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sábado, 8 de abril de 2017

100º CATÁLOGO DE LIVROS DA LIVRARIA MANUEL FERREIRA



100º Catálogo de Livros Raros e Esgotados | Livraria Manuel Ferreira

Excelente acervo de obras de merecida estimação, com peças bibliográficas sobre variadas polémicas historiográficas lusitanas, opúsculos oitocentistas, brochuras curiosas sobre o Miguelismo e as Lutas Liberais, valiosas peças bibliográficas sobre o Liberalismo, Invasões Francesas, Maçonaria, rara Literatura Portuguesa - à venda pela Livraria Manuel Ferreira (Porto).

[ALGUMAS REFERÊNCIAS QUE A NÓS DIZ RESPEITO]: A Águia. Revista 1910-1932 / Alma Nacional (colecção completa), 1934-37 / Folhetos sobre a polémica “Eu e o Clero” / Antologia do Humor Português, Ed. Afrodite, 1969 / Folhetos sobre a “Questão de Ourique” / Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos nacionais, 1935-65, 131 numrs / Apuleio. Burro de Ouro de Appuleio, trad. do Barão de Vila Nova de Foz Côa, 1847 / Folhetos sobre a polémica do “Casamento Civil” / lote de obras de Camilo Castelo Branco / Ms. Compromisso para a Irmandade de Santo António erecto no Convento de S. Francisco d’esta cidade da Guarda …, 1833 / curioso conjunto de obras de José Daniel Rodrigues da Costa / Costa Cabral em Relevo, de João de Azevedo Sá Coutinho (publ. Anónimo), 1844 / Cryptinas (folhas avulsa gratuita), de João de Deus (rara 1º ed.) / Os Dois Mundos (periódico), 1878, III vols / El Rei e o Duque de Saldanha …., 1851 / A Fateixa (publ mensal), Porto, 1888, III numrs / A Liberdade e a Legislação Vistas á Luz da Natureza das Cousas, pelo Visconde de Figanière, 1866 / Ode aos Manes do Infeliz mas Saudosamente Deplorado Gomes Freire de Andrade …., por Tomás Inácio da Fonseca, 1821 / Uma Faca nos Dentes, por António José Forte, ed. ETC, 1983 / A Corcundice explicada magistralmente, ou resolução de dois problemas interessantes a respeito dos Corcundas, …., por Hipólito Gamboa / Lote de obras de Augusto Ferreira Gomes, entre as quais o “V Império” e o curioso “No Claro-Escuro das Profecias” / Guia dos Maçons Escocezes, ou Reguladores dos Tres Grãos Symbolicos do Rito Antigo e Aceito …. (regulador pub no Rio de Janeiro – tem o carimbo da poderosa Loja Fortaleza, de Lisboa), 1834 / Lote de obras de Ana Hatherly, Natália Correia, Herberto Helder, Luiza Neto Jorge, António Maria Lisboa, Alexandre Herculano, Aquilino Ribeiro, Miguel Torga / A Hora, revista-pamphleto de arte, actualidades e questões sociais …., 1922, VI numrs / Ilustração transmontana+Suplemento, 1908-1910, III vols+36 numrs /  O Diabo Coxo, Verdades Sonhadas e Novellas da Outra Vida …., 1806 / O Liberal Animoso Rebatendo a penúltima pancada mortal do Liberalismo …, de João Crispim Alves de Lima, Maranhão, 1830 / Observações sobre a Prosperidade do Estado pelos Liberais …, por José da Silva Lisboa, Bahia, 1811 / Lusitania (revista), 1924-27, X numrs / Lote curioso de obras do padre José Agostinho de Macedo / Discurso proferido na Presidencia da sessão Solene celebrada em Honra de Garrett …, por Bernardino Machado, 1899 / Cartas Sobre a Framaçoneria (raríssima espécie bibliográfica maçónica, atribuída a Hipólito José da Costa), Paris, 1821 / O Mensageiro (periódico de responsabilidade de camilo C. Branco), 1889 / várias Miscelaneas / A Móca, periódico desportivo de combate, 1924 / O Panorama (jornal literário), 1837-1868, 18 vols / I Congresso da Historia da Expansão Portuguesa no Mundo, 1938 / 17 Cartas autografas do Cardeal Saraiva (Frei Francisco de S. Luís) , 1836-1844 / O Espectro, de Rodrigues Sampaio, 1880, 63 numrs / O Punhal dos Corcundas, raro periódico absolutista e anti-maçonico, escrito pelo virulento S. Fortunato de S. Boaventura, 33 numrs / Sol, bi-semnário republicano, 1926VI numrs / Tríptico. Arte, Poesia, Crítica (rara revista modernista percursora da Presença), 1924-25, IX numrs / Os Modernistas Portugueses, de Pedro veiga, VI vols.    
 
J.M.M.
 

sábado, 10 de dezembro de 2016

FRENESI – CATÁLOGO DE LIVROS ANTIGOS E RAROS


 

FRENESICATÁLOGO DE LIVROS ANTIGOS, RAROS, ESGOTADOS, PERIÓDICOS, MANUSCRITOS

O alfarrabismo – tal como nós o entendemos – é uma actividade de recolha selectiva, limpeza, restauro e classificação de obra que, dado o implacável cuidado de um número cada vez mais restrito de colecionadores, conseguiram sobreviver chegando às nossas mãos. Livros que merecem continuar vivos. Livros, no vertente caso, maioritariamente de cultura portuguesa. Como objectos de cultura substantiva, mas também produtos de arte de imprimir e da arte de encadernar, há que preservá-los do descuido e da destruição dos homens, há que retardar o seu envelhecimento, e empurra-los para o futuro. São os colecionadores contemporâneos o seu agente no tempo – a cultura geral, especializada ou não, depende do respeito e do carinho que nós lhes dedicarmos” [in Catálogo]

 

Paulo da Costa Domingos, poeta, escritor, editor e antiquário de alfarrábios, apresenta-nos (uma vez mais) a sua colheita nestas festividades de final de ano. 363 peças bibliográficas de muita valia e invejável preciosidade, para V. sustento e ilustração. O curioso Catálogo que Paulo da Costa Domingos compôs, leva-nos a um luxurioso garimpar de livros antigos, raros, esgotados, periódicos, manuscritos. O amador de livros irá caprichar na sua ociosidade do papel pintado com tinta. O Catálogo da Frenesi aí está. É bom não esquecer.    

