COLÓQUIO: Nos Cem Anos da Reforma. O Quotidiano na Escola Pública
DATA: 24 de Março de 2011 (10 horas)
LOCAL: Palácio Valadares (Lisboa, Largo do Carmo)
ORGANIZAÇÃO: Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
J.M.M.
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domingo, 13 de março de 2011
O QUOTIDIANO NA ESCOLA REPUBLICANA
COLÓQUIO: Nos Cem Anos da Reforma. O Quotidiano na Escola Pública
DATA: 24 de Março de 2011 (10 horas)
LOCAL: Palácio Valadares (Lisboa, Largo do Carmo)
ORGANIZAÇÃO: Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
J.M.M.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
EDUCAR. EDUCAÇÃO PARA TODOS. ENSINO NA I REPÚBLICA
EXPOSIÇÃO: Educar. Educação para todos. Ensino na I República;
ORGANIZAÇÃO: Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República com o apoio da Parque Escolar;
COMISSÁRIA: Maria Cândida Proença
LOCAL: Lisboa, Palácio Valadares (Largo do Carmo);
DATA: 17 de Fevereiro a 30 de Junho de 2011 (das 10,00-18,00 horas).
"Com esta exposição pretende dar-se a conhecer a um público vasto a importância da obra republicana no ensino, realçando o alcance e as características das inovações introduzidas. A exposição desenrola-se ao longo de onze salas onde serão abordados os aspectos mais significativos da obra republicana no ensino ..."
ver TUDO AQUI
J.M.M.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
COMISSÃO NACIONAL PARA AS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

COMISSÃO CONSULTIVA QUE ASSISTE A COMISSÃO NACIONAL PARA AS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA
Através de mão amiga, que nos alertou para a situação, tomamos conhecimento de quais são as personalidades que vão integrar a Comissão Consultiva que assiste a CNCCR.
Certamente que alguns dos nomeados são personalidades com interesse nas matérias em causa e pelo seu valor científico e intelectual, outros surgem-nos de forma algo inesperada. Não que contestemos o seu papel enquanto cidadãs(ãos) em destaque na sociedade portuguesa, porém não podemos deixar de manifestar alguma perplexidade face a algumas escolhas.
Fazemos, no entanto, votos para que este grupo de personalidades designadas pelo Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, no passado dia 21 e publicado hoje no Diário da República desenvolva um conjunto de iniciativas interessantes e envolventes para a sociedade portuguesa. Criem condições para, na nossa sociedade, desenvlver hábitos de participação cívica. Apoiem iniciativas de carácter pedagógico e didactico sobre os princípios da ética republicana. Relembrem as figuras que pelo país difundiram as ideias republicanas, antes da implantação da República, baseadas num conjunto de ideais e princípios que o regime acabou por não conseguir concretizar.
Comemorar, actualmente, não é só celebrar o passado mas é sobretudo assinalar e analisar momentos que possam projectar para o futuro.
Etimologicamente, comemorar designa o acto de evocação ou de memória colectiva de um evento passado. No caso de se tratar de uma momento fasto, comemorar é também celebrar e festejar. No caso da revolução de 5 de Outubro de 1910, sem receio se pode dizer que para a generalidade dos portugueses a implantação da República significou um avanço na luta pela liberdade e pela cidadania em Portugal, constituindo um adquirido histórico do povo português. Como já era referido aqui.
Não é só engrandecer os grandes homens do passado é procurar confrontar as ideias do passado com o presente. Torna-se fundamental, nos dias que correm, com a crise económica, social e política que o País atravessa elevar a auto-estima da população; mobilizar os jovens com exemplos de cidadania activa e actuante; possibilitar o acesso à informação, às fontes da época, apesar de muita informação já ser acessível, para todos poderem analisar e tirar as suas conclusões; não esquecendo os objectivos que o Relatório da Comissão de Projectos para as Comemorações do Centenário da República já definia:
Deste modo, as comemorações do centenário da República podem e devem visar os seguintes objectivos:
a) Comemorar a revolução do 5 de Outubro de 1910 como momento fundador da República;
b) Valorizar a ideia republicana no seu sentido histórico mais genuíno, enquanto projecto de afirmação da cidadania, de igualdade política e social, de garantia dos direitos e liberdades individuais, de fim dos privilégios de nascimento ou de status, de democracia representativa, de descentralização e autonomia do poder local, de separação do Estado e das igrejas, etc.;
c) Estudar a evolução e transformação da República, desde as dificuldades de estabilização e consolidação da I República, passando pelo interregno equívoco do Estado Novo, até à renovação da ideia democrático-republicana com o 25 de Abril de 1974;
d) Analisar os problemas e escrutinar as soluções para uma República moderna, mais eficiente e ainda mais democrática, na passagem do primeiro centenário e na perspectiva do seu segundo centenário.
