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quarta-feira, 19 de agosto de 2020

[FIGUEIRA DA FOZ - DIA 24 AGOSTO] – HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES TOMÁS / SESSÃO EVOCATIVA DOS 200 ANOS DA REVOLUÇÃO LIBERAL


Homenagem a MFT / Sessão Evocativa dos 200 anos da Revolução Liberal e apresentação do Livro "Manuel Fernandes Tomás, Escritos Políticos e Discursos Parlamentares (1820-1822)"

PROGRAMA:

DIA: 24 de Agosto de 2020

- 17,30 Horas: Deposição de Coroa de Flores junto ao túmulo de Manuel Fernandes Tomás;

- 18,15 Horas: CAE – Auditório João César Monteiro

- Sessão Evocativa dos 200 Anos da Revolução Liberal;

- Apresentação do Livro "Manuel Fernandes Tomás, Escritos Políticos e Discursos Parlamentares (1820-1822)", de autoria do professor José Luís Cardoso

ORADORES: Pres. da CMFF | Familiar de Manuel Fernandes Tomás | prof. Vital Moreira | prof. José Luís Cardoso

NOTA: O ESPAÇO ESTÁ LIMITADO.

J.M.M.

sexta-feira, 29 de maio de 2020

MANUEL TEIXEIRA GOMES


Foi disponibilizado ontem um interessante trabalho, desenvolvido pelo prof. Carlos Osório, com uma página/site inteiramente dedicada a Manuel Teixeira Gomes, assinalando o 160º aniversário do seu nascimento.

Este interessante projecto, ainda em construção, conta com uma grande variedade de separadores:
De Manuel Teixeira Gomes
- Livros
- Artigos

Sobre Manuel Teixeira Gomes:
- Bibliografia Especifica
- Estudos Biográficos

Iconografia:
- Fotografias
- Desenhos/Pinturas

Imprensa:
- Jornais
- Ficções

Arquivos:
- Fundação Mário Soares
- Biblioteca Nacional

Colecções:
- Pintura (Museu Nacional de Arte Contemporânea/Museu do Chiado)
- Peças Decorativas

Multimédia:
- Arquivos RTP
- Instituto de Cultura Ibero-Americana
- Casa Manuel Teixeira Gomes
- Museu de Portimão
- Outros videos
- Podcasts

Casa Manuel Teixeira Gomes



Na página encontra-se uma nota de abertura com a explicação sucinta do projecto agora apresentado:
A criação de um repositório digital dedicado exclusivamente a Manuel Teixeira Gomes tem como finalidade armazenar, hiperligar e disponibilizar em acesso livre conteúdos digitais sob a forma de recursos multimédia, que podem ser pesquisados e utilizados pela comunidade em geral e, mais especificamente, pela comunidade académica e científica.
 
Este projeto inscreve-se na Missão do Instituto de Cultura Ibero-Atlântica, na medida em que procura promover de forma inovadora o estudo e divulgação da história e da cultura locais, assim como a interculturalidade mediterrânica inspirada nos itinerários mediterrânicos do escritor e viajante portimonense Manuel Teixeira Gomes.

Os estudos recentes têm demonstrado que os dispositivos móveis, utilizados em contextos de aprendizagem, ampliam as dinâmicas educativas motivacionais e permitem uma experiência interativa de imersão em didácticas de aprendizagem, podendo oferecer benefícios ímpares aos alunos, aumentando a sua autonomia face à aprendizagem e à colaboração, comunicação e partilha entre os participantes.

Assim, são nossos objetivos, para além de dar um contributo tecnológico para a divulgação da obra de Manuel Teixeira Gomes, agilizar o acesso à informação dispersa na rede, orientar as pesquisas, sobretudo na comunidade escolar, e impulsionar as instituições para o desenvolvimento de novas plataformas e aplicações digitais que possam ampliar, diversificar e democratizar o acesso ao conhecimento dos contextos histórico-literários em que o nosso escritor-presidente viveu.
Concepção, produção e edição: Carlos Alberto Osório

Muitos parabéns pela iniciativa que esperemos e fazemos votos que continue a  ser enriquecida com novos contributos. Recordo por exemplo a colaboração de Manuel Teixeira Gomes, com alguns jornais, por exemplo no jornal de Manuel de Brito Camacho, A Lucta, onde existem alguns textos da sua autoria, mas há colaborações noutras publicações periódicas tanto em prosa como com alguma  poesia. No Suplemento Literário do Diário de Lisboa, disponível através da Fundação Mário Soares AQUI. Ainda no Diário Popular, dirigido por Celorico Gil (1929-1930). No jornal republicano de Coimbra, A Evolução (1881-1882), disponível AQUI. No semanário O Diabo, também disponível via Casa Comum e que pode ser consultado AQUI. Na Revista da Universidade de Coimbra, consultável AQUI.

