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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

GRÉMIO LUSITANO – REVISTA, ANO 14, N.º 29, 2025

 


Grémio Lusitano – Ano 14 29, 2025, p.80; Propr. Grémio Lusitano; Editor: Grémio Lusitano; Director: Pedro Luiz de Castro; Director-Adjunto: Henrique Monteiro; Coord.: Pedro Luiz de Castro, Álvaro Carrilho, Inês Marques; Grafismo: Álvaro Carrilho; Redacção: Rua do Grémio Lusitano, 25, Lisboa.

TÁBUA: Maçonaria Inglesa versus Francesa

Editorial: A Universalidade Maçónica [Pedro Luiz de Castro] / Maçonaria Inglesa versus Maçonaria Francesa [Fernando Cabecinha] / Da Religião Natural à Religião Revelada – Pensar livre e plural [José Manuel Martins] / História da Maçonaria Inglesa [John Hamill] / História da Maçonaria francesa no final do século XVIII [Pierre Menvielle Tichadel] / O GADU na Tradição Maçónica Francesa: Dificuldades e Incompreensões Históricas [Roger Dachez] / O Versus e o Paradoxo. Rito Francês versus Rito Escocês. A Maçonaria versus partidos políticos [Inácio Ludgero] / Os arquitetos da maçonaria inglesa (1720-1740) [Richard Andrew Berman] / Dois Ritos: REAA e RF. Dois Caminhos, uma mesma Luz, um só ideal [António Maria da Fonseca] / Regulares Ingleses contra Liberais Franceses. Um panorama atual da Maçonaria Mundial [Jean-Moïse Braitberg] / Representações da Maçonaria Portuguesa na Cultura Popular [Paulo Mendes Pinto & Isabel Landeiro] / Só reconhecidos por todos como livres e iguais [Francisco Carromeu] / Versus. Algumas ideias sobre a convergência das Maçonarias e Ritos Maçónicos [Manuel Pinto dos Santos] / Para lá do canal da mancha. É tudo diferente! [Joaquim Grave dos Santos].

Revista à venda no Grémio Lusitano.

“… A Maçonaria sempre pugnou pelas conquistas sociais, num clima de Liberdade, de Igualdade e de Fraternidade entre os Homens. Sempre foi, por isso mesmo, uma ameaça para aqueles que pretendiam a perpetuação de um determinado «status quo» baseado no controle da sociedade por elites religiosas, políticas, sociais ou económicas.

Não admira, portanto, que a Igreja, e governos totalitários tenham e continuem a perseguir a Maçonaria, exatamente pelos nobres ideais que representou e continua a representar.

Este número da Revista do Grémio Lusitano dedica-se, pois, a uma análise sob vários ângulos do que foram e têm sido, as duas principais correntes de pensamento maçónico existentes no mundo: a inglesa e a francesa.

Muita coisa as une, algumas coisas as separam. Rituais, formas distintas de olhar e interpretar ou interagir com a sociedade, fazem destes «primos», amigos colaborantes e unidos, num desejo comum de tornar o mundo um lugar substancialmente mais decente para se viver, do que aquele em que atualmente nos encontramos” [Pedro Luiz de Castro, p. 3]

 


“A Maçonaria Inglesa tem as suas ra1zes na fundação da Grande Lo1a de Londres em 1717, considerada o berço da Maçonaria especulativa moderna. Desde então, a influência inglesa espalhou-se pelo mundo, estabele­cendo o que é conhecido como o modelo das Grandes Lojas Regulares.

A Maçonaria Francesa, por sua vez, consolidou-se a partir da criação do Grande Oriente de França em 1773. O contexto iluminista francês e a influência revolucionária moldaram fortemente o seu carácter, tornan­do-a mais aberta a reformas e ao debate filosófico.

Enquanto a Maçonaria Inglesa mantém uma postura trad1c1onaltsra, exigindo a crença num Ser Supremo (o Grande Arquiteto do Universo) como requisito fundamental para a iniciação, valorizando a espirituali­dade, a moralidade e a filantropia, com forte ênfase na discrição e no simbolismo, a Maçonaria Francesa, especialmente após 1877 aboliu a obrigação da crença num Ser Supremo, tornando-se mais secular e racionalista. O foco deslocou-se para a liberdade de consciência, o laicismo, o progresso social e o debate filosófico.

[…] Ambas, no entanto, partilham valores fundamentais como a frater­nidade, o aperfeiçoamento pessoal e o compromisso com a socie­dade, refletindo as suas respetivas culturas e contextos históricos.