Ficamos a aguardar as actividades concretas para nos irmos pronunciando.
A.A.B.M.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
COMISSÃO NACIONAL PARA AS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA
Relembramos que são funções primordiais desta comissão: "cabe à Comissão Nacional apresentar ao Governo a proposta de Programa das Comemorações, para aprovação no prazo de três meses após a respectiva nomeação".
Quem são as personalidades que integram esta comissão?
Maria Fernanda Rollo, integra o Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Doutorada em História Económica e Social Contemporânea, Professora Auxiliar do Departamento de História da FCSH da UNL; Coordenadora das Unidades de Investigação do Departamento de História da FCSH/UNL; Membro do Conselho de Redacção da revista Ler História; Membro fundador da Associação Portuguesa de História das Relações Internacionais (APHRI); Membro da Associação Portuguesa de História Económica e Social.
Obras publicadas: Portugal e o Plano Marshall, Estampa, Lisboa, 1994;"Percursos Cruzados", in Engenho e Obra. Uma abordagem à História da Engenharia em Portugal no Século XX, Coord. J. M. Brandão de Brito, Manuel Heitor e Maria Fernanda Rollo, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2002; "Inovação e produtividade: o modelo americano e a assistência técnica americana a Portugal no pós-guerra", in Momentos da Inovação e engenharia em Portugal no Século XX, 3 vols., coord. de J. M. Brandão de Brito, Manuel Heitor e Maria Fernanda Rollo, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2004.
Projectos de Investigação (entre outros): Coordenação geral (com J.M. Brandão de Brito e Manuel Heitor) do projecto Engenho e Obra. História da Engenharia em Portugal no Século XX;
Coordenação do projecto História e Património do Grupo PT;
Coordenação do projecto Emigração e Comunidades Portuguesas.
Publicou:"A Primeira República Portuguesa: evolução política (1910-1926)", in Portugal Contemporâneo, vol. III, coordenado por António Reis, Lisboa, Alfa, 1991; "Francisco Grandela: um retrato", in Francisco Grandela, o Grande Homem, Lisboa,1994;“Administração e Política no 1º quartel do Século XX”, in História dos Municipios e do Poder Local em Portugal, coord. de César Oliveira, Lisboa, Círculo de Leitores, 1996; "Egas Moniz" e diversas outras entradas no Dicionário de História do Estado Novo,coord. de Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito, Lisboa, Círculo de Leitores, 1997; "O sistema político da Primeira República", in A Primeira República Portuguesa – entre o Liberalismo e o Autoritarismo, coord. de Nuno Severiano Teixeira e António Costa Pinto, Lisboa, Colibri, 1999; "Manuel de Arriaga", "João do Canto e Castro", "Jorge Sampaio", in Os Presidentes da República, coord. de António Costa Pinto, Lisboa, Temas e Debates, 2001; "Manuel Pinheiro Chagas" e diversas outras entradas in Dicionário Biográfico Parlamentar, coord. de Maria Filomena Mónica, Lisboa, 2005/2006; Manuel de Arriaga: uma Biografia Política, Lisboa, Museu da Presidência da República, 2006. Os interessados podem encontrar o currículo completo na página que este historiador disponibiliza juntamente com outras informações importantes sobre a sua carreira
Aguardamos com expectativa as propostas e actividades a levar a efeito entre 2010 e 2011 e cá estaremos para as analisar.
A.A.B.M.
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