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quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

OS JUDEUS DO ALGARVE E O HOLOCAUSTO. DO PARAÍSO AO INFERNO, POR MARIA JOÃO RAMINHOS DUARTE

Maria João Raminhos Duarte pesquisou nos últimos anos a questão dos Judeus algarvios e o Holocausto. Dessa investigação, que faltava fazer, entre muitas outras, a investigadora conseguiu reunir os elementos que agora apresenta na presente obra: Os Judeus do Algarve e o Holocausto. Do Paraíso ao Inferno.

Amanhã, 26 de Janeiro de 2024, sexta-feira, no Teatro TEMPO, em Portimão, no espaço Café-Concerto, no Largo 1º de Dezembro, pelas 18 horas, será apresentada a obra editada pelas Edições Colibri.



No dia 27, sábado, a obra será também apresentada em Lisboa, contando ainda com a presença do Prof. Doutor António Ventura. Desta feita a apresentação será na Casa do Alentejo, em Lisboa, que se localiza na Rua Portas de Santo Antão, nº58.

A não perder.

Com os votos do maior sucesso para mais esta publicação.

A.A.B.M.

 

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

CICLO DE CONFERÊNCIAS: A HISTÓRIA DO ALGARVE VAI À BIBLIOTECA


 A Biblioteca Municipal de Lagoa realiza a partir de amanhã, 10 de Novembro de 2022, um ciclo de conferências subordinado ao tema "A História do Algarve vai à Biblioteca". 

A conferência inaugural está subordinada ao título:

- A Liberdade em Manuel Teixeira Gomes ou por prisão o infinito, a palestrante convidada é a Doutora Maria João Raminhos Duarte.

A conferência seguinte realiza-se a 9 de Dezembro de 2022, também pelas 18 horas.

Com os votos do maior sucesso.

A.A.B.M.


sábado, 22 de abril de 2017

A REVOLUÇÃO NO ALGARVE E O ALGARVE NA REVOLUÇÃO: O CASO DE LOULÉ - CONFERÊNCIA


CONFERÊNCIAA Revolução no Algarve e o Algarve na Revolução: o caso de Loulé;

DIA: 22 de Abril de 2017 (15,00 horas);
LOCAL: Arquivo Municipal de Loulé;

ORADOR: Doutora Maria João Raminhos Duarte;

Pequena nota biográfica da oradora:
Maria João Raminhos Duarte é doutorada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É docente na Escola E.B. 2,3 Eng. Nuno Mergulhão e professora auxiliar no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. 
É investigadora associada do Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais, Doutorada integrada do Instituto de História Contemporânea/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho. 

É autora de uma vasta produção científica sobre os industriais conserveiros, o movimento operário corticeiro e conserveiro, a instituição do Estado Novo, a oposição ao Estado Novo, os movimentos femininos, a educação e assistência, a implantação do regime democrático, além de inúmeros e relevantes contributos biográficos de História Contemporânea algarvia.

ORGANIZAÇÃOArquivo Municipal de Loulé.


Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
Para esta conferência tomou-se como objecto de estudo e de análise a Revolução de 25 de Abril no Algarve e as movimentações militares nesta província, sendo identificados os protagonistas, as resistências e as reacções dos militares, bem como os seus efeitos na sociedade algarvia nos dias agitados que se seguiram ao golpe militar e ao processo imediato que conduziu à instituição do regime democrático a sul.

Procurou-se responder a algumas questões básicas: Como se integrou o Algarve nos preparativos revolucionários? Qual a importância do seu contributo? Que personalidades tomaram parte directa ou indirectamente parte na revolta militar? Quem emergiu e quem tomou posição, manifestando-se (ou não) pró ou contra a revolução? Qual a atitude das forças da manutenção da ordem pública no Algarve perante o desenvolvimento da revolução? Quais as motivações que levaram muitos a intervir na vida política? E quais as expectativas que se colocavam na revolução para resolver os problemas do Algarve na época?

Também se identificou o contributo dos algarvios na preparação e concretização do golpe militar, pois não foi despiciendo e, em alguns casos, até foi decisivo. 