São meras sugestões entre múltiplas outras já disponíveis e a explorar online. Haja disponibilidade e vontade.

Com os votos do maior sucesso para a iniciativa de homenagem a Manuel Teixeira Gomes.

A.A.B.M.

domingo, 25 de agosto de 2019

[GRANDE ORIENTE LUSITANO – MAÇONARIA PORTUGUESA] NA EVOCAÇÃO DA REVOLUÇÃO LIBERAL E HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES THOMAZ – FIGUEIRA DA FOZ



DISCURSO PROFERIDO NA EVOCAÇÃO DA REVOLUÇÃO LIBERAL E HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES THOMAZ NO DIA 24 DE AGOSTO DE 2019, na Figueira da Foz, pelo Grande Oriente Lusitano – Maçonaria Portuguesa


"Cumprindo a tradição e uma feliz e justa deliberação da Câmara Municipal da Figueira da Foz, com mais de quatro décadas, aqui estamos, de novo, para homenagear Manuel Fernandes Tomás.

Ao fazê-lo, recordamos o homem e o cidadão, figura destacada e central na Revolução Liberal de 1820, e sublinhamos a importância do seu contributo e do seu ideário para a democracia que temos e para o Estado de Direito que somos.

Trata-se, por isso, de uma iniciativa justa e pela qual honramos a nossa história e o seu legado.
 
Consequentemente, o Grande Oriente Lusitano - Maçonaria Portuguesa, de que Manuel Fernandes Tomás foi um dos seus mais insignes membros, quer cumprimentar de forma particular a Câmara Municipal da Figueira da Foz, a Associação Manuel Fernandes Tomás e a Associação 24 de Agosto pelo vosso contributo permanente para a defesa do ideário da Revolução Liberal de 1820.

Manuel Fernandes Tomás não foi apenas um ilustre figueirense. Foi também um dos maiores portugueses de todos os tempos, um líder pelo exemplo, defensor da Liberdade e promotor da regeneração da Pátria. Um cidadão com um pensamento político denso e ponderado e defensor intransigente das ideias tão caras ao Grande Oriente Lusitano - Maçonaria Portuguesa do bem comum, do bom governo, da sã convivência entre os cidadãos, pautada, sempre, por critérios de inabalável justiça.

Os valores defendidos por Manuel Fernandes Tomás e pelos Heróis de 1820 continuam actuais e credores nos dias de hoje de reconhecimento, defesa e promoção.

Neste enquadramento, o Grande Oriente Lusitano anunciará até ao fim deste ano o conteúdo de um programa nacional comemorativo dos 200 anos da Revolução Liberal, programa que visa assinalar o contributo decisivo do liberalismo para o aprofundamento da nossa democracia e para nosso desenvolvimento colectivo”

[Grande Tesoureiro-Geral do Grande Oriente Lusitano – Maçonaria Portuguesa, Figueira da Foz, 24 de Agosto de 2019] | sublinhados nossos

J.M. M.

FIGUEIRA DA FOZ - [ASSOCIAÇÃO CÍVICA E CULTURAL 24 DE AGOSTO] NA EVOCAÇÃO DA REVOLUÇÃO LIBERAL E HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES TOMÁS


DISCURSO PROFERIDO NA EVOCAÇÃO DA REVOLUÇÃO LIBERAL E HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES TOMÁS NO DIA 24 DE AGOSTO DE 2019, na Figueira da Foz, pela Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto

Caros Cidadãos

Mais uma vez aqui reunidos na Praça 8 de Maio perante o imponente Monumento em pedra e bronze da autoria de Fernandes de Sá, inaugurado a 24 de agosto de 1911 e sob o qual repousam os restos mortais de Manuel Fernandes Tomás, reafirmamos com a nossa presença não apenas a celebração de um mero ritual espúrio em que todos os anos se assinala uma qualquer data, mas a celebração de uma vida plena de verdadeiro empenho cívico, de uma vida dedicada à defesa da Liberdade nas suas diversas acepções, como um direito inalienável e intrínseco a cada Homem e a cada Mulher, de uma vida eivada de um profundo e sincero amor a Portugal. 

