sábado, 30 de junho de 2012

O ALDRABÃO PIMENTA E A SUA "HISTÓRIA"



O ALDRABÃO PIMENTA E A SUA "HISTÓRIA". Análise contundente às parvoíces insanáveis dum megalómano mental [c/ ilustrações de Francisco Valença], de JOÃO PAULO FREIRE (MÁRIO), 1934, III vols [60-76-88 pgs].

Subtítulos:

I Opúsculo: Primeira corrida em pêlo - A Prefação
II Opúsculo: Segunda corrida em pêlo - Do 1º Parágrafo
III Opúsculo: Terceira e ùltima corrida em pêlo - Em Pleno Monturo.

Polémica jocosa [trata-se de um violento ataque á obra de Alfredo Pimenta] à volta duns duvidosos Elementos de História de Portugal de Alfredo Pimenta:

"... Estou arrependido de ter comparado êste biltre [Alfredo Pimenta] ao truculento José Agostinho de Macedo. O frade de Beja era incapaz de escrever esta protérvia, porque o irrequieto tonsurado era mau, mas tinha talento e sabia gramática. Êste tratante dos Elementos nem talento, nem gramática ..."

via FRENESI

J.M.M.

ABEL SALAZAR - DIGRESSÕES EM PORTUGAL


LIVRO:Digressões em Portugal [vol. 1 e único publ.], Abel Salazar, Porto, Imprensa Portuguesa, 1935, 220 pgs

"Este livro data do ano em que o médico e pintor neo-realista Abel Salazar começa a ser perseguido pelas polícias do regime fascista por 'delito de opinião'. Trata-se da reflexão de um intelectual extremamente culto acerca do seu país, acerca dos lugares, do tempo e do modo; exemplo estimável de memorialismo" [AQUI]

via FRENESI

J.M.M.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

JAIME CORTESÃO E A ARRÁBIDA


COLÓQUIO: JAIME CORTESÃO E A ARRÁBIDA;
DIA: 30 de Junho (10,30 horas);
LOCAL: Biblioteca Municipal de Sesimbra [sala Polivalente];
ORGANIZAÇÃO: Círculo Cultural António Telmo, C.M. Sesimbra, revista Nova Águia, revista Cadernos de Filosofia Extravagante.

TEMAS/ORADORES: Jaime Cortesão e o “Risco” da Renascença Portuguesa [António Braz de Oliveira]; A Renascença Portuguesa e o Percurso Político e Historiográfico de Jaime Cortesão [Nuno Sottomayor Ferrão]; Jaime Cortesão, A Renascença Portuguesa e o Ensino da História Pátria [Pedro Martins]; Jaime Cortesão e Agostinho da Silva [Renato Epifânio]; A Poesia de Jaime Cortesão [António Cândido Franco]; O Franciscanismo de Jaime Cortesão [Elísio Gala]; Jaime Cortesão e a Arrábida [Roque Braz de Oliveira]; ÁS 18 HORAS: Visionamento do filme "O Convento", de Manoel de Oliveira.

Dar conteúdo renovador e fecundo à revolução republicana, eis, nas palavras de Jaime Cortesão, o propósito fundamental da Renascença Portuguesa, movimento cultural, patriótico e cívico de importância superlativa na vida espiritual do nosso país, e de que, em 2012, se comemora o primeiro centenário ..." [ler mais AQUI - II ciclo de estudos em homenagem a António Telmo. O legado da Renascença Portuguesa: livros e autores]

J.M.M.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

SABEDORIA DO SILÊNCIO: HERMETISMO E ROSACRUZ


EXPOSIÇÃO: Sabedoria do Silêncio: Hermetismo e Rosacruz no Pensamento Humanista Ocidental;
LOCAL: Torre do Tombo [sala de exposições];
DATA: de 13 de Abril a 31 de Agosto
ORGANIZAÇÃO: Fundação Rosacruz, Direção-Geral de Arquivos.

LANÇAMENTO DO LIVRO: "Sabedoria do Silêncio: Hermetismo e Rosacruz no Pensamento Humanista Ocidental";
DIA: 29 de Junho (18 horas);
LOCAL: Torre do Tombo (Sala de Exposições);
APRESENTAÇÃO: Pilar Garrido Clemente [U.N.L]

[SOBRE A EXPOSIÇÃO]: "É consensual que as ideias do Hermetismo da Antiguidade, recuperado no Renascimento junto com Platão, tiveram profunda influência na arte, na ciência e na filosofia do Iluminismo e indiretamente na modernidade. O século XVII conheceu um impulso de renovação profunda em todas as áreas da sociedade, que foi sintetizado nos Manifestos Rosacruzes, de autoria de sábios e eruditos europeus conhecidos, que inspiraram diversos movimentos até à atualidade.

A exposição, patente na Torre do Tombo até final de Agosto, pretende apresentar uma síntese de textos, imagens e documentos capazes de proporcionar a quem se aproxima deste tema pela primeira vez, a descoberta de uma grande riqueza filosófica e simbólica. Por outro lado, a exposição pretende proporcionar elementos suficientes para quem quiser investigar mais profundamente esta corrente de pensamento que une liberdade e responsabilidade, na busca do objetivo e fim último do Homem
" [via TORRE DO TOMBO]

J.M.M.