[ALGUMAS REFERÊNCIAS QUE A NÓS DIZ RESPEITO]: Sidónio na Lenda, por António Albuquerque / A execução do Rei Carlos, idem, 1909 / Os Vinculos em Portugal, de D. Antonio de Almeida, IV folhetos / Memorias sobre Chafarizes, Bicas, Fontes, e Paços Publicos de Lisboa, Belem, e Muitos Logares do termo, de José Sergio Velloso d’Andrade, 1851 / O Rapaz de Bronze, de Sophia de Mellho Breyner Andresen, 1956 / Diário da Pátria, por Cesar Anjo, 1932 / As Monjas de Semide, de Tomás Lino d’Assumpção, 1900 / Fundaçao Antiguidades, e Grandezas da mui Insigne Cidade de Lisboa, e seus Varoens Illustres em Santidade, Armas, e Letras, por Luiz marinho de Azevedo, 1753 (2ª ed.) / O Trabalho Rural Africano e o Administração Colonial, do Marquez de Sá da bandeira, 1873 / Evora, Cancioneiro Geral, de Antonio Francisco Barata, 1902 / A Obra Artistica de El-Rei D. Carlos, 1963 / História da Censura Intelectual em Portugal, de José Timoteo da silva Bastos, 1926 / Historia Geral dos Adágios Portugueses, por Ladislau batalha, 1924 / A Corte da rainha Maria I, de William Beckford, 1901 / D. Maria I, por Caetano Beirão, 1934 / O Mandarim, I e II, de Beldemonio, 1883 / Biografia do Remexido, Anónimo, 1838 / Memorias dos anos de 1775, a 1780 Para servirem de historia à analysi e virtudes das Agoas Thermaes da Villa das caldas da rainha, de Joaquim Ignacio de Seixas Brandão, 1781 / Lisboa d’Outros Tempos, de Pinto de carvalho (TINOP) / Lote de livros de Ferreira de Castro /  Gritos, por José Augusto de Castro, 1901 / Colecção A Antologia em 1958, de Mario Cesariny, Antonio Maria Lisboa, Luiz Pacheco, Natália Correia, Antonio Jose Forte, Francisco de Sousa Neves (ilustrações de Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny, João Rodrigues e Dinis Salgado), 1958 / Tem Dor e Tem Puta, de Mario Cesariny de Vasconcelos, 2000 / revista Cidade Nova, 33 numrs / lote de livros de Ruy Cinatti / estimada Colecção Miniatura, 170 +1 vols / Colecção Patrícia, 52 vols / Colecção Teatro de Bolso (Contraponto), 18 vols+2 / Um Anno na Corte, de João Andrade Corvo, 1863 / 15 Annos de Obras Publicas, II vols / revista Crónica (integralista e fascizante), II numrs / Senalonga, por Avelino Cunhal, 1965 / Documentos para a Historia da Typographia Portugueza nos Seculos XVI e XVII, 1881-82 / Recordações do Café Royal, por Mario Domingues e Antonio Domingues, 1959 / periódico O Espectro, direcção de Rodrigues Sampaio, 1846 a 1847, 63 numrs+ vários suplementos / O Especto, direcção de Artur Leitão e imagem de Francisco Valença, 1925, 11 numrs+1 especime / Europa Jornal da Cultura, dir de Urbano tavares Rodrigues, 1957 / lote de livros de Virgílio Ferreira / Frenesi 1980-1982 / Da Vida e Morte dos Bichos, por Henrique Galvão et all, 1960 / O Infante d. Afonso de Bragança, por Emygdio Garcia, 1939 / revista Graal, dir Antonio Manuel couto Viana, 1956-57 / lote de livros de Guerra Junqueiro / Historia da Policia de Lisboa, de Albino Lapa / Revista Lusíada, dir Carlos de Passos, 1952-60, 13 numrs / Depois do 21 de Maio, de Bernardino Machado, 1929 (2ª ed.) / 2 livros de Luiz Mardel sobre a Historia de Armas de Fogo e Explosivos / Memorias e Trabalhos da Minha Vida, de Norton de Mattos / Noite Rebelde, de José Ferreira Monte, 1940 / revista literária Mundo Literário, dir. Jaime Cortesão e Adolfo Casais Monteiro, 1946-47, 53 numrs / A Bomba Explosiva, por José Maria Nunes, 1912 / O Caso do Sonambulo Chupista, de Luiz Pacheco, 1980 / Album da Empreza Madeirense de Tabacos Lda (Casa Perestrelos) / periódico Philemporo, redacção de José Maria de Andrade, 1855-62, 20 numrs / revista A Lanterna Mágica por Gil Vaz, dir. Raphael Bordalo Pinheiro, 1875 / revista Portucale, 143 numrs / A Invasão dos Judeus, de Mário Saa. 1924 / Discursos de Oliveira Salazar / revista Sema, 1979-82, IV numrs / lote de livros de Jorge de Sena / revista Sisifo, 1951-52, IV numrs / periódico Sol Nascente, 1937-40, 43 numrs / O Algarve na obra de Teixeira-Gomes, 1962 / revista Ver e Crer, dir José Ribeiro dos Santos e Mário Neves, 1945-50, 57 numrs / Figuras Gradas do Movimento Social Português, por Alexandre Vieira, 1959 / Em Volta da Minha Profissão, por Alexandre Vieira, 1950  

Pedidos AQUI e AQUI. E sejam felizes.

J.M.M.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

AS ENGRENAGENS DO TEMPO: EXPOSIÇÃO E APRESENTAÇÃO DE CATÁLOGO EM SÃO BRÁS DE ALPORTEL

Hoje, em que se assinala o 102º aniversário da fundação do concelho de São Brás de Alportel, em que decorrerão várias iniciativas pela localidade, mas na sexta-feira, dia 3 de Junho de 2016, pelas 18 horas vai ser inaugurada a Exposição As Engrenagens do Tempo e, em simultâneo, a apresentação do catálogo da exposição que procura traçar uma visão histórica e social da localidade entre 1900 e 1930, com alguns dos seus protagonistas, episódios e transformações. O evento decorre no Museu do Trajo, de S. Brás de Alportel.

Pode ler na nota de divulgação do evento na página do municipio de São Brás de Alportel:
Uma visão social de 30 anos da história de São Brás de Alportel

1900-1930

A abertura de uma nova exposição e a apresentação do seu catálogo constitui sempre um momento especial na vida de um Museu. Desta vez demos-lhe o nome de “As Engrenagens do Tempo”, constituindo esta, uma abordagem social das décadas que ladearam o nascimento do concelho de São Brás de Alportel, em 1914, e as suas repercussões nos nossos dias.

A sucessão de lapsos de tempo (1900-1930) apresentados sob a forma de encenações que ocorrem ao longo da exposição, transmitem deliberadamente sensações contraditórias: a harmonia inquieta dos últimos anos da monarquia, os Tempos Revoltos da República e os momentos de euforia pela criação do novo concelho. Ao tempo das trincheiras da Grande Guerra, onde pereceram alguns são-brasenses, sucedem os Tempos de Esperança e Incerteza que, acompanhando a degradação política e económica do país, culminaram na Ditadura e no Estado Novo. Apesar de tudo, uma “engrenagem” relativamente consensual, cronológica, pacífica...

Em determinado momento do longo processo que durou a conceção e montagem da exposição (pouco mais de 1 ano), cerca de uma dezena de jovens artistas plásticos associaram-se ao projeto. Fácil será de perceber que desde então viu-se esfumada a harmonia museológica e instalada a dúvida, a polémica e o confronto. Foi assim, por esta deriva (mais ou menos) cega, que a exposição ganhou novos significados e interpretações, geradores de perplexidades e interrogações que, a nosso ver, constitui um exercício de Museologia Social que há muito exercitamos.

O projeto, a produção e os trabalhos subsequentes devem-se à pequena equipa e aos meios técnicos do próprio Museu a que se juntou um grupo muito vasto de voluntários com competências variadas e uma generosidade sem limites.

O catálogo - o que irá para além do tempo passageiro que durará a exposição é dedicado ao fundador do Museu, o Padre José da Cunha Duarte - que continua a ser, ainda hoje, um dos seus principais sustentáculos.

Quanto ao Museu, os seus últimos anos foram marcados por uma deriva sem destino certo. Este, deixou-se levar pelas suas pessoas que, ignorando definições, foram-lhe descobrindo novas funções, utilidades, conceitos e significados.

À Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, entidade tutelar, somos devedores da liberdade de ação que sempre nos foi concedida – condição maior para que um museu seja um verdadeiro instrumento de mudança. Da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, sempre o Museu contou com a maior disponibilidade e colaboração.

Texto: Emanuel Sancho

A informação foi retirada DAQUI.

Para conhecer melhor catálogo fica a ficha técnica e o índice do mesmo (Clicar na imagem para aumentar).
Uma iniciativa para a acompanhar  e que se recomenda.

A.A.B.M.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

CATÁLOGO DE LIVROS – LIBERALISMO, QUESTÃO PORTUGUESA, JACOBINISMO, ABSOLUTISMO


Catálogo de Livros Raros e esgotados: Liberalismo, Questão Portuguesa, Jacobinismo, Absolutismo | Livraria Manuel Ferreira

Excelente acervo de obras, com peças bibliográficas de muita estimação, valiosas e raras, à venda pela Livraria Manuel Ferreira (Porto).