Esta Revista convida, pois, à leitura e reflexão dos textos nela inseridos, na procura de conhecimento capaz de nos consciencializar para que serve a Maçonaria, quais as suas principais valências e a mensagem que pretende transmitir.

A bem da dignidade do ser humano e do humanismo” [Fernando Cabecinha, Grão-Mestre GOL, p. 5]

J.M.M.

terça-feira, 8 de abril de 2025

GRÉMIO LUSITANO – REVISTA, ANO 13, N.º 28, 2024

 


Grémio Lusitano – Ano 13 28, 2º Semestre 2024, p.28; Revista Grémio Lusitano; Propr. Grémio Lusitano; Editor: Grémio Lusitano; Director: Pedro Luiz de Castro; Director-Adjunto: Henrique Monteiro; Coord.: Pedro Luiz de Castro, Álvaro Carrilho, Inês Marques; Grafismo: Álvaro Carrilho; Redacção: Rua do Grémio Lusitano, 25, Lisboa.

A revista do Grémio Lusitano n.º28 [Ano 13 28, 2º Semestre 2024] tem a “Iniciação e Transformação” como tema, isto é, «tem o propósito simples, mas arrojado, de saber o ‘quanto’ e o ‘como’ a Maçonaria transformou os homens e mulheres que acolheu» [Do Editorial]. Dito de outro modo: após o «chamado processo iniciático» a «maçonaria transforma-nos? Modifica-nos? Altera o nosso comportamento, a nossa visão do mundo? Passamos a ser pessoas mais cumpridoras, mais comprometidas com a nossa positiva transformação, e por arrastamento com o melhoramento da própria sociedade onde nos inserimos?» [Do Editorial]. Eis, portanto, um balanço sobre a “Iniciação e Transformação" de modo a que «nunca se diga de nós: Entrou na Maçonaria, mas a Maçonaria nunca entrou nele …!» [Do Editorial].

De salientar as notáveis e estimulantes ilustrações do designer Álvaro Carrilho que acompanham e exploram cada artigo da revista, peças únicas da afirmação de uma interioridade e espiritualidade surpreendente, que ao recorrer “à geração de imagens com IA” filtram o leitor para “uma imersão profunda nas questões éticas, filosóficas, oferecendo uma nova dimensão de leitura”.    

TÁBUA: Iniciação e transformação

Editorial. Nós e a Maçonaria, a Maçonaria e Nós [Pedro Luiz de Castro] / A minha inexorável viagem em direcção ao Oriente [Jaime Pina] / Despido e Despojado [Paulo Mendes Pinto] / Um segredo não partilhável [Henrique Monteiro] / A cultura de grupo [Prometeu n.s.] / Eu estou aqui … porquê [António Maria da Fonseca] / Glorificação do trabalho [Carlos Mardel n.s.] / In Claris, Fiat Interpretatio [José Adelino Maltez] / Involuir para Evoluir [António Ventura] / O caminho da Luz [Henrique n.s.] / Porque sou maçom? [Luís Conceição] / “Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena” [Manuel Pinto dos Santos] / Três grandes pancadas [Joaquim Grave dos Santos] / Um outro olhar, ou desejo de «pensar mais» [José Manuel Martins] / Uma outra relação com o mundo [Luís Parreirão] / Viagem [João Alves Dias] / Ser Maçom [Anselmo Bravule n.s.] / O Impulso da Construção [Álvaro Carrilho].

Revista à venda no Grémio Lusitano

J.M.M.

terça-feira, 14 de maio de 2024

GRÉMIO LUSITANO – REVISTA, ANO 12, N.º 26, 2023


Saiu a revista nº26 (2 semestre de 2023) Grémio Lusitano [Propr. Grémio Lusitano; Editor: Grémio Lusitano; Director: Pedro Luiz de Castro; Director-Adjunto: Henrique Monteiro; Coord.: Pedro Luiz de Castro, Álvaro Carrilho, Inês Marques; Redacção: Rua do Grémio Lusitano, 25, Lisboa].