Em nome da Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto cumpre-nos assim a honra e o solene dever de evocar o luminoso dia de 24 de Agosto de 1820, aurora exaltante de regeneração nacional e de emancipação da Pátria, e prestar saudoso preito e homenagem ao Cidadão e Varão Ilustre Manuel Fernandes Tomás, nosso inolvidável patrício, o sangue e a alma da Revolução de 1820. 

Nesta luminosa data, a um ano da solene Comemoração do Bicentenário da Revolução Liberal de 1820, seja permitido destacar duas breves notas:

1. A primeira nota é para reafirmar que a Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto continuará, com o zelo dos seus membros e seguindo o notável e entusiástico trabalho iniciado pela Família de Manuel Fernandes Tomás (ao Dr. Henrique Fernandes Tomás Veiga, o nosso fraternal afecto e abraço), a estar presente em todas as iniciativas que visem perpetuar o espírito e a memória do Patriarca da Revolução.

Deste modo, pretende, com manifesto orgulho, colaborar e abrilhantar a competente celebração do Bicentenário da Revolução de 1820 que a Câmara Municipal empenhadamente propõe solenizar.

2. Uma segunda nota diz particular respeito à (re)construção da memória histórica ligada à obra e vida do Regenerador da Pátria, Manuel Fernandes Tomás.

A dívida de gratidão a quem auspiciosamente semeou e nos franqueou a palavra “Liberdade”, exige, de todos nós, a digna celebração dessa data e da vida de Manuel Fernandes Tomás, o “magistrado aplaudido pelo saber” nas palavras de Rebelo da Silva.

A um ano, precisamente, do Bicentenário da Revolução Liberal de 1820, a Câmara Municipal da Figueira da Foz terá a honrosa responsabilidade de juntamente com a Cidade do Porto organizar a condigna celebração deste efeméride na qual resplandece ainda hoje e cada vez mais o nome de Manuel Fernandes Tomás como o incontornável Patriarca da Liberdade, cuja Luminosa Vida e Legado Cívico hoje aqui recordamos.

Na presença do Senhor Presidente da Câmara reitera a Associação Cívica e Cultura 24 de Agosto o nosso empenho, bem como o de todos os seus Fraternos Associados, em colaborar em tal necessário esforço e desiderato.

Assim, salientamos em particular a importância da Memória na história de uma Cidade e na história de um Povo.
 
Não apenas da memória do mais Ilustre Figueirense mas a importância da memória de uma figura histórica nacional de incontornável relevância.

Mas com a nossa presença, hoje celebramos também e sobretudo aqueles que não se resignaram perante a brutal invasão do nosso país por forças estrangeiras; aqueles que não se resignaram à opressão e ao cruel jugo do Absolutismo personificado pelo perverso e obscuro D. Miguel; aqueles que não se resignaram a aceitar que era um fado do nosso povo um Portugal permanentemente atrasado perante a Europa e o Mundo, sem instrução pública e com um sistema político e social velho de séculos; aqueles que não se resignaram a aceitar que Portugal tinha de viver na forma habitual, sem liberdade de pensamento, de imprensa e com censura prévia; aqueles que não se resignaram a que as Mulheres fossem apenas donas de casa ou criadas de servir.
 
 
 
Lembrar Manuel Fernandes Tomás é homenagear aqueles que no Cerco do Porto em 1832, na Rotunda em Outubro de 1910, na resistência democrática à longa noite da Ditadura, no Forte de Peniche, no Campo do Tarrafal, e no Largo do Carmo em Abril de 1974 permitiram novos amanhãs de esperança para Portugal e para o nosso Povo. Todos esses Portugueses têm um nome na História de Portugal e todos se chamam também Manuel Fernandes Tomás.

Tal como eles também nós não nos resignamos hoje a acreditar que o longo caminho de construção de uma sociedade mais justa, fraterna e democrática está de todo concluído.

Pelo contrário, passos empenhados e firmes no árduo percurso de intervenção cívica em defesa dos nossos Valores e Causas são ainda nos tempos de hoje – e cada vez mais – necessários. 