O BRANCO E NEGRO. REVISTA ILLUSTRADA



O BRANCO E NEGRO. Revista Semanal Illustrada para Portugal e o Brasil – Ano I, nº 1 (18 Março 1899) ao Ano I, nº 4 (29 Abril 1899); Editor: J.[osé] do Patrocínio G.[omes] de Sousa; Direcção Artística: [António Tomás] Conceição Silva; Director Responsável [a partir nº3]: Luiz Antonio Sanchez; Redacção e Administração: Rua do Diário de Notícias, 45, 1º, Lisboa [ao nº3, Rua Ivens, 52, Lisboa]; Impressão: Libânio [Venâncio] da Silva, Rua do Norte, 91; 1899, 4 numrs,

Colaboração/texto & Ilustração [alguma sob pseudónimo]: Alberto Bramão, Alfredo Gallis, Armodio,Barbaro, Candido de Figueiredo, Celso Hermínio [ilustração], Dr. Philogyno, Eduardo Fernandes (Esculapio), Galhardo [ilustração], Henrique de Vasconcellos, J. Simões Dias, Jorge Collaço [ilustração], Petrus, Schop, Siphax, Viscondessa de Bercy, Y.Z.

FICHA BIBLIOGRÁFICA AQUI [por Rita Correia]

O BRANCO E NEGRO AQUI Digitalizado - via Hemeroteca Municipal de Lisboa.

J.M.M.

MULHERES DE ARMAS - ISABEL LINDIM


LIVRO: Mulheres de Armas. Histórias das Brigadas Revolucionárias. As Acções Armadas, os Riscos, as Motivações;
AUTORA: Isabel Lindim [pref. Isabel do Carmo];
EDITORA: Objectiva.

"O primeiro livro sobre o papel das mulheres nas Brigadas Revolucionárias, protagonistas de uma história ímpar, que nos ajuda a perceber como se chegou à Revolução. Um livro de testemunhos inéditos, com a mais-valia de uma contextualização histórica da autoria de Isabel do Carmo, elemento fundador das Brigadas Revolucionárias.

As histórias contadas em Mulheres de Armas poderiam fazer parte de um romance, mas aconteceram de facto, na década de 1970, e fazem parte da história da luta anti--fascista em Portugal. Nos anos que antecederam a Revolução de Abril de 1974, existiram grupos de ação armada, formados por cidadãos que não acreditavam que o regime cairia por si.

Uma dessas organizações chamava-se Brigadas Revolucionárias e durante quatro anos, de 1970 a 1974, combateu a ditadura e criou uma nova forma de luta. Com alguma ingenuidade mas muita perícia, este grupo conseguiu abalar o sistema e desorientar a polícia do Estado. O principal objetivo era boicotar a política colonial, daí que os alvos primordiais das ações fossem quartéis e material militar, seguindo o princípio de não afetar vidas humanas.

Quando, em 2007, a jornalista Isabel Lindim começou a recolher documentos sobre as Brigadas Revolucionárias e o Partido Revolucionário do Proletariado, deparou-se com as histórias de várias mulheres ligadas à organização. Mulheres que participaram em ações, colocaram explosivos e assaltaram bancos. Mulheres que se movimentaram na retaguarda das Brigadas e que prestaram o apoio fundamental à formação de uma base sólida de luta
" [ler AQUI]

J.M.M.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

PELA GREI (1918-1919) E O SIDONISMO

DAS REVISTAS POLÍTICAS E LITERÁRIAS NA I REPÚBLICA

ORADOR: Álvaro Costa de Matos (Hemeroteca Municipal de Lisboa/Centro de Investigação de Média e Jornalismo)

DIA: 26 de Junho (18 horas);

LOCAL: Biblioteca-Museu República e Resistência / Cidade Universitária, Lisboa);

ORGANIZAÇÃO: Biblioteca-Museu República e Resistência & Hemeroteca Municipal de Lisboa.

A sétima e última conferência deste ciclo que se encerra amanhã.

Uma interessante iniciativa que não podíamos deixar de recomendar a todos os que nos visitam e acompanham as nossas sugestões.

A.A.B.M.

domingo, 24 de junho de 2012

PROJECTO DEFINITIVO DE CONSTITUIÇÃO MAÇÓNICA [1907]


PROJECTO DEFINITIVO DE CONSTITUIÇÃO MAÇÓNICA e Seus Respectivos Relatórios pelos IIr:. Leopoldo Pinto Soares, 25:. (Vice-Presidente do Conselho da Ordem) & Fausto de Quadros, 32:. (Grande Secretário Geral da Ordem). Seguido dos Pareceres do Conselho da Ordem e do Supremo Conselho do Gr:. 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito. Trabalho executado por determinação do Conselho da Ordem para ser discutido na Grande Loja Symbolica Constituinte em Novembro de 1907, Edição Official, Lisboa, Typographia Casa Portugueza, 1907, 121-III pgs.

