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segunda-feira, 18 de julho de 2016

HÁ 80 ANOS COMEÇAVA A GUERRA CIVIL DE ESPANHA (1936-1939)


Por estes dias, em meados do mês de Julho (17) de 1936, iniciavam-se os confrontos em Marrocos. O País mergulhava num crescendo de instabilidade. Os políticos fomentavam a instabilidade desde as eleições realizadas em Fevereiro de 1936. Alcalá Zamora foi destituído por Azaña em Maio de 1936. As forças republicanas que tinham ganho as eleições confrontavam-se com os militares nacionalistas liderados por Francisco Franco. Nos primeiros momentos, o pronunciamento que permitiu o controlo das regiões insulares de Espanha e a parte oeste do território continental espanhol. A partir de 21 de Julho os combates alastram, os intervenientes estrangeiros tomam posição e os episódios bélicos sucedem-se.

Para se conhecer e saber mais sobre a Guerra Civil de Espanha recomendamos a audição deste programa de rádio emitido ontem, 17 de Julho, na Antena 1, "Sons e Tons da Guerra Civil de Espanha".

Para começar a abordagem ao tema sugere-se a leitura da entrada sobre a Guerra Civil de Espanha na wiki AQUI.

A Fundação Mário Soares tem também um conjunto de ligações interessantes sobre a Guerra Civil de Espanha que convém explorar para se conhecer mais sobre este conflito que também acabou por afectar e influenciar Portugal. Sobre este assunto aconselhamos uma visita AQUI.

Em castelhano existem múltiplos locais sobre o tema, mas com informação rigorosa sugerimos uma visita AQUI, AQUI ou AQUI.


Também em video é possível encontrar informação útil sobre os acontecimentos: AQUI (série que se inicia hoje à noite), outra sugestão de uma série AQUI (em castelhano), outra sugestão AQUI (em português), ou AQUI.


Para que a memória dos acontecimentos não seja esquecida e sobretudo as suas consequências para a população durante aqueles três anos (1936-1939) terríveis.

A.A.B.M.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

IN MEMORIAM DE MANUEL AZAÑA (1880-1940) - PRESIDENTE DA II REPÚBLICA ESPANHOLA (PARTE I)


La libertad no hace a los hombres felices, los hace sencillamente hombres” [Manuel Azaña]

Nuestro norte es una entidad que tiene dos nombres República y España. Para mi es lo mismo. La República es la expresión jurídica de mi patria, y España es el nombre histórico de la República” [ibidem]
Manuel Azaña Diaz [1880-1940], “alcalaíno como Cervantes” [ver AQUI], foi um intelectual e político notável, um orador radioso e temível, um dos apóstolos da II República de Espanha [e seu emérito Presidente], sendo considerado uma das personalidades mais marcantes do século XX espanhol.

Nascido a 10 de Janeiro de 1880 em Alcalá de Henares, foi desde sempre um aluno brilhante e uma personalidade invulgar. Formado em direito [1898 pela Universidade de Saragoça; mais tarde doutor pela Univ. Central de Madrid], advogado, tradutor (traduziu as “Memorias de Voltaire”), ensaísta e jornalista [começa, em 1897, na revista “Brisas del Henares”, sob o pseudónimo de Salvador Rodrigo; em 1901, colabora na revista “Gente Vieja”; correspondente do jornal “Figaro” (Outubro de 1919 a Abril de 1920, durante o tempo em que residiu em França); é fundador da revista “La Pluma” (Junho de 1920; nasce a revista já quando M. Azaña sai do Ateneu de Madrid e se demite de secretário); dirige a revista “España" (1923; a revista foi encerrada pela censura em 1924), etc…], amador de livros [começou a ler na copiosa biblioteca do avô e do seu pai], membro (1900) do selecto grupo do Ateneu de Madrid [onde foi secretário], escritor galardoado com o prémio Nacional de Literatura (1926 – “La vida de don Juan Valera”) e com obra memorialista importante.  
Manuel Azaña inicialmente milita (1912-23) no Partido Reformista (de Melquiades Álvarez), que abandona face á posição tomada relativamente a Primo de Rivera, que considera de traição, rompendo com o regime monárquico. Teve ocasião de participar na Liga de Educação Política (1913; onde estão figuras notáveis como Ortega y Gasset) e incentivou (1918) a constituição da secção espanhola da Sociedade das Nações [que adopta o nome de “União Democrática Espanhola”] que curiosamente não o apoia na questão da guerra civil. Adere ao republicanismo com o golpe de estado do ditador Primo de Rivera, que vai combater, declarando-se republicano, identificando a Democracia com a República, pelo que procura a união de todos os republicanos.
Na I Guerra Mundial toma posição ao lado dos Aliados, desenvolvendo uma activa participação intelectual nesse apoio, publicando no semanário “España” um manifesto a favor do Aliados [“Manifiesto de adhesión a las Naciones Aliadas”, de Julho de 1915], o que o leva por diversas vezes a França, a Itália [em 1917, com Unamuno, na frente de guerra], e a que se seguiu uma concorrida conferência no Ateneu de Madrid [“Los motivos de la germanofilia"], em que manifesta admiração pelas virtudes do patriotismo francês, revelando os horrores da guerra, bem como inicia um ciclo de conferências no “Ateneu de Madrid” sobre “La política militar de la República francesa”. Disso dá conta em obra posterior, reflectindo sobre o Estado, a nação e a Guerra, assumindo o inalienável direito de defesa do indivíduo perante o Estado.
Manuel Azaña funda o Grupo de Acção Republicana (1925) que actua clandestinamente até 1930 [cf. José Peña González], até à retirada de Primo de Rivera, integrando-se depois (Fevereiro de 1930) na Aliança Republicana [como curiosidade diga-se que M. Azaña, aborda o problema da Catalunha, assumindo que, embora não o desejasse, que se a Catalunha fazia intenção de separar-se de Espanha, tinha esse direito] e, posteriormente, na Esquerda Republicana (1934).
Ministro da Guerra no Governo provisório da II República (14 de Abril de 1931), foi nomeado Presidente desse governo, levando a cabo reformas importantes [refira-se que Azaña esteve por quatro vezes na cadeira presidencial]. Porém, não conseguindo conjugar forças necessárias para lutar contra a Igreja [veja-se, por exemplo, o modo como a questão do projecto da lei de Confissões e Congregações Religiosas se desenrolou e as consequências havidas, anos mais tarde] e a oligarquia instalada, o seu projecto liberal e socialista [para Azaña a República não podia ser um prolongamento da monarquia sem os Bourbons] sai fracassado e com ele o próprio regime republicano.