TÁBUAEditorial. Ética, Moral e Religião [Pedro Luiz de Castro] / Ética e Liberdade [Fernando Cabecinha (GM do GOL)] / Ética na Maçonaria [Do Congresso da GLFP]] / “A insustentável leveza das fronteiras: Clero Católico na Maçonaria e a questão do Anticlericalismo e do Antimaçonismo em Portugal” [Fernanda Santos & José Eduardo Franco] / A Maçonaria, o Indivíduo e a Reforma Protestante. Um Caminho no Sentido do Despertar da Liberdade de Consciência [Paulo Mendes Pinto] / Desafios éticos no mundo atual. Da nebulosa da vida à universalidade de uma ética universal [Alexandra Mota Torres] / Do trono de Salomão à soleira do Papa. Um ensaio sobre Liberdade e Tolerância Religiosa na Maçonaria [Edgard da Costa Freitas Neto] / Entre o Esquadro e o Compasso [Joaquim Grave dos Santos] / Entrevista com Ferrer Benimeli. Católicos e Maçons / Ética da Maçonaria, da Obediência, da Loja ou do Maçon? (Manuel Pinto dos Santos) / Ética Franco-Maçónica? [Francisco Carromeu] / O Compasso e a Cruz – Uma narrativa histórica (António Maria Fonseca] / O papel da Maçonaria na criação da contemporaneidade (Orlando Martins e Pedro Nogueira-Simões) / Teófilo Braga, Magistério e Cidadania (António Valdemar) / Maçonaria e Carbonária (António Valdemar) / Tod@s (Fernando Marques da Costa) / Maçonaria, Religião ou Seita? (Pedro Luiz de Castro)

J.M.M.

sábado, 21 de outubro de 2023

GRÉMIO LUSITANO – REVISTA, ANO XII, N.º 25, 2023


Saiu a revista 25 (2 semestre de 2022) Grémio Lusitano [Propr. Grémio Lusitano; Editor: Grémio Lusitano; Director: Pedro Luiz de Castro; Director-Adjunto: Henrique Monteiro; Coord.: Pedro Luiz de Castro, Álvaro Carrilho, Inês Marques; Redacção: Rua do Grémio Lusitano, 25, Lisboa].

A revista n.º25 é totalmente dedicada à Maçonaria no Feminino, procurando “trazer à luz tanto as diferenças como as semelhanças e compreender os desenvolvimentos que sobre este tema vão suceder no futuro” [do Editorial]. Trata-se de um assunto que, no dizer do Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, “está na ordem do dia na Obediência" no sentido de procurar encontrar "as vias que correspondam aos caminhos do futuro do GOL, sempre no mais puro e autêntico espirito de Liberdade, Fraternidade e Tolerância [Fernando Cabecinha]

TÁBUA:

Editorial [Pedro Luiz de Castro] / Maçonaria Feminina - um Pouco de História [Fernando Cabecinha, Grão-Mestre do GOL] / Iniciação, Adopção, Maçonaria no Feminino [Joaquim Grave dos Santos] / A Maçonaria no Feminino [Inácio Ludgero, Grão-Mestre do Grande Oriente Ibérico] / Maçonaria de Adoção Versus Maçonaria Ibérica no Século XIX [Manuel Rajo] / A Maçonaria no Feminino [Maria Odete Isabel, Grã-mestre da Grande Loja Feminina de Portugal] / Mixidade em loja - opção ou imposição categórica? [Joaquim Grave dos Santos] / Iniciação ou Regularização de Mulheres no GOL [Respeitável Loja Simões Coimbra] / O Regresso da Mulher ao Grande Oriente Lusitano [Manuel Pinto dos Santos] / Mulheres na Maçonaria - A responsabilidade histórica do GOL [Ricardo Alves] / Está lá fora uma senhora! [Respeitável Loja Mithras Solar] / O género na franco-maçonaria universal [José Eduardo Meira da Cunha] / As mulheres e a maçonaria [Philip Carter] / A admissão de senhoras nos templos [reprodução do Boletim Oficial do GOLU de 1877]  

J.M.M. 

sexta-feira, 26 de junho de 2020

REVISTA DO GRÉMIO LUSITANO ANO 9, Nº 21 – 1º SEMESTRE 2020


Grémio LusitanoAno 9, 21, 1º Semestre 2020, p.87; Editor: Grémio Lusitano; Dir: António Lopes; Coord: António Lopes e Álvaro Carrilho; Red.: Rua do Grémio Lusitano, 25, 1200-211 Lisboa.

«Uma revista como Grémio Lusitano pretende constituir-se como um espaço de livre debate de ideias, tendo por base os valores da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, como de resto se assinala no seu Estatuto Editorial. Com este número assumimos uma viragem no sentido de dar à nossa revista um caráter mais académico e de instrumento de trabalho para todos nós.

Defendendo, como de resto sempre foi timbre da Maçonaria, a existência de uma opinião pública informada, ativa e interveniente, condição essencial para o exercício pleno da cidadania, compatibilizamos o livre pensamento, o refletir sobre as ideias em debate e o equacionar novas questões, com a Tradição, considerada esta como uma memória do passado, fundada na transmissão, onde estão presentes sinais, símbolos ou outras formas de registo, que desembocam no enriquecimento intelectual.