Trata-se do Projecto de Constituição, que a Grande Loja Simbólica debateu e aprovou, entrando em vigor a 31 de Dezembro de 1907 (manteve-se até 2 de Janeiro de 1912). Diga-se – porque voltaremos ao tema - que a 30 de Setembro de 1907 o Supremo Conselho do Grau 33º do REAA tinha dado o seu parecer positivo

[curiosamente, o nascente conflito entre o Conselho da Ordem e o Supremo Conselho, com evidências em Maio de 1911 e Março de 1912, atinge a sua gravidade maior a Julho de 1914. Em prancha, o Supremo Conselho de Grau 33º do REAA, irá reassumir a sua autonomia, defendendo a Constituição de 1871 e considerando ser o Grande Oriente uma "federação de ritos" (e não uma federação de lojas), o que leva à cisão no G.O.L.U. O Supremo Conselho, ou uma parte daquela câmara litúrgica, afasta-se do G.O.L.U. e constitui-se em nova Obediência, denominada para os profanos como Grémio Luso-Escocês [já, AQUI, isso registámos]. No entanto, é evidente que nesta dissidência, mesmo que a questão sobre o texto constitucional (e dos ritos) esteja presente, o que se manifestava desde logo era os efeitos que crise a que a República tinha chegado já e a excessiva intervenção política dos Irmãos].

No Projecto da Constituição Maçónica (1907) foram relatores:

- Leopoldo Augusto Pinto Soares [1872-1938], n.s. César, proprietário e capitão de cavalaria, Venerável da Loja Razão Triunfante, de Lisboa, e que acompanha em 1914 a cisão acima referida;

- (o republicano) Fausto de Quadros [1879-1956], n.s. Bismark, Grande Secretário-geral da Ordem [sucedeu a Feio Terenas], nascido em Coimbra (seu pai era escrivão da Câmara Eclesiástica). Foi desembargador, juiz de Relação e advogado. Iniciado (1900) na R. L. Perseverança (Coimbra), pertenceu á Loja Pátria, nº 222, ainda de Coimbra (de que foi fundador e seu Venerável), e à Loja Justiça, de Lisboa (foi seu Venerável até 1905), ascendendo depois a Grande-secretario Geral da Ordem (era presidente do Conselho da Ordem, Sebastião Magalhães Lima). Foi expulso (irradiado) do G.O.L.U., pelo Acórdão, resultante do processo instaurado (“por desvios de metais, livros e mais documentos”) pelo Grande Tribunal Maçónico Federal do G.O.L.U., de 14 de Agosto de 1909. Tais motivos, porém, não foram (ainda) convenientemente esclarecidos [voltaremos a uma nova entrada sobre Fausto de Quadros, procurando clarificar melhor esta questão que ensombrou o G.O.L.U.]. Em Outubro de 1924, aparece ligado ao Rito Antigo e Primitivo de Memphis-Misraim, em Luanda [sob direcção do Soberano Santuário de Memphis-Misraim para França, que tinha 11 lojas sob a sua jurisdição, entre elas a de Luanda].

FOTO via Livraria Manuel Ferreira

J.M.M.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

AUGUSTO CASIMIRO (PARTE III)


Colaborador regular de variados órgãos da imprensa periódica, dos quais conseguimos localizar os seguintes: A Águia, Alma Nova (Faro-Lisboa, 1914-1930), Amanhã (Lisboa, 1909), Atlântida (Portugal-Brasil, 1915-1920) Azulejos (Lisboa, 1907-1909), Boletim Geral das Colónias, Coimbra dos Poetas (Coimbra, nº único, 1913), Conímbriga (Coimbra, nº único, 1923), Cultura (Lisboa, 1929-1930), O Diabo (Lisboa, 1934-1940), Diário de Lisboa, Diário de Notícias, O Domingo (Angra do Heroísmo, 1909-1911), Gente Nova (Coimbra, 1912-1913), Gente Nova (Lisboa, 1922-1923), Ideia Livre (Porto, 1911-1916), Ilustração Popular (Porto, 1908-1909), A Manhã (Lisboa, 1917-1922), Mocidade Africana (Lisboa, 1930-1932), A Nossa Revista (Porto, 1921-1922), Notícias da Madeira (Funchal, 1931), Panorama (1940), Portas do Sol (Santarém, 1917), Portucale (Porto, 1928-1966), Portugal em África (1894-1910; 1944-1973), Província de Angola, A Rajada (Coimbra, 1912), A Revolta (Coimbra, 1922-1924), República, Serões (Lisboa, 1901-1911), Seara Nova, Tempo (Lisboa, 1975-1989); Tradição (Coimbra, nº único, 1920), Tríptico (Coimbra. 1924-1925), A Vida (Porto, 1905-1910), Vida Portuguesa (Porto, 1912-1915) e A Vitória (Lisboa, 1919-1922).

Augusto Casimiro colaborou na primeira série de A Águia com o pseudónimo de Maria de Castro (Mário Cláudio, “Um caso singular de Heteronomia: Maria de Castro”, Jornal de Notícias, 22-07-1980).
Prefaciou também a obra de Cruz Andrade, A perdição: contos, Tip. Semedo, Castelo Branco, 1957.