E, em Loulé, como foram vividos estes momentos? 
A História da implantação do regime democrático ainda está por fazer, pois o país distante da capital ainda não foi abrangido pela historiografia contemporânea. 

Aprofundar o conhecimento sobre o 25 de Abril vai para além da História. É, de certa forma, promover um desígnio nacional que faz cumprir a Democracia. 

É essa a intenção maior desta conferência.

A não perder e com os votos do maior sucesso para a iniciativa.

A.A.B.M.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

CONFERÊNCIA – A REVOLUÇÃO NO ALGARVE E O ALGARVE NA REVOLUÇÃO: O CASO DE LOULÉ



ORADORA: Maria João Raminhos Duarte;

DIA: 22 de Abril de 2017 (15,00 horas);
LOCAL: Arquivo Municipal de Loulé (Rua Dr. Cândido Guerreiro, Loulé);

Para esta conferência tomou-se como objecto de estudo e de análise a Revolução de 25 de Abril no Algarve e as movimentações militares nesta província, sendo identificados os protagonistas, as resistências e as reacções dos militares, bem como os seus efeitos na sociedade algarvia nos dias agitados que se seguiram ao golpe militar e ao processo imediato que conduziu à instituição do regime democrático a sul.

Procurou-se responder a algumas questões básicas: Como se integrou o Algarve nos preparativos revolucionários? Qual a importância do seu contributo? Que personalidades tomaram parte directa ou indirectamente parte na revolta militar? Quem emergiu e quem tomou posição, manifestando-se (ou não) pró ou contra a revolução? Qual a atitude das forças da manutenção da ordem pública no Algarve perante o desenvolvimento da revolução? Quais as motivações que levaram muitos a intervir na vida política? E quais as expectativas que se colocavam na revolução para resolver os problemas do Algarve na época?

Também se identificou o contributo dos algarvios na preparação e concretização do golpe militar, pois não foi despiciendo e, em alguns casos, até foi decisivo. E, em Loulé, como foram vividos estes momentos? 

A História da implantação do regime democrático ainda está por fazer, pois o país distante da capital ainda não foi abrangido pela historiografia contemporânea. 

Aprofundar o conhecimento sobre o 25 de Abril vai para além da História. É, de certa forma, promover um desígnio nacional que faz cumprir a Democracia.
É essa a intenção maior desta conferência
 [AQUI]


NOTA: “Maria João Raminhos Duarte é doutorada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É docente na Escola E.B. 2,3 Eng. Nuno Mergulhão e professora auxiliar no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. É investigadora associada do Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais, Doutorada integrada do Instituto de História Contemporânea/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho. É autora de uma vasta produção científica sobre os industriais conserveiros, o movimento operário corticeiro e conserveiro, a instituição do Estado Novo, a oposição ao Estado Novo, os movimentos femininos, a educação e assistência, a implantação do regime democrático, além de inúmeros e relevantes contributos biográficos de História Contemporânea algarvia” [AQUI]
J.M.M.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

COLÓQUIO INTERNACIONAL "DETENÇÃO, DEGREDO E DEPORTAÇÃO NO IMPÉRIO COLONIAL PORTUGUÊS: HISTÓRIA E MEMÓRIA


Realiza-se nos próximos dias 23 a 25 de Novembro de 2016, com organização do Instituto de História Contemporânea, realiza-se no Museu de Angra do Heroísmo, nos Açores, o Colóquio Internacional "Detenção, Degredo e Deportação no Império Colonial Português: História e Memória".

Pode ler-se na nota de apresentação do colóquio:
O colóquio internacional Detenção, Degredo e Deportação no Império Colonial Português. História e Memória visa debater o papel e a importância da prisão e do degredo no quadro da repressão e da brutalidade no espaço imperial, expressão dos múltiplos níveis e manifestações da violência dos regimes políticos vigentes de finais do século XIX ao terceiro quartel do século XX.

O Colóquio toma como objecto a prisão e o degredo do ponto de vista do movimento social e político no espaço imperial, mas também como local de destino agravado para muitos dos que, a partir do centro do império, resistiam e combatiam pela liberdade e pela justiça social. Assim, esta iniciativa procurará estimular a discussão em torno da preservação da Memória, de lugares de sofrimento no império português e a sua transformação em lugares de liberdade.