As questões ligadas ao Liberalismo são a base de uma sociedade social e politicamente democrática, participativa civicamente e tolerante na diversidade de opiniões e onde o enriquecimento intelectual é a ferramenta a que a Maçonaria sempre recorreu. São igualmente a base da sociedade que hoje conhecemos e de que usufruímos. Por isso, nada melhor do que recordar estes 200 anos da Revolução Liberal como tributo àqueles que em 1820 abriram a porta para a existência de uma Constituição. Com raízes no Iluminismo do século XVIII, estruturante das sociedades europeias e do continente americano do século XIX, pressupõe o Liberalismo, a existência de Liberdade, de um consentimento e representatividade dos governados e da igualdade perante a Lei. Pressupõe também a liberdade de escolha política, alternância de poder e, naturalmente a liberdade de pensamento. Valores e princípios que facilmente hoje admitimos como “naturais”, mas que infelizmente nem sempre foi assim e dos quais nunca nos devemos esquecer. Lembremo-nos de um dos grandes detratores da Maçonaria, José Agostinho de Macedo, que considerava que a Igualdade era contrária à “ordem natural das coisas” e como tudo na natureza era desigual, referindo como exemplo os dedos de uma mão, as árvores ou os homens, logo a desigualdade era, em seu entender, natural e indispensável à sociedade.

Por isso, o ano de 1820 e a revolução então ocorrida, constitui um marco histórico na História de Portugal, no qual muitos maçons tiveram um papel ativo. Inspirados em Locke, Adam Smith, Rousseau ou Montesquieu construíram o primeiro texto constitucional em 1822, primeiro de vários onde se discutiu se uma Constituição deveria sair dos representantes do povo ou concedida pelo monarca, se era um texto construído diligentemente pelos deputados ou se apenas plebiscitado, um debate que em todas as épocas atravessou a Maçonaria, como interveniente ativo na construção de uma sociedade melhor, mais justa e fraterna» [António Lopes]

TÁBUA: A Revolução em diferido: os Açores e a primeira experiência liberal (José Damião Rodrigues); Soberania Nacional, Monarquia e República: do 24 de Agosto de 1820 ao 5 de Outubro de 1910 (Rui Albuquerque); Vintismo e espaço público (Maria de Fátima Nunes); Transformações da propriedade fundiária: do Antigo Regime ao Liberalismo (Duarte Leite); A Crise do sistema liberal e o advento do novo regime (Amadeu Carvalho Homem); Maçonaria nos Açores: Tipografia e Jornalismo (António Valdemar); O Liberalismo visto pelos seus opositores (António Lopes); Teotónio de Ornelas – a sombra da juventude (Jorge A. Paulus Bruno); Um herói na revolução – Manuel Borges Carneiro (Albino Matos); O Jornalista Conimbricense Joaquim Martins de Carvalho (1822-1898) (José Manuel Martins); Museu Maçónico Português: Acervo do Liberalismo 

Revista à venda no Grémio Lusitano

J.M.M.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

GRÉMIO LUSITANO Nº18 - REVISTA


Saiu a revista nº18 (I semestre de 2012) Grémio Lusitano [Propr. Grémio Lusitano; Editor: Grémio Lusitano; Director: António Lopes; Director-Adjunto: Salvato Teles de Menezes, António Lopes; Coord.: A.L., S.T.M., Silvino G. Silva; Redacção: Rua do Grémio Lusitano, 25, Lisboa], com o seguinte Índice:

"A memória é a consciência da alma" [texto de Fernando Lima] / “Da travessa do Guarda Mór à rua do Grémio Lusitano”, por António Lopes [interessante texto monográfico, com curiosas notas sobre a história do Palácio Maçonico, na antiga travessa do Guarda Mór, depois rua do Grémio Lusitano] / “Museu da República e da Maçonaria”, por Aires Henriques [com invulgares fotos do acervo do Museu, sito em Troviscais, concelho de Pedrógão Grande] / “A Força dos ideais estampados na Beleza de um rótulo”, por Salgueiro Maia (n.s.), da Loja Redenção [curioso e invulgar texto, com referências várias à vila da Irmãnia, ou seja à aldeia da “Marmeleira”, depois denominação extensiva, enquanto “nome maçónico”, para todo o concelho de Mortágua; notas várias sobre o republicano e maçon Basílio Lopes Pereira (Loja Revolta) e ao comerciante, republicano e maçon Júlio Batista dos Reis] / “Internato S. João: férias balneares de 1879”, por Pedro Manuel Pereira / “Na rota dos companheiros”, texto estimado de Feliciana Ferreira (GLFP) / “No primeiro aniversário da Loja Teotónio de Ornelas”, valioso texto de Manuel (n.s.), da Loja Passos Manuel [referências ao trabalho militar, político, carbonário e maçónico do ilustre liberal Teotónio Ornelas, na Ilha Terceira] / A maçonaria em Portugal [debate promovido pelo D.N., em 24 de Novembro, com António Reis] / “Uma questão de identidade”, por JEMC, da Loja Convergência / “Procura Iniciática e Transmissão", por Irène Manguy [importante texto proferido no aniversário da Loja Acácia] / “O Rito Escocês Antigo e Aceito. Contributos para o estudo da sua introdução em Portugal”, por António Lopes [apreciado texto, anteriormente proferido numa conferência, em Novembro, na Universidade Lusófona] / “Do passado para o futuro”, por António Flora (n.s.), da Loja Universalis / “Revista da Maçonaria”, por Salvato Teles de Menezes / “O chamamento maçónico”, por Fernão Mendes Pinto (n.s.), da Loja Graal / “O segredo maçónico”, texto de Fernando Castelo-Branco Sacramento / “Entre Gomes Freire e o Patriotismo Científico ou o partido dos funcionários contra o partido dos fidalgos – um projecto por cumprir”, por José Adelino Maltez [precioso texto, proferido por Adelino Maltez na conferência do centenário do Instituto Superior Técnico] / “A propósito de Berlin Alexanderplatz”, por Cícero (n.s.), da Loja Transparência / “Paradoxos do laxismo e da complacência”, por Voltaire (n.s.), da Loja Camões / “Emergência de uma nova governança mundial”, por Teresa S. C. Pereira / “Questões dominantes para o futuro”, por António Carlos (n.s.), da Loja Victória / “Metodologias para o século XXI”, por Franklin Rousevelt (n.s.), da Loja Victória / "A morte é o fim?", por Pedro Hispano (n.s.), da Loja Solidariedade / “São João e a Maçonaria”, por Montesquieu (n.s.), da Loja Passos Manuel [estimado texto] / "Estudo para uma interpelação ritual”, por Hermann Hesse (n.s.), Loja Universalis [estimado e valioso texto] / "A surpresa de uma cerimónia iniciática", de Einstein (n.s.), da Loja Amor da Pátria / "Reflexão e interpretação simbólica do uso do malhete e do cinzel da pedra bruta", por Origo (n.s.), da Loja O Futuro / "Barros Queiroz: exemplo de serviçoa à causa pública", por Miguel Cunha Ferraz [valioso texto sobre uma personalidade estimada do republicanismo, Tomé José de Barros Queiroz / "Tiradentes", de Amândio Silva / "António José de Almeida e a Maçonaria", estimado texto de António Ventura, com novas anotações biográficas sobre a iniciação maçónica de António José de Almeida.

J.M.M.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

GRÉMIO LUSITANO Nº17 - REVISTA


Saiu a revista nº17 (I semestre de 2011) Grémio Lusitano [Propr. Grémio Lusitano; Editor: Grémio Lusitano; Director: António Lopes; Director-Adjunto: Salvato Teles de Menezes, António Lopes; Coord.: A.L., S.T.M., Silvino G. Silva; Redacção: Rua do Grémio Lusitano, 25, Lisboa], com o seguinte Índice:

"Palácio Foz - o segredo de um espaço com simbologia maçónica" [curioso texto de António Lopes, sobre o antigo Palácio Foz, na Praça dos Restauradores e preciosas referências à Sociedade dos Makavenkos: valorizado com fotos] / "A Imortalidade Maçónica", por Francisco Moita Flores, da Loja Acácia [importante texto, profusamente ilustrado] / "James Anderson", por João D. Lobeira (n.s.), Loja Convergência / "República e Republicanos, maçonaria e maçons em S. Miguel", de António Lopes [republicação do excelente texto saído em Fevereiro na revista A Ponte, nº2, da Ribeira Grande] / "Re(s)pública e Re(s)publicanismo", por Tomé Pires (n.s.), da Loja Acácia / "A ética republicana na revoluções norte-americana, francesa e portuguesa", por Ayres (n.s.), da Loja Acácia / "Hermetismo e Racionalidade no pensamento renascentista", estimado texto de Solon (n.s.), da Loja O Futuro / "O Futuro: que Liberdade", por Viriato (n.s.), da Loja Ocidente / "O artigo 1º da Constituição do GOL", por Alexander Search (n.s.), da Loja Passos Manuel / "Liberdade, Igualdade, Fraternidade", por António Lopes / "Será Salomão símbolo de liderança e rigor", por Augusto Alves (n.s.) da Loja Montanha / "Da clandestinidade à luz", importante trabalho de Alexandre Herculano (n.s.), da Loja Universalis / "Transhumanismo e biotecnologia", de Corino de Andrade (n.s.) da Loja Gomes Freire / "Antiguidade: Crenças e Escolas de Mistérios", por Cipriano de Oliveira / "Da Razão e do Símbolo" [curioso texto de Montesquieu (n.s.) da Loja Passos Manuel] / "O Ritual", por Gualdim Paes (n.s.) da Loja Hereges / "O solstício de Inverno", de André de Rezende (n.s.) da Loja Aurora Alentejana / "A vida na época do gótico ou a origem de algumas expressões maçónicas", invulgar trabalho pela pena de António Lopes / “Da câmara de reflexão à consciência moral", por Pedro (n.s.), da Loja Aurora Alentejana / "O painel de Loja de Aprendiz", por Gaudi (n.s.) da Loja D. Pedro de Alcântara / “Cândido de Oliveira”, de Emílio Costa (n.s.) da Loja Bomtempo / “Domingos Vandelli”, de Adílio Jorge Marques.