Enquanto estudante em Coimbra fez parte do Orfeão Académico.

Entre outras, publicou as seguintes obras:
Para a Vida, 1906
A Vitória do Homem, 1910
A Tentação do Mar, 1911
A Evocação da Vida, 1912
O Elogio da Primavera, 1912
A Primeira Nau, 1912
À Catalunha, 1914
Primavera de Deus, 1915
A Hora de Nun'Álvares – versos , 1916
Nas trincheiras: fortificação e combate (co-autoria com Mouzinho de Albuquerque), 1917
Nas Trincheiras da Flandres (com desenhos de Diogo de Macedo e Cristiano Cruz), 1918
Sidónio Pais": algumas notas sobre a intervenção de Portugal na Grande Guerra, 1919
Calvário da Flandres: 1918, 1920
Oração Lusíada
Os Portugueses e o Mundo
O Livro das Bem Amadas, 1921
O Livro dos Cavaleiros, 1922
Naulila: 1914, 1922
A Educação Popular e a Poesia, 1922
África Nostra, 1923
Nova Largada – Romance de África, 1929
Ilhas Crioulas, 1935
A Alma Africana, 1936
Paisagens de África, 1936
Cartilha Colonial, 1937
Momento na Eternidade, 1940
Portugal Crioulo, 1940
A Vida Continua, 1942
D. Teodósio II [trad. do castelhano, da obra de D. Francisco Manuel de Melo], 1944
O Segredo de Potsdam, 1945
Lisboa Mourisca: 1147-1947, 1947
Conquista da Terra: Hidráulica Agrícola NacionalNun'Álvares e o seu Monumento
Portugal na História, 1950
S. Francisco Xavier e os Portugueses, 1954
Portugal Atlântico – Poemas da África e do Mar, 1955
Dona Catarina de Bragança: Rainha de Inglaterra, filha de Portugal, 1956
Angola e o Futuro: alguns problemas fundamentaisObra Poética de Augusto Casimiro (prefácio de José Carlos Seara Pereira), Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 2001;
A Ocupação Militar da Guiné, na História da Expansão Portuguesa no Mundo, vol.III, Lisboa, 1942, pp. 359-362.

Augusto Casimiro era casado com Adelina de Sousa Casimiro. Do casamento resultaram os seguintes filhos: Ângelo Zuzarte Cortesão Casimiro, advogado; Pedro Augusto Cortesão Casimiro, médico; Mário Augusto Cortesão Casimiro; Jaime Zuzarte Cortesão Casimiro; Augusto Zuzarte Cortesão Casimiro.

Augusto Casimiro faleceu a 23 de setembro de 1967, em Lisboa. Dias antes tinha sido submetido a uma cirurgia melindrosa no Hospital de Jesus. O seu corpo foi depositado no talhão dos combatentes no cemitério do Alto de São João.

Bibliografia Consultada:
- Farinha, Luís, República, Guerra e Colónias – um “destino” cruzado do devir português, IHC-FCSH, UNL;

- Fraga, Luís Alves de, Do Intervencionismo ao Sidonismo. Os dois segmentos da política de guerra na 1ª República, 1916-1918, Imprensa da Universidade, Coimbra, 2010;

- Leal, Ernesto Castro, MEMÓRIAS DA GRANDE GUERRA (1914-1918) NA “RENASCENÇA PORTUGUESA”, Cogitationes. Filosofia, Artes, Humanidades, Ano I, Nº 03, Juiz de Fora, dezembro/2010 - março/2011

- Matos, Helena, Salazar. A Construção do Mito, 2 vols, Círculos de Leitores, Camarate, 2003;

- Pereira, José Pacheco, Álvaro Cunhal Uma Biografia Política. O Prisioneiro (1949-1960), Círculo de Leitores, Camarate, 2001.

A.A.B.M.

PORTUGAL NOS ÚLTIMOS DOIS SÉCULOS-CONFERÊNCIA INTERNACIONAL


Realizada pelo ISCTE, está a decorrer entre hoje e o próximo sábado, 21, 22 e 23 de Junho de 2012 a conferência Portugal nos Últimos Dois Século: I Conferência Internacional de Jovens Investigadores História Contemporânea Portuguesa.

Com vários painéis subordinados aos seguntes temas:
- Processos sociais e transformações económicas e tecnológicas;
- Cultura, ideologia e identidades em Portugal;
- Do liberalismo à democracia: instituições, mudanças de regime e transições políticas;
- Portugal nos sistemas internacionais: política externa e relações internacionais;
- O último ciclo imperial: colonialismo e descolonização;

Esta conferência conta com a participação de cerca de nove dezenas de investigadores que vão apresentar os seus trabalhos.

