
Colaborador regular de variados órgãos da imprensa periódica, dos quais conseguimos localizar os seguintes:
A Águia,
Alma Nova (Faro-Lisboa, 1914-1930),
Amanhã (Lisboa, 1909),
Atlântida (Portugal-Brasil, 1915-1920)
Azulejos (Lisboa, 1907-1909),
Boletim Geral das Colónias,
Coimbra dos Poetas (Coimbra, nº único, 1913),
Conímbriga (Coimbra, nº único, 1923),
Cultura (Lisboa, 1929-1930),
O Diabo (Lisboa, 1934-1940),
Diário de Lisboa,
Diário de Notícias,
O Domingo (Angra do Heroísmo, 1909-1911),
Gente Nova (Coimbra, 1912-1913),
Gente Nova (Lisboa, 1922-1923),
Ideia Livre (Porto, 1911-1916),
Ilustração Popular (Porto, 1908-1909),
A Manhã (Lisboa, 1917-1922),
Mocidade Africana (Lisboa, 1930-1932),
A Nossa Revista (Porto, 1921-1922),
Notícias da Madeira (Funchal, 1931),
Panorama (1940),
Portas do Sol (Santarém, 1917),
Portucale (Porto, 1928-1966),
Portugal em África (1894-1910; 1944-1973),
Província de Angola,
A Rajada (Coimbra, 1912),
A Revolta (Coimbra, 1922-1924),
República,
Serões (Lisboa, 1901-1911),
Seara Nova,
Tempo (Lisboa, 1975-1989);
Tradição (Coimbra, nº único, 1920),
Tríptico (Coimbra. 1924-1925),
A Vida (Porto, 1905-1910),
Vida Portuguesa (Porto, 1912-1915) e
A Vitória (Lisboa, 1919-1922).
Augusto Casimiro colaborou na primeira série de
A Águia com o pseudónimo de Maria de Castro (
Mário Cláudio, “Um caso singular de Heteronomia: Maria de Castro”,
Jornal de Notícias, 22-07-1980).
Prefaciou também a obra de
Cruz Andrade,
A perdição: contos, Tip. Semedo, Castelo Branco, 1957.
Enquanto estudante em Coimbra fez parte do
Orfeão Académico.
Entre outras, publicou as seguintes obras:
•
Para a Vida, 1906
•
A Vitória do Homem, 1910
•
A Tentação do Mar, 1911
•
A Evocação da Vida, 1912
•
O Elogio da Primavera, 1912
•
A Primeira Nau, 1912
•
À Catalunha, 1914
•
Primavera de Deus, 1915
•
A Hora de Nun'Álvares – versos , 1916
•
Nas trincheiras: fortificação e combate (co-autoria com Mouzinho de Albuquerque), 1917
•
Nas Trincheiras da Flandres (com desenhos de Diogo de Macedo e Cristiano Cruz), 1918
•
Sidónio Pais": algumas notas sobre a intervenção de Portugal na Grande Guerra, 1919
•
Calvário da Flandres: 1918, 1920
•
Oração Lusíada•
Os Portugueses e o Mundo•
O Livro das Bem Amadas, 1921
•
O Livro dos Cavaleiros, 1922
•
Naulila: 1914, 1922
•
A Educação Popular e a Poesia, 1922
•
África Nostra, 1923
•
Nova Largada – Romance de África, 1929
•
Ilhas Crioulas, 1935
•
A Alma Africana, 1936
•
Paisagens de África, 1936
•
Cartilha Colonial, 1937
•
Momento na Eternidade, 1940
•
Portugal Crioulo, 1940
•
A Vida Continua, 1942
•
D. Teodósio II [trad. do castelhano, da obra de D. Francisco Manuel de Melo], 1944
•
O Segredo de Potsdam, 1945
•
Lisboa Mourisca: 1147-1947, 1947
•
Conquista da Terra: Hidráulica Agrícola Nacional•
Nun'Álvares e o seu Monumento•
Portugal na História, 1950
•
S. Francisco Xavier e os Portugueses, 1954
•
Portugal Atlântico – Poemas da África e do Mar, 1955
•
Dona Catarina de Bragança: Rainha de Inglaterra, filha de Portugal, 1956
•
Angola e o Futuro: alguns problemas fundamentais•
Obra Poética de Augusto Casimiro (prefácio de José Carlos Seara Pereira), Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 2001;
•
A Ocupação Militar da Guiné, na
História da Expansão Portuguesa no Mundo, vol.III, Lisboa, 1942, pp. 359-362.
Augusto Casimiro era casado com
Adelina de Sousa Casimiro. Do casamento resultaram os seguintes filhos:
Ângelo Zuzarte Cortesão Casimiro, advogado;
Pedro Augusto Cortesão Casimiro, médico;
Mário Augusto Cortesão Casimiro;
Jaime Zuzarte Cortesão Casimiro;
Augusto Zuzarte Cortesão Casimiro.
Augusto Casimiro faleceu a 23 de setembro de 1967, em Lisboa. Dias antes tinha sido submetido a uma cirurgia melindrosa no Hospital de Jesus. O seu corpo foi depositado no talhão dos combatentes no cemitério do Alto de São João.
Bibliografia Consultada:
-
Farinha, Luís,
República, Guerra e Colónias – um “destino” cruzado do devir português, IHC-FCSH, UNL;
-
Fraga, Luís Alves de,
Do Intervencionismo ao Sidonismo. Os dois segmentos da política de guerra na 1ª República, 1916-1918, Imprensa da Universidade, Coimbra, 2010;
-
Leal, Ernesto Castro,
MEMÓRIAS DA GRANDE GUERRA (1914-1918) NA “RENASCENÇA PORTUGUESA”,
Cogitationes. Filosofia, Artes, Humanidades, Ano I, Nº 03, Juiz de Fora, dezembro/2010 - março/2011
-
Matos, Helena,
Salazar. A Construção do Mito, 2 vols, Círculos de Leitores, Camarate, 2003;
-
Pereira, José Pacheco,
Álvaro Cunhal Uma Biografia Política. O Prisioneiro (1949-1960), Círculo de Leitores, Camarate, 2001.
A.A.B.M.