Partindo do facto de se assinalarem os 110 anos da morte de Ngungunhana, imperador de Gaza no Forte de S. João Baptista na Ilha Terceira, nos Açores, os 80 anos da abertura do campo de concentração do Tarrafal e os 20 anos de criação da CPLP, o encontro decorrerá no período entre 23 e 25 de novembro de 2016.

O colóquio pretende analisar o processo histórico, nas suas vertentes do passado, presente e futuro, a partir de um ponto de vista inter e transdisciplinar, as linhas de pensamento colonial, as orientações ideológicas, o modo como o regime encarou os territórios insulares e coloniais como locais de deportação e os rumos que o império trilhou, assim como as estratégias, desafios e as expectativas dos novos Estados – Português e Africanos, na construção de uma Nova História.

Propõe-se que o colóquio reúna investigadores de diferentes países no sentido de darem o seu contributo em torno das várias temáticas, designadamente:

I – Tempo colonial: um inventário de homens e lugares (1875-1975)

- Revisitando arquivos no continente, ilhas e colónias;
- Os locais de sofrimento e de liberdade – património material e imaterial;
- Deportados e degredados: movimentos colectivos e percursos individuais.

II – Rota de Lugares: História e Memória (1875-2016)

- Uma arqueologia da violência e uma epistemologia da Memória;
- Os desafios da Democracia, uma nova museologia e o papel da CPLP na preservação do património.

PROGRAMA
Quarta-feira, 23 de Novembro
 Manhã 
10h00-11h00 – Sessão de Abertura 
Doutor Avelino Freitas de Menezes - Secretário Regional da Educação e Cultura 
Dr.º José Gabriel do Álamo de Meneses - Presidente da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo Dr.º Jorge Augusto Paulus Bruno - Director do Museu de Angra do Heroísmo 
Doutor Luís Farinha – Director do Museu do Aljube/Membro do Instituto de História Contemporânea 

Moderador: Sérgio Rezendes
11h00-11h15 – Coffe-Break 

11h00-13h00 
Mesa I 
Em África também se come pão!” Ou não... - Miguel Romão 
Deportação em massa - da I República à Ditadura Militar: arcaísmo e modernidade de uma prática de expulsão dos «indesejáveis» - Luís Farinha 
Degredo perpétuo do Imperador de Gaza em Angra do Heroísmo (1896-1906): reflexos no conto “Os ossos de Ngungunhana” (2004), de Marcelo Panguana. - Denise Rocha 

Moderador: Ana Sofia Ferreira 

Debate 

13h00-15h00 – Almoço Casa do Jardim, sito no Jardim Duque da Terceira 

Tarde 
15h00 -16:30h00
Mesa II 
Consulta ao Arquivo Historico da Direcção Geral do Ultramar: o registo central dos degredados para o Ultramar , 1870-1910 Sónia Henriques 
German Deportees in Portuguese Hands, Portuguese Prisoners in German Hands. Scenes from the First World War in Southern Africa” - Jacob Zollmann 
Carlos Rates e Mário Castelhano - duas diferentes experiências de degredo no Império Colonial Português - Luís Carvalho 

Moderador: Olga Iglesias 
Debate 

Quinta-feira, 24 de Novembro 
Manhã 
10h00-12h30 

Mesa III 
10H00-11H00: Da deportação sem aviso à falta de condições: a receção dos <criminosos políticos>nos AçoresSérgio Rezendes 
<Amanhã, será para ti>: Ditas e Desditas dos deportados algarvios em Angra do Heroísmo e no Tarrafal - Maria João Raminhos 
Tarrafal: os presos e a vida prisional (1936-1954) - João Madeira 

11h00-11h15 – Coffe-Break 

11h15- 12h30 
O grito da oposição goesa (1946)Filipa Sousa Lopes 
Escaping from social banishment: Amílcar Cabral and the war of liberation in west Africa portuguese colonies (1924-1975) - Ludovic Boris Pountougnigni Njuh 

