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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

DICIONÁRIO DE HISTÓRIA EMPRESARIAL: APRESENTAÇÃO

Na próxima sexta-feira, 2 de Outubro de 2014, pelas 18.30h, vai ser apresentado na Biblioteca da Imprensa Nacional, em Lisboa, os dois volumes do Dicionário de História Empresarial Portuguesa. Séculos XIX e XX, vol. I - Instituições Bancárias e Vol. II - Seguradoras.

Obra publicada em parceria entre a Universidade Autónoma de Lisboa e a Imprensa Nacional Casa da Moeda e que contou com a coordenação de Miguel Figueira de Faria e de José Amado Mendes.

Vai proceder à apresentação da obra o jornalista de assuntos económicos e Director Adjunto do semanário Expresso, Nicolau Santos.

A acompanhar com toda a atenção.

A.A.B.M.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

DICIONÁRIO DE HISTÓRIA EMPRESARIAL PORTUGUESA. SEGURADORAS




O II volume do Dicionário de História Empresarial Portuguesa, organizado pelos Professores Miguel Figueira de Faria e José Amado Mendes, desta vez dedicado à questão das Seguradoras já se encontra ao alcance do público, tendo sido recentemente publicado.

Contando com dezenas de colaboradores e investigadores conforme já dissemos AQUI, bem como por largas dezenas de entradas sobre Companhias de Seguro que existiram em Portugal ao longo do tempo.

Conforme assinalou o Prof. José d' Encarnação que nos permitimos transcrever com a devida vénia:
Dando cumprimento ao projecto de investigação de se elaborar um Dicionário da História Empresarial, em curso no Centro de Estudos da História Empresarial (Universidade Autónoma de Lisboa), coordenado pelo Doutor José Maria Amado Mendes, acaba de ser publicado o volume II dedicado às companhias seguradoras que exerceram a sua actividade em Portugal nos séculos XIX e XX.  
          
O volume, que foi coordenado por Miguel Figueira de Faria e pelo próprio José Amado Mendes, teve a colaboração de 38 investigadores que ficaram encarregados de elaborar 272 entradas, que constitui, cada uma, a ficha de uma seguradora, com os dados essenciais acerca das suas características, data da actividade e, inclusive, movimento financeiro, colhido dos relatórios apresentados e ora consultados.           

Anexa-se o rol dessas seguradoras, que não correspondem, porém, ao total das que foram alvo de investigação, pois um outro rol é apresentado no final, de umas duas centenas mais, que, ou por não se terem logrado obter elementos suficientes ou por ainda se encontrarem em actividade, acabaram por não ser incluídas.

Além da apresentação, assinada por Miguel Figueira de Faria, registe-se a introdução de J. M. Amado Mendes que dá conta, em traços gerais, do que foi a evolução dos seguros em Portugal ao longo dos tempos (desde a carta régia de D. Dinis, de 1293, a confirmar o Regulamento da Sociedade dos Mercadores do Porto, até aos nossos dias!), indicando, numa segunda parte, qual o ponto da situação da história dos seguros em Portugal e qual o contributo que esta obra pretende dar. Neste aspecto, refiram-se, pela sua oportunidade, as perspectivas que assinala:
«As sínteses ora apresentadas bem podem servir de ponto de partida para diversos estudos de caso, eventualmente a elaborar por investigadores com diversas finalidades, quer para responder a solicitações por parte dos responsáveis pelas companhias, quer como objecto de trabalhos académicos, inclusive dissertações de mestrado ou teses de doutoramento».            
O desafio aí fica – numa obra que não é para ler, mas sim para consultar, atendendo à sua densidade e às inúmeras informações que veicula. O resultado, sem dúvida, de mui longas horas de pesquisa, que se aplaude.

A obra foi editada pela Imprensa Nacional Casa da Moeda em parceria com a Universidade Autónoma de Lisboa, com 395 páginas.

Uma obra de consulta cujo índice apresentamos acima para os interessados em informações sobre o tema, que inevitavelmente, em muitos casos, exige uma investigação mais aprofundada. Estas entradas são pontos de partida para o tema, com algumas referências para pesquisas posteriores e mais caminho por desbravar.

[NOTA: clicar nas imagens para aumentar]

A.A.B.M.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

DICIONÁRIO DE HISTÓRIA EMPRESARIAL PORTUGUESA, SÉCULOS XIX E XX. VOL. I: INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS


Foi recentemente editado, depois de um longo processo de investigação, coordenado pelo Professores José Maria Amado Mendes e Miguel Figueira de Faria  e desenvolvido pelo Centro de Estudos de História Empresarial da Universidade Autónoma de Lisboa o Dicionário de História Empresarial Portuguesa, Séculos XIX e XX. Vol. I: Instituições Bancárias, editado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda.

Sobre o processo de organização e preparação deste trabalho inédito na Historiografia Portuguesa, pode encontrar-se um interessante texto apresentado pelo Prof. José Amado Mendes, no XXXI Encontro da Associação Portuguesa de História Económica e Social, que pode ser consultado AQUI e se referem a quantidade de empresas bancárias, a sua origem, a distribuição geográfica, a longevidade das instituições, entre outros aspectos. Apontam-se ainda o número de investigadores envolvidos e o número de instituições bancárias e seguradoras, que acabaram por dar origem a um segundo volume que se encontra em fase de conclusão da edição.