Foi esse espírito de intervenção cívica empenhada, desinteressada, sem compromisso e corajosa um genuíno e valioso legado que Manuel Fernandes Tomás colocou nas nossas mãos para ser cumprido e perpetuado.

E assim terá de ser e assim será.

Um bem alto Viva à Memória de Manuel Fernandes Tomás!

Um bem alto Viva à Memória do 24 de Agosto de 1820!

Um bem alto Viva à Figueira da Foz e à Liberdade!

 
Um bem-haja a todos. Disse.

[Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto] - sublinhados nossos

J.M.M.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

[FIGUEIRA DA FOZ] 24 DE AGOSTO (16,30 H) – CERIMÓNIA EVOCATIVA DA REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1820 E HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES TOMÁS



[FIGUEIRA DA FOZ] 24 DE AGOSTO (16,30 H)CERIMÓNIA EVOCATIVA DA REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1820 E HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES TOMÁS


DIA: 24 de Agosto de 2019 (16,30 horas);
LOCAL: Praça 8 de Maio, Figueira da Foz;
ORGANIZAÇÃO: CMFF | Ass. Manuel Fernandes Tomás | Associação 24 de Agosto

INTERVENÇÕES:



  • Representante da Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto;
  • Representante da Associação Manuel Fernandes Thomaz;
  • Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
 
 

Todas as revoluções deixam transluzir em seus movimentos periódicos, em sua rotação ordinária e em suas fases, o cunho das sociedades que as premeditam e dos agentes que as executaram. A fortuna toma o carácter dos seus escolhidos: a desgraça toma o carácter das suas vítimas


Manuel Fernandes Tomás, in O Independente, nº7, 1 de Dezembro de 1821
 
 
A inquietude revolucionária de 1820 (nas sábias palavras de Joaquim de Carvalho) foi o termo da “dissolução moral do antigo regime” e o início da alvorada para uma “nova visão do homem, da sociedade e do Estado”, uma nova demanda e que tão bem foi compreendida por Manuel Fernandes Tomás e os seus companheiros do Sinédrio. Atente-se à “eloquência varonil” e ao “profundo saber em todos os ramos da administração pública” (nas palavras de Adrien Balbi) desvelados na brilhante apresentação, por Manuel Fernandes Tomás, do Relatório sobre o estado e administração do reino, durante o tempo da Junta Provisional do Governo Supremo, nas sessões de Cortes, de 3 e 5 de Fevereiro de 1821. Medite-se nos seus exemplares ensinamentos 
 
Os serviços prestados à causa liberal pelo patriótico movimento libertador da revolução de 1820 iluminou o país de sinais esperançosos para uma nova era, anunciando, consagrando e tornando público as venturosas tríades: “Princípios, Direitos e Deveres”; “Razão, Lei e Moral”; “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. Por isso esses reivindicadores das “liberdades denegadas”, animados do bem da pátria, foram, com o seu pensamento, labor e distintas qualidades, esclarecidos na causa da liberdade Constitucional e heróis na luta contra o despotismo. Mais tarde, o republicanismo soube tomar como sua herança os princípios de cidadania presentes na gloriosa revolução de 1820, abraçando e exaltando a memória dos seus predecessores.
Glória, pois, aos Heróis de 1820.
Honra a Manuel Fernandes Tomás.
J.M.M.

 

quinta-feira, 18 de abril de 2019

DIA 20 ABRIL - HOMENAGEM A EDUARDO GAGEIRO


Homenagem a Eduardo Gageiro em Côja


DIA: 20 de Abril de 2019 (15,00 horas);
LOCAL: Editorial Moura Pinto, Côja;

PROGRAMA:

15,00 HORAS: Casa Santa Clara (casa do Dr. Fernando Valle) – Recepção a Eduardo Gageiro;

15,15 HORAS: sede da Editorial Moura Pinto – Percurso a pé até ao Espaço Fernando Valle (sede da Editorial Moura Pinto);

15,30 HORAS: Sessão Solene e Inauguração da Exposição de Fotografia de Eduardo Gageiro.

No próximo dia 20 de Abril, num evento promovido pela Editorial Moura Pinto, vamos evocar a Revolução dos Cravos de 1974 com uma homenagem ao fotógrafo Eduardo Gageiro.