[ALGUMAS REFERÊNCIAS NOSSAS]: Carta datada de “Lisboa 29 de Dezbro 1846”, por João Coelho de Almeida [interesse história da Patuleia] / Revelações, e Memorias para a Historia da Revolução de 24 de Agosto de 1820, e de 15 de Setembro do mesmo ano por … José Maria Xavier de Araújo, 1846 / Os Dous dias d’Outubro ou a História da Prerrogativa por … D. João de Azevedo, 1848 [Convenção do Gramido] / Direitos de D. Miguel, dedicado aos Fieis Portuguezes, 1829, 2ª ed / lote de livros raros da estimada e procurada bibliografia comercial de José Ferreira Borges / Reflexões sobre a Conspiração Descuberta, e Castigada em Lisboa no anno de 1817 por Hum Verdadeiro Amigo da Pátria [fr. Mateus da Assunção Brandão – “Com interesse para a história da perseguição ao ‘Supremo Conselho Regenerador de Portugal, Brasil e Algarves’, sociedade secreta paramaçónica descoberta pelas autoridades portuguesas e inglesas, cujos responsáveis foram severamente julgados, deportados e exilados, tendo sido os mais relevantes condenados à morte, entre os quais o General Gomes Freire de Andrade”], 1818 / Resposta de João Carapuceiro Compadre de Lisboa às Cartas do Compadre de Belém …., 1821 [resposta de João Carapuceiro a Manoel Fernandez Thomaz, o Compadre de Belem] / lote de livros de Manuel Borges Carneiro / Cartas de diversas procedências, de importância para a história do Liberalismo / Conjunto de obras de Antonio Feliciano de Castilho / O Novo príncipe ou o Espirito dos Governos Monarchicos [José da Gama e Castro], 1841 / Relação Breve, e Verdadeira da Entrada do Exercito Francez, Chamado de Gironda …. [José de Abreu Bacelar Chichorro], 1809 / Elogio Historico de Jose Bonifacio de Andrada e Silva, 1877 / A Recepção de hum Maçon … por Francisco de Paula Ferreira da Costa [antimaçonismo], 1827 / lote de livros e opúsculos raros de José Daniel Rodrigues da Costa / lote de livros raros de João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun / Desagravo da Honra Militar, 1821 [raro opúsculo para a historia do liberalismo] / Estatutos da Sociedade Patriotica Portuense, 1823 / O Dia 24 de Agosto do Fausto Anno de 1820 … [António pereira de Figueiredo], 1821 / Epinicio ao Memorando Dia, Quatro de Junho de 1823 … por Aonio Duriense [aliás Almeida Garrett] / O Genio Constitucional, 1820, 77 numrs [raríssimo periódico portuense, com a colaboração de Manuel Fernandes Tomás, Garrett] / Galeria dos Deputados das Cortes Geraes Extraordinarias e Constituintes da nação portugueza Instauradas em 26 de Janeiro de 1821 [João Damásio Roussado Gorjão], 1822 / Instituições da Assemblea Periodical discutidas, e approvadas em suas Sessões Secretas, ou A Roda da Fortuna Periodiqueira, 1822 [folheto muito raro] / Ms do historiador algarvio João Baptista da Silva Lopes [interesse para a historia da organização militar portuguesa no séc. XIX] / As ideas liberaes, ultimo refugio dos inimigos da religião e do throno …, por Joaquim José Pedro Lopes, 1819 / lote (importante) de raros livros e opúsculos do padre José Agostinho de Macedo / Manifesto da Nação Portugueza aos Soberanos, e Povos da Europa, 1820 / Miscelanea de obras de interesse para a bibliografia do Miguelismo / Oracao à memoria do dia 26 de Janeiro de 1821 em que forao instaladas as Cortes Geraes Extraordinarios e Constituintes da Nação Portuguesa …, 1823 / Ms [Poema Anticlerical] O Capitulo geral dos Franciscanos. Imitação de Piron [“Tem no fim sete sonetos do mesmo teor, cremos que todos atribuídos a Bocage, dois dos quais com apontamento a lápis referenciado número de página, confirmando a sua publicação”] / conjunto valioso de Cartas do Cardeal Saraiva (Frei Francisco de S. Luiz)

CATÁLOGO ONLINE AQUI

J.M.M.         

domingo, 8 de fevereiro de 2015

BIBLIOTECA DE RAMIRO TEIXEIRA – LEILÃO [PARTE II]


LEILÃO DA BIBLIOTECA DE RAMIRO TEIXEIRA [CONTINUAÇÃO]


“Aqui chegado abro um parêntese.

Conheci Manuel Ferreira, porque é dele que agora vou falar, como participante de um grupo coral nos meados dos anos 60 ou 70 do século passado, sem a consciência de já o conhecer de período anterior, através de trocas e baldrocas de livros policiais na estreitíssima travessa de Cedofeita, na Casa Brique, porventura mais conhecida por "Casa Azul", onde seu pai possuía uma casa de antiguidades.

Homem em idade recém-chegado a tal, Manuel Ferreira demonstrou tais qua1idades no negócio dos livros que comprava e revendia depois de os ler, tal como os demais que vinham no arrasto das compras de mobiliário e demais recheio que o pai adquiria, que este, certo dia, o conduziu a um estabelecimento encerrado na rua Formosa e o desafiou: Acho que é altura de começares a desenvolver o teu próprio negócio... Se te agrada o local, vamos tratar do aluguer...

Com cerca de trinta anos, casado e já com dois filhos, Manuel Ferreira não hesitou: assim nasceu o livreiro-alfarrabista Manuel Ferreira no mês de Abril do ano de 1959.

Na pré-abertura do estabelecimento, uma porta e uma montra na rua Formosa, há quem o afirme, foi depositado o bebé Herculano [Ferreira], então com onze meses, enquanto seus pais procediam ao arrumo das obras pelas prateleiras instaladas! Não consta que alguém o tenha pretendido adquirir, apesar de alguns transeuntes se quedarem de forma enternecida na observação do seu sono inocente ou do seu gestual traquina numa alcofa...

Pouco tempo depois, Manuel Ferreira dava a conhecer as obras de mérito de que dispunha através de listas tiradas a stencil. Catálogo propriamente dito iniciou-os só em 1967 e os manteve até ao seu passamento (15/712010), num total de 89, hoje fonte documental de preciosos verbetes sobre a literatura portuguesa, ao que teremos de acrescentar os demais que organizou para leilão sob a sua própria chancela ou sob o signo da "In-Libris", hoje sob os cuidados dos seu filho mais novo, Paulo Ferreira.

Antes, porém, a partir de 1963 e até 1998, em consequência do convite que lhe foi dirigido pela filial da agência de leilões de Soares & Mendonça para organizar os seus catálogos, elaborou Manuel Ferreira mais de 60, sendo, aliás, neste período que me iniciei como imberbe bibliófilo, ainda que já viciado e compulsivo.

Esta agência, que deixou marcas indeléveis no burgo portuense, veio a encerrar as suas instalações no Porto muito provavelmente em consequência da morte do Sr. Albertino, um pregoeiro espantoso, num estúpido acidente de viação em Coimbra.

Pioneiro na promoção dos chamados "modernistas", dos homens de "Orpheu" aos da "Presença" e surrealistas, passando pelos neo-realístas do "Novo Cancioneiro" e da colecção dos "Novos Prosadores", enquanto promotor de venda das suas obras primeiras, Manuel Ferreira, desde logo, quis seguramente marcar a diferença relativamente aos seus colegas de actividade.

No mais, quero crer, valeu-lhe a escola que os leilões de Soares & Mendonça lhe proporcionaram pelo desafio que implicavam.