Este primeiro volume, dedicado às instituições bancárias, podem encontrar-se quase duas centenas de bancos e casas bancárias referenciadas, entre elas destacam-se as seguintes:

Banco Borges & Irmão (1937-1996)
Banco Burnay (1925-1967)
Banco Comercial Português (1985 -  )
Banco da Madeira (1920-1966)
Banco de Portugal (1846-  )
Banco Espírito Santo (1920-   )
Banco Fonsecas & Burnay (1921-1991)
Banco Lisboa & Açores (1875-1969)
Banco Nacional Ultramarino (1864-2001)
Banco Pinto & Sotto Mayor (1925-2000)
Banco Português de Investimentos – BPI (1981-  )
Banco Português do Atlântico (1942-2000)
Banco Totta & Açores (1970-2004)
Caixa Geral de Depósitos (1876 - )
União de Bancos Portugueses (1978-1996).

As instituições seguradoras, que ficaram num segundo volume, são também quase uma centena. Entre elas permitimo-nos destacar algumas como:

Aliança Seguradora (1979-1995)
Companhia de Seguros Açoreana (1892 -  )
Companhia de Seguros Bonança (1808-2000)
Companhia de Seguros Europeia (1922-2002)
Companhia de Seguros Fidelidade (1835- 2002)
Companhia de Seguros Garantia (1853-1994)
Companhia de Seguros Império (1942 -  )
Companhia de Seguros Tagus (1877-1979)
Companhia de Seguros Tranquilidade (1871 -   )
Grémios dos Seguradores (1934-1975)
Instituto de Seguros de Portugal (1982 – )
Mundial (A), Companhia de Seguros, S. A. R. L. (1913-1978)
Mútua dos Pescadores (1942-)
Sagres (1917-1976)
Sociedade Portuguesa de Seguros (1900-1999)


Os colaboradores nesta obra de grande envergadura são algumas dezenas, entre doutores, mestres, licenciados e investigadores com trabalho publicado sobre o tema em apreço. São eles:

Alda Mourão - Instituto Politécnico de Leiria. Investigadora do Centro “Ceis 20 da Universidade de Coimbra”.
Ana Bragança Gomes - Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa.
Ana Bela Nunes - Instituto Superior de Economia e Gestão, Universidade  de Lisboa.
Ana Margarida Cruz - Centro de História do Banco Espírito Santo.
António Pedro Ferreira - Universidade Autónoma de Lisboa / Banco de Portugal.
António Rafael Amaro - Faculdade Economia, Universidade de Coimbra.
Anabela Sérgio - Visiting Professor – University of St. Joseph – Macau
Artur Barracosa Mendonça – Investigador.
Carlos Alberto Damas - Centro de História do Banco Espírito Santo.
Carlos Gabriel Guimarães - Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro, Brasil.
Clarisse Mendes - Professora do Ensino Secundário.
Cristina Dias - Universidade Autónoma de Lisboa.
Duarte Manuel Freitas - Doutorando da Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra
Elisa Calado Pinheiro - Universidade da Beira Interior.
Fátima Sequeira Dias - Departamento de Economia e Gestão, Universidade dos Açores.
Fernando Lopes - Departamento de Economia e Gestão, Universidade dos Açores.
Filipe Pinhal – Economista.
Helder Adegar Fonseca - Universidade de Évora
Hugo Silveira Pereira - Investigador do CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória», Faculdade Letras da Universidade do Porto.
Irene Vaquinhas - Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra.
José Amado Mendes - Universidade de Coimbra/Universidade Autónoma de Lisboa.
José Afonso Diz - Universidade Autónoma de Lisboa.
José Luís Cardoso - Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa
José Manuel Lopes Cordeiro - Universidade do Minho
Manuel Faria - Professor EB 2,3 de Prado.
Manuel Ferreira Rodrigues - Universidade de Aveiro
Maria Eugénia Mata - Nova SBE, INOVA, Faculdade de Economia, Universidade Nova de Lisboa.
Maria Eugénia Neves - Professora do Ensino Secundário
Marta Guilherme Cruz – Bibliotecária
Maria Inês de Abrunhosa Mansinho - Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa
Nuno Guilherme Cruz - Investigador
Nuno Valério - Instituto Superior de Economia e Gestão, Universidade de Lisboa
Otília Guerreiro – Bibliotecária
Paulo Eduardo Guimarães - Departamento de História da Universidade de Évora
Paulo Jorge Fernandes -Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Pedro Freire – Investigador
Pedro Lains - Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa

Pedro Neves - Instituto Superior de Economia e Gestão, Universidade de Lisboa.

Uma obra de referência, um contributo inicial que exige agora aprofundamentos e melhorias específicas nas diferentes situações que são sumariamente tratadas. A obra pode ser  e certamente que é um bom ponto de partida, fornece boas indicações para tentar descobrir mais sobre cada uma das organizações que é tratada e sobre aspectos genéricos, mas pede/exige mais investigação, leitura e reflexão sobre os muitos casos que ainda estão por analisar e estudar.

Uma obra que se saúda e que se vai certamente tornar uma referência para a Historiografia Económica Portuguesa. 

Agora aguardam-se as sugestões e críticas que os leitores interessados queiram fazer.

A.A.B.M.