Para tal convocamos os arganilenses e outros antigos a estarem nesse dia, por volta das 15h00, em Santa Clara, Côja, junto à casa que foi de Fernando Valle para assim evocarmos também esta lídima figura da democracia portuguesa que Eduardo Gageiro já igualmente homenageou num belíssimo retrato que está na sede da, Editorial Moura Pinto.

Aí, nesse sítio de forte simbologia, esperamos a chegada do fotógrafo de Abril. E de lá seguiremos a pé até ao Espaço Fernando Valle, sede da Editorial, onde se inaugurará uma belíssima exposição deste mestre da fotografia portuguesa.

Nesse local, decorrerá uma sessão solene de homenagem com uma intervenção do presidente da Editorial Moura Pinto, Carlos Teixeira, que fará o elogio do fotógrafo já há muito reconhecido e laureado.

Após esta cerimónia haverá uma merenda no parque de Côja. Desde já, a direcção da Editorial Moura Pinto agradece a disponibilidade da Câmara Municipal de Tábua e da Tuna Mouronhense, de Mouronho. Agradece também à Câmara Municipal de Arganil e à União das Freguesias de Cója e Barril de Alva e ao seu presidente João Tavares pelo empenho e ajuda na concretização desta jornada de cultura e de agradecimento.
 
 
Nesse mesmo dia será distribuído gratuitamente um jornal celebrativo de Eduardo Gageiro, que nasceu em Sacavém, a 16 de Fevereiro de 1935, e é autor, entre outros trabalhos em jornais, livros e exposições, do magnífico volume "Revelações", livro que tem uma mensagem de Mário Soares, um dos ilustres retratados, em que afirma que "Gageiro bem merecia - ele próprio - figurar no álbum que, com tanta mestria, ofereceu à Arte Portuguesa".

Figura agora nesse jornal da Editorial Moura Pinto lançado numa região a que o artista está ligado por fortes laços familiares. Esse jornal conta com contribuições de diversos artistas e escritores nacionais e constituirá no futuro um objecto interessantíssimo para qualquer bibliófilo atento, ao mesmo tempo que será uma referência para a biografia de Eduardo Gageiro e para o estudo e a história da fotografia em Portugal […]”

[Carlos da Capela - com sublinhados nossos].

J.M.M.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

COIMBRA – VITORINO NEMÉSIO! 40 ANOS DE SAUDADE (20 FEVEREIRO 2019)



VITORINO NEMÉSIO! 40 ANOS DE SAUDADE

DIA: 20 de Fevereiro 2019 (17,30 horas);
LOCAL: Coimbra (Penedo da Saudade);

Vitorino Nemésio nasceu na Praia da Vitória nos Açores a 19 de dezembro de 1901, tendo falecido em Lisboa no dia 20 de fevereiro de 1978. Foi um poeta, romancista, cronista, académico e intelectual, cuja alma mater foi Coimbra!

2018 assinalou a efeméride dos 40 anos do falecimento de Vitorino Nemésio. Coimbra, cidade de cultura e conhecimento, com forte tradição literária, não pode deixar de celebrar e recordar este conimbricense numa data especialmente importante e simbólica.

Justifica esta pretensão a forte ligação de Nemésio a Coimbra, onde chegou em 1921, terminou os estudos secundários e iniciou os universitários, publicou o seu primeiro romance, onde casou, viveu e nasceram os seus filhos, integrou o Orfeão Académico de Coimbra e a ACE (actual ACM), dirigiu o Centro  Republicano, disputou as eleições académicas, fundou e colaborou em revistas culturais decisivas no panorama português, conviveu com grandes figuras e referências intelectuais daquele tempo - Joaquim de Carvalho, José Régio, Sílvio Lima, Paulo Quintela, Fernando Vale, Miguel Torga e mais -, e mesmo quando lecionava já em Lisboa como professor catedrático, manteve residência em Coimbra. E, como se não bastasse, fez questão de aqui ficar definitivamente em repouso, estando sepultado no cemitério dos Olivais em Coimbra.

