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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

A MAÇONARIA NO ALTO ALENTEJO (1821-1936) - LANÇAMENTO EM PORTALEGRE



LIVRO: A Maçonaria no Alto Alentejo (1821-1936);
AUTOR
: António Ventura;
EDIÇÃO: Caleidoscópio.

LANÇAMENTO:

DIA: 11 de Janeiro 2020 (16,30 horas);
LOCAL: Centro de Congressos da Câmara Municipal de Portalegre (R. Guilherme Gomes Fernandes, 28 - Portalegre);
ORADOR: Maria de Fátima Nunes (Universidade de Évora).

Apontamento Musical: Escola de Artes do Norte Alentejano

Trata-se de uma nova edição, revista e muito aumentada do estimado livro «A Maçonaria no Distrito de Portalegre», do professor António Ventura, publicado em 2007, pela Editora Caleidoscópio, e desde há muito esgotado.

Esta reedição, de manifesto interesse regional, conta com o patrocínio de diversas instituições: autárquicas, académicas, culturais, económicas e associativas [cf. António Ventura].

Tem, desde logo, o apoio de “todas as 15 câmaras municipais do distrito de Portalegre: Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteiro, Gavião, Marvão, Monforte, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel”, numa unanimidade que honra a historiografia local e regional, pelo que julgamos estar na presença de um outro olhar e um novo pensar em torno das investigações históricas locais. O que, e não poucas vezes, pela recuperação da memória histórica podem corrigir e enriquecer mesmo a história geral.   

J.M.M.

sexta-feira, 17 de março de 2017

CONFERÊNCIA – CRATO. MAÇONARIA E SUA HISTÓRIA


 
 
 
ORADOR: António Ventura (professor da FLUL);
 
DIA: 17 de Março 2017 (21,00 horas);
LOCAL: ARPIC [Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Crato]
ORGANIZAÇÃO: Câmara Municipal do Crato.
 
J.M.M.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

A MAÇONARIA EM SOUSEL 1911-1935


 
CONFERÊNCIA: "A Maçonaria em Sousel.


ORADOR: prof. AntónioVentura;
DIA:
8 de Outubro 2016 (18 horas);
LOCAL: Auditório da Biblioteca Municipal;
ORGANIZAÇÃO: Município de Sousel

 
Breve panorâmica da história da Maçonaria desde a sua fundação em 1717, expansão e implantação em Portugal até 1935.

As estruturas maçónicas em Sousel e os naturais do concelho que pertenceram à Maçonaria noutras localidades do país

J.M.M.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

ASSOCIAÇÃO DOS MANUFACTORES DE CALÇADO DE PORTALEGRE


Associação dos Manufactores de Calçado de Portalegre


"A Associação dos Manufactores de Calçado de Portalegre
 
[Os seus principais sócios fundadores foram: Francisco António de Miranda Relvas (seu Presidente), Manoel Joaquim Mão de Ferro, Francisco de Ascensão Pereira - ver AQUI os seus Estatutos e demais documentação]
 
teve os estatutos aprovados em [16] Dezembro de 1911.

Um dos seus dirigentes, Joaquim Maria, meu [… António Ventura] avô materno, foi um dos oito trabalhadores detidos naquela cidade. por ocasião de uma manifestação de solidariedade com os rurais de Évora, em Janeiro de 1912, junto ao edifício do Governo Civil. Foram julgados a 17 de Maio e libertados.

Esta era a bandeira da Associação" [via António Ventura Facebook]
 
J.M.M.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

CONFLITOS SOCIAIS EM PORTALEGRE NO TEMPO DOS ROBINSON

 
EDIÇÃO: Publicações da Fundação Robinson, nº 23.
 
Nesta edição das Publicações da Fundação Robinson focam-se os conflitos sociais e laborais ocorridos no concelho de Portalegre entre os finais do século XIX e 1920, tendo por base documental a imprensa local e nacional. Durante este período destacam-se no tecido industrial portalegrense a indústria corticeira e de lanifícios, ambas de tradição secular e empregando milhares de operários. É sobretudo no seio destas unidades industriais que, a par das novas sociabilidades promovidas pelo liberalismo, se vão formando movimentos organizados de classes – como os corticeiros – que reivindicam direitos sociais compatíveis com sua condição operária e que manifestam uma solidariedade de classe até então desconhecida”.
 
 
 
No passado dia 17 de Setembro de 2011, em brilhante, sintética, original e valorativa intervenção, lembrava o Professor Julián Sobrino (Universidade de Sevilha) que todas as Fábricas são um conflito, de interesses, de saberes, de sexos, de pequenos e grandes poderes. Afinal, as Fábricas dão corpo às realidades da vivência humana dos grupos e das suas sociabilidades, as Fábricas são corpos sociais vivos!
 
Na sua constante colaboração com a Fundação Robinson o Professor António Ventura (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) dá-nos agora conta dessa vida na conflitualidade nascida das realidades laborais em que se opõem Operários e Patrões. O estudo e a riquíssima antologia que o suporta, enriquecem o nosso conhecimento da Fábrica Robinson na dimensão humana do operariado e, ao mesmo tempo, dão conta da sua integração no tecido local através da amostragem feita a partir da assinalável riqueza da imprensa periódica em Portalegre.
 
As Publicações da Fundação Robinson, mais uma vez, dão a lume trabalho científico e possibilidades de investigação futura e continuam a mostrar como a Fábrica era o pólo socioeconómico de um grande Espaço Robinson
[in revista da Fundação Robinson, “Nota de Abertura”]
 
J.M.M

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

DIA ROBINSON EM PORTALEGRE 2013

Realiza-se no próximo dia 17 de Setembro de 2013, em Portalegre, as comemorações do Dia Robinson, organizado pela Fundação Robinson.