Ligados à temática da República e podem destacar-se os seguintes:
- Antão Fernandes de Carvalho, um ilustre republicano duriense, Carla Sequeira, CITCEM/ FLUP

- Fontes discursivas do Iberismo no Século XIX, Cesar Simon, Universidade Navarra, Espanha

- João de Barros e a defesa do Luso-brasileirismo na primeira metade do século XX, Luciana Miranda, FCSH-Universidade Nova de Lisboa

-Norton de Matos – mitologia colonial e visão do mundo na imprensa, Sérgio Neto, Faculdade de Letras-Universidade de Coimbra

- O Espelho Fraterno: o lugar do Brasil no discurso político do republicanismo português, Isabel Corrêa da Silva, ICS-Universidade de Lisboa

- Caminhos-de-ferro e Estado (1845-1899),Hugo Pereira, Faculdade de Letras-Universidade do Porto

- Caminhos-de-ferro Ibéricos: de princípios do século XX à concentração(1901-1951), Luís Santos, Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), CEHC-IUL

- Propostas de alteração da malha urbana na cidade de Santarém na 1ª metade do
século XX
, Maria Manuel Santos, Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE)

- A República nas Caldas: Tensões e conflitos em torno do Hospital Termal no limiar do novo regime, Hugo Franco d'Araújo/Miguel Pedras, FCSH-Universidade Nova de Lisboa

-A Marinha e o 28 de Maio de 1926 - Entre a Ausência de Protagonismo e o
Ressurgimento Adiado
, Carlos Valentim, Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE)

- A Assistência Materno - Infantil em Portugal (1880-1943), Virgínia Baptista, Instituto Universitário de Lisboa(ISCTE-IUL), CEHC-IUL

- Administração Republicana da Assistência: Programa e o Caso da Misericórdia de Setúbal, Daniela Silva, Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE)

- A Caminho da República: Imagens que mudaram a face da opinião pública portuguesa, Jorge Botelho Moniz, Observatório Político

- Notas sobre a construção de uma identidade boémia em Lisboa (1890-1910), Cecília Vaz, Instituto Universitário de Lisboa (ISCTEIUL),CEHC-IUL

- O património religioso a cargo do Hospital perante a Lei da Separação da Igreja e do Estado, André Melícias, FCSH-UNL

- A Rede Shell: polícia política, espionagem e resistência civil em Portugal durante a Segunda Guerra Mundial (1940-1942), Daniel Teixeira, FL-UP

- Amadores e profissionais – Colecções e museus de Arqueologia/Antropologia em Portugal (Finais do século XIX e Primeira Metade do Século XX), Elisabete Pereira, Universidade de Évora

- As práticas culturais e políticas da “Sociedade Filarmónica Lousanense” (1880 e 1910), Manuela Areias, Universidade Federal do Rio, Brasil

- No “último grito” do progresso e da civilização: a difusão do cinema nas cidades do Norte de Portugal, 1896-1926, Juliana Mello Moraes, TERRITUR/CEG-Universidade de Lisboa - FCT

- Desporto, cultura popular e política no século XX português, Rahul Kumar, ICS-UL

- Anarquistas em Setúbal: da I República à acção recente, Helena Freitas, CIES-Instituto Universitário de Lisboa

- Decadência e dissolução do Partido Republicano Nacionalista (1930-1935), Manuel Baiôa, CIDEHUS - Universidade de Évora

Comissão Organizadora: Ana Mónica Fonseca (CEHC-IUL), Thiago Carvalho (CEHC-IUL),Daniel Marcos (IPRI-UNL).

Comissão Científica: Luís Nuno Rodrigues (CEHC-IUL), Pedro Oliveira (FCSH-UNL), Álvaro Garrido(FEUC, CEIS20), Fernando Martins (CIDEHUS/UE), José Miguel Sardica (UCP), Filipe Ribeiro de Meneses (National University of Ireland), Jeremy Ball (Dickinson College, EUA).

Uma iniciativa a acompanhar com todo o interesse devido à riqueza e quantidade de comunicações apresentadas.

O programa completo pode ser consultado/descarregado AQUI.

A.A.B.M.

A MARINHA PORTUGUESA E A MAÇONARIA (1900-1935)



CONFERÊNCIA: "A MARINHA PORTUGUESA E A MAÇONARIA (1900-1935)";
ORADOR: António Ventura;
DIA: 26 de Junho 2012 (17,30 horas);
LOCAL: Auditório da Academia da Marinha (Rua do Arsenal, Porta H, Lisboa);
ORGANIZAÇÃO: Academia da Marinha.

J.M.M.

BENTO ESTEVES ROMA


OS PORTUGUESES NAS TRINCHEIRAS DA GRANDE GUERRA. Conferencia feita na Escola Militar, em propaganda da ideia da construção da Aldeia portuguesa na Flandres pelo Major de Infantaria Bento Esteves Roma, Cruzada das Mulheres Portuguesas, Lisboa, 1921.

FOTO DE CAPA: "O capitão Roma, em setembro de 1918, à porta da sua barraca no campo de Breesen em Meklembourg (Alemanha)" [via MEMÓRIA DA REPUBLICA, com a devida vénia]

NOTA: Bento Esteves Roma [1884-1953], foi voluntário no Regimento de Cavalaria (1903), frequentou a Universidade de Coimbra e a Escola do Exercito, atingindo aí o posto de Coronel (1933). Antes faz frente às incursões monárquicas, participa nas Campanhas Militares do Sul de Angola (1915) e, depois, combate na Flandres [França], onde é feito prisioneiro. Teve diversos cargos militares e governativos nas colónias. Apoiou a candidatura de Norton de Matos (1949).

