direito e Liberdade” [Wilson do Amaral Filho] | “Instituição-Escola e Reforma Protestante: Lutero e Plano Secular de Ensino” [Justino Magalhães] | “The Age of Mercy: Savonarola and Luther” [Luigi Lazzerini] | “Uma modernidade antiluterana: Nietzsche e a crítica ao espírito do capitalismo” [Gianfranco Ferraro] | “Protestantismo e Maçonaria em Portugal” [António Ventura] | “Protestantismo e Maçonaria em Espanha” [José-Leonardo Ruiz Sánchez] | “O Manuscrito contra os Protestantes do P.e João Baptista de Castro” [Manuel Curado] | “Escutismo e formação do cidadão: reflexões em torno da introdução do escutismo em Portugal no contexto republicano” [Joaquim Pintassilgo] | “Influências protestantes no movimento da Escola Nova” [Rita Balsa de Pinho]

DIA 11: “1517: A arquitetura e o discurso de poder em Portugal no tempo de Lutero” [Ricardo Silva] | “Protestantes e Jesuítas em confronto de doutrinas e representações: a visão paradigmática do Padre António Vieira” [José Eduardo Franco] | “Lutero e o jovem Marx” [Marcos José de Araújo Caldas] | “A cultura portuguesa e o protestantismo” [Miguel Real] | “Refrações do protestantismo na literatura portuguesa” [Annabela Rita] | “Lutero, Junqueiro, uma Vinha e um Senhor” [Henrique Manuel Pereira] | “1917 e Lutero. Há cem anos, coisas do diabo... ou do Pe. Júlio Maria De Lambaerde” [Alexandre Honrado] |  “A legitimação da autoridade segundo Lutero” [Rui Oliveira] | “ A Misericórdia e as 95 Teses de Lutero” [Teresa Toldy &  Rui Estrada] |  “Impactos de Lutero e da Reforma no Império Português: a Ásia e o Brasil (1520-1580)” [José Pedro Paiva].

J.M.M.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

I CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA LOCAL


Inicia-se amanhã, quinta e sexta-feira, 28 e 29 de Setembro de 2017 o I Congresso Internacional de História Local: Conceito, práticas e desafios na contemporaneidade, no Centro Cultural de Cascais.

Pode ler-se na nota de divulgação do congresso:
A história local, desde meados do século XIX, tem despertado o interesse de investigadores e curiosos que estudam o passado de uma determinada região ou comunidade com o propósito de lhes restituir a memória colectiva e individual. A nível científico, essa realidade verifica-se na multiplicação de dissertações de mestrado e teses de doutoramento sobre temáticas relacionadas com a história local, potenciando um manancial de conhecimento científico inovador e uma nova vaga de historiadores interessados em trabalhar temas de diversas zonas dos seus países.

O I Congresso Internacional de História Local propõe criar um espaço de partilha e reflexão interdisciplinar, valorizando a sua importância na historiografia contemporânea para um mais profundo entendimento da História, através de uma abordagem crítica do conceito e abrindo um debate em torno das metodologias e práticas de investigação. Contribuindo para a problematização de várias questões inerentes a uma ponderação teórico-metodológica, no período contemporâneo, pretende-se efectuar um esforço para a confluência de visões e de soluções que ajudem a superar as dificuldades de todos.

Para esclarecimento de dúvidas e esclarecimentos de potenciais interessados recomenda-se a visita à página do congresso AQUI.

O programa do congresso é o seguinte:

Dia 1 – 28 de Setembro de 2017

Recepção dos participantes – 8h30 às 9h00

Abertura – 9h00 às 9h15

Conferência – 9h15 às 9h45

Moderação: João Miguel Henriques
(Câmara Municipal de Cascais e IHC)

“História Local. Percurso e desafios na contemporaneidade” (Margarida Sobral Neto – Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)

1º Painel “História Local: Teoria e Prática(s)” – 09h45 às 11h15

Moderação: Alice Cunha (IHC-FCSH/NOVA)
Sarottama Majumdar (University of Calcutta – Jadavpur University) – “The production of local history through comparing disparate texts”
Aaron McArthur (Arkansas Tech University) – “Civic Engagement and the Noble Pioneers”
Serkan Kelesoglu (University of Ankara) / Ismail Güven (University of Ankara) – “Contribution of local history in social studies teacher training programs”
Kanta Chatterjee (Basirhat College – Índia) – “In Lieu of “History” (‘Itihas’): Many Titles of Regional and Local Histories of Bengal 1860-1950”
Vikram Bhardwaj (Centre of Historical Studies – Jawaharlal Nehru University) – “Interface between Oral Narrative and local History: A Case Study of Shimla Hills”

