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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

LANÇAMENTO DA REVISTA “A IDEIA” Nº 84/86 (2018) E EVOCAÇÃO DO JORNAL “A BATALHA”




Pastas Temáticas: Surrealismo em Portugal & Agostinho da Silva;

Colaboração/Textos: Agostinho da Silva, António Cândido Franco, Carlos Mota de Oliveira, Cruzeiro Seixas, E. de Melo e Castro, Guy Girard, Grupo Surrealista de Madrid, Grupo Surrealista de Paris, Laurens Vancrevel, Manuel da Silva Ramos, Maria Paiva, Mário Botas, Mário Cesariny Rimbaud, …  

LANÇAMENTO & EVOCAÇÃO DO CENTENÁRIO DO JORNAL “A BATALHA”


DIA: 26 de Janeiro (15,00 horas);

LOCAL: Museu do Aljube - Resistência e Liberdade (R. Augusto Rosa, 42), Lisboa;
ORADORES: Pedro Martins | António Ventura (prof. FLUL) | António Baião
 
"O volume 84-86 (2018) da revista A Ideia  tem as mesmas características do volume anterior e será apresentado na tarde do dia 26 de Janeiro de 2019 no Museu do Aljube, em Lisboa, numa sessão em que evocaremos a dimensão libertária de Agostinho da Silva e o centenário de nascimento do jornal operário A Batalha, com uma palestra do historiador António Ventura e uma intervenção dum dos actuais redactores da folha, António Baião.” [AQUI]
 
 
J.M.M.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

REVISTA DE CULTURA LIBERTÁRIA - “A IDEIA” Nº81/83



A IDEIA. Revista de Cultura Libertária. II Série, Outono de 2017, nº 81-83 (número triplo, Dezembro 2017); Director: António Cândido Franco; Consultor Editorial: Artur Cruzeiro Seixas; Editor Gráfico: Luís Pires dos Reys; Impressão: Europress; Lisboa; 2017, 320 p.

“A Ideia regressa em 2017 reafirmando a sua marca identitária entre as publicações portuguesas, até da área em que nasceu e se situa, através da atenção que consagra ao surrealismo como “caso de estudo” mas também como prática actuante e “modo de vida”. Além dos documentos e dos textos que o leitor pode encontrar neste número que se prendem com o conhecimento activo desse movimento e das suas figuras portuguesas, republicamos na secção “Leituras & Notas” o editorial do número duplo 30/31 d’ A Ideia (Outono, 1983), consagrado à criação picto-poética e que contou com o empenho de Mário Cesariny. Escrito e publicado há 34 anos, o texto não assinado mas redigido por Miguel Serras Pereira mostra a continuidade entre o passado e o presente desta revista e ilustra a seu modo o entusiasmo que desde há muito votamos ao surrealismo e às suas aspirações indeléveis de liberdade, de amor, de imaginação e de poesia.

Um século depois da revolução russa de 1917, com certeza o evento que mais marcou o desenvolvimento da história mundial no século XX, pareceu-nos indispensável, mais ainda numa publicação que teve como referencial de origem a cultura operária, reflectir sobre este acontecimento com as perspectivas e as ideias que nos são próprias. Ao longo das várias secções deste volume apresentamos um conjunto diverso de materiais sobre o evento, uns amplamente divulgados internacionalmente, mas deficientemente conhecidos entre nós, como os respeitantes à figura de Nestor Makno e aos sucessos de Cronstadt de Março de 1921, outros quase desconhecidos, como os que documentam o impacto da revolução russa na imprensa operária portuguesa da época – e numa altura em que o jornal A Batalha ainda juntava Bakunine, Kropotkine, Lenine e Trotsky. Neste capítulo, além dos estudos de Paulo Eduardo Guimarães e Gabriel Rui Silva, chamamos a atenção para o levantamento feito por António Baião, incidindo na revista A Sementeira, barómetro afinadíssimo dos eventos russos então em curso. Cumpre destacar a figura do operário caldeireiro Hilário Marques, director da publicação, de quem se republicam alguns dos editoriais então dados à estampa. São peças notáveis de independência, de espírito crítico e de perspicácia analítica, valores aliás comuns ao escol operário da época, formado nos valores emancipadores do sindicalismo libertário e todo notavelmente auto-didacta.