Voltaremos, brevemente,ao tema … Bento Esteves Roma.

J.M.M.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

AUGUSTO CASIMIRO (PARTE II)



Em 1930, Augusto Casimiro ainda procurou estabelecer uma ponte entre o regime republicano e a Ditadura Militar, com o apoio (ou pelo menos com o conhecimento) do Prof. Manuel Rodrigues, então ministro da Justiça. As ideias de Augusto Casimiro sobre as colónias tinham sido expressas em artigos publicados no Diário de Notícias e encontraram algum eco junto de elementos da ditadura como o próprio Ministro da Guerra da época, Namorado de Aguiar que, em privado teria mostrado concordância com as ideias expressas pelo militar republicano.

Devido às suas actividades oposicionistas foi preso em 1 de Abril de 1931, na sequência do seu envolvimento na Revolta da Madeira e julgado tribunal militar especial em 27 de Maio de 1936.

Por se opor ao regime nacionalista, esteve preso na Ilha de Santo Antão, em Cabo Verde, na década de 30, regressando a Lisboa, em 1936, graças a uma amnistia. Um ano depois, foi de novo reintegrado no Exército Português, mas como reserva.

A experiência militar marcou a sua escrita, especialmente em Nas Trincheiras da Flandres (1919) e Calvários da Flandres (1920). Como autor de poesia, ficção e textos de intervenção, em que manifestava a sua filiação no ideário republicano, o escritor publicou ainda, entre outros livros, Para a Vida (1906), A Evocação da Vida (1912), Primavera de Deus (1915), A Educação Popular e a Poesia (1922), Nova Largada (1929) e Cartilha Colonial (1936), obra na qual manifestou o seu desejo patriótico de afirmação de Portugal no mundo.

De referir que Augusto Casimiro foi colaborador da revista Águia e cofundador (1921), dirigente e redator (1961 a 1967) da revista Seara Nova, principal órgão de comunicação que se oponha ao regime de Salazar e ao Estado Novo.

Manteve a sua ligação à oposição democrática ao Estado Novo, tendo integrado o Movimento de Unidade Democrática (M.U.D.) em apoio à candidatura presidencial de Norton de Matos. Participou em 11 de Novembro de 1950, numa sessão para assinalar o armistício da I Guerra Mundial, sendo um dos oradores convidados da sessão que se realizou no Centro Republicano António José de Almeida, juntamente com Mário Soares, o general Ferreira Martins, Maria Helena Mântua e Alves Redol [vide relato descritivo de Mário Soares in Pacheco Pereira. Álvaro Cunhal Uma Biografia Política. O Prisioneiro (1949-1960), Círculo de Leitores, Camarate, 2001, p. 130-132]. Em 1958 foi um dos apoiantes da candidatura de Arlindo Vicente à presidência da República, sendo membro da comissão central da respectiva candidatura. Fez parte também da tertúlia que reunia na pastelaria Veneza, em Lisboa, nos finais da década de 50 e inícios dos anos 60, onde se juntavam habitualmente Ferreira de Castro, Julião Quintinha, Roberto Nobre, Luís da Câmara Reys, Mário Domingues, entre outros. Privou com Teixeira de Pascoaes (seu conterrâneo), Jaime Cortesão (seu cunhado), Raul Brandão e Raúl Proença, entre outros.

[Em continuação]

A.A.B.M.

AUGUSTO CASIMIRO (PARTE I)


Escritor e militar português, Augusto Casimiro dos Santos nasceu a 11 de maio de 1889, em Amarante. Nessa localidade fez os seus estudos primários e liceais. Aos 16 anos, tendo escolhido a carreira militar, assentou praça no Regimento de Infantaria de Coimbra. Frequentou então estudos universitários em Coimbra e, depois, o Curso de Infantaria da Escola do Exército, de que saiu graduado em 1909. Cedo se revelou como poeta e cronista, estreando-se como autor em 1906 e iniciando a sua colaboração na imprensa periódica na década de 1910. Também por esta altura aderiu aos ideais republicanos.

Cumpriu os preceitos militares, encarando-os como uma forma nobre de servir a sua Pátria. Na sequência desta forma de pensar quando recebeu a incumbência militar de se deslocar a Flandres, com a patente de tenente, granjeou grande prestígio e respeito junto dos seus "companheiros de armas". A sua participação na Campanha da Flandres (1917-18), durante a Primeira Guerra Mundial, valeu-lhe várias condecorações (Cruz de Guerra, fourragère da Torre e Espada, Ordem de Cristo, medalha de Ouro de Bons Serviços, Military Cross, Legião de Honra, Ordem de Avis e Ordem de Santiago) e a promoção a capitão.

Após o termo da Grande Guerra, lecionou no Colégio Militar, sendo de seguida integrado como adjunto na campanha que visava a delimitação da fronteira entre Angola e o então Congo Belga, trabalhando sob a direcção de Norton de Matos, então Alto Comissário da República em Angola. Nesse período foi Governador do Distrito do Congo e Secretário Provincial e Governador interino de Angola (1923-1926). Este período de permanência em Angola, levou-o a escrever largamente sobre temática de carácter colonial.

