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quarta-feira, 10 de maio de 2017

FESTIVAL LITERÁRIO INTERNACIONAL DE QUERENÇA


Realiza-se nos próximos dias 12, 13 e 14 de Maio de 2017, a II edição do Festival Literário Internacional de Querença (Loulé), centralizado nas instalações da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, mas com actividades espalhadas pela aldeia. A presente edição serve também para homenagear a professora e conhecida ensaísta pessoana Teresa Rita Lopes.

O Festival Literário Internacional de Querença (FLIQ), convidou o director de informação da RTP, Paulo Dentinho, como moderador numa das sessões.

Para conduzir o tema “Literatura e Sociedade: Pontes de Solidariedade” contará com António Branco, reitor da Universidade do Algarve, para abrir as conferências.

O conjunto dos moderadores pode ser consultado AQUI.

Nos dias 12, 13 e 14 de Maio, o programa inclui nomes sonantes da literatura, como Teresa Rita Lopes. No sábado, o FLIQ homenageia a escritora algarvia e professora universitária, referência internacional no estudo da obra de Fernando Pessoa. O dia 13, dedicado à autora, contará com intervenções de Catherine Dumas, Manuel Moya, João Luiz, Carlos Brito, entre outros.

O conjunto dos intervenientes e dos conferencistas pode ser consultado AQUI.

José Fanha e Fernando Esteves Pinto também estarão presentes trazendo duas colectâneas de sua autoria que, em comum, têm os mais recentes fluxos migratórios. Reúnem textos de outros escritores, tais como Afonso Cruz, Miguel Real e Cristina Carvalho.
O programa musical pode ser consultado AQUI.

O FLIQ reunirá também a fotógrafa Telma Veríssimo; do teatro: Luísa Monteiro e Paulo Moreira (da ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve), o grupo Ao Luar Teatro; e os músicos Francisco Fanhais, Moçoilas e Afonso Dias, que protagonizará uma noite de tertúlia literária (sábado).

Patrícia de Jesus Palma, da comissão organizadora, lembra que este é um Festival para todos. “E é, sobretudo, um bom momento para celebrar as relações humanas que se criam a partir da(s) leitura(s), aconteçam por necessidade ou por prazer.” – conclui.

O evento contará com uma Feira do Livro, leituras, documentários, exposições, performances teatrais e musicais, actividades para o público infanto-juvenil e gastronomia serrana, em que o destaque vai para um jantar típico “Manuel Viegas Guerreiro” com várias iguarias locais, na 6ª feira, disponível mediante pré-inscrição.

Saliente-se que o FLIQ tem o apoio da Direcção Regional de Cultura do Algarve, Câmara Municipal de Loulé, União de Freguesias de Querença, Tôr e Benafim, Programa Algarve 365 e Ombria Resort. Tem a Antena 1 como media partner e a entrada é livre, pelo que para saber mais visite o site da Fundação Manuel Viegas Guerreiro e a página do Festival no Facebook.

O programa pode ser consultado abaixo (Clicar na imagem para aumentar):

Para os potenciais interessados em participar no jantar devem inscrever-se previamente e o comprovativo de pagamento serve de prova.
As informações detalhadas e toda a logística do festival podem ser consultadas no site da Fundação Manuel Viegas Guerreiro.

Com os votos do maior sucesso para esta excelente iniciativa que merece a melhor divulgação e a visita dos que se interessam pelos temas em debate.

A.A.B.M.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

EXPOSIÇÃO "O POETA ALEIXO VISTO POR ARTISTAS PLÁSTICOS"


A Fundação Manuel Viegas Guerreiro, em Querença, concelho de Loulé vai inaugurar no próximo sábado, 1 de Agosto, pelas 19 horas, a Exposição O Poeta Aleixo visto por Artistas Plásticos.

Para abrilhantar o evento Afonso Dias vai interpretar fados com letra de António Aleixo.