Coffee-Break – 11h15 às 11h30

2º Painel – “A I República nos espaços locais” – 11h30 às 12h45

Moderação: Diogo Ferreira (IHC-FCSH/NOVA)
Jorge Ricardo Pinto (ISCET e UTAD) – “A memória de um lugar desaparecido do Porto republicano do princípio do século XX”
Soraia M. Marques Carvalho (FLUL) – “A República em Sacavém. O movimento político na vida da localidade nos primeiros anos”
João Lázaro (CIES-IUL) – “O Republicanismo na Póvoa de Santa Iria na Alvorada do 5 de Outubro de 1910. Uma história local”
Luís Carvalho (FCSH/NOVA) – “Carlos Rates na história de Setúbal: sindicalismo e imprensa na Iª República”
Isabel Melo (Universidade Complutense de Madrid e LASA) – “Orfanato Municipal Presidente Sidónio Pais em Setúbal”

Almoço – 12h45 às 13h30

3º Painel – “Desafios Metodológicos” – 13h30 às 15h00

Moderação: Ivo Veiga (IHC-FCSH/NOVA)
João Paulo Avelãs Nunes (DHEEAA/FLUC e CEIS20/UC) / Pedro Carvalho (DHEEAA/FLUC e CEIS20/UC) / Ana Isabel Ribeiro (DHEEAA/FLUC e CEIS20/UC) / António Rochette Cordeiro (DGT/FLUC e CEIS20/UC) / Luís Alcoforado (FPCEUC e CEIS20/UC) – “História local, interdisciplinaridade e rentabilização social do conhecimento”
Diogo Ferreira (IHC-FCSH/NOVA) – “História Local: Reflexões em torno do seu percurso, importância e potencialidades”
Marco Oliveira Borges (Centro de História e Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa) – “Historiografia marítima de Cascais (1873-1974): metodologias, divulgação histórica e legado cultural”
Patrícia de Almeida (CEIS20-UC) – “Biblioteca Escolar e História Local: as relações (im)previstas”
Ana Mendes (FLUP) – “O Património dos Condes de Azevedo: usos e funcionalidades na contemporaneidade”
Inês Castaño (IHC-FCSH/NOVA) / Maria Inês Queiroz (IHC-FCSH/NOVA) – “L3-Lisboa Laboratório Comum de Aprendizagem: Uma experiência colaborativa de investigação/aprendizagem em História Local”

Coffee-Break – 15h00 às 15h15

4º Painel – “As Guerras e os seus impactos regionais” – 15h15 às 16h30

Moderação: Pedro Leal (FLUL)
Eunice Relvas (IHC-FCSH-UNL e GEO-CML) – “Governação Municipal de Lisboa na Grande Guerra (1914-1918): Problemas e Soluções”
José Pedro Reis (FLUP) – “O impacto da Iª Guerra Mundial no futuro concelho da Trofa”
Fátima Afonso (C.M. do Seixal) – “O jornal A Voz d’Amora (1916-1919) e o concelho do Seixal durante a Grande Guerra”
Mariana Castro (IHC-FCSH/NOVA) – “O Contrabando em Elvas no Pós I Guerra Mundial (1919-1922): nas malhas da ilegalidade”
Simeone Del Prete (University of Rome «Tor Vergata») – “The “triangle of death”: postwar violence in Emilia-Romagna (1945-1948)”

Conferência – 16h30 às 17h00

Moderação: Teresa Nunes (IHC e FLUL)

“História Local – um pretexto de para falar de História” (Maria da Conceição Meireles Pereira – Faculdade de Letras da Universidade do Porto)


Dia 2 – 29 de Setembro de 2017

Conferência – 9h00 às 9h30

Moderação: António Paulo Duarte (IHC e IDN)

“História da Maçonaria numa perspectiva local: fontes e métodos” (António Ventura – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)