Por fim queremos assinalar a republicação do texto de José Pedro Zúquete, publicado pela primeira vez na revista Análise Social (n.º 221, vol. LI, 4.º trimestre, 2016, pp. 966-989), não por estarmos de acordo com tudo o que diz – estamos longe até dalguns enfoques – mas por nos parecer que pela primeira vez, ao menos nos tempos mais recentes, um texto exterior ao movimento, escrito por um jovem politólogo, a quem agradecemos a autorização que nos deu para reproduzir e comentar o seu trabalho, mostra um genuíno interesse pela história das nossas ideias e um rico e actualizado acervo de informações sobre uma parte do anarquismo contemporâneo, podendo assim tornar-se num ponto de reflexão interna. Daí o pedido que fizemos a dois históricos da revista, João Freire e Jorge Leandro Rosa, para comentarem o texto, que levanta porém questões – nas relações do anarquismo com a violência – que os dois comentários aqui publicados, que só comprometem os autores, não esgotam. É pois possível que a ele regressemos em próximo número. Os libertários bateram-se por uma sociedade livre e sem coacções e por isso há 100 anos não puderam seguir os rumos da revolução russa. Continuam hoje a desejar uma sociedade livre e cooperante, sem coacções, sem guerras, sem violências e por isso não podem aceitar a violência – a desobediência civil como Thoreau, Gandhi e Luther King a praticaram, mesmo quando ilegal, valendo por isso aos seus autores a cadeia, é eticamente irrepreensível – como ponto de partida da sociedade a que aspiram” [in Limiar, p. 7, da revista].

[Alguns Anotações Nossas]: António Baião [A Revolução Russa na Imprensa Operária e Libertária da I República - bibliografia], António Cândido Franco [Henry David Thoreau e a Moderna Tradição Libertária], [Conversa com Cruzeiro Seixas], [Correspondência de Fernando Alves dos Santos para Cruzeiro Seixas], [Correspondência de Luiz Pacheco para Fernando de Paços], [Correspondência Mário Cesariny/Natália Correia], Dossier Portugal Surrealismo, Emma Goldman [Recordações de Kropotkine], Gabriel Rui Silva [Manuel Ribeiro, Eduardo Metzner e a Revolução Russa de 1917], [Memorial de Cronstadt], Fernando J. B. Martinho [Virgílio Martinho: Poeta], Hilário Marques [Editoriais D’A Sementeira], Jaime Brasil [A Rússia dos Sovietes], Jaime Salazar Sampaio [textos … inéditos], João Freire [A Acção Anarquista Hoje e há um Século], João de Sousa [poema], José Maria Carvalho Ferreira [Contradições e Equívocos Históricos da Revolução Russa], José Pedro Zúquete [O Anarquismo está de volta?], Manuel da Silva Ramos [Baptista-Bastos Vivo e Indispensável], Miguel Real [Virgílio Martinho entre o surrealismo e o neo-realismo], Paulo Eduardo Guimarães [O Iconoclasmo Acrata e a Crise da Consciência Revolucionária em Portugal nos Anos 20], Risoleta C. Pinto Pedro [Jaime Salazar Sampaio – O Homem Drama].
J.M.M.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

REVISTA DE CULTURA LIBERTÁRIA - “A IDEIA” Nº75/76



 Vai sair do prelo a revista de “cultura libertária” “A Ideia”, comemorando os 40 anos do seu nascimento. A revista “A Ideia” tem, nesta sua nova fase de vida (a revista suspende a sua publicação em 1991), a direcção de António Cândido Franco e irá no seu número duplo nº75/76 recensear curiosos temas, como “Surrealismo & satanismo poético”, “Tradição Mágica e Anarquia”, assim como irá prestar homenagem ao poeta (surrealista), escritor e teatrólogo Vírgilio Martinho (1928-1994), autor em destaque nesta edição.
  
LANÇAMENTO:

DIA: 19 de Dezembro (15,00 horas);
LOCAL: Museu do Aljube (Rua Augusto Rosa, 42, Lisboa);
ORADORES: João Freire, Rui Martinho (filho de V. Martinho), José Maria Carvalho Ferreira e Manuel Parreira da Silva – Apresentação de Jorge Leandro Rosa.

J.M.M.


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

PARA UMA HISTÓRIA DA REPRESSÃO DO ANARQUISMO EM PORTUGAL NO SÉCULO XIX



LIVRO: Para uma História da Repressão do Anarquismo em Portugal no Século XIX seguido de «A Questão Anarchista»,  de Bernardo Lucas;
AUTOR: Luís Bigotte Chorão;
EDIÇÃO: Letra Livre, 2015, 138+39 pp

A Letra Livre edita «Para uma História da Repressão do Anarquismo em Portugal no Século XIX», de Luís Bigotte Chorão.

O autor, historiador do direito, tem como fio condutor o percurso do ilustre advogado portuense Bernardo Lucas e a sua célebre defesa dos anarquistas acusados no Porto ao abrigo da lei de 13 de Fevereiro de 1896, e que é pela primeira vez estudada entre nós. Esta lei reproduziu em Portugal as políticas repressivas de outros países, que tinham como alvo os anarquistas e o movimento operário e que culminaram numa conferência anti-anarquista em Roma, em 1898.