Servindo-nos de quadras do próprio António Aleixo para se referir aos artistas:

Ser artista é ser alguém!
Que bonito é ser artista...
Ver as coisas mais além
do que alcança a nossa vista!

Um evento que se recomenda neste período de Verão, no Algarve e dando uma escapadela até à bonita aldeia de Querença, no início da serra do Caldeirão e visitando as instalações desta fundação que se dedica à cultura fora dos grandes centros urbanos.

A.A.B.M.

domingo, 26 de abril de 2015

ASSALTO AO BANCO DE PORTUGAL NA FIGUEIRA DA FOZ (1967): LABIRINTOS DA LIBERDADE NA FUNDAÇÃO MANUEL VIEGAS GUERREIRO


EventoAssalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz (1967);

DATA: 26 de Abril 2015 (16,00 horas);
LOCALFundação Manuel Viegas Guerreiro [Querença - Loulé];
ORGANIZAÇÃO: Fundação Manuel Viegas Guerreiro
CONVIDADOS: - Camilo Mortágua
                      - Luís Benvindo
                       - António Barracosa

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:

No dia 17 de Maio de 1967 , cerca das 16 horas, quatro indivíduos armados entraram na Agência do Banco de Portugal na Figueira da Foz, e, sob a ameaça das armas que empunhavam, dali subtrairam a quantia de cerca de 29 mil contos. Era assim que começava o Relatório de 40 páginas, feito pela Polícia Judicia, onde descreve detalhadamente toda a operação. Os quatro indivíduos eram Palma Inácio, Camilo Mortágua , António Barracosa e Luís Benvindo. A acção era política, visava o derrube do regime e foi reivindicada pela LUAR. O assalto ao Banco da Figueira da Foz acabou por ter uma enorme projecção, não obstante a Censura existente, ao nível nacional e internacional. A Polícia acabaria por envolver no julgamento realizado a 7 de Janeiro de 69, 23 implicados, 113 testemunhas, 22 declarantes e 18 advogados. No próximo dia 26 de Abril, no Auditório da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, em Querença, pelas 16 horas, vamos evocar este acontecimento , com a presença do Camilo Mortágua, Luís Benvindo e António Barracosa (Palma Inácio faleceu em 2009) para além de outras pessoas indirectamente envolvidas. Vamos perceber, de viva voz pelos principais protagonistas, como é que as coisas se passaram e que repercussões políticas existiram , no âmbito das forças oposicionistas e no interior do regime vigente.

Uma oportunidade para conhecer este espaço no interior do concelho de Loulé, num local aprazível e com boas condições para acolher eventos deste tipo. 

Com os votos do maior sucesso para mais esta iniciativa.

A.A.B.M.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

"OS ULTIMOS DIAS DA PIDE" - DOCUMENTÁRIO DE JACINTO GODINHO: ANTE-ESTREIA NA FUNDAÇÃO MANUEL VIEGAS GUERREIRO



Realiza-se no próximo sábado, dia 11 de Abril de 2015, pelas 16 horas, no Auditório da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, em Querença, concelho de Loulé, a ante-estreia do documentário realizado pelo jornalista e investigador Jacinto Godinho.

Na mesma ocasião vai também ser apresentada a obra de Luísa Tiago de Oliveira, Os Militares e o 25 de Abril que já aqui se divulgou.

O tema é, como o título sugere, polémico mas aliciante para uma visita à Fundação Manuel Viegas Guerreiro e conhecer o excelente espaço para estas iniciativas fora dos grandes centros urbanos.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:

Em Portugal, no dia 25 de Abril de 1974, os homens da camaras cinematográficas e fotográficas convergiram para dois locais que se tornaram os palcos mediáticos da revolução militar. Ao longo de 40 anos a narrativa histórica oficial concentrou-se nesses dois locais de Lisboa -Terreiro do Paço e Largo do Carmo - privilegiando a história do capitão Salgueiro Maia. Maia tornou-se no herói romântico do 25 de Abril desde manhã quando pôs em fuga os Ministros do Terreiro do Paço até tarde quando obteve a rendição do presidente do Conselho Marcelo Caetano no Largo do Carmo por volta das 18 horas. Ao longo de 40 anos a memória comemorativa dos média e a historiografia oficial não só não fugiram desta narrativa como a ainda a foram aprofundaram tornando-a icónica da revolução.

