No próximo dia 22 de Setembro de 2018, sábado, na Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa, pelas 15.30h, vai ser feita a apresentação do mais recente número dos Anais do Município de Faro, coordenados pelo Prof. Joaquim Romero Magalhães.
A apresentação do presente volume vai estar a a cargo da Dra. Victória Abril Cassinello.
Neste volume colaboram vários investigadores como:
- Alexandra R. Gonçalves;
- Andreia Fidalgo;
- Carla Gameiro;
- Edite Esteves;
- Fernando Pessanha;
- Gonçalo Viegas
- João Leal;
- João Pedro Bernardes;
- José d' Encarnação;
- Lina Vedes;
- Luís Santos;
- Luísa Martins;
- Marco Sousa Santos;
- Marco Lopes;
- Marília Castro;
- Patrícia de Jesus Palma;
- Susana Paté;
- Vítor Ribeiro.
O índice da publicação é o que abaixo se apresenta: (clicar na imagem para aumentar)
Uma conjunto muito interessante de artigos, onde se descobrem muitos aspectos da História de Faro e do Algarve que continuam por investigar e conhecer.
Votos de muito sucesso para mais esta edição.
A.A.B.M.
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domingo, 16 de setembro de 2018
terça-feira, 16 de maio de 2017
PROMONTÓRIA MONOGRÁFICA. HISTÓRIA DO ALGARVE. Nº3
DATA: 17 de Maio de 2017 (quarta-feira)
HORA: 18.30h
LOCAL: Biblioteca Municipal de Loulé Sophia de Mello Breyner Andresen
APRESENTADOR CONVIDADO: Idálio Revez
Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
A “Promontoria Monográfica História do Algarve” é uma iniciativa editorial da FCHS da Universidade do Algarve, tendo acabado de sair a público o número 3 desta série. É dedicado ao tema “História das Culturas de Escrita: da Idade do Ferro à Era Digital”. Com este número, pretende-se contribuir para a reflexão em torno da evolução das diferentes formas gráficas, enquadradas pelos seus contextos históricos e sociológicos de produção, circulação e uso, numa perspetiva capaz de conciliar tanto as especificidades quanto as continuidades entre as várias expressões e funções da escrita.
Apontamentos para a História das Culturas de Escrita: da Idade do Ferro à Era Digital é dedicado à memória do bispo do Algarve D. Francisco Gomes do Avelar (1789-1816), como tributo ao patrocínio que prestou à expansão social da escrita impressa na região, e inicia as celebrações dos 530 anos de livro impresso em Portugal: Pentateuco, 1487-2017.
Entrada livre
Mais informações detalhadas sobre este volume da revista podem ser obtidos na notícia que em tempos deixamos AQUI.
Com os votos de muito sucesso para mais esta iniciativa.
A.A.B.M.
quarta-feira, 10 de maio de 2017
FESTIVAL LITERÁRIO INTERNACIONAL DE QUERENÇA
Realiza-se nos próximos dias 12, 13 e 14 de Maio de 2017, a II edição do Festival Literário Internacional de Querença (Loulé), centralizado nas instalações da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, mas com actividades espalhadas pela aldeia. A presente edição serve também para homenagear a professora e conhecida ensaísta pessoana Teresa Rita Lopes.
O Festival Literário Internacional de Querença (FLIQ), convidou o director de informação da RTP, Paulo Dentinho, como moderador numa das sessões.
Para conduzir o tema “Literatura e Sociedade: Pontes de Solidariedade” contará com António Branco, reitor da Universidade do Algarve, para abrir as conferências.
O conjunto dos moderadores pode ser consultado AQUI.
Nos dias 12, 13 e 14 de Maio, o programa inclui nomes sonantes da literatura, como Teresa Rita Lopes. No sábado, o FLIQ homenageia a escritora algarvia e professora universitária, referência internacional no estudo da obra de Fernando Pessoa. O dia 13, dedicado à autora, contará com intervenções de Catherine Dumas, Manuel Moya, João Luiz, Carlos Brito, entre outros.
O conjunto dos intervenientes e dos conferencistas pode ser consultado AQUI.
