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domingo, 16 de junho de 2013

PROCLAMAÇÃO: AO FUNCIONALISMO PÚBLICO



AO FUNCIONALISMO PÚBLICO. Camaradas! Chegou o momento de agir

Mais um pequeno mas significativo documento da História da I República.

Trata-se do manifesto que dá início à luta contra a carestia de vida desencadeada em Março de 1920 pela Associação de Classe dos Empregados do Estado, fundada no ano anterior, envolvendo funcionários públicos, dos Hospitais Civis, União do Professorado Primário - creio que foi a primeira greve onde participaram professores - e outros sectores, bem como pessoal dos Correios.

A greve começou no dia 4 de Março - a quinta-feira referida no panfleto - e terminou no dia 13, conseguindo os funcionários públicos a satisfação de algumas das suas reivindicações. Os empregados dos Correios prosseguiram a greve até ao dia 15, mas sem sucesso. Quer isto dizer que a greve dos funcionários públicos se prolongou por 10 dias

via ANTÓNIO VENTURA Facebook, com a devida vénia.
 
J.M.M.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A GREVE GERAL DOS CAMINHOS-DE-FERRO - JANEIRO 1911




GREVE GERAL DOS FERROVIÁRIOS PORTUGUESES de Janeiro de 1911 - in Ilustração Portuguesa, 23 de Janeiro de 1911 - FOTOS de Joshua Benoliel;

- FOTO da "reunião dos ferroviários, na rua do Mirante", na greve dos Ferroviários de Janeiro de 1911, por Joshua Benoliel, ibidem (aliás via Torre do Tombo).

J.M.M.

AOS MANIPULADORES DE PÃO - VIVA A GREVE GERAL!



Prospecto "Aos Manipuladores de Pão: Viva a Greve Geral pelo 1.º Comité" [Lisboa, Junho de 1919 ?]

via Torre do Tombo

J.M.M.

A GREVE GERAL



LIVRO: A GREVE GERAL (Discurso na integra, pronunciado no Congresso Geral do Partido Socialista Francês em 1899)
AUTOR: Aristide Briand [1862-1932; ex-presidente do Conselho de Ministros da República Francesa, fundador do jornal "L’Humanité", expulso em 1906 do partido Socialista Francês e galardoado com o prémio Nobel da Paz.

CAPA do livro (traduzido por Armando Costa) publicado pela estimada Colecção "Biblioteca de Propaganda Social" (sendo este o nº6), editada pela "Empresa Editora Popular" (Rua do Poço dos Negros, 79, Lisboa).

- digitalizado via Torre do Tombo.

J.M.M.

terça-feira, 14 de julho de 2009


UM DISCURSO ESCONDIDO. ALFREDO DA SILVA E AS GREVES NA CUF

"Nos anos da Primeira República, o operariado da Companhia União Fabril emerge enquanto novo grupo social no panorama industrial do Barreiro, protagonizando importantes movimentos reivindicativos. No confronto directo com o industrial Alfredo da Silva, afirma e constrói uma identidade própria, numa progressiva consciencialização enquanto classe. Para analisar as greves ocorridas na CUF durante a Primeira República é preciso ter em conta os interesses que opunham patronato e proletariado. Por isso, falar das greves da CUF significa falar da luta operária, mas também das estratégias adoptadas por Alfredo da Silva na sua relação com o operariado".

Um discurso escondido. Alfredo da Silva e as greves na CUF durante a Primeira República (1910-1919) - de Vanessa de Almeida, Editorial Bizâncio, 2009.

J.M.M.

quinta-feira, 14 de maio de 2009


HOMENAGEM AOS BACALHOEIROS – EXPOSIÇÃO

"Em Lavos existiram centenas de bacalhoeiros e a junta de freguesia entendeu que era da mais elementar justiça prestar uma homenagem a esses destemidos homens do mar que, decididamente, deram uma contribuição para aguentar a nossa economia" [Isabel Oliveira]

Decorre neste mês de Maio e prolonga-se até Junho uma EXPOSIÇÃO, na Junta de Freguesia de Lavos, em homenagem aos "Homens Bacalhoeiros", espaço de memória dos lavoenses que andaram na "faina" do bacalhau. Com um conjunto de eventos diversificado – exposição de fotografias de bacalhoeiros e de bacalhoeiros lavoenses (inaugurada no dia 10 de Maio e com o apoio do Museu Marítimo de Ílhavo), um curioso encontro de "Homens Bacalhoeiros” (17 a 24 de Maio), palestra sobre a "Odisseia da Pesca do Bacalhau" (no dia 31 de Maio, dia Nacional do pescador, a cargo de Miguel Viqueira), inauguração do monumento aos "Homens Bacalhoeiros Lavoenses" (autoria de António Nogueira) e uma visita ao magnífico Museu Marítimo de Ílhavo –, a homenagem a esses rostos, práticas e lutas na/da arte do arrasto é de grande merecimento.

Uma palavra para o Museu Marítimo de Ílhavo (e em especial para o seu director, Álvaro Garrido) que tem feito um trabalho notável para honrar essa memória de antanho.

Sobre o assunto, consultar:

- fichas de pescadores, na base de dados do Museu Marítimo de Ílhavo;
- o estimado trabalho, publicado online, de Álvaro Garrido, Os bacalhoeiros em revolta: a «greve» de 1937.

J.M.M.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

GREVE DOS FERROVIÁRIOS EM JANEIRO DE 1911


Estação de Santa Apolónia: greve dos ferroviários em Janeiro de 1911

[Estação de Santa Apolónia guardada pela Guarda Nacional Republicana durante a greve ferroviária de Janeiro de 1911 - Foto de Joshua Benoliel, in Arquivo Fotográfico]

J.M.M.