Mas uma investigação alternativa da historiadora Luísa Tiago Oliveira realizada por alturas dos 40 anos do 25 Abril mostra que houve outros acontecimentos tão os mais decisivos para a revolução e cujo conhecimento altera a história conhecida.

Assim os homens fieis ao Estado Novo quando se renderam aos revoltosos, entregaram-se ao general Spínola. Para eles o regime não caia apenas mudava de mãos.

-A verdadeira revolução não foi planeada, iniciou-se no próprio 25 de Abril, fora dos locais mediáticos. Aconteceu na Rua António Maria Cardoso, a sede da Pide/Dgs a temida policia politica do Estado Novo, apenas a 500 metros do Largo do Carmo, onde estavam os militares e se concentravam praticamente todas as objectivas de filmar e fotografar .

Na rua António Maria Cardoso, desde a madrugada do dia 24 até ao fim do dia 26, aconteceram inúmeros casos dramáticos mas para espanto actual não ficaram praticamente registadas em filmes e fotos apesar de nesse dia todos os profissionais credenciados estarem na rua a filmar e fotografar sem censura.

Houve duas tentativas de ocupação da sede da PIDE/DGS por parte das forças de fuzileiros. Aconteceram três manifestações populares que terminaram num massacre com 5 mortos e 45 feridos. Naquela rua revolução não foi dos cravos. O vermelho era mesmo do sangue que escorreu nas ruas e da muita violência exercida pela polícia. No entanto contam-se pelos dedos de uma mão as fotos que registam de forma fugaz estes incidentes.

Esta investigação colocou-se perante o seguinte dilema. Podem as mesmas imagens do arquivo audiovisual e fotográfico contar uma narrativa diferente e ajudarem a desvelar a história oculta do 25 de Abril?

Esta investigação decidiu usar e cruzar todas as fontes possíveis para recolher o máximo de informações. Isto só foi possível devido aos recentes processos de digitalização no arquivo audiovisual da RTP, tanto de televisão como de rádio. Recorreu-se também ao espólio digitalizado dos fotógrafos que se destacaram no 25 de Abril. Usámos também os jornais e revista da época digitalizados. Só assim foi possível fazer este trabalho inédito de cruzar imagens, fotos, reportagens radiofónicas, páginas de jornais, documentos recolhidos por historiadores e testemunhos dos protagonistas.

No interface do computador foi possível cruzar imagens e fotos para reconhecer protagonistas. Imagens e sons para afinar horas melhor em que ocorreram efectivamente os acontecimentos e resolver dilemas da memória pessoal.

Descobriram-se imagens inéditas dos mortos momentos antes dos massacres, identificaram-se manifestantes feridos, desconhecidos durante 40 anos. Refez-se uma história oculta que permite interpretar os acontecimentos do 25 de Abril através de novas linhas de interpretação. Percebe-se todo o processo que foi de um golpe militar e acabou numa revolução se deve à inesperada queda dos serviços secretos portugueses e especialmente a tomada dos seus preciosos arquivos.

Com os votos do maior sucesso para esta iniciativa que com todo o gosto divulgamos a todos os amigos que nos visitam.

A.A.B.M.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

MANUEL VIEGAS GUERREIRO E O SEU LEGADO PATRIMONIAL: CONFERÊNCIA

Realiza-se hoje, dia 26 de Julho, pelas 21.30 h, em Querença, concelho de Loulé, um Jantar, seguido de debate organizado pela Fundação Manuel Viegas Guerreiro, no âmbito das comemorações do Centenário do Nascimento do Professor que dá o seu nome à fundação.