5º Painel – “Espaços, Memória e Património” – 9h30 às 11h00

Moderação: Inês José (IHC-FCSH/NOVA)
Maria João Pereira Coutinho (IHA-FCSH/NOVA) / Inês Gato de Pinho (Civil Engineering Research and Innovation for Sustainability – IST-UL) – “Planta da vila de Setúbal em 1793: Das portas e postigos ao edificado religioso e civil”
Alexia Shellard (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – “Bororos e a história do Mato Grosso”
Timóteo Cavaco (IHC-FCSH/NOVA) – “A Análise de redes aplicada às famílias nas Igrejas Batistas de Viseu e de Tondela (1930-1945)”
João Santos (IHC-FCSH/NOVA) – “Memória Operária e História Local – O caso da região (pós) industrial de Setúbal”
Luísa Seixas (IHC-FCSH/NOVA) / Filipe Silva (IHC-FCSH/NOVA) – “Memória das Avenidas. História em comunidade – enquadramento e desafios”

Coffee-Break – 11h00 às 11h15

6º Painel – “Identidades na História Local” – 11h15 às 12h30

Moderação: João Pedro Santos (IHC-FCSH/NOVA)
Nulita Andrade (IHC-FCSH/NOVA) – “Visconde da Ribeira Brava na Câmara dos Deputados: o político nas redes que teceu com seus pares (1882-1884)”
Frederico De Sousa Ribeiro Benvinda (FLUL) – “A vereação de Zófimo Consiglieri Pedroso na Câmara Municipal de Lisboa (1886-1889): Propostas e modificações locais”
Cristóvão Mata (FLUC) – “A Casa de Aveiro: entre o estudo do regime senhorial e a história local”
Pedro Pires (FLUL e IDN) – “General Alberto Ilharco e a sua visão da cidade do Porto no ataque à Monarquia do Norte em 1919”
Maria Mota Almeida (IHC-FCSH/NOVA e ESHTE) – “Diz-me como ages, dir-te-ei quem és’: João Couto e a génese do Museu-Biblioteca Condes de Castro de Guimarães-Cascais.”

Almoço – 12h30 às 13h15

7º Painel – “Práticas musicais em contextos locais” – 13h15 às 14h45

Moderação: Soraia Simões (IHC-FCSH/NOVA)
João Pedro Costa (Universidade de Évora) – “Os espaços públicos de sociabilidade musical na Évora Oitocentista: Passeio Público, Rossio de São Braz e Praça do Geraldo”
Rita Faleiro (CESEM – FCSH – Universidade de Évora) – “A presença musical no Algarve oitocentista: o tavirense Tomás de Aquino Abreu e a sua actividade musical sacra da segunda metade do século XVIII.”
Bruno Madureira (IHC-FCSH/NOVA e Conservatório d’Artes de Loures) – “O movimento filarmónico no concelho de Oeiras – tradição, declínio e revitalização”
Luís Henriques (CESEM-Universidade de Évora) – “A ideia de local e global na história musical açoriana: O caso da cidade da Horta na segunda metade do século XIX”
Daniela Alves (CIIIC-ISCET) / Hélder Barbosa (CIIIC-ISCET) / Jorge Ricardo Pinto (ISCET e UTAD) – “Percursos e Lugares da violoncelista Guilhermina Suggia, entre o Porto e a Maia, na primeira metade do século XX”

Coffee-Break – 14h45 às 15h00

8º Painel – “Desafios económicos e sociais locais nos panoramas nacionais” – 15h00 às 16h30

Moderação: Ana Paula Pires (IHC-FCSH/NOVA e Universidade de Stanford)
Mariana Silva (ISCTE-IUL, FCSH-NOVA e CRIA) – “A Cidade do Trabalho: Contributo para uma genealogia dos contextos discursivos da identidade local em S. João da Madeira”
Vanessa Pereira (IHC-FCSH/NOVA) – “Elementos para a história local de sítios mineiros: a penetração do capital estrangeiro e a construção da Mina de São Domingos”
Rúben Lopes (FCSH/NOVA) – “Um «concelho de feição corporativa»: a implementação e o funcionamento dos organismos corporativos no concelho do Seixal (1933-1974)”
Leonardo Aboim Pires (IHC-FCSH/NOVA) – “Dimensões da mudança socioeconómica no mundo rural português: Vinhais, 1950-1974”
Pedro Leal (FLUL) – “«Nem tudo é burguesia, nem tudo é riqueza e luz nesta terra»: a mobilização popular e o conflito social no concelho de Cascais após o 25 de Abril de 1974.”