Pelas suas mãos, por conta própria ou de outrem, passaram as maiores bibliotecas deste país, toda a espécie de obras literárias e científicas, desde os quinhentistas aos contemporâneos, obrigando-o, passe a expressão, que nem por isso será menos verdadeira, a incomensuráveis consultas e pesquisas, chegando mesmo a rectificar informes falaciosos dados como incontornáveis! Com tais conhecimentos, Manuel Ferreira bem poderia ter escolhido para tema do seu labor livreiro a divisa dos nossos descobridores quinhentistas que asseguravam que a experiência era a madre das cousas ...

Manuel Ferreira viveu 58 anos a organizar leilões, a comprar e a vender livros, nesta cidade do Porto que não o mereceu, já que a autarquia ficou indiferente ao cinquentenário do seu estabelecimento (2009), como se tal efeméride fosse coisa corriqueira e de nenhum interesse para o burgo. Tal qual como o foi relativamente ao centenário da Liv. Académica, agora do meu Amigo Nuno Canavez, cujo trajecto existencial memorizei na obra que o tem por referência, "Nuno Canavez. As palavras da amizade" (Porto, Calendário das Letras, 2008) e onde, ainda hoje, a tenho como espaço especial de tertúlia, de conversas a propósito e a despropósito, com outros clientes ocasionais.

A ver se me faço entender: não estou aqui a defender uma actividade cultural pela razão de o ser, e que muito justamente motivou que os intérpretes acima referidos fossem agraciados com o título de Comendador, mas tão simples mente qualquer outra actividade comercial alicerçada em 50 e 10O de existência.

Há muito já que a autarquia deveria ter um gabinete ou um serviço atento às datas mais significativas para os seus comerciantes, industriais e demais personalidades públicas e intelectuais, de forma a ser ela, em primeira mão, a promover e a associar-se a este tipo de eventos. Porque não é todos os dias que se assinalam 50, 75 ou 10O de actividade cultural, comercial ou industrial.

É preciso que se crie a consciência de que uma empresa com esta longevidade, se calhar hoje mais do que nunca, adquire o direito de ser considerada um património da urbe e como tal ser reverenciada (…)

Segundo o dogma aceite, bibliófilo é aquele que ama os livros. Pois se os ama não só vive uma paixão avassaladora na maioria dos casos, como à força tem com eles uma relação sensual. A relação do bibliófilo com o livro, coisa feita de mil vagares e de mil saberes, aquém e além Gutenberg, que tão só o democratizou, não advém somente do que há lá dentro, o que narra, documenta, historia, inventaria ou ensina: é também, não poucas vezes, papel, tinta, caracteres tipográficos, capa, encadernação, ferros de gravar, dimensão, peso, etc., tudo contribuindo para o exercício de, entre outros pecados, satisfazer o do manuseio sensual, folha por folha, em quase acto onanista, fonte subtilíssima de prazer, ao qual adiciono o outro prazer que advém da descoberta e da necessidade da obra. E como entretanto ao longo da minha existência enquanto escritor, ensaísta, e comentador de obras de terceiros, muitas foram as necessidades que tinha de determinadas obras afins ao que trabalhava ou tinha em agenda de vir a trabalhar, a breve trecho dei por mim como um encarcerador de livros, distribuídos por duas residências, empacotados, encaixotados em grande número nas garagens e sótãos! E conquanto de todos tivesse pormenorizado registo e localização, inclusive o assento da sua valorização cronológica que retirava dos catálogos que recebia, a verdade é que a situação tornava-se insustentável pela dispersão e pela impossibilidade muitas vezes de deles me socorrer quando precisava.

Por outro lado o cabo do fim da vida foi-se aproximando. Que fazer da minha biblioteca? Decerto que os filhos ficarão na posse de alguns, não mais, porém, do que meia dúzia, dado que não só têm outros interesses na vida como as suas habitações não podem albergar o que possuo. Ou seja, ela não me vai sobreviver.

Custa? Claro que sim! A gente agarra-se a alguma coisa na pretensão de reter o tempo e a formação que nos deu o ser, enfim, a vida nossa que está inscrita nas páginas destas obras, de forma impressa e não poucas vezes manuscrita, como é o caso das dedicatórias dos autores em muitos dos exemplares que possuo, algumas delas reciprocamente avalizadoras, inter pares em admiração comum, mensagens de vida e de apreço que sabem a sonho e alimentam a fome sagrada dos que as têm por fundamentais. A maior parte delas têm-me como endereço, mas há muitas outras alheias, dirigidas a gente bem mais importante do que eu e que acabaram na mesma dispersão. Algumas das que me foram dirigidas provocam-me agora pesadelos, nomeadamente uma de Natália Correia, que exarou no exemplar que lhe apresentei para o efeito não me perdoar ter uma obra que ela não possuía e que há muito tempo perseguia!

E eu que não lhe a ofereci! Que mesquinho fui!

Chegou pois o tempo de decidir em consciência, escudando-me com o facto de estar a proceder de acordo com o destino de todas as grandes e pequenas bibliotecas que antecederam a minha.

Custa? Claro que sim! (…)"

Ramiro Teixeira, Excerto do “Prefácio” ao Catálogo do “Leilão daBiblioteca de Ramiro Teixeira”, Livraria Manuel Ferreira, Porto, 2015, Vol I

CATÁLOGO ONLINE AQUI [Vol I e Vol II]

J.M.M.

BIBLIOTECA DE RAMIRO TEIXEIRA – LEILÃO [PARTE I]


 
DIAS: 25-27 de Fevereiro (21,00 horas) | 28 de Fevereiro (15,30 horas) | 4-6 de Março (21,00 horas) | 7 de Março (15,30 horas);
LOCAL: Junta de Freguesia do Bonfim (Campo 24 de Agosto, Porto);

ORGANIZAÇÃO: Livraria Manuel Ferreira

CATÁLOGO ONLINE AQUI [Vol I e Vol II]

“… Walter Benjamin (I892-I940), crítico literário, ensaísta, tradutor, filósofo e sociólogo, escreveu algures que uma biblioteca constitui um testemunho credível do carácter do seu possuidor.

Decerto que sim, ainda que o presente catálogo não corresponda em rigor ao acervo da minha biblioteca. Antes de mais porque as obras ora apresentadas correspondem a menos de 50% das que possuo. Depois porque as registadas resultam da selecção criteriosa que o leiloeiro fez sobre o todo, orientando-se muito naturalmente pelo valor comercial ou potencial das que escolheu e pela experiência que tem recolhido dos licitantes de leilões.

Confrontando entre o que foi seleccionado e o que ficou, acho que as obras não escolhidas são mais susceptíveis de constituir um testemunho credível do meu carácter do que as primeiras. Para que conste, grosso modo, obras sobre Arte, Ensaios de Literatura e Crítica, Descobrimentos, História, Política, Religião, Sociologia, Ultramarina e Literatura Estrangeira, entre outras, foram excluídas em defesa delas próprias e dos seus autores, em face do escasso interesse que colhem na prática histórica dos leilões (…)

Refere A. Forjaz Sampaio no seu livro "Homens de Letras" (…), que um bibliófilo é sempre um bicho sossegado, um carcereiro de livros...

Estou com ele e acrescento: algumas vezes até carcereiro de livros que nunca leu e jamais virá a ler! (…)

Desde sempre tudo me interessou, acumulando livros numa demanda que se aproxima da procura mítica do Santo Graal, embora com incidência mais compulsiva nas épocas e autores que mais me fascinaram. Desde logo a Idade Média, o Humanismo, o Renascimento e o século XX. E quanto a autores, desde sempre, Santo António, S. Francisco de Assis, Dostoievsky, Proust, Thomas Mann, Faulkner,]oyce, Sartre, Camus, Camilo, Eça, Pessanha, Alves Redol, Vergílio Ferreira, Agustina Bessa Luís, António Rebordão Navarro, Ilse Losa, Luísa Dacosta, Mário Cláudio, Manuel Alegre, etc., mais a gente de Orpheu e da Presença.