[em continuação]

J.M.M.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

MANDAMENTOS REPUBLICANOS


«Quien ama la justicia sobre todas las cosas no hace daño a nadie; respeta los derechos ajenos y hace respetar los propios. Quien rinde culto a la dignidad, se lo rinde a la libertad y la igualdad; ni avasalla a nadie, ni por nada se deja avasallar; ni reconoce primacías innatas, ni acata privilegios infundados».

Texto de una octavilla de mano, editada en la imprenta Gutenberg de Guadalajara el 31 de Mayo de 1931, para la que se rogaba la mayor publicidad posible.


J.M.M.

sábado, 19 de maio de 2012

ROMANCE DE LA GUARDIA CIVIL ESPAÑOLA



Romance de la guardia civil española

Poema de FEDERICO GARCIA LORCA, musicalizado por el grupo rosarino:

-Atilio y los alimonados cantan Lorca; Guitarra ritmica y vos Atilio Basaldella; Guitarra electrica Ivan sigismondo; Bajo Matias Nicolas; Acordeon Alejandro Figari; Bateria Bruno Ferrua; Coros Augusto Zurcher- Guillermo peñalves; Edicion de video Atilio Basaldella

J.M.M.

terça-feira, 19 de abril de 2011

80º ANIVERSÁRIO DA II REPÚBLICA ESPANHOLA 1931-2011




"España es una República de trabajadores de toda clase, que se organiza en régimen de libertad y justicia ... Todos sus poderes emanan del Pueblo ... La República constituye un Estado integral, compatible con la autonomía
de los municipios y regiones ...
" [ler AQUI]

LOCAIS: II República Española / Documentos de y sobre La II República Española y la guerra de España de 1936-39 / La Tercera República Española: Libertad, Igualdad y Fraternidad / Relatos (y poemas) breves de la Guerra Civil española y la posguerra / Asociación José Maldonado González

Viva la República Española!

J.M.M.

domingo, 14 de março de 2010

CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DE MIRANDA DE EBRO


"Julián Moreno tuvo la osadía de tener hambre y comer. En el basurero del campo de concentración de Miranda de Ebro descubrió un manjar: cáscaras de naranja. A los militares no les gustó. 'Le ponían una moneda en la frente y contra la pared, teniendo que sostenerse en una sola pierna. Cada vez que se le caía tenía que recogerla y en ese instante los soldados le propinaban una paliza. Cada vez aguantaba menos, cada vez las palizas eran más frecuentes, así durante horas', contó el testigo Julián del Olmo, también prisionero. El otro Julián, el que tuvo la osadía de comer cáscaras, murió maltratado en Miranda de Ebro, el último campo que cerró sus puertas en España (1937-1947) ..." [ler TODO O TEXTO AQUI - El País, 14/03/2010]

LOCAIS: Campo de concentración de Miranda de Ebro / Historia del campo de concentración de Miranda de Ebro (1937-1947) / Barracones de humillación / Miranda de Ebro (Burgos) la memoria de las víctimas del terrorismo franquista / Historia del campo de concentración de Miranda de Ebro (1937-1947) Reseña del libro homónimo de José Ángel Fernández López (edición propia) / Odisséia de um israelense espanhol / Lembrando Sam Levy, o Bom Samaritano (por Adriano Vasco Rodrigues) / Brasileiros na Guerra Civil Espanhola: combatentes de luta contra o fascismo (pdf) / Los Campos Nazis / Algumas imagenes de las prisiones de Franco

J.M.M.