Conferência de encerramento – 16h30 às 17h00

Moderação: Teresa Nunes (IHC_e FLUL)

“Histoire, histoire locale, histoire économique: de la monographie territoriale à la considération des jeux d’échelle. De quoi «l’histoire locale» peut-elle être le nom aujourd’hui?” (Alexandre Fernandez – Université Bordeaux Montaigne)

A todos os interessados neste interessante congresso fica a sugestão.
Múltiplas abordagens, diferentes interpretações, novas metodologias e temas para trabalhar de forma diferente para o futuro.

Muito interessante.

A.A.B.M.

terça-feira, 2 de maio de 2017

III CONGRESSO HISTÓRIA DO MOVIMENTO OPERÁRIO E DOS MOVIMENTOS SOCIAIS EM PORTUGAL

Realiza-se a partir do próximo dia 4 de Maio de 2017, a terceira edição deste congresso dedicado à investigação sobre a História do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal. São objectivos deste congresso segundo as linhas orientadoras que o motivam as seguintes:

Este congresso pretende abranger o estudo do trabalho e dos movimentos sociais em Portugal num sentido amplo, pretendendo-se destacar, nesta terceira edição do Congresso, o papel das organizações sindicais e operárias na evolução das sociedades contemporânea, uma vez que a sua realização coincide com o 40.º aniversário do Congresso de Todos os Sindicatos, realizado em janeiro de 1977, segundo congresso da Intersindical e que dará forma ao movimento sindical português dos nossos dias. Neste sentido, convidamos à submissão de propostas de comunicação, entre outras temáticas possíveis, que versem sobre:
  • A história do sindicalismo português, desde o século XIX aos nossos dias;
  • As formas de organização permanente dos trabalhadores. Presente e futuro;
  • Organização vs. Democracia? As questões da unidade e corporativismo;
  • A década de 1970: momento crítico do movimento operário e sindical;
  • Sindicalismo e revolução social.
Durante o congresso vão estar os seguintes congressistas convidados e proceder-se-á apresentação pública de um livro sobre o tema da autoria de Américo Nunes e de José Ernesto Cartaxo.

Reproduz-se abaixo o programa das comunicações a apresentar no congresso:

Os conferencistas convidados são:
William Pelz (Director of the Institute of Working Class History, Chicago):
Tema: Can there be a “People’s History”? Would it matter? Glimpses of A People’s History of Modern Europe
Dr. William A. PELZ, Director of the Institute of Working Class History (Chicago), is an historian who specializes in European and comparative labor history. His books include: A Peoples History of Modern Europe (2016), Wilhelm Liebknecht and German Social Democracy (2016), The Eugene V. Debs Reader: Socialism and Democracy (2014), Karl Marx: A World to Win (2012), Against Capitalism: The European Left on the March (2007); The Spartkusbund and the German Working Class Movement (1988). His articles and reviews have appeared in the American Historical Review, Film & History, German History, German Studies Review, International Labor and Working Class History, International Review of Social History, Labor Studies, Journal of European Studies, Science & Society, Soviet Studies, Sozialismus, JahrBuch fuar Forschungen zur Geschichte der Arbeiterbewegung, and International Labor History Yearbook, among others.

Professor Doutor Fernando Rosas (IHC-FCSH/UNL):
“A Revolução Russa e a Revolução Portuguesa”