José Fanha e Fernando Esteves Pinto também estarão presentes trazendo duas colectâneas de sua autoria que, em comum, têm os mais recentes fluxos migratórios. Reúnem textos de outros escritores, tais como Afonso Cruz, Miguel Real e Cristina Carvalho.
O programa musical pode ser consultado AQUI.
O FLIQ reunirá também a fotógrafa Telma Veríssimo; do teatro: Luísa Monteiro e Paulo Moreira (da ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve), o grupo Ao Luar Teatro; e os músicos Francisco Fanhais, Moçoilas e Afonso Dias, que protagonizará uma noite de tertúlia literária (sábado).
Patrícia de Jesus Palma, da comissão organizadora, lembra que este é um Festival para todos. “E é, sobretudo, um bom momento para celebrar as relações humanas que se criam a partir da(s) leitura(s), aconteçam por necessidade ou por prazer.” – conclui.
O evento contará com uma Feira do Livro, leituras, documentários, exposições, performances teatrais e musicais, actividades para o público infanto-juvenil e gastronomia serrana, em que o destaque vai para um jantar típico “Manuel Viegas Guerreiro” com várias iguarias locais, na 6ª feira, disponível mediante pré-inscrição.
Saliente-se que o FLIQ tem o apoio da Direcção Regional de Cultura do Algarve, Câmara Municipal de Loulé, União de Freguesias de Querença, Tôr e Benafim, Programa Algarve 365 e Ombria Resort. Tem a Antena 1 como media partner e a entrada é livre, pelo que para saber mais visite o site da Fundação Manuel Viegas Guerreiro e a página do Festival no Facebook.
O programa pode ser consultado abaixo (Clicar na imagem para aumentar):
Para os potenciais interessados em participar no jantar devem inscrever-se previamente e o comprovativo de pagamento serve de prova.
As informações detalhadas e toda a logística do festival podem ser consultadas no site da Fundação Manuel Viegas Guerreiro.
A.A.B.M.
sexta-feira, 24 de junho de 2016
LEITURA, SOCIABILIDADE E OPINIÃO PÚBLICA: O CASO DO GABINETE DE LEITURA DE LOULÉ, 1835-1848: CADERNO DO ARQUIVO
No próximo sábado, 25 de Junho de 2016, no Arquivo Municipal de Loulé, pelas 15 horas, procede-se à apresentação do 10º Caderno do Arquivo.
Desta vez, resulta da conferência feita pela Doutora Patrícia Jesus Palma sobre a questão do Gabinete de Leitura de Loulé e com título completo de: Leitura, Sociabilidade e Opinião Pública: o caso do Gabinete de Leitura de Loulé, 1835-1848.
Pode ler-se na nota de divulgação da obra:
Geralmente, tendemos a considerar que as
conjunturas revolucionárias são contrárias ao
desenvolvimento cultural. As dificuldades de
comunicações, os exílios, as prisões e a insegurança
formam um pano de fundo aparentemente
pouco favorecedor. O estudo empírico das fontes
documentais demonstra, porém, uma realidade
mais porosa e complexa, como se torna patente no
caso da Sociedade do Gabinete de Leitura de Loulé,
fundada a 29 de Dezembro de 1835, pouco depois
da Convenção de Évora-Monte (26.5.1834) ter posto
termo à guerra civil portuguesa.
O acervo documental desta Sociedade revela-nos um dos modos como tais contextos, movidos por elevado fervor ideológico, podem desencadear um efeito potenciador de atividades culturais. Ancoradas na reflexão e na discussão pública de ideias, tais práticas revelaram-se suficientemente sólidas para introduzir desvios nas relações entre o Estado e a sociedade civil.”
“Ao longo deste estudo, evidenciar-se-á o modo como a Sociedade do Gabinete de Leitura de Loulé representou um autêntico laboratório da cidadania contemporânea com ramificações em outros concelhos algarvios, em Lisboa e em Mato Grosso, no Brasil. Lia-se para agir e agir era já ler. Neste sentido, propõe-se a integração desta Sociedade no amplo quadro de instituições e de agentes que, no Portugal oitocentista, contribuiu ativa e diversamente para o longo e, por vezes, doloroso processo de valorização cultural, que estabeleceu o acesso ao livro e à leitura como um dos pilares fundamentais das sociedades livres e democráticas.”
Patrícia de Jesus Palma É licenciada em Línguas
e Literaturas Modernas – variante Estudos
Portugueses, pela Universidade do Algarve (2003),
é mestre em Estudos Portugueses – especialidade
de Literatura Portuguesa Contemporânea, pela
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da
Universidade Nova de Lisboa
Sobre a temática dos Gabinetes de Leitura recomenda-se o seguinte trabalho:
- Ribeiro, Manuela Tavares, "Livros e Leituras no Século XIX", Revista de História e Teoria das Ideias, vol. 20, Coimbra, FLUC, 1999;
Esta iniciativa tem entrada livre.
A.A.B.M.
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sábado, 19 de março de 2016
MESSINES, JOÃO DE DEUS E OS SEUS AMIGOS: CONFERÊNCIA
Realiza-se hoje, 19 de Março de 2016, em S. Bartolomeu de Messines, concelho de Silves, uma conferência subordinada ao título em epígrafe, a ter lugar na Sociedade de Instrução e Recreio Messinense, pelas 15 horas.
Esta iniciativa conta com dois oradores de reconhecida competência: Patrícia de Jesus Palma e Aurélio Nuno Cabrita. Ambos naturais do concelho e interessados na história local.
Na nota de divulgação do evento pode ler-se:
É extensa a bibliografia sobre João de Deus e conhecidas as suas relações de amizade com figuras de proa do campo cultural português oitocentista, tais como Camilo Castelo Branco, Eugénio de Castro, Teófilo Braga ou Antero de Quental, que desempenharam um papel importante na divulgação e consagração do autor da Cartilha Maternal.
No entanto, são pouco conhecidas, ou pouco referidas, as suas relações com os intelectuais residentes na região natal, com a imprensa algarvia, ou com os agentes que, neste território, divulgaram a obra de João de Deus, nomeadamente o novo método de aprendizagem de aprender a ler. É a estes protagonistas e às suas ações concretas que dedicaremos a palestra «Messines, João de Deus e seus amigos”.
No decorrer deste evento, serão atribuídas algumas distinções a entidades e personalidades que têm contribuído para o progresso e divulgação da Freguesia de S. Bartolomeu de Messines.
Esta iniciativa é organizada pela Sociedade de Instrução e Recreio Messinense, em colaboração com a Junta de Freguesia de S. B. Messines e insere-se nas comemorações do 186º aniversário de João de Deus e no 43º aniversário de elevação de Messines a Vila.
Uma interessante iniciativa, fora dos grandes centros urbanos, que mostra como o associativismo local pode ser impulsionador de actividades culturais muito interessantes e que podem atrair pessoas para eventos de índole local.
Com os votos do maior sucesso para esta iniciativa.
A.A.B.M.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
O GABINETE DE LEITURA DE LOULÉ: SOCIABILIDADE INTELECTUAL E «LEITURA PUBLICA» - CONFERÊNCIA NO ARQUIVO MUNICIPAL DE LOULÉ
No próximo sábado, realiza-se no Arquivo Municipal de Loulé, uma iniciativa a todos os títulos louvável.
Conferencista: Patrícia de Jesus Palma
Local: Arquivo Municipal de Loulé
Entrada Livre
Horário: 15.00 h
Nota curricular sobre a conferencista:
Patrícia de Jesus Palma é investigadora do CHAM – Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar da FCSH-Universidade Nova de Lisboa, tendo terminado recentemente o doutoramento em Estudos Portugueses, especialidade de História do Livro e Crítica Textual (aguarda defesa pública), que mereceu o apoio da FCT. O seu projecto analisa a expansão geográfica e social da cultura literária impressa, entre meados do século XVIII e o início do século XX, tendo como estudo de caso o Algarve (1759-1910).
Sobre o tema, tem publicado artigos com resultados parciais da investigação, participado em diversos encontros científicos nacionais e internacionais e tem promovido actividades de divulgação cultural.
Entre a sua produção científica, contam-se:
2015 – «Uma biblioteca e um seminário: a acção reformadora de D. José Maria de Melo no Algarve». INVENIRE: Revista de Bens Culturais da Igreja. Lisboa: Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja, n.º 10, Jan-Jun., p. 39-42.
2014 – «The Brazilian Book Market in Portugal in the Second Half of the Nineteenth Century and the Paradigm Change in Luso-Brazilian Cultural relations.» In SILVA, Ana Cláudia Suriani da e VASCONCELOS, Sandra Guardini (eds.) – Books and Periodicals in Brazil 1768-1930: a Transatlantic Perspective. Studies in Hispanic and Lusophone Cultures, 9, London: Modern Humanities Research Association and Maney Publishing / Legenda, p. 215-229.
2013 – «Novos dados para a história do Futurismo em Portugal». In LOPES, Teresa Rita, org. – Modernista: Antologia de artigos da revista Modernista, com colaboração de Ana Rita Palmeirim e Maria João Serrado. Lisboa: IEMO – Grupo Interdisciplinar de Estudos Pessoanos e Modernistas do Centro de História da Cultura da FCSH-UNL, p. 113-126. ISSN 2182-1488.
2013 – «Restauração e imprensa no Algarve (1808-1811): um impressor, a independência de duas nações». Promontoria: Revista de História, Arqueologia e Património da Universidade do Algarve. Faro: Centro de Estudos de Património e História do Algarve – Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, n.º 10, p. 231-255. ISSN 1645-8052.
2013 – «Poder, território e ciência: a instituição militar em Tavira». In Memória e Futuro: Património, Coleções e a Construção de um Museu para Tavira. Catálogo. Tavira: Câmara Municipal / Palácio da Galeria, 2013. ISBN 978-972-8705-49-7.
2011 – «Tipografia Cácima: a propósito dos Cadernos e fascículos que aí se imprimiram». Cultura: Revista de História e Teoria das Ideias. Lisboa: Centro de História da Cultura, n.º 28, p. 125-142. ISSN 0870-4546. Acessível em http://cultura.revues.org/203
Uma iniciativa que se saúda e que não podemos deixar de divulgar junto dos potenciais interessados no tema na cidade de Loulé.
Com os votos do maior sucesso para o evento.
A.A.B.M.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
CIÊNCIA E CULTURA NO ALGARVE: O CONTRIBUTO DA INSTITUIÇÃO MILITAR
No próximo sábado, dia 13 de Dezembro de 2014, realiza-se em
Tavira, pelas 10.30 h, no âmbito do projecto «Passeios na História de Tavira»,
organizado pelo Museu Municipal de Tavira, a palestra
subintitulada Ciência e Cultura no Algarve: o contributo da Instituição Militar, apresentada por Patrícia de Jesus Palma (doutoranda em
Estudos Portugueses - Literatura Portuguesa Contemporânea).
Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
Tendo como um dos pontos de partida o emblemático Quartel da Atalaia de Tavira, onde decorrerá esta palestra, pretende-se dar a conhecer a herança da Instituição Militar ao nível do património edificado, de que Tavira é testemunho, assim como o seu legado ao nível do património intelectual, isto é, do seu contributo no âmbito da divulgação e da promoção científica e cultural na região algarvia dos séculos XVIII e XIX.
Atividade integrada no programa de visitas ao património local - Passeios na História de Tavira -, organi-zado pelo Museu Municipal de Tavira, com a finalidade de dar a conhecer o passado da cidade, a paisa-gem urbana, os monumentos e personagens históricas, bem como sensibilizar para a necessidade de proteger e valorizar a herança patrimonial.
Visita gratuita, limitada ao máximo de 40 participantes mediante inscrição obrigatória; a actividade destina-se ao público em geral.
A inscrição é gratuita, mas obrigatória pelo email: edu.museus@cm-tavira.pt
Uma actividade que se divulga e recomenda a todos os interessados nos temas em apreço.
Com os votos do maior sucesso em mais esta iniciativa.
A.A.B.M.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
DE TAVIRA A FARO: O HERALDO NA GEOGRAFIA LITERÁRIA DA VANGUARDA: CONFERÊNCIA
No próximo dia 5 de Junho de 2014, na Casa do Alentejo, em Lisboa, mas organizado pela Casa do Algarve (ver cartaz de divulgação acima -clicar na imagem para aumentar), vai realizar-se uma conferência sobre a importância do jornal semanário O Heraldo.
Esta iniciativa vai contar como conferencista com a doutoranda em Estudos Portugueses, Patrícia de Jesus Palma, investigadora do Centro de História da Cultura da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e especialista em História do Livro e Crítica Textual. Actualmente tem em curso um projecto de investigação que visa compreender as condições em que se desenvolve a cultura literária em espaço periférico no Portugal Contemporâneo (Algarve: 1772-1910), sendo financiado pela FCT e acolhido pelo Centro de História da Cultura daquela Universidade. Colabora também no projecto internacional «Circulação transatlântica dos impressos: a globalização da cultura no século XIX (1789-1914)», com pesquisa sobre dois eixos principais: os agentes de intercâmbio entre países (livreiros e editores) e a circulação e recepção da edição brasileira em Portugal.
Recorde-se ainda que o semanário republicano O Heraldo, iniciou publicação em Tavira em 3-01-1901, continuando a publicação do Jornal de Annuncios, tendo por proprietário José Maria dos Santos e contando com um leque alargado de colaboradores como: Carlos Augusto Lyster Franco, José Parreira, Raúl Proença, Ludovico de Menezes, Ribeiro de Carvalho, Bartolomeu Salazar Moscoso, Tomás da Fonseca, Zacarias José Guerreiro, Rodrigues Davim, Bernardo de Passos, Júlio Dantas, Mário Ramos, João Lúcio Pousão Pereira, entre muitos outros. Este periódico deixa de se publicar em Tavira a partir de 1912 e instala-se em Faro, tendo sido o jornal adquirido pelo advogado João Pedro de Sousa (que veio a morrer vítima da pneumónica em 1918) e pelo professor e pintor Carlos Augusto Lyster Franco (pai do Dr. Mário Lyster Franco). Em Abril de 1912 inicia publicação em Faro, onde se manteve até à extinção em 1917, quando Portugal vivia grandes dificuldades provocadas pela Grande Guerra, mas isso não impediu este semanário de manter um conjunto de colaboradores nesta fase muito conhecidos na época como: Julião Quintinha, Eugénio de Castro, Honorato Santos, Guerra Junqueiro, Cândido Guerreiro, João Rodrigues Aragão, Ana de Castro Osório, José Dias Sancho, entre muitos outros. Este jornal mostrou a sua faceta de vanguarda ao publicar vários textos da autoria dos jovens futuristas da época como Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Mário de Sá Carneiro, Carlos Porfírio, entre outros.
Este assunto pode sugerir-se a leitura AQUI, AQUI, AQUI ou uma análise ao trabalho do poeta e escritor Nuno Júdice sobre o tema e que AQUI relembramos.
Um evento que se saúda e que não podemos deixar de recomendar a todos os que se interessam por temas afins.
A.A.B.M.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
CIÊNCIA E INSTRUÇÃO (SÉCULOS XVIII E XIX) O CASO DO ALGARVE
O Centro de Ciência Viva de Lagos vai realizar no próximo dia 12 de Janeiro de 2013, próximo sábado, pelas 15 horas, uma conferência pela investigadora Patrícia de Jesus Palma.
O tema da conferência é extremamente interessante. Quem seriam os cientistas e instruídos no Algarve durante os séculos XVIII e XIX? Numa região periférica, como era o Algarve, quem integrava a elite letrada? Muitas vezes os militares, os sacerdotes, os médicos e, pontualmente, algum burguês local mais preocupado com tema, de resto reinava o analfabetismo e a ignorância, ou não seria bem assim?. Será importante saber quem eram? Onde estavam? Que fizeram de relevo (escrever, pintar, inventar, publicar, criar bibliotecas, etc)?
Uma conferência que se recomenda a todos os que tenham oportunidade para assistir e que se interessam pelo tema da História da Ciência e da Educação no Algarve.
Com os nossos votos do maior sucesso.
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