Moderador: Susana Martins 
Debate 12:30 – 14:30 

Almoço 

Tarde 14h30-16h00 
Mesa IV 
Desterro, repatriamento e construção de memórias pós-coloniais em torno de Ngungunyane - Matilde Muocha 
Prisões de Mabalane e Sommerchild: locais de sofrimento, de sangue e morte, de solidariedade e fraternidade, de identidade e consciência política (1960-1974)Alda Saíde 
A “Vila Algarve” - Olga Iglésias 
Debate Moderador: João Madeira 

16h00-16h30 
Sessão de Encerramento Coronel Sebastião Joaquim Rebouta Macedo – Comandante do Regimento de Guarnição n.º 1 
Doutor João Maria Mendes - Instituto Histórico da Ilha Terceira 
Doutora Ana Sofia Ferreira - Instituto de História Contemporânea 
Moderador: João Madeira 
16:30 – Visita ao Forte de São João Baptista 

Sexta-Feira, 25 de Novembro 
10h00-17h00 - Visita guiada à Ilha Terceira (mediante inscrição)


O programa do congresso pode ser descarregado AQUI.

Com os votos do maior sucesso para mais esta interessante iniciativa.

A.A.B.M.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

TRAIDOR OU PATRIOTA? JOSÉ DIOGO MASCARENHAS NETO (UM NOTÁVEL ALGARVIO NO LADO ERRADO DA HISTÓRIA)

No próximo dia 25 de Junho 2016, pelas 16 horas, João Nuno Aurélio Marcos apresenta a sua nova obra  "Traidor ou Patriota? José Diogo Mascarenhas Neto (Um notável algarvio no lado errado da história)", editado pela Arandis Editora e com apresentação de Maria João Raminhos Duarte.

Pode ler-se na nota de divulgação do lançamento da obra:
«Traidor ou Patriota? – José Diogo Mascarenhas Neto (Um notável algarvio no lado errado da história)», é o mais recente trabalho do escritor e investigador algarvio João Nuno Aurélio Marcos, autor de obras como «Os Viscondes de Lagoa» e «A caridade e as Instituições de Assistência Pública no Concelho de Lagoa», entre outras.

Nesta sua nova obra, de cariz histórico e biográfico, o investigador dá a conhecer a vida e obra de um dos mais notáveis algarvios de sempre, natural de Alcantarilha. 

Nascido no seio de uma destacada família algarvia, José Diogo Mascarenhas Neto foi inaugurar o Colégio dos Nobres, em Lisboa, onde estabelece ligações de amizade com vários membros da nobreza nacional. 

Frequentou a Universidade de Coimbra, onde se formou em Direito. Ingressou na Magistratura, tornando-se Juiz-de-Fora de Leiria, onde viria a casar (desse casamento descende, entre outros, Mouzinho de Albuquerque), foi igualmente corregedor de Amarante e de Guimarães e Desembargador da Casa da Suplicação. No entanto, não é enquanto magistrado que José Diogo adquire o seu maior prestígio e dimensão histórica. 

Em 1791 foi Superintendente Geral das Calçadas e Estradas, tendo dirigido a construção da primeira estrada Lisboa/Porto. 

Foi, igualmente, Superintendente Geral dos Correios e Postas do Reino, sendo por muitos considerado como o fundador dos correios em Portugal. Foi por iniciativa sua que foram colocadas nas ruas as primeiras placas de toponímia e atribuído um número de polícia a cada casa, facilitando a distribuição postal.

Liberal, com ligações à Maçonaria, Sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa e sócio correspondente da Sociedade do Museu de Paris, foi preso em 1810, sendo exilado em Inglaterra e na França, onde se manteve até 1821.

A apresentação da obra, publicada pela Arandis Editora, irá realizar-se na casa onde José Diogo Mascarenhas Neto nasceu, em 1752, a Quinta da Cruz, actual «Hotel Capela das Artes», em Alcantarilha, no próximo sábado, dia 25 de Junho, pelas 16 horas. O espaço escolhido para a apresentação foi o Lagar de Azeite da antiga quinta, o primeiro a funcionar a vapor em Portugal.

A apresentação da obra estará a cargo da Professora Maria João Raminhos Duarte.