Por ser um dos mais importantes escritores e comunicadores do século XX português e por tudo o que foi descrito referente à sua relação com Coimbra, o GAAC - Grupo de Arqueologia e Arte do Centro, decidiu promover uma série de iniciativas que marquem esta efeméride de uma forma honrosa e adequada, reavivando a memória de Vitorino Nemésio na nossa cidade com o objetivo de celebrar e homenagear a sua obra. Deste modo, o GAAC tomou a iniciativa de congregar esforços e vontades para a mesma se realizar no próximo dia 20 de fevereiro com o seguinte programa:

PROGRAMA

COIMBRA, 20 de Fevereiro de 2019

17h30:PENEDO DA SAUDADE

- Ponto de encontro, seguido de momento evocativo com a instalação de uma escultura simbólica de Vitorino Nemésio.

- Distribuição do jornal “Viva Nemésio!.

- Declamação de poesia!”.

A não perder.

J.M.M.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

MÁRIO SOARES – HOMENAGEM NA FIGUEIRA DA FOZ – DIA 8 DE DEZEMBRO



Soares é Fixe” – Homenagem da Figueira da Foz a Mário Soares;

DIA: 8 de Dezembro de 2018 (a partir das 11,00 horas);
LOCAIS: Biblioteca Municipal Da Figueira da Foz | Buarcos (Rotunda do Farol) | Restaurante Teimoso (Buarcos);

ORGANIZAÇÃO: Núcleo de Amigos de Mário Soares | Câmara Municipal da Figueira da Foz

PROGRAMA – HOMENAGEM AO DR. MÁRIO SOARES

11.00 Horas – Exposição “Mário Soares”. Mostra Documental e Fotográfica (Biblioteca Municipal da Figueira da Foz);

12.00 Horas – Descerramento de placa toponímica na Av. Mário Soares (Rotunda do Farol, Buarcos);

12.30 Horas – Almoço no restaurante “Teimoso” (Buarcos) e descerramento de placa alusiva.



► "Por ocasião do 94º Aniversário do seu nascimento, um núcleo de amigos, socialistas e independentes, ligados à vida cívica e política de Mário Soares e com a colaboração da Câmara Municipal da Figueira da Foz, organiza, no próximo dia 8 de dezembro, pelas 13 horas, no restaurante Teimoso, em Buarcos, Figueira da Foz, um almoço de homenagem “Soares É Fixe”, com o descerramento de uma placa alusiva ao evento, e outros atos importantes que constam do programa, que imortaliza o local e uma cidade que lhe dizia muito.

Segundo a organização, “o local onde se irá realizar a homenagem tem uma simbologia histórica, desde os anos 40, pois foi neste sítio, que Mário Soares teve um encontro com Álvaro Cunhal, ambos na clandestinidade".

Soares sentiu-se “incentivado” pelas palavras do líder comunista e decidiu ficar em Portugal, e assim fez uma escolha decisiva, tanto para a sua vida pessoal e política, como para Portugal e para os portugueses”, acrescentam os promotores do encontro.

O programa da homenagem promovida, entre outros,  por Lucas Santos, Carlos Beja e Rosa Pita  inclui: 11 horas – Biblioteca Municipal- Exposição“Mário Soares na Figueira da Foz” – mostra documental e fotográfica; 12 horas – Buarcos – Rotunda do Farol- Descerramento de placa toponímica na Avenida Dr. Mário Soares; 12.30 horas – Almoço no Restaurante Teimoso com família e amigos de Mário Soares e descerramento de placa alusiva.

No entender de Carlos Beja, elemento do núcleo organizador, foi no período em que Mário Soares foi Primeiro-ministro e até enquanto Presidente da República “que o concelho teve vários obras de grande vulto, tais como a regularização do Baixo Mondego e a Ponte Edgar Cardoso, inaugurada em 1982”.

“Também foi numa Presidência Aberta, sobre o Ambiente, que Mário Soares fez a melhor divulgação da mais importante “biblioteca” do mundo sobre a época jurássica do Cabo Mondego. Mário Soares lembrou, em 2010, quando recebeu a Chave de Honra da cidade, “o grande apoio que sempre granjeou no seio das peixeiras e pescadores. Aqui, sempre se sentiu muito acarinhado, fazendo parte do percurso das suas memórias de infância descer o rio num “gasolino”, que era uma das grandes recordações da sua vida”, lembra Carlos Beja.

O evento deverá contar com a presença de familiares de Mário Soares, que faleceu em 7 de janeiro de 2017.

INFORMAÇÕES/CONCTATOS: Lucas Santos | Carlos Beja | Carlos Monteiro | Rosa Pita " [AQUI]

J.M.M.