A brilhante defesa de Bernardo Lucas que levou à absolvição dos militantes anarquistas veio a ser publicada na revista A Ideia, editada no Porto em 1898, sob o título «A Questão Anarchista», que se reproduz em fac-símile.

«Sem que houvesse em Portugal razões de ordem pública que o justificassem, e sendo desconhecida entre nós – diferentemente do que sucedia em França e Espanha – a propaganda pelo acto, e naturalmente desconsiderando o discurso lombrosiano sobre os riscos da repressão, o ministro apresentou a 8 de Fevereiro de 1896 uma proposta de lei na Câmara dos Deputados que foi justificada pela “exigência imperiosa da segurança das pessoas e da propriedade”.

A nova lei destinava-se a “prevenir gravíssimos atentados contra a ordem social” e a “reprimir qualquer tentativa de propaganda de doutrinas subversivas” que provocassem ou incitassem à execução desses atentados. A comissão de legislação criminal logo se pronunciou, para observar que de há muito se vinha revelando em Portugal a existência do mal anarquista, “se bem que por formas relativamente atenuadas”. Porém, os acontecimentos recentes reclamavam, no entender da comissão, a existência de leis “eficazmente repressivas”.»

Para uma História da Repressão do Anarquismo em Portugal no Século XIX, de Luís Bigotte Chorão, seguido de «A Questão Anarchista», de Bernardo Lucas à VENDA na LIVRARIA LETRA LIVRE
 
J.M.M.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

AURORA - REVISTA MENSAL DE SOCIOLOGIA, SCIÊNCIA E ARTE


AURORA. Revista Mensal de Sociologia, Sciência e Arte. Ano I, nº 1 (Setembro 1929) ao Ano II, nº XIV (Outubro 1930); Administração e Redacção: Rua Cunha Espinheira, 131 A [depois, ao nº3, Largo da Póvoa, 9], Porto; Administrador: António Teixeira de Araújo; Editor: Fernando Barros; Director: Abílio Ribeiro; Impressão: Tipo-Lito de Gonçalves & Nogueira, Limitada (Porto); Porto; 1929-30, 14 numrs

Colaboração [Alguns Escritos de …]: A. Aulard, A. Sadier, Alexandre Herculano, Alice dos Reis Mendes, Antero de Quental, Aristides Ribeiro, Arnaldo S.[imões] Januário, B. Inácio, Camilo Castelo Branco, Camilo Pert, Carlos Brandt, Constantino de Figueiredo, Daneff, Delfim de Castro, Dostoiewski, Duarte Lima, Eduardo Casela, Eliseu Réclus, Ernesto Gil, ErricoMalatesta, Fialho de Almeida, Francisco Quintal, Francisco de Sade, G. Molinari, Guerra Junqueiro, Henri Martin, Henrique Nido, Hipólito Havel, Hugo Treni, J. M. Peres, João Serra, João Xavier de Matos, Joaquim Serra, Jacinto Benavente, Jean Grave, Joaquim Dicenta, José de Arruela, Júlio Dantas, Leon Trotsky, Lingelbach, Luís Falcão, Maria Montseny, Mário de Oliveira, MaurícioLachatre, Mayer Garção, Max Nettlau, Maximiano Rica, Medeiros e Albuquerque, [Meridional], Miguel Bakunine, Miguel Hernandez Sanchez, Neno Vasco, Oldemiro César, Pinheiro Chagas, Raul Brandão, Roberto das Neves, Rudolfo Rocker, Tomás da Fonseca, Vicente Garcia, Victor Hugo.


Trata-se de uma importante revista de ideário anarquista, publicada na cidade do Porto durante o tempo da Ditadura Militar, sob responsabilidade do grupo “A Comuna”, aliás do grupo “Propaganda Libertária” (grupo nascido em 1904 e que existe até 1925) que está na sua fundação. A revista – que publicou 14 números e foi encerrada pela PIDE em Outubro de 1930 – é o seguimento do periódico “A Aurora” (nascido da fusão entre o Grupo de Propaganda Libertária e o grupo Aurora Social) e do semanário “A Comuna” (Maio de 1920) e reagrupava, depois da repressão policial, os anarquistas da região do Porto.

Tinha como editor Fernando [de Oliveira Leite] Barros, serralheiro (apaixonado cinéfilo) e militante anarquista do Porto (fez parte do Comité de Propaganda e Organização Anarquista do Norte – 1923/1926), que foi preso a 3 de Outubro de 1930, e deportado [juntamente com “Aníbal Dantas, Anastácio Ramos, Manuel João, José Silva, Domingos Lopes Bibi, todos do Porto, e Mário Castelhano e outros, de Lisboa” – cf. Edgar Rodrigues, “A Oposição Libertária em Portugal 1939-1974”, Sementeira, 1982, p. 177] para os Açores, seguindo depois para Ilha da Madeira. Com o romper da revolta da Madeira (1931), tenta Fernando Barros regressar para o continente, mas, face ao fracasso da revolta, refugia-se em Espanha (Barcelona).
Como director da revista encontramos Abílio Ribeiro, dedicado militante anarquista, que tinha já antes colaborado no semanário comunista libertário do Porto com o título, “A Comuna” (1920-25?), tendo sido mesmo seu editor. Na reunião de resistência ao golpe militar de 28 de Maio de 1926, Abílio Ribeiro é o delegado da União Anarquista Portuguesa (UAP – declarada, pela Ditadura Militar, ilegal em 1929).