Augusto Casimiro, ao ser deportado para Cabo Verde na sequência da sua participação na Revolta da Madeira em 1931, quando assumiu a direcção do jornal Notícias da Madeira, que era o órgão oficial dos revoltosos. Enquanto permaneceu em Cabo Verde passou a conhecer de forma mais personalizada a Literatura Cabo-verdiana, que pôde descrever e valorizar como uma nova realidade, juntando para sua cabal interpretação o que já se sabia. Permitiu assim perceber melhor como, na dialéctica contraditória e dolorosa da colonização e da luta anti-colonial, nasceu um encontro mais fraterno de povos e de culturas com base na língua portuguesa. Em 1930 afastou-se da Ditadura, por saber que estava comprometido o seu sonho civilizador em África e por aspirar a uma República democrática. Comprometeu a carreira, sofreu a prisão e o desterro, mas não transigiu.

[Em continuação]

A.A.B.M.

ÁLBUM DO ZÉ POVINHO DO PORTO



ÁLBUM DO ZÉ POVINHO DO PORTO: AA.VV, Clube dos Fenianos Portuenses / Papelaria e Typographia Academica, Porto, 1908, p. 152

"Celebra este álbum Alexandre Correia Junior, pitoresca figura portuense que, para quase todos, aí encarnava o Carnaval e, portanto, uma espécie de Zé Povinho nortenho... Isto segundo os próprios promotores da edição.

Claro que o original lisboeta foi sempre um pouco de tudo... menos carnavalesco! Terá sido, este último, um tolo, mas um tolo virado à política e à intervenção cívica.

Inclui a vertente obra colaborações plásticas, musicais e literárias, entre muitíssimas outras, de António Teixeira Lopes, Manuel Monterroso, Sebastião Magalhães Lima, Francisco Valença, João Chagas, Alonso, Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro, Sampaio (Bruno), Jaime Cortesão, etc.
"

J.M.M.

terça-feira, 19 de junho de 2012

TENDÊNCIAS GERAIS DA CULTURA PORTUGUESA- SÉCULOS XIX-XX: CONFERÊNCIA


O Prof. Doutor Guilherme de Oliveira Martins vai realizar, amanhã, 20 de Junho de 2012, pelas 15 horas, uma conferência intitulada: Tendências Gerais da Cultura Portuguesa - Séculos XIX e XX.

Esta conferência insere-se no conjunto de atividades académicas desenvolvidas pela Academia das Ciências de Lisboa, R. Academia das Ciências, 19, 1249-122 Lisboa.

Certamente uma interessante conferência, por um dos académicos com mais visibilidade pública. Relembramos que o Guilherme de Oliveira Martins é membro correspondente da Classe de Letras da academia e integra a 7ª Secção – Sociologia e Outras Ciências Sociais e Humanas, tendo sido eleito em 31 de Maio de 2010. Realizou sobre este assunto uma conferência em 28 de Julho de 2011, que pode ser consultada AQUI.

Aos interessados na cultura portuguesa aqui está uma oportunidade importante.

A.A.B.M.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A BATALHA E O ANARCO-SINDICALISMO

DAS REVISTAS POLÍTICAS E LITERÁRIAS NA I REPÚBLICA

Nesta sexta conferência, deste ciclo de conferências "Das Revistas Políticas e Literárias na I República", na BMRR - espaço cidade universitária; é já na próxima terça-feira, 19 de junho de 2012, às 18H.

Desta vez conta com a colaboração de Daniel Pires, do Centro de Estudos Bocageanos, em Setúbal.

A.A.B.M.

domingo, 17 de junho de 2012

PORTUGAL MILITAR EM ÁFRICA (1961-1974)


Vai realizar-se amanhã e depois, na Fundação Calouste Gulbenkian, um congresso sobre A Guerra Colonial e suas consequências.

Neste programa de dois dias contam-se com participações de várias personalidades para se conhecer melhor o desenvolvimento dos acontecimentos em África. Entre os oradores contam-se: Alexandre Sousa Pinto , Rodolfo António Cabrita Bacelar Begonha, Pedro Feytor Pinto, António Matos Ferreira, Vasco Lourenço, Manuel Soares Monge, Amadeu Garcia dos Santos, Otelo Saraiva de Carvalho, Manuel Ribeiro Franco-Charais, Júlio Pezerat Correia, Manuel Serpa Matos Gomes, Vítor Manuel Trigueiros Crespo.

A organização deste evento compete à Cooperativa Militar.

Uma interessante iniciativa que merece a melhor divulgação.

A.A.B.M.