Retomando a Forjaz Sampaio, no que diz respeito a bibliófilos, transcrevo: Um livro novo, a não ser que lhe garantam que é muito difícil de alcançar, não o tenta. Mas dêem-lhe um calhamaço joanino, com suas margens largas em rico papel de linho, suas vinhetas delicadíssimas, como já hoje não se grava, suas iniciais ornadas, sua encadernação do tempo, ou um pequeno quinhentista gótico (...) e vê-lo eis transmudado de sorumbático em bailador e de longorelhudo triste em farsola gracioso. (…)

Mas mais nos diz Walter Benjamin ao afirmar que, com o passar do tempo e com o crescimento da biblioteca, breve o bibliófilo passa a ter em atenção outros valores que não propriamente os do conteúdo, deixando-se seduzir pela excelência da impressão, das encadernações, das ilustrações, da raridade do exemplar, enfim, pelo valor que tais livros-objectos alcançam no mercado, fazendo-o transmigrar para a condição de investidor de capital.

A esta fatalidade confesso que também não escapei. Mas só muito moderadamente. Na verdade, escassas vezes me deixei seduzir por este parâmetro enquanto fim em si mesmo. Agora tratando-se de obra de autor ou de matéria em que estivesse a laborar, aí sim, não descansava enquanto a não obtivesse, olhando pouco ao preço e menos ainda à eventual valorização futura.

Na realidade nunca fiz da minha biblioteca um meio de investimento de capital. Tive-a sempre como fonte de união entre mim e o mundo, secundando Stefan Zweig que dizia que os livros são feitos para unir os homens.

Como tudo começou não sei bem, mas estou em crer que pelas tiras do Reizinho publicadas em "O Comércio do Porto", sem ainda saber ler, e depois pela banda desenhada de "O Príncipe Valente", em "O Primeiro de Janeiro", aos domingos.

Entretanto, fui acumulando a leitura da "Carochinha Japonesa" com as obras da Condessa de Ségur e das de Emílio Salgari, acrescidas, mais tarde, das de Júlio Verne, ao mesmo tempo que adquiria "Gibis" e demais banda desenhada, a par do "X-9", nas escadarias dos cinemas Rivoli, Coliseu do Porto e rampa do Parque das Camélias.

Com tais leituras a minha imaginação recriou-me como cavaleiro andante, pistoleiro, xerife, detective, aventureiro, capitão Marvel, Batman e demais... Os policiais vieram a seguir e tornaram-se quase uma obsessão. Fora estes, houve um em especial que li não sei quantas vezes: 'John, o Chauffeur Russo’ Primeiros livros, primeiros amores.

Os locais de aquisição eram os da Liv. Académica, alfarrabista Marinho, na rua Fernandes Tomás, junto ao antigo quartel dos Bombeiros, a par do outro estabelecimento na rua do Almada, dirigido pela sua irmã, no primitivo Candelabro, onde o Sr. Barros pontificava, e que tendo descoberto ter sido furtado de uma estátua, colocou na montra a peanha onde aquela se colocava, com um dístico a convidar o ladrão a levá-la sob o risco de desvalorizar o primitivo furto, e vez por outra na Casa Azul, na travessa de Cedofeita” [CONTINUA]

Ramiro Teixeira, Excerto do “Prefácio” ao Catálogo do “Leilão daBiblioteca de Ramiro Teixeira”, Livraria Manuel Ferreira, Porto, 2015, Vol I

[CONTINUA]

J.M.M.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

LEILÃO DE LIVROS


LEILÃO DE LIVROS

DIAS: 2/3/4 de fevereiro 2015 (21 horas);
LOCAL: Rua do Arco a São Mamede, 11, Lisboa;
ORGANIZAÇÃO: Aqueduto, Leilões

CATÁLOGOAQUI 

Nos próximos dias 2 a 4 de Fevereiro vai a martelo um Leilão de Livros, de diversas proveniências, elaborado, com competência, por José Vicente, reunindo 1583 peças bibliográficas de muita estimação, valiosas e raras, entre as quais estimados e invulgares estudos Históricos, obras de Genealogia, Inquisição, Companhia de Jesus, Caça, conjunto curioso de Monografias, interessantes peças Coloniais, lotes de livros de autores nacionais.  Está o seu Catálogo online para agrado do amador de livros.
[ALGUMAS REFERÊNCIAS NOSSAS]: A Arte Popular em Portugal / A Evolução do Sebastianismo, de Lúcio de Azevedo, 1918 / A Propósito de Caça, de João Maria Bravo / Armas e Troféus (1959, revista) / Bibliotheca Lusitana, de Barbosa Machado, IV vols / Colecção das Leis Decretos e Alvaras …, 1794 / Episódios Dramáticos da Inquisição Portuguesa, por António Baião (1936-38) / Genealogia Hebraica de José Maria Abecassis (1900-1) / Histoire du Clerge Pensant La Revolution Françoise, pelo Abade Barruel (1793) / O Portugal Vinícola, de Cincinnato da Costa (1900) / obras de Afonso Lopes Vieira, Almeida Faria, Almeida Garrett, Alves Redol, António Botto (Canções), António Cabral, António Garcia Ribeiro de Vasconcelos, António Lobo Antunes, António Maria Lisboa, Antunes da Silva, Aquilino Ribeiro, Augusto Abelaira, Augusto Casimiro, Augusto Gil, Branquinho da Fonseca, Caetano Beirão, Camilo Castelo Branco, Carlos de Oliveira, Damião Peres, Eça de Queiros, Eduardo Brasão, Eduardo de Noronha, Eugénio de Andrade, Fernanda Botelho, Fernão Lopes, Ferreira de Castro, Fortunato de Almeida, frei António Brandão, Guerra Junqueiro, Hipólito Raposo, Jaime Cortesão, João de Deus, João Gaspar Simões, João Paulo freire (Mário), Joaquim Leitão, Joaquim Martins de Carvalho, José Augusto França, José Cardoso Pires, José de Esaguy, José Rodrigues Miguéis, José Saramago, Luís de Albuquerque, Manuel Alegre, Mário Braga, Melo e Castro, Mário Saa, Natália Correia, Rui de Pina, Sebastião da Gama, Sousa Viterbo, Teixeira de Pascoaes, Urbano Tavares Rodrigues, Vergílio Ferreira / Orpheu (revista), 1915 / Subsídios para a Historia Militar das nossas Lutas Civis, por F. Sá Chaves, 1914, II vols / ... / 

CATÁLOGO ONLINE AQUI

J.M.M.         

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

LEILÃO DA BIBLIOTECA DO CORONEL JOSÉ PINTO FERREIRA (6ª PARTE)



DIAS: 19/20/21 de Janeiro 2015 (21 horas);
LOCAL: Palácio da Independência (Largo de S. Domingos, 11 – ao Rossio), Lisboa;
ORGANIZAÇÃO: José Vicente, Leilões


Nos próximos dias 19 a 21 de Janeiro haverá lugar ao curioso e valioso Leilão (6ª parte) da Biblioteca do Coronel José Pinto Ferreira, elaborado com a competência de José Vicente, estimado alfarrabista da livraria Olisipo, que reúne, nesta sua 6ª parte, um conjunto de peças raras sobre a Restauração, uma Camoneana e Camiliana curiosa, combinada com valiosas monografias, a que se junta obras invulgares sobre Constitucionalismo, História e Guerra Peninsular, volumes de Literatura, uma Brasiliana, colecções de desenhos e gravuras. Está o seu Catálogo online para essa “viagem de espírito” que é sempre o do amador de livros e nossa glória.