Contando com várias iniciativas e convidados como o Professor António Ventura, o Professor António Camões Gouveia, Diogo Júlio, Graça Correia e Manuel Eustáquio.

Consultar o programa que se apresenta acima [clicar na imagem para aumentar] ou consultar AQUI.

A.A.B.M.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

ANTÓNIO JOSÉ LOURINHO - DEPUTADO CONSTITUINTE POR PORTALEGRE


ANTÓNIO JOSÉ LOURINHO - o primeiro Presidente da Câmara de Portalegre depois do 5 de Outubro de 1910

“Nasceu em Ribeira de Nisa, Portalegre, a 30-4-1858, e morreu em Lisboa a 23-3-1917.

Estudou no Seminário de Portalegre e concluiu o Curso Superior de Letras [1885]. Professor no Liceu de Portalegre e no Seminário, colaborou nos periódicos Comércio do Alentejo, O Distrito de Portalegre e A Plebe, que dirigiu depois de 1911, e foi correspondente de O Século.

Antigo membro do Partido Progressista, aderiu ao Partido Republicano por volta de 1892 sendo já nesse ano candidato a deputado. Ficou célebre a polémica que manteve em 1890 com Trindade Coelho e que quase deu origem a um duelo entre ambos.

Católico convicto, amigo de D. Manuel Enes e de João de Deus, foi um conferencista nato, proferindo palestras nas associações locais, nomeadamente durante a crise motivada pelo Ultimato (1890), gozando ao mesmo tempo de grande prestígio entre a classe operária.

Foi um dos fundadores da Sociedade União Operária (1896), da Creche João Baptista Rolo e da Associação dos Bombeiros Voluntários de Portalegre (1898). Procurador à Junta Geral do Distrito e reitor do Liceu, depois do 5 de Outubro presidiu à primeira comissão administrativa republicana do município portalegrense, que abandonou para tomar assento nas Constituintes de 1911 como deputado.

Foi eleito senador em 1915. Manteve-se no PRP, mesmo após a sua divisão, e presidiu à respectiva Federação Distrital" [ler AQUI]

via António Ventura Facebook

J.M.M.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

A MAÇONARIA NO DISTRITO DE PORTALEGRE


A Maçonaria no Distrito de Portalegre

Tomamos recentemente conhecimento do lançamento deste novo estudo do Prof. Catedrático de História, Doutor António Ventura, que exerce a sua actividade docente e de investigação na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Este estudo de âmbito regional, circunscrito ao distrito de Portalegre, permite-nos conhecer as figuras que, na região, estiveram ligadas à Maçonaria entre 1903 e 1935, ou seja, acompanha o período que antecede a implantação da República, toda a fase da 1ª República até à ilegalização das sociedades secretas durante o Estado Novo.

No total, este estudo inclui quase três centenas de biografias, muitas acompanhadas de fotografias. A par de nomes como João Camoesas, Adelaide Cabete, Vitória Pais Madeira, Arnaldo Brazão, Eusébio Leão e Jorge Frederico Velez Caroço, surgem dezenas de homens e de mulheres que saem, desta forma, de um esquecimento a que estavam condenados

Este livro constitui um olhar sobre a Maçonaria em Portugal numa perspectiva regional. Também neste caso, cremos que a multiplicação de estudos localizados e delimitados regional e cronologicamente permitirá, no futuro, construir um quadro mais rigoroso da implantação, acção e influência da Maçonaria em Portugal.

O livro é publicado pela Editora Caleidoscópio, com o patrocínio do Governo Civil de Portalegre e da Câmara Municipal de Portalegre, e com o apoio do Instituto Alexandre Herculano da Faculdade de Letras de Lisboa, e das Câmaras Municipais de Arronches, Fronteira, Elvas, Gavião e Marvão.

Vão realizar-se duas sessões de apresentação desta obra, primeiro em Portalegre, no dia 26 de Maio, pelas 15. 30 horas, no Centro de Congressos da Câmara Municipal de Portalegre (antigo Colégio de São Sebastião).
No dia 28, realizar-se-á nova apresentação, pelas 18. 30 horas, no Grémio Lusitano, Rua do Grémio Lusitano nº 25, em Lisboa.

Lembramos que, o Prof. Doutor António Ventura, é natural de Portalegre, onde nasceu em 1953, já possui uma vasta bibliografia onde se destacam os seguintes títulos:

- Subsídios para a História do Sindicalismo Rural no Alto Alentejo: 1910-1914, 1976;
- Inventário da imprensa de Portalegre (1833-1870) [catálogo], 1980;
- José Frederico Laranjo: trinta anos de política, 1984;
- José Régio em Portalegre, 1984;
- Origens do 1º de Maio em Portalegre: 1890 - 1900, 1986;
- O Imaginário Seareiro. Ilustradores e Ilustrações da Revista «Seara Nova», 1990;
- José Régio - Correspondência, 1994;
- António Sérgio e José Régio - um convívio epistolar, 1994;
- Entre a República e a Acracia. O Pensamento e a Acção de Emílio Costa, 1994;
- José Frederico Laranjo, 1997;
- Anarquistas, Republicanos e Socialistas: as convergências possíveis (1892-1919), 2000;
- Memórias da Resistência. Literatura Autobiográfica da resistência ao Estado Novo, 2001;
- A Carbonária em Portugal (1897-1910), 2004;
- D.Miguel e o Fim da Guerra Civil.Testemunhos, 2006;
- Um Olhar Feminino Sobre Portugal, 2007.

Um trabalho certamente marcado pelo rigor e pela clareza, que muito contribuirá para conhecer melhor a Maçonaria e sua organização no início do século XX.
Recomendamos está obra a todos aqueles que gostam de História Contemporânea de Portugal.

A.A.B.M.