Uma oportunidade para os participantes conhecerem a Quinta da Cruz, actual Hotel Capela das Artes, podendo-se apreciar a vertente arquitectónica de uma casa senhorial cujas origens remontam ao Século XV, que integra uma capela consagrada no Século XVIII pelo Bispo Avelar. A rodear a casa, além de um vasto património histórico, como o poço medieval que abasteceu de água Alcantarilha até meados do Século XX, encontram-se peças do lagar de azeite e inúmeras oliveiras, a mais antiga das quais com 1.500 anos de idade. 

Uma iniciativa louvável de divulgação de uma figura ilustre do Algarve com uma acção importante na imprensa da época e como autor de uma obra muito respeitável ao nível do desenvolvimento das comunicações em Portugal durante o século XIX, em especial a publicação Annaes das Sciencias, das Artes e das Letras.

Para saber mais sobre a figura de José Diogo de Mascarenhas Neto recomendamos um conjunto de sugestões abaixo:

MOURA, Fernando , José Diogo Mascarenhas Neto- O Homem da Mudança, Códice, nº2, 2005, p. 22-33;
- CARNEIRO, Maria Isabel S., As casas dos cantoneiros do Algarve: da conservação das estradas a património a conservar, vol I, Departamento de Ciências Sociais e de Gestão, Universidade Aberta, Lisboa, 2011.
- REIS, Fernando José Egídio, Os Periódicos Portugueses de Emigração (1808-1822). As Ciências e a Transformação do País, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova, Lisboa, 2007.

Uma novidade bibliográfica que contribui para divulgar a  personalidade e a acção que promoveu em prol do desenvolvimento do País.

A.A.B.M.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

1915 - O ALGARVE REVISITADO: CONFERÊNCIA NAS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DO CONGRESSO REGIONAL ALGARVIO



Realiza-se amanhã, 10 de Outubro de 2015, no Auditório do Museu de Portimão, pelas 15.30 h, a conferência que marca o inicio das comemorações do 1º Centenário do Congresso Regional Algarvio.

Vão apresentar o resultado das suas investigações:
- Maria João Raminhos Duarte
- Carlos Osório
- José Gameiro

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:

No âmbito das comemorações do centenário do 1º Congresso Regional Algarvio, realizado no Casino da Praia da Rocha, em 1915, terá lugar no próximo dia 10 Outubro, às 15h30, no Auditório do Museu de Portimão, a Conferência «1915- O Algarve revisitado».
Com o objetivo de relembrar, debater e divulgar a importância histórica desse momento para o conhecimento do contexto político e social da época e homenagear esta singular ação dos republicanos algarvios e as suas propostas para o progresso da região, serão apresentadas três comunicações intituladas: “Congresso Regional Algarvio: Realidade e Utopia”, “Victorino da Fonseca Dias, o fotógrafo do 1º Congresso?” e “O barítono portimonense Alfredo Mascarenhas”.
A primeira comunicação, da autoria de Maria João Raminhos Duarte, doutorada em História Contemporânea, contextualizará a particularidade deste congresso, considerado, na sua perspetiva, um evento único na história do Algarve e do país em que pela primeira vez uma região promoveu um Congresso Regional com o intuito de estudar as suas potencialidades e refletir sobre todas as matérias essenciais ao seu desenvolvimento, chamando à colaboração, pela sua reconhecida competência técnica e científica, as mais reconhecidas personalidades.
Ambiciona-se nesta comunicação divulgar o conhecimento deste acontecimento ímpar da nossa História e, sobretudo, evocar os que para ele trabalharam incansavelmente, os que sonharam e acreditaram num outro Algarve que ficou por cumprir.
Carlos Osório, professor e investigador nas áreas da fotografia, da produção, edição e comunicação de conteúdos multimédia, apresentará um retrato biográfico de Victorino da Fonseca Dias, o fotógrafo republicano de Vila Nova de Portimão, que registou com a sua câmara raras imagens do CRA – 1915, contribuindo para eternizar um dos mais importantes eventos realizados na época.
Por último, José Gameiro, Diretor Científico do Museu de Portimão, dará a conhecer a história do cantor lírico Alfredo Mascarenhas, reconhecido e prestigiado barítono portimonense, que se destacou nas sessões musicais programadas para o Casino da Praia da Rocha, pela organização do Congresso. Este será igualmente o momento para, 100 anos depois, se voltar a ouvir a “CANÇÃO DA ROCHA “, cuja música e letra foram feitas propositadamente para apoiar aquela iniciativa republicana.
A moderação da conferência ficará a cargo de Elisabete Rodrigues, diretora do jornal Sulinformação.
As comemorações, que culminarão no dia 12 de Dezembro com a inauguração da exposição “O Congresso Regional Algarvio”, no Museu de Portimão, serão marcadas por uma edição comemorativa de postais da Praia da Rocha no início de século, pelo GAMP-Grupo de Amigos do Museu de Portimão, tertúlias, encontros de reflexão e debates tendo como tema “100 ANOS DEPOIS QUE ALGARVE?”.