[ALGUMAS REFERÊNCIAS NOSSAS]: Catalogo Alfabetico das Obras Impressas de José Agostinho de Macedo (1849) / Album das Glorias …, 1880-1902, 37 numrs / Estudos de História, de Luís de Albuquerque, VI vols / Discurso Breve sobre o Estado da Administracao da Fazenda Publica …, por Antonio Jose Pedroso de Almeida, 1822 / Introducao a Convocação das Cortes …, por Francisco José de Almeida, Outubro de 1820 / Artes e Letras, Lisboa, 1872-75, IV vols / Notas e Documentos Ineditos para a Biographia de João Pinto Ribeiro, pelo Visconde de Baena, 1882 / Penafiel. Hontem e Hoje …, por Coriolano de Freitas Beça, 1896 / Bibliografia Geral Portugueza …, 1941, III vols / Anacephaleoses da Monarquia Luzitana, por Manuel Bocarro, 1809 [rara obra do médico, astrólogo e sebastianista Manuel Bocarro) / uma extensa, interessante e estimada Camoneana [registe-se o “The Lusiad or The Discovery of India na Epic Poem …, Oxford, 1776; Os Lusiadas, 3ª ed., 1779-80, III vols; Homenagem a Camões …, 1883] / a rara Carta ao Mui Reverendo padre José Agostinho de Macedo (de interesse maçónico), 1822, nº1 a nº3 (completo) / um conjunto de peças Camilianas / obras de Ferreira de Castro / o bem curioso Catalogo da Valiosa e Estimada Livraria do bem conhecido e afamado bibliophilo Agostinho Vito Pereira Merello (com invulgar pref. de Teófio Braga), 1898 / a estimada e completa Colecção Patrícia, 52 numrs / Constituiçoens Synodaes do Arcebispado de Braga, 1697 (2ª ed.) / rara peça de José Daniel Rodrigues da Costa, Comboy de Mentiras, Vindo do Reino petista com a fragata verdade encoberta por capitania, 1801, 24 numrs / Decadas da Asia …, por Diogo do Couto, 1736, III vols / A Biblia dos Bibliophilos …, por Xavier da Cunha, 1911 / raro livro de Tomás da Fonseca, Sermões da Montanha, 1909 / Brasões da sala de Sintra, de Anselmo Braamcamp Freire, 1921-30 82ª ed.) / lote valioso sobre a Guerra Peninsular / obras de Alberto Pimentel, Agustina Bessa-Luís, Alexandre Herculano, Almada Negreiros, Antero de Quental, Antero de Quental, Carolina Michaelis de Vasconcelos, Damião Peres, Eça de Queiroz, Emanuel Ribeiro, Garcia da Orta, Guerra Junqueiro, Joaquim Leitão, José Régio, Maurício de Oliveira, Miguel Torga, Nuno Alvares Pereira Pato Moniz, Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Ruy de Pina, Sousa Viterbo / conjunto notável de peças raras de José Agostinho de Macedo [registe-se o Epidecio na Morte de Manoel Maria Barbosa Du Bocage; o curioso Exorcismos contra periódicos e outros malefícios …; o raro Manifesto do Grande Oriente Lusitano Contra a Loja Regeneração (de evidente interesse maçónico); o tb raro opúsculo Refutação do Monstruoso e Revolucionario Escripto Impresso em Londres Intitulado Quem He Legitimo Rei de Portugal; a Refutação methodica das Chamadas Bazes da Constituição Politica da Monarquia Portugueza; o invulgar Sandoval Nu, e Cru; a já rara (qd completa) Tripa Virada (III numrs) / Lote de Manuscritos

CATÁLOGO ONLINE AQUI

J.M.M.         

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

VERITAS - LEILÃO DE LIVROS, MANUSCRITOS E FOTOGRAFIAS


DIA: 18 de Dezembro 2014 (21 horas);
LOCAL: Av. Elias Garcia, 157 A/B, Lisboa;
ORGANIZAÇÃO: Veritas Art Auctioneers

CATÁLOGO ONLINE – AQUI  

No próximo dia 18 de Dezembro há lugar ao interessante Leilão de Livros, Manuscritos e Fotografias, estimado conjunto de obras antigas, raras e valiosas que diz respeito a assuntos literários, históricos, científicos ou artísticos, e que vão a prego pela Leiloeira Veritas Art Auctioneers. O Catálogo – decerto sobre o judicioso e competente parecer do livreiro Luís Gomes (Artes & Letras) - é belo, profusamente ilustrado e de interesse bibliográfico. Está online para glória do amador de livros & outros distintos bibliófilos.

[ALGUMAS REFERÊNCIAS NOSSAS]: Almanach dos Caçadores (Zacarias d’Aça) / [Alcorão manuscrito Mughal Iluminado (sec. XVII/XVIII) / Almanaques [conjunto curioso] / Memoria sobre os Chafarizes, Bicas, fontes, … (José Sérgio Velloso de Andrade) / Luz da Liberal e Nobre Arte da Cavalaria, …, 1790 [estimada e valiosa obra de Manuel Carlos Andrade) / Manual de confessores & peninentes, …, 1552 (rara ed. de Martin Azpilcueta) / La chiere nuictee d’amour, …, de Balzac / Aguarelas do Comandante Pinto Basto … / Vocabulario portuguez e latino, …, de Bluteau / Ode a Charles Fourier (1947), de André Breton / MANUSCRITOS de interesse genealógico / Lote de obras de Camilo Castelo-Branco / Oaristos (1890), de Eugénio de Castro / Diario ecclesiastico, histórico, e astronómico para o reyno de Portugal, …, anno de 1744 / Historia e Genealogia (1923-26), por Afonso Dornellas / Poemas Lusitanos (2º ed.), de António Ferreira / interessante e valioso conjunto de Fotografias / A Arte e a Natureza em Portugal (1902-08), por Emilio Biel / Lote de (8) obras de Henrique Galvão / Folhas Cahidas (1853), de Garrett / Gazeta de Lisboa (1788-1797) / Critik der Urtheilskraft (1790), de Immanuel Kant / Portugal Antigo e Moderno, de Pinho Leal / Ortigões (1876-77), de Urbano Loureiro / (4) invulgares Aventais Maçónicos do sec. XIX, do REAA (emoldurados) / Le Capital (1ª ed. francesa, 1875), de Karl Marx / Les Essais de Michel, Seigner de Montaigne (1659, III vols) / Obras autografadas (e ms) de Vitorino Nemésio [conjunto muito raro e valioso] / Obras de António de Vasconcelos, Bernardim Ribeiro, Camilo Pessanha, Garcia de Resende, João do Rio, José Leite de Vasconcelos, José Queiroz, Manuel Teixeira-Gomes, Reinaldo dos Santos, Sousa Viterbo, Vítor Pavão dos Santos, Wenceslau de Moraes.

J.M.M.

sábado, 19 de outubro de 2013

JOAQUIM DA ROCHA PEIXOTO MAGALHÃES (1909-1999): CATÁLOGO DO ESPÓLIO DOCUMENTAL




Realiza-se no próximo dia 22 de Outubro de 2013, em Faro, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade do Algarve, a sessão de encerramento do ciclo de homenagem ao Prof. Joaquim Magalhães.

Depois da várias sessões que decorreram entre os meses de Março a Maio, com várias sessões que tivemos oportunidade de ir divulgando, resultou agora na publicação do Catálogo do Espólio Documental de Joaquim Magalhães (1909-1999), que será apresentado pelas 16 horas, na sala 2.35.

O evento conta com a presença do Professor Doutor Joaquim Romero Magalhães, professor aposentado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e filho do homenageado.

Com os nossos votos do maior sucesso para o evento e para as pessoas envolvidas neste projecto.

A.A.B.M.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

LEILÃO DA BIBLIOTECA DO CORONEL JOSÉ PINTO FERREIRA

A empresa José Vicente Leilões, está a levar a efeito, hoje, amanhã e depois um interessantíssimo leilão da Biblioteca do Coronel José Pinto Ferreira. As sessões realizam-se no Palácio da Independência, Lisboa, a partir das 21horas.