LEILÃO LIVROS, MANUSCRITOS, FOTOGRAFIA, GRAVURA, DESENHO E PINTURA POR JOSÉ F. VICENTE-LEILÕES


18 E 19 DE JUNHO DE 2012
21 HORAS
LISBOA, PALÁCIO DA INDEPENDÊNCIA


Algumas sugestões:
- 007 ALBUM DE COSTUMES PORTUGUEZES. Copias de aguarellas originaes de Alfredo Roque Gameiro, Columbano Bordallo Pinheiro, Condeixa, Malhôa, Manuel de Macedo, Raphael Bordallo Pinheiro e outros. Com artigos descriptivos de Fialho d’ Almeida, Julio Cesar Machado, Manuel Pinheiro Chagas, Ramalho Ortigão e Xavier da Cunha. Lisboa-Paris. Livrarias Aillaud e Bertrand.

- 028 AMARAL, Ferreira do. - A MENTIRA DA FLANDRES E... O MÊDO!. Lisboa. J. Rodrigues & Cª Editores. 1922. In-8º de 503 págs. Enc.

- 064 BASTOS, Sousa. - LISBOA VELHA. Sessenta anos de recordações. (1850 a 1910). Prefácio e notas Gustavo de Matos Sequeira. Lisboa. 1947. In-8º de 302, [1]
págs. Enc.

- 147 CARLOS I, D. - CARTAS D’ELREI D. CARLOS I A JOÃO FRANCO CASTELLO-BRANCO SEU ULTIMO PRESIDENTE DO CONSELHO. Lisboa. Livrarias Aillaud.

- 217 COSTA E D. LUIZ DE CASTRO, B. C. Cincinnato da. - L’ENSEIGNEMENT SUPÉ-RIEUR DE L’AGRICULTURE EN PORTUGAL. Lisbonne. Imprimerie Nationale. 1900. In-4º de [6], 358 págs. Br. Ilustrada com gravuras extra-texto e VII plantas em folhas desdobráveis.

- 490 IN-MEMORIAM DE HENRIQUE MARQUES (1859-1933). Organizado por seus filhos. Lisboa. Livraria Central Editora. 1935. In-8º de 218 págs. Br

- 510 JUNQUEIRO, Guerra. - OS SIMPLES. Porto. Typographia Occidental. MDCCCXCII. In-8º de 126, [2] págs. Enc

- 526 LEAL, Gomes. - CARTA AO BISPO DO PORTO. O Jesuíta e o Mestre Escóla. Lisboa. Empreza da História de Portugal. 1901. In-4º de 36 págs. Br.

- 532 LEAL, Gomes. - A MORTE DE ALEXANDRE HERCULANO. Preito á memoria do grande escriptor por occasião do seu obito em 13 de Setembro de 1877. Lisboa. David Corazzi - Editor. 1877. In-8º peq. de 14, [1] págs. Br.

- 542 LEITÃO, Joaquim. - A PESTE. Aspectos da epidemia nacional. Lisboa. Livraria
Central de Gomes de Carvalho, Editor. 1901. In-8º de [2], XV, 225 págs. Enc.

- 574 MACHADO, Bernardino. - PELA LIBERDADE. Coimbra. Imprensa da Universidade. 1901. In-8º de 28 págs. Enc.

- 586 MANUEL II, D. - LIVROS ANTIGOS PORTUGUESES. 1489-1600. DA BIBLIOTHECA DE SUA MAJESTADE FIDELISSIMA. Descripto por S. M. El-Rei... Em Três Volumes. I - 1489-1539. II - 1540-1569. III - 1570-1600. Londres. Impresso na Imprensa da Universidade de Cambridge e publicados por Maggs. Bros. 1929 (a 1935). 3 Vols. In-4º Encs

- 902 SARDINHA, António. - QUANDO AS NASCENTES DESPERTAM. Poemas da turbação & da boa-estrela. Lisboa. Livraria Ferin. 1921. In-8º de 264 págs. Enc.

- 903 SARDINHA, António. - AO PRINCIPIO ERA O VERBO. Ensaios & Estudos. Lisboa. Portvgalia Editora. 1924. In-8º de XXII, 390, [2] págs. Enc.

- 959 THALASSA (O). Lisboa. Nº 13 de Março de 1913 (ao Nº 82. 15 de Outubro de 1914).

A.A.B.M.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

IX CURSO LIVRE DE HISTÓRIA DO ALGARVE


A Universidade do Algarve está a organizar o IX Curso Livre de História do Algarve, dedicado ao tema geral: O Algarve Rural.

Entre 3 de Julho e 31 de Julho, ao longo de 9 sessões, a realizar no Anfiteatro A, do Complexo Pedagógico da Universidade do Algarve, entre as 18 e as 20 horas. Numa organização do Departamento de Historia, Arqueologia e Património e do Centro de Estudos de Património e História do Algarve.

As diferentes sessões que se realizam duas vezes por semana, às terças e quintas feiras, contam com a participação de alguns docentes da casa: Miguel Reimão Costa, Sónia Tomé, Marta Santos, Maria José Pedro, Osvaldo Pires e Pedro Rodrigues, Susana Martins, Selma Pereira, Sofia Carrusca, João Pedro Bernardes e Luís Filipe Oliveira.

Uma iniciativa a acompanhar e a divulgar junto dos que se interessam por estas temáticas regionais.

Com os votos do maior sucesso para mais esta louvável iniciativa.

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A.A.B.M.