O convidado para conversar sobre Manuel Viegas Guerreiro é o Prof. Guilherme de Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas e do Centro Nacional de Cultura, figura respeitada do panorama cultural português e, também ele, com ligações familiares ao Algarve.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
"Estes Jantares/Debate inserem-se nas comemorações do centenário do nascimento do Professor Manuel Viegas Guerreiro. São subordinados ao tema « Viegas Guerreiro e o seu legado patrimonial» , onde uma personalidade de grande prestígio e notoriedade nacional será convidada a proferir uma Conferência e a dinamizar o debate."
(Via Luís Guerreiro Facebook)

Com os nossos votos do maior sucesso para esta sessão.
A.A.B.M.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

MOSTRA BIBLIOGRÁFICA NA BIBLIOTECA NACIONAL: MANUEL VIEGAS GUERREIRO

Está patente desde ontem, dia 3 de Dezembro, na Biblioteca Nacional de Portugal, uma mostra bibliográfica que assinala o Centenário do Nascimento do Professor Manuel Viegas Guerreiro.

Pode ler-se na nota informativa:
Manuel Viegas Guerreiro foi um dos mais insignes expoentes da Etnografia portuguesa na esteira de Leite de Vasconcelos, que foi seu mestre e de quem foi colaborador. Licenciado em Filologia Clássica pela Faculdade de Letras de Lisboa em 1936, ingressou no ensino secundário como docente a partir de 1939 até se tornar efetivo em 1953. 

Bolseiro do Instituto de Alta Cultura entre 1955 e 1970, com o objetivo de organizar e publicar os manuscritos de Leite de Vasconcelos, sobretudo a Etnografia Portuguesa, a partir do 4º volume, foi também colaborador do Centro de Estudos Geográficos, e integrou a Missão de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português, em 1957, sob a chefia de  Jorge Dias, de quem foi nomeado adjunto em 1959.

Regente das cadeiras de Etnologia Geral e Etnologia Regional na FLUC, entre 1966 e 1971, aí se doutorou em 1969, sendo nomeado professor extraordinário em 1970 e catedrático em 1971, até à aposentação em 1982. 

Para além da Etnografia e da Antropologia, domínios fundamentais da suas pesquisas, estendeu interesses à abordagem de temas histórico-geográficos e literários e, muito em particular, ao estudo da literatura tradicional e oral, tanto em Portugal como no Brasil.

Da sua vasta bibliografia destacam-se as seguintes obras: J. Leite de Vasconcelos, Etnografia Portuguesa: tentame de sistematização (vols. IV a X organizados por Manuel Viegas Guerreiro, em colaboração com Alda da Silva Soromenho, Paulo Caratão Soromenho e Orlando Ribeiro);  Contos populares portugueses (seleção e pref., 1955),Adivinhas Portuguesas (seleção e pref., 1957), Conto maconde de tema universal (1962), Rudimentos da língua maconde (1963),  Conto e costumes macondes (1965), Os Macondes de Moçambique. Sabedoria, língua, literatura e jogos (1966), Bochimanes ´Khú de Angola: estudo etnográfico (1968), Novos contos macondes (1974),Guia de Recolha de Literatura Popular (1976), Para a História da Literatura Popular Portuguesa (1978), Temas de Antropologia em Oliveira Martins (1986), A carta de Pero Vaz de Caminha lida por um etnógrafo (1992), Cristóvão Colombo : carta do achamento das Antilhas (1992), Colombo e Portugal (1994), Povo, povos e culturas (1997).

A informação que acima se utilizou foi retirada da Biblioteca Nacional de Portugal.

Pode ainda encontrar-se muito mais informação sobre a personalidade no Dicionário de Historiadores Portugueses, com um texto de Rita Mendonça Leite.

Além disso também foi criada uma página no Facebook sobre a personalidade com inúmeras fotografias e algumas curiosidades sobre este professor e homem de cultura.

Uma mostra e uma personalidade que merecem uma visita e a melhor divulgação.