J.M.M.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

GRÉMIO LUSITANO Nº 16 (ESPECIAL) - REVISTA


Saiu a revista nº16 Grémio Lusitano (Especial - II semestre 2010) [Propr. Grémio Lusitano; Editor: Grémio Lusitano; Director: António Lopes; Director-Adjunto: Salvato Teles de Menezes, António Lopes; Coord.: A.L., S.T.M., Silvino G. Silva], contendo alguns curiosos textos, entre eles:

Vários textos, das intervenções no decorrer do IV Rassemblement Maçonnique International [o tema foi, "A Actualidade dos Valores Republicanos"], realizado em Lisboa, nos dias 16-17 de Abril de 2010 ["60º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem", por Gérard Fellous / "Ética Republicana uma ética constitucional", de Paulo Ferreira da Cunha / "Valores e referências", da Grande Loja de Marrocos (Unificada) / "Como a actualidade dos valores republicanos depende das suas origens", por Ina Pipéraki (da Ordem Maçónica Internacional Delphi) / "Os valores republicanos", por Alexandre Camargo Malachias (do Grande Oriente Paulista) / "As perspectivas dos valores republicanos a partir de um olhar sul americano", por Elbio Laxatte Terra (Grão Mestre do Grande Oriente da Franco-Maçonaria do Uruguai) / "Fraternidade" (via Grande Loja Nacional Unida da Roménia) / "A relação entre os valores republicanos e os valores maçónicos", por Jacques Gerard (do Grande Oriente do Congo Brazaville) / "A actualidade dos valores republicanos", pela Grande Loja Feminina de França / "Repensar a laicidade para o século XXI", por Catherine Kintzler / "Porque sou republicano", por Amadeu Carvalho Homem]

… e ainda, "A criação cultural no espaço Europeu", texto de Rui Vilar no ciclo de Conferências "O Futuro da U.E." (promovido pela Loja Europa) / um notável texto, "Algumas opiniões a propósito da República e da Educação", por Adolfo Lima [n.s., Loja Acácia] / "A Maçonaria e o monumneto a D. Pedro IV", sob a pena de Luís Ribeiro, (n.s.) da Loja Bomtempo] / "Recordando 1910", de António Lopes / um importante trabalho sobre "A Maçonaria no Feminino", por Teresa S. C. & António Lopes / "Á Glória do meu Supremo Arquitecto do Universo" [curioso texto de Jasão (n.s.) da Loja Hereges] / "Constituições da primeira Grande Loja", por João D. Lobeira [(n.s.) da Loja Convergência] / um excelente texto, "Os Jardineiros da Rosa", de José Marti, [n.s. da Loja Ocidente] / "S. João Baptista e S. João Evangelista", por Cephas (n.s.), da Loja O Futuro / um estimado trabalho de Carlos Ventura [Loja Universalis] sobre "Francisco Ferrer" / a biografia de "Florêncio José Terra" (natural da cidade da Horta, onde leccionou Ciências e Matemática, tendo sido jornalista, contista e ensaísta e destacado associativista, tendo pertencido à Sociedade Amor da Pátria, associação profana da Loja Amor da Pátria), por Abel (n.s.), da Loja Renascer / biografia de "Américo Amorim Alves Leitão" [1908-1982, antigo comerciante com loja na Rua da Prata, casa Leitão; foi iniciado, n.s., Febo Moniz, em 5 de Outubro de 1929, tendo tido uma participação importante em prol da maçonaria e contra a ditadura (integrou o MUD)], por Joaquim Manuel Grave dos Santos & António Lopes / uma estimada biografia de Luciano Inácio Félix (iniciado em 1903 na Loja 1º Janeiro, de Lisboa, com n.s. de Luciano, e tendo atingido o 33º Grau do REAA), com referências várias à maçonaria na antiga colónia de Moçambique (desde 1872, data da instalação da Loja Humildade), por António Lopes.