Com um total de 1017 lotes a leilão, encontram-se muitas obras que interessam ao bibliófilo e apaixonados pelo livro antigo. Entre as obras ligadas à República que podem interessar aos coleccionadores destacam-se:

- 435 GALERIA REPUBLICANA. Proprietario e editor - João José Baptista. Director: Magalhães Lima.Numero 1. 1882. 1º Anno (ao Nº 44- Outubro - 1883. 2º Anno. Lisboa. 1882 (a 1883). 44 Nos. In-Fólio. Encs. em 1. Encerra colaboração de Augusto Rocha, Alexandre da Conceição, Costa Godolphim,Gomes Leal, Teixeira Bastos, Theophilo Braga, etc. Colaborador fotográfico: António Maria
Serra. Cada número com o retrato fotográfico de cada biografado. Com um pequeno furo nos números 43 e 44, que não afectam letras do texto.

- 464 GRAINHA, Prof. M. Borges. - HISTÓRIA DO COLÉGIO DE CAMPOLIDE DA COMPANHIA DE JESUS, Escrita em latim pelos Padres do mesmo Colégio onde foi encontrado o manuscrito. Traduzida e prefaciada pelo... E mandada publicar pela Comissão Parlamentar nomeada pela Câmara dos Deputados da República Portuguesa para proceder ao exame dos papéis dos Jesuítas. Coimbra. Imprensa da Universidade. 1913. In-8º de LXXXI, 148 págs. Br. Pouco frequente. Ilustrada com estampas extratexto.

- 560 MARTINS, Rocha. - D. MANUEL II. História do seu Reinado e da Implantação da Republica. Lisboa. Nas Oficinas do ABC. MCMXXXI. In-Fólio de [10], 674 págs. Enc. Edição luxuosa, ilustrada com gravuras no texto e em folhas e em folhas à parte, sendo algumas destas a cores. Encadernação editorial em tela. Bem conservado.

- 905 HISTÓRIA DA REPÚBLICA. Edição comemorativa do cinquentenário da República. Lisboa. Editorial Século. S. data. In-4º de [2] págs. Enc.Edição monumental. Profusamente ilustrada a negro e a cores. Encadernação editorial em inteira de pele. Bem conservada.

Chamamos ainda a atenção para uma curiosa camoneana, onde existem múltiplas obras do autor dos Lusíadas, bem como um conjunto assinalável de obras sobre o mesmo autor e a obra.

O catálogo completo do leilão pode ser descarregado AQUI.

A.A.B.M.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

LEILÃO DE LIVROS E MANUSCRITOS DE JOSÉ VICENTE



Nos próximos dias 10, 11 e 12 de Dezembro vão realizar-se em Lisboa, no Palácio da Independência dois leilões, um de manuscritos, que pode ser consultado AQUI e outro de livros, organizados por José Vicente da Livraria Olisipo. Deste último permitam-nos destacar algumas obras que vão agora a leilão ligadas ao periodismo, ao memorialismo e aos estudos sobre o final da Monarquia e início da República. Apresentam-se abaixo algumas sugestões de destaques para os possíveis interessados:

- 001 AÇA, Zacharias d’. - LISBOA MODERNA. Lisboa. Livraria Editora Viúva Tavares Cardoso. 1906. In-8º de 525, [1] págs. Enc.  Primeira edição. Encadernação em material sintético. Sem capas.
- 014 ALMANACH ILLUSTRADO DO OCIDENTE.1882/3/4/6/8/9;1900/2/3/4/5/8/13. Encs. em 1. Conjunto de 15 Almanaques Ilustrados do Ocidente, sendo o de 1900 repetido. Ainda o Almanaque Brasil-Portugal de 1900. Encadernação meia de pele.

- 006  ÁGUIA (A). Órgão da Renascença Portuguesa. Porto. Empreza Industrial Gráfica e outras. 1910 (a 1932). 5 Séries. In-8º Enc. e Brs. Colecção completa, sendo o nº 10/11 da 4ª série fac-similado. Este número, foi na época apreendido pela censura e há anos atrás, 3 livreiros fizeram uma edição fac-similada deste número, aliás  muito bem conseguida, que se encontra nesta colecção. Compõe-se da seguinte forma: 1ª Série,12 Nos; 2ª Série, 120 Nos; 3ª Série, 60 Nos; 4ª Série, 12 Nos; 5ª Série, 3 Nos. A Águia, revista de literatura, arte, ciência, filosofia e crítica social, fundada por Álvaro Pinto, desempenhou relevante papel na vida mental portuguesa do primeiro quartel do século XX. Foram seus directores, entre outros, Teixeira de Pascoaes, António Carneiro, José de Magalhães, Leonardo Coimbra, Hernâni Cidade, Teixeira Rego e Sant’anna Dionisio. Encerram colaboração de Teixeira de Pascoais, Fernando Pessoa, Raul Brandão Mário Brandão, Augusto Casimiro, Jaime Cortesão, Afonso Duarte, Afonso Lopes Vieira, Camilo Pessanha, Mário de Sá-Carneiro, Eugénio de Castro, Raul Brandão, Vitorino Nemésio, Wenceslau de Moraes, José Régio, Alberto Pimentel, etc. Algumas folhas do Volume VI. Os números 1 e 2 da 1ª Série são da 2ª edição. Esta série está encadernada com boa encadernação inteira de pele.

- 041 ARQUIVO NACIONAL. Director: Rocha Martins. Editor: Américo de Oliveira. Ano I - Nº 1. Lisboa. 15 de Janeiro de 1932 (ao Ano XI - Nº 511. 1942). 522 Números. In-Fólio. Encs, em 11 Vols. Colecção com falta dos últimos 51 números. Repositório da vida nacional, relatando tudo o que de importante se passou em Portugal e no Mundo, no campo das artes, literatura, história, etc. Encadernações uniformes em tela. Bem
conservados.

- 090  BOMBEIRO (O). Órgão dos Bombeiros Voluntários Portugueses. Quinzenário ilustrado. Porto. Typographia Occidental. 1889 (a 1892). In-Fólio de 196, 195, 62 págs. Enc. Muito raro. Colecção completa, condizendo com a descrição da Biblioteca Nacional de Portugal, que indica como subtítulo: Órgão dos Bombeiros Voluntários Portuenses. Encerra colaboração valiosa de especialistas na matéria. Encadernação moderna meia de pele.

- 105 BRASIL, Assis. - A REPUBLICA FEDERAL. Brasil, Assis Rio de Janeiro. Typ. de G. Leuzinger & Filhos. MDCCCLXXXI. In-8º de XV, 304 págs. Enc. Primeira edição desta importante obra do grande cientista político brasileiro. Assis Brasil foi um defensor acérrimo da democracia representativa para o Brasil. Este foi o seu primeiro livro, publicado nos seus 23 anos. Raro e procurado. Encadernação meia de pele.

- 107  BREYNER, Thomaz Mello. - MEMÓRIAS DO PROFESSOR... 4º Conde de Mafra. 1869-1880 e 1880-1883. Lisboa. Parceria António Maria Pereira. 1930 (e 1934). In-8º. 2 Vols. In-8º Encs. Prefácio de Manuel d’Oliveira Ramos. Edição valiosa para a história política da época. Ilustrada com numerosas estampas impressas no texto e em separado. O 2º volume é muito raro. O primeiro volume com a encadernação editorial em tela, a do 2º volume é uma imitação quase perfeita do primeiro volume.

- Entre os lotes 141 e 238 uma extensa e interessantíssima colecção Camiliana que vai a leilão, com muitas primeiras edições. Ao cuidado do camilianos consultar com toda a atenção. Para além de um conjunto importante de obras sobre Camilo Castelo Branco publicadas por variados autores.