A qualidade de administrador está o operário gráfico (e secretário da UON e da CGT) António Teixeira de Araújo [1888-1965 – consultar a sua biografia na “Voz Anarquista”, nº17, Setembro de 1976], com intensa colaboração [usando numerosos pseudónimos] em periódicos anarquistas [como “A Batalha”, “Vanguarda Operária”, “Aurora; “A Comuna”]. Em 1908, António Teixeira de Araújo é um dos fundadores do grupo libertário “Verdade e Luz” (Coimbrões), mantendo o grupo uma escola de ensino livre [cf. Edgar Rodrigues, ibidem, p. 151], o Ateneu Sindicalista.
J.M.M.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

COLECÇÃO “A NOVELA VERMELHA” DO JORNAL “A BATALHA”


A NOVELA VERMELHA (Colecção): I Série, nº 1 ao nº X; II Série, nº 1 (Maio de 1922) ao nº II (Julho 1922); Editor: Secção Editorial d’A Batalha, Calçado do Combro, 38º-A, 2º, Lisboa, 1921-22, 12 numrs

Trata-se da mítica e rara (quando completa, 12 numrs) colecção de novelas do ideário anarquista, justamente denominada “A Novela Vermelha”, publicada na cidade do Lisboa, nos anos vinte, pela Secção Editorial do periódico “A Batalha”. Vendia-se ao preço avulso de $25 centavos e a série de 10 numrs 2$50.


Colaboração: Aquilino Ribeiro, Manuel Ribeiro, Nogueira de Brito, Mário Domingues, Sobral de Campos, Augusto Machado, Perfeito de Carvalho, Julião Quintinha, Jesus Peixoto, Gonçalves Correia, Cristiano Lima, etc.

NÚMEROS PUBLICADOS:
 
I Série:

Nº1 – A Expiação, por Manuel Ribeiro.
Nº2 – Sangue Fidalgo, por Nogueira da Brito.
Nº3 – Hugo, o Pintor, por Mário Domingues.
Nº4 – Dois Tiros, por Sobral de Campos.
Nº5 – Impossível Redenção, por A. Machado.
Nº6 – A Escola Nun’Álvares, por Cristiano Lima.
Nº7 – Anastácio José, por Mário Domingues.
Nº8 – A Sciência Redentora, por José Benedy.
Nº9 – O Mestre Geral, por Jesus Peixoto.
Nº10 – Dor Vitoriosa, por Julião Quintinha.

II Série:

Nº1 – Poder Redentor, por Manuel Ribeiro.
Nº2 – Não! Diz a lei, por Nogueira de Brito.

FOTO via Livros Antigos Gabriela Gouveia, com a devida vénia.
 
J.M.M.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A IDEIA 73/74 – REVISTA DE CULTURA LIBERTÁRIA


No passado dia 13 de Dezembro saiu a estimada Revista de Cultura LibertáriaA IDEIA - que, sob direcção de António Cândido Franco, apresenta, neste seu número duplo (II série, vol. 17, nº 73/74), vários inéditos e dedica um caderno ao Surrealismo e ao Café Gelo, com um dossier de/sobre Manuel de Castro (1934-1971).

A IDEIA – II série 73/74 (Outono de 2014), 2014.

[Alguma] Colaboração/textos assinados: Agostinho da Silva, Alfredo Margarido, Alexandre Vargas, Ângelo Lima, António Barahona, António Cândido Franco, António Gonçalves [“Henrique Risques Pereira”], António Telmo, Benjamim Péret, Fiame Hasse Pais Brandão, Gonçalves Correia [sobre Brito Camacho], Joaquim Palminha da Silva, Jorge Leandro Rosa, José Hipólito Santos [“Um militante libertário: Moisés Silva Ramos], José Maria Carvalho da Silva, Luís Amaro, Manuel de Castro [dossier de/sobre este poeta], Manuel Hermínio Monteiro, Manuel Silva, Maria Estela Guedes, Maria de Fátima Marinho, Miguel Carvalho, Nuno Júdice, Paulo Borges, Pedro Martins, Pedro OOm, Raul Leal, Rui Sousa, Sérgio Lima, Sofia Carvalho, Teixeira de Pascoaes, Virgílio Martinho

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J.M.M.