Apresentação pública do livro:
“Contributos para a História do Sindicalismo em Portugal” por Américo Nunes e José Ernesto Cartaxo
DIA DE MAIO
TORRE B – AUDITÓRIO 1
9H30 – ABERTURA COM A PROFª. DOUTORA RAQUEL VARELA, COORDENADORA DO GRUPO DE INVESTIGAÇÃO DE HISTÓRIA GLOBAL DO TRABALHO E DOS CONFLITOS SOCIAIS, E COM A COMISSÃO ORGANIZADORA  DO CONGRESSO.
1º PAINEL – 10H00 ÀS 11H25
HELENA MARTINS DO RÊGO BARRETO (UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA– “Comunicação e contra-hegemonia:   a experiência do MST”
PAULO MARQUES ALVES (DINÂMIA’CET-IUL) – “Da exclusão à sub-representação das mulheres no movimento sindical”
TIAGO REIS (IHC/FCSH-UNL) – “Reestruturação trabalhista na Fiocruz 1988-2003: Estabilidade versus flexibilidade em uma instituição pública”
VIDALCIR   ORTIGARA   (UNESC   –   UNIVERSIDADE   DO   EXTREMO   SUL   CATARINENSE)   –   “Educação e conhecimento: uma necessária e urgente reivindicação ontológica a partir de Lukács”
COFFEE BREAK
2º PAINEL – 11H35 ÀS 13H00
ANTÓNIO LOUÇà(IHC/FCSH-UNL), RAQUEL VARELA (IHC/FCSH-UNL) VALÉRIO ARCARY (PROFESSOR TITULAR APOSENTADO DO IFSP – INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA) – “A Revolução Bolchevique e a Contra-Revolução Estalinista: História e Historiografia”
ALMOÇO
3º PAINEL – 14H30 ÀS 15H55
MIGUEL ÁNGEL PÉREZ SUÁREZ (IHC/FCSH-UNL) – “A Autogestão na Revolução Portuguesa: Realidade e Problemas”
JORGE FONTES (IHC/FCSH-UNL) – “O fracasso do «pacto social» de 1977”
RICARDO NORONHA (IHC/FCSH-UNL) – “Um funcionário cansado de um dia exemplar”’: os trabalhadores dos serviços entre o final do Estado Novo e o processo revolucionário (1968-1975)
ANTONIO MUÑOZ (ICS-UL) – “O sindicalismo europeu não comunista na transição democrática portuguesa”
COFFEE-BREAK
4º PAINEL – 16H05 ÀS 17H30
NUNO PINHEIRO (CIES-IUL) – “Greves e movimentos operários na fotografia do início do Seculo XX (1900- 1926)”
CONSTANTINO PIÇARRA (IHC/FCSH-UNL) – “O Sindicalismo Rural nos Campos do Sul durante a I República e a Questão Agrária”
ANA ALCÂNTARA (IHC/FCSH-UNL) – “Associações de Classe e operariado na Lisboa do final do século XIX”
5º PAINEL – 17H35 ÀS 19H00
JOSÉ MARQUES GUIMARÃES (CENTRO DE ESTUDOS DA POPULAÇÃO, ECONOMIA E SOCIEDADE – CEPESE – DA UNIVERSIDADE DO PORTO) – “Ambiguidades da intervenção nativista contra a dominação colonial portuguesa e seus reflexos no movimento operário cabo-verdiano”
MACIEL SANTOS E MIGUEL FILIPE (CENTRO DE ESTUDOS AFRICANOS DA UNIVERSIDADE DO PORTO– “A ação direta em Moçambique de 1920 a 1926: contributo para a história do movimento operário socialista português em Moçambique”
RODRIGO MARTINS (FLUL/CINAV) – “Liga dos Oficiais da Marinha Mercante – Um estudo de caso do sindicalismo na Primeira Guerra Mundial”
DIA DE MAIO
TORRE B – AUDITÓRIO 1
 10H00 ÀS 11H15 – CONFERÊNCIA DO PROF.º DOUTOR FERNANDO ROSAS: “A Revolução Russa e a  Revolução Portuguesa”
COFFEE BREAK
6º PAINEL – 11H35 ÀS 13H00
 INÊS LOURENÇO (PATRIMONIUM – Centro de Estudos e Defesa do Património da Região de Peniche) – “O Povo de Ferrel e o Nuclear, 15 de Março de 1976”
JOANA ROCHA (FCSH-UNL) – “Os Interstícios da Militância Consciente: A Experiência de «Poder Popular» no Período Revolucionário em Curso, 1974-1975”
JOÃO MADEIRA (IHC/FCSH-UNL) – “Sines contra a poluição: a greve verde de 1982”