A.A.B.M.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

FUNDAÇÃO MANUEL VIEGAS GUERREIRO


Hoje, pelas 19 horas, vão ser inauguradas as novas instalações da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, com a presença de Sua Excelência, o Senhor Presidente da República, Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva.

Esta fundação que se situa em Querença, concelho de Loulé, instituída por escritura celebrada em 11 de Abril de 2000 no Cartório Notarial de Loulé e reconhecida pelo Governo através da Portaria n.º 1334/2004 de 23 de Dezembro, é uma pessoa colectiva de direito privado, visando fins de utilidade pública.

Com sede em Querença, terra natal do Patrono, tem como fim contribuir e promover a todos os níveis o desenvolvimento cultural, social e económico do Algarve, através de grandes eventos culturais e artísticos, bem como dinamizar e promover a investigação, com particular relevo para as áreas de natureza social e ambiental.


Esta instituição procura fomentar:
- Apoiar e incentivar os estudos científicos das ciências sociais;
- Desenvolver os estudos do patrono da fundação no âmbito da etnografia, apoiando publicações e estudos;
- Organização de eventos culturais;
- Realizar ou promover cursos de formação;
- Promover acções de investigação quanto aos factores naturais e ao estudo do impacto das acções humanas sobre o ambiente;
- Desenvolvimento cultural, social e económico do Algarve


Uma instituição de índole cultural e ambiental que já tem desenvolvido um trabalho interessante de organização e apoio a actividades de culturais e ambientais.

Partindo da doação de parte da biblioteca pessoal que tem vindo a ser reunida pelo Eng. Luís Guerreiro sobre o Algarve, esta instituição torna-se um marco importante na região algarvia para os investigadores e interessados na história e cultura do Algarve. Além disso, a fundação pretende criar um Centro de Estudos Algarvios.

Sobre este evento vejam-se as notícias que encontramos Aqui ou Aqui.

Uma sessão a acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.

terça-feira, 17 de junho de 2008

CURSO LIVRE DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO ALGARVE


Após a realização, no ano transacto, de uma primeira experiência, bem sucedida, do Curso Livre de História Contemporânea do Algarve, promovido pela Fundação Manuel Viegas Guerreiro, logo surgiu a ideia de voltar a repetir o evento, agora dedicando particular atenção à questão da República, uma vez que se aproxima a comemoração do centenário da República.

Este curso pretende contribuir para um conhecimento mais aprofundado e abrangente do período da Primeira República no Algarve, traçando um retrato de época ao nível dos quadrantes social, económico, político, mental e cultural, na senda da política de formação e difusão de conteúdos ligados à História Contemporânea algarvia que a Fundação Manuel Viegas Guerreiro tem vindo a seguir nos últimos anos.

Para este curso foram convidados os principais especialistas nacionais ligados às questões do republicanismo, bem como vários estudiosos sedeados na região algarvia, que têm desenvolvido um aturado e continuado trabalho de investigação nessa área.
O curso é ainda complementado por uma exposição documental e iconográfica subordinada à temática da Primeira Republica no Algarve, com especial ênfase para o caso de Loulé, a qual estará patente ao público no átrio do Arquivo Municipal de Loulé durante o mês de realização do curso.


O programa do Curso é o seguinte:



A todos os interessados em participar neste curso devem fazê-lo através de pedido feito à Fundação Manuel Viegas Guerreiro (Querença, 8100-129 Loulé), podendo também ser feitas através do telefone 289 422 607, telemóvel 91 699 04 65 ou pelo site www.fundacaomanuelviegasguerreiro.com.

Ao Eng. Luís Guerreiro, rosto mais visível e presidente da Fundação Manuel Viegas Guerreiro e ao Dr. Paulo Pires, coordenador desta actividade, os votos de muito sucesso para mais esta iniciativa em prol do Algarve, da cultura e da história da região.

Saúde e Fraternidade.

A.A.B.M.