1º Congresso Regional Algarvio
Traduziu-se no grande momento de afirmação e reflexão regionalista onde, pela primeira vez, foi feito o levantamento das potencialidades e constrangimentos do Algarve. A imprensa regional da época deu grande cobertura ao acontecimento, de que a revista “Alma Nova“ (órgão oficial do Congresso) e os semanários republicanos “O Heraldo”, “A Alma Algarvia” e “O Algarve” constituem um bom exemplo.

Uma excelente iniciativa que não podemos deixar de saudar e de divulgar junto de todos os interessados. Além disso, um evento que marcou a região na época.

A.A.B.M.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DO I CONGRESSO REGIONAL ALGARVIO


Foi, no agora centenário, ano de 1915, um dos mais agitados e instáveis de toda a I República, que se preparou, organizou e realizou o I Congresso Regional Algarvio, que decorreu entre os dias 3 e 7 de Setembro de 1915 na Praia da Rocha.

A realização de um Congresso era uma oportunidade de chamar a atenção dos poderes públicos e políticos sobre o Algarve, uma região, sistemática e injustamente esquecida pelo poder central. A justiça reclamada pelos algarvios prendia-se com o facto de o Algarve apresentar um saldo positivo entre receitas e despesas, contribuindo para os cofres centrais com montantes superiores aos que recebia.

O Congresso assumiu-se como uma verdadeira comissão técnica de aconselhamento dos poderes instituídos, sendo porventura uma iniciativa pioneira em Portugal, quer na forma como estruturou a sua intervenção, quer nos conteúdos abordados. Na verdade, pela primeira vez, um conjunto de personalidades afectas à elite do saber e de reconhecida competência técnica sobre as matérias essenciais ao desenvolvimento reuniu-se para reflectir sobre uma região do país e apresentar soluções de curto, médio e longo prazo para os problemas e entraves ao desenvolvimento sectorial e global do Algarve, em conformidade com um verdadeiro plano estratégico de desenvolvimento para a região. 


Deste modo, o CRA projectou uma nova era para o Algarve, subordinando as suas teses à concepção de uma região internacionalizada pelo Turismo, que ocuparia “o lugar de topo, no conjunto de actividades económicas da região”, sendo simultaneamente a actividade estruturante, agregadora e promotora das restantes actividades. O clima, a paisagem, a riqueza dos solos agrícolas e a abundância dos recursos marítimos asseguravam ao Algarve as “condições para alimentar uma indústria turística próspera contribuindo para a riqueza nacional de forma auto-sustentada.
O Congresso Regional Algarvio não teve, porém, os resultados desejados. A gravidade das várias convulsões políticas após 1915 não permitiu a implementação das ideias e das coordenadas de acção propostas pelo CRA.


No entanto, um dos principais objectivos do Congresso foi conseguido. O Algarve fora estudado por reputados especialistas das mais diversas áreas que analisaram, a agricultura, a pesca, a indústria, a rede viária e portuária, os transportes, a educação, o turismo, a fiscalidade, a exportação, o clima, o turismo, a cultura, a assistência, o analfabetismo, a saúde, a arte e demais recursos da região.

Os congressistas, para além da minuciosa caracterização da província, imprescindível para