ALMOÇO
14H30 ÀS 15H55 – APRESENTAÇÃO PÚBLICA DO LIVRO“Contributos para a História do Sindicalismo em Portugal” (Américo Nunes e José Ernesto Cartaxo)
COFFEE BREAK
7º PAINEL – 16H00 ÀS 17H25
 RAQUEL VARELA (IHC/FCSH-UNL) JOÃO CARLOS LOUÇà(IHC/FCSH-UNL) – “O Trabalho Forçado e a Revolução Portuguesa: uma perspetiva da história global do trabalho”
HERMES COSTA (CES/FEUC), ELÍSIO ESTANQUE (CES/FEUC), MANUEL CARVALHO DA SILVA (CES/UC), HUGO DIAS (UNIVERSIDADE DE CAMPINAS), DORA FONSECA (CES/UC) ANDREIA SANTOS (CES/UC) – “Reconstruindo o(s) discurso(s) do(s) poder(es) sindicais em Portugal”
MARIA AUGUSTA TAVARES (UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA– “A atualidade das categorias econômicas da acumulação primitiva no modo de produção capitalista”
8º PAINEL – 17H30 ÀS 18H50
 JOÃO  EDRAL  (ASSOCIAÇÃO  CULTURAL  PALHA   DE  ABRANTES/(IHC-FCSH-UNL)   –   “Movimento    de trabalhadores da Metalúrgica «Duarte Ferreira» entre 1974 e 1985: crónica de uma delapidação”
JOÃO PEDRO SANTOS (IHC-FCSH-UNL) – “’Somos operários, é malta do ferro’ – Desindustrialização, Classe e Memória Operária em Setúbal”
JOSÉ PEDRO MAIA DOS REIS (FLUP) – “Violência sobre sindicatos e sindicalistas em  1975/76”
JOSÉ MANUEL LOPES CORDEIRO (CISC/UNIVERSIDADE  DO MINHO– “O Sindicato dos Químicos durante    o PREC: Uma voz contra a corrente”
19H00 – CONFERÊNCIA  DE  ENCERRAMENTO  COM WILLIAM PELZ (DIRETOR  DO INSTITUTO   WORKING CLASS HISTORY, CHICAGO): “Can there be a ‘People’s History’?  Would it  matter?”
DIDE MAIO
TORRE A – AUDITÓRIO 001
9º PAINEL – 11H30 ÀS 12H55
 ARMANDO  QUINTAS,  JORGE  JANEIRO   E  PAULINA  ARAÚJO  (UNIVERSIDADE   DE  ÉVORA,   ARQUIVO DISTRITAL DE ÉVORA) – “Contributos para a história do sindicalismo: Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Mármores, Madeiras e Materiais de Construção do Sul – Delegação de Évora.”
LEONARDO  ABOIM  PIRES  (IHC/FCSH-UNL) –  “Mudanças  e  Reformismos  da  Organização  Laboral na «Segunda Arrancada» do Corporativismo”
NUNO  SIMÃO  FERREIRA  (CENTRO  DE  HISTÓRIA,  UNIVERSIDADE  DE  LISBOA)  –  “A  solução   corporativa preconizada pela Liga Nacional do 28 de Maio e pelo Nacional-Sindicalismo face ao mundo do trabalho nos anos 30”
ALMOÇO
10º PAINEL – 14H30 ÀS 15H55
 JOÃO   CARLOS   MARQUES   (CENTRO    DE   ESTUDOS   INTERNACIONAIS/ISCTE-IUL)    –    “A   circulação transatlântica de ideias libertárias: anarquismo e sindicalismo no Brasil e em Portugal no início do século XX”
PEDRO LEAL (FLUL) – “O conflito social em Portugal (1919-1921)”
ANTÓNIO MARTINS GOMES (CHAM/FCSH-UNL) – “A operária submissa e a ilha distópica em ‘Os Famintos’, de João Grave”
COFFEE BREAK
11º PAINEL – 16H00 ÀS 17H25
PEDRO PONTE E SOUSA (IPRI/FCSH-UNL) – “Portuguese foreign policy and the role of social movements:  a short introduction”
LUÍS MIGUEL DE ALMEIDA CARVALHO (FCSH-UNL) – “Henrique Caetano de Sousa: O 1º Secretário-Geral do P.C.P.”
JOÃO MOREIRA (IHC/FCSH-UNL) – “Ditadura, Revolução e Democracia em João Martins Pereira”

Recomenda-se também uma vista à página oficial do congresso que pode ser visitada AQUI.

As actas do primeiro congresso podem ser consultadas/descarregadas AQUI.

Com os votos do maior sucesso para mais esta iniciativa.

A.A.B.M.