J.M.M.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

GRÉMIO LUSITANO Nº15 - REVISTA


Saiu a revista nº15 (I semestre de 2010) Grémio Lusitano [Editor e Propr. Grémio Lusitano; Director: António Lopes; Director Salvato Teles de Menezes; Coord.: A.L., S.T.M., Silvino G. Silva], como sempre com inexcedível grafismo, contendo alguns curiosos textos, entre eles:

"As Origens da maçonaria especulativa: as teorias actuais" [trabalho importante, assinado por Roger Dachez] / "Filosofia Maçónica" [texto de António (n.s.), da Loja Fernando Pessoa] / "Ética Republicana" [curioso e bem actual texto, assinado por Aramis (n.s.) da Loja Acácia] / "Educação, Cidadania e Desenvolvimento" [sob a pena de Alexandre de Gusmão (n.s.), da Loja Renascer] / "Educação maçónica, republicanismo e casamento" [por Vasco da Gama (n.s.) da Loja O Futuro] / um texto de registo simbólico e iconográfico muito curioso, e de evidente interesse, "O Palácio Pombal, em Oeiras", por António Lopes / um interessante contributo para a história local, "Maçonaria em Albufeira" [por António Bernardo (n.s.), da Loja Transparência] / "A revolta de 3 de Fevereiro de 1927 a primeira grande ameaça do Reviralho" [estimado texto, assinado por Antero (n.s.), da Loja Passos Manuel] / "As velas na Maçonaria", texto de Manuel Pinto dos Santos / um curioso texto, de cariz esotérico, intitulado "A Corda de 81 Nós" [por Sikander (n.s.), da Loja D. Pedro de Alcântara] / "As raízes laicas do nosso ritual uma antiga iniciação religiosa", texto de Carlos Capelas (n.s.), da Loja Ocidente / "A lenda de Hiram Abbif algumas notas críticas", por Thomas Paine (n.s.), da Loja Montanha / "A quadradura do círculo" [um texto curioso, com referências simbólicas/alquímicas, por Sigmund Freud (n.s.) da Loja dos Hereges] / um importante texto biográfico sobre a figura do capitão António Augusto Franco [1875-1942], natural de Figueira do Castelo Rodrigo (fixando residência em Miranda do Corvo, em 1931), um dos heróis de Fevereiro de 1927 na luta contra a Ditadura e como tal afastado compulsivamente da vida militar, deportado e preso por diversas vezes ao longo da vida, acusado de "tentar organizar a Frente Popular nas Beiras, sob instruções" do G.O.L.U, ao mesmo tempo que desempenhava o importante cargo de Inspector Maçónico das Beiras, e sendo membro do Supremo Conselho do 33.º Grau do REAA - "Um herói desconhecido: o capitão António Augusto Franco", por Emílio Costa (n.s.), da Loja Bomtempo.

J.M.M.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

GRÉMIO LUSITANO Nº14 - REVISTA


Saiu a revista nº14 (I semestre de 2009) Grémio Lusitano [Propr. Grémio Lusitano; Direcção: Salvato Teles de Menezes, António Lopes; Coord.: S.T.M., A.L., Silvino G. Silva], contendo alguns curiosos textos, entre eles:

"As Origens da Maçonaria. Lenda(s) e Realidade", por Salvado Teles de Menezes [trata-se da comunicação apresentada nas XI Jornadas Históricas de Seia, que decorreram nos passados dias 14 e 15 de Novembro de 2008] / "O lado operativo dos Símbolos e o papel da Maçonaria" [assinada por Moreira (n.s.), da Loja Atlântico] / "A importância do Nível no percurso iniciático maçónico" [pr. da Loja Sete Irmãs (G.L. Feminina de Portugal)] / um curioso artigo de António Lopes, "Dos cavaleiros do Templo à maçonaria escocesa" / "As Finanças Públicas no Tempo da República", por Francisco Carromeu / um texto de interesse olisipográfico, de registo simbólico e iconográfico muito curioso, "A simbologia maçónica nos bairros operários de Lisboa", por António Lopes [documento estimado, com referências interessantes sobre a "condição de vida do operariado", a habitação, as vilas e os bairros operários [em especial, na Graça (Bairro Estrela d’Ouro) e em S. Domingos de Benfica (Bairro Grandela)], registando-se a presença simbólica do maçonismo e carbonarismo, enriquecido por diversas e elucidativas fotos] / breve texto sobre a "Loja Sympathia e União, nº4, ao Oriente de Lisboa", a "mais antiga Loja maçónica em Portugal" [por Pedro M. Pereira e António Neves Pereira] / "Loja O Futuro. Um pouco da sua história" [assinado por Cephas (n.s.), da Loja O Futuro] / "Centenário da Loja Estrela d'Alva", texto da Loja Estrela d'Alva / reprodução de um artigo de Rui Delgado, saído no Jornal do Fundão, intitulado "Uma loja maçónica na Real Fábrica da Covilhã" / uma curiosa "Carta de Fraternidade da Sociedade Keporática", com texto de John Coustus (n.s.), da Loja Vitorino de Nemésio [Sociedade Keporática ou Sociedade dos Jardineiros, era uma sociedade secreta, simbolicamente próxima da maçonaria – aliás os seus membros deviam ser iniciados antes nas suas lojas –, mas de características carbonárias ou da maçonaria florestal – ver AQUI uma referência feita à essa sociedade] / "Fausto Correia um grande encontro", por Marão (n.s.), da Loja Fernandes Tomás / "Trindade Coelho. Um vulto do pensamento político e social" [por José Elvas (n.s.) da Loja Renascer] / estimado texto biográfico sobre "Augusto Goltz de Carvalho", por Baden-Powell (n.s.), da Loja Coerência / "Recordar João Soares Louro", por Pimenta (n.s.), da Loja Alberto Sampaio / "Emídio Guerreiro", texto de Mazzini (n.s.) da Loja Convergência.

J.M.M.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

REVISTA GRÉMIO LUSITANO Nº 13


Saiu a revista nº13 (II semestre) Grémio Lusitano [Propr. Grémio Lusitano; Direcção: Salvato Teles de Menezes, António Lopes; Coord.: S.T.M., A.L., Silvino G. Silva], contendo alguns curiosos textos, entre eles:

A Mão Invisível e a Economia – uma influência da Ideia de Grande Arquitecto em Adam Smith [via Pr. da Loja Lusitânia, onde a partir da simbólica do esquadro – enquanto símbolo e domínio da rectidão moral – se propõe analisar a obra de Adam Smith. De referir a alusão envolvendo Smith, Lord Shelburne e o martinismo – da qual ambos fariam parte, mas no que diz respeito a Adam Smith nunca provado -, na já conhecida conspiração contra o poder em França e na colónia inglesa da América do Norte] / Um excelente artigo de António Lopes, com copiosas notas biográficas sobre a azulejaria e seus autores & patrocinadores, presentes no texto "Do Convento da Santíssima Trindade à Cervejaria – ou a descoberta da descrição maçónica" / Biografias de Egas Moniz e Alberto Sampaio / curiosos textos Sobre Educação em Portugal. Eis um pequeno extracto sobre educação assinado por Montesquieu (n.s.), com sublinhados nossos:

REFLEXÃO SOBRE ALGUNS ASPECTOS ACTUAIS DA EDUCAÇÃO EM PORTUGAL:

"... Há um estranho tabu na nossa sociedade, presente até na nossa Constituição (...). Esse tabu poderia denominar-se o interdito da educação (...) o ensino está cada vez mais a confundir-se com técnica, e técnica sem alma forma monstruosidades cheias de certezas e, assim, mentalidades anti-democráticas (...)

Não falemos das escolas em pé de guerra. Para nós, maçons e antes de mais amigos da Liberdade e da Igualdade (também de tratamento e de oportunidades) – e nem falemos da Fraternidade – a educação não pode passar ao largo.

Se, por exemplo, uma avaliação antes da entrada no magistério, por júris imparciais, nos parece indispensável até para compensar a degradação da qualidade de ensino devido ao laxismo de muitas escolas superiores, o grande problema é – em todas as avaliações – como garantir que os amigos ou correligionários dos avaliadores não sejam beneficiados e os seus inimigos não sejam prejudicados. Tal não se conseguirá com critérios pensados ou escritos em ‘eduquês’, de forma abstracta e burocrática (...)

Importa que nos defendamos (e defendamos os profanos: pois é um problema geral de todos os não enfeudados e subservientes) de dirigentes avaliadores que, toldados pelo preconceito, poderão segregar os espíritos independentes, os livre-pensadores, e, desde logo, os maçons. Ninguém está a salvo (...)


J.M.M.