- 276  CONTEMPORÂNEA. Grande Revista Mensal. Director: José Pacheco. Editor: Agostinho Fernandes. Lisboa. Imprensa Libânio da Silva. 1915 (a 1926). 14 Nos. In-4º Brs. Colecção composta dos Números 1 a 9 da 1ª série, 2ª Série: Nos. 1 e 2, incompletos, Nº 3 completo e o Número Specimen. Encerra colaboração de Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada, Camilo Pessanha, Carlos Queiroz, António Botto, Raul Leal, Mário Saa, Eugénio de Castro, Teixeira de Pascoaes, José Régio, Amadeu de Sousa Cardoso, etc. Ilustrações de Jorge Barradas, Mily Possoz, Bernardo Marques, Diogo de Macedo, Stuart e muitos outros.

- 335 DIONYSIOS. Revista mensal de Philosophia, Sciencia e Arte. Directores: Aarão de Lacerda e João de Lebre Lima. Coimbra e Porto. 1912 (a 1928). 4 Séries - 17 números. Brs. Colecção completa. As 4 Séries Compõem-se de 5, 4, 6 e 2 números. Encerram colaboração de Aarão de Lacerda, Afonso Lopes Vieira, Agostinho da Silva, Afonso Duarte, António Sardinha, Hipólito Raposo, Mário Beirão, Vergílio Correia, etc. Algumas capas de brochura com pequenos defeitos.

- 399  FRANÇA, José-Augusto. - A ARTE EM PORTUGAL NO SÉCULO XX. (1911-1961). Lisboa. Bertrand Editora. 1974. In-4º de 644, [1] págs. Enc. Primeira edição, apreciada e pouco vulgar. Muito ilustrada. Encadernação editorial em tela com a sobre-capa policromada.

- 400  FRANÇA, José Augusto. - RAFAEL BORDALO PINHEIRO O PORTUGUÊS TAL E QUAL. Lisboa. Livraria Bertrand. 1981. In-8º de 653, [1] págs. Enc. Edição original. Profusamente ilustrada a negro e a cores. Encadernação editorial em tela, com
a sobre-capa.

- 446  GRAINHA, Prof. M. Borges. - HISTÓRIA DO COLÉGIO DE CAMPOLIDE DA COMPANHIA DE JESUS, Escrita em latim pelos Padres do mesmo Colégio onde foi encontrado o manuscrito. Traduzida e prefaciada pelo... E mandada publicar pela Comissão Parlamentar nomeada pela Câmara dos Deputados da República Portuguesa para proceder ao exame dos papéis dos Jesuítas. Coimbra. Imprensa da Universidade. 1913. In-8º de LXXXI, 148 págs. Enc. Pouco frequente. Ilustrada com estampas extratexto. Encadernação inteira de pele. Capa de brochura da frente preservada.

- 461  HISTÓRIA DA LITERATURA PORTUGUESA ILUSTRADA. Publicada sob a
direcção de Albino Forjaz de Sampaio. Volume Primeiro (ao Volume Quarto). Volume I (ao Volume IV). Paris-Lisboa. 1929 (a 1942). 4 Vols. In-4º. Encs. Edição monumental, impressa sobre papel couché e ilustrada com centenas de gravuras, no texto e em separado, algumas a cores. Encerra colaboração de Afonso Lopes Vieira, Fidelino de Figueiredo, Fortunato de Almeida, José Joaquim Nunes, José Leite de Vasconcelos, Amzalak, Reinaldo dos Santos, Vitorino Nemésio, Damião Peres, etc., etc. Encadernações editoriais em pele, com ferros a ouro e a seco nas lombadas e pastas. Muito rara quando acompanhada do 4º volume. Bem conservados.

- 462  HISTÓRIA DE PORTUGAL. Volume I (ao Volume Sexto). Lisboa. Off. de J.A. de Mattos. 1876 (a 1877). 6 Vols. In-4º Encs. em 3. Colaboração de António Enes, Bernardino Pinheiro, Eduardo Vidal, Gervásio Lobato, Luciano Cordeiro e M. Pinheiro Chagas. Ilustrados. Encadernações meias de pele.

- 506 LEITÃO, Joaquim. - OS CEM DIAS FUNESTOS. (Processo e condemnação do ultimo Presidente do Conselho de 1910, Antonio Teixeira de Sousa, e do seu livro “Para a Historia da Revolução”). Porto. MCMXII. In-8º de XXII, 543 págs. Enc. Incluída na série “Uma Epoca”. Valiosa para a história política da época. Encadernação meia de pele. Com capas. Bom exemplar.

- 561 MARTINS, Rocha. - D. CARLOS. História do seu reinado. Lisboa. A.B.C. 1930. Fólio de [6], 603, [1] págs. Enc. Edição luxuosa, profusamente ilustrada no texto e em separado a negro e a cores. Encadernação original meia de pele, com o brasão de D. Carlos a ouro na pasta da frente.

- 562 MARTINS, Rocha. - JOÃO FRANCO E O SEU TEMPO. Lisboa. Oficinas do A B C. S. data. In-4º de [3], 524 págs. Enc. Profusamente ilustrado no texto. Com dedicatória do autor a Carlos de Ornelas. Encadernação meia de pele, possuindo na pasta da frente o brasão de armas reais. Com capas de brochura.

- 646  PENSAMENTO. Órgão do Instituto de Cultura Socialista. Editor: António Fernandes; Directores: Ilidio Santos Pinto, J. Fernandes Alves. Porto. 1930 (a 1940. 156 Números. In-4º Encs. em 9 Vols.  Colecção completa. Revista de orientação socialista em que colaboraram a maior parte dos intelectuais e escritores republicanos e socialistas, depois da imposição da Ditadura. Carlos Reis defende que o movimento literário neo-realista nasceu nesta revista. Colaboração de Abel Salazar, Agostinho da Silva, Alberto de Oliveira, Alberto Pimentel, Filho, Álvaro Feijó, Almerindo Lessa, Angelina Vidal, Belo Redondo, Tomás da Fonseca, Florbela Espanca, Raul Brandão, Dórdio Gomes e muitos outros. Encadernações modestas em tela.

- 669  PINHEIRO, Rafael Bordalo. - O CALCANHAR D’ACHILLES. Álbum de Caricaturas. Gravadas a agua forte pelo auctor. Lisboa. 1870. In-4º oblongo de [2], 29 págs. Br. Edição original. Ilustrada com 6 águas-fortes estampadas na Academia de Bellas Artes de Lisboa por Rodrigues. Bom exemplar.

- 670  PINHEIRO, Rafael Bordallo. - RAPHAEL BORDALLO PINHEIRO. I - O CARICATURISTA Desenhos escolhidos por Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro. Com um estudo de Manoel de Sousa Pinto. Lisboa. Livraria Ferreira. 1915. In-4º de LXXXVII, 155 págs. Br. Muito ilustrado. Pouco frequente. Assinatura no anterrosto.

- 790  SANTOS, Machado dos. - A REVOLUÇÃO PORTUGUEZA. (1907-1910. Relatório 98 de... Lisboa. Papelaria e Tipographia Liberty. 1911. In-8º de 174 págs. Enc. Ilustrado com a reprodução de documentos e fotografias relativos à república. Exemplar com o primeiro caderno trocado, mas completo. Falta de pedaço de papel na margem inferior da capa de brochura da frente.

-880 VIDAL, Angelina. - LISBOA ANTIGA E LISBOA MODERNA. ELEMENTOS HISTÓRICOS DA SUA EVOLUÇÃO. Lisboa. Livraria Moraes. 1900. In-4º de 176 págs. Enc. 1ª edição. Bela encadernação em chagrin com ferros a ouro na lombada e pastas e o brasão de Lisboa na pasta frontal.


O catálogo completo dos livros pode ser consultado AQUI.

Um evento a acompanhar com toda a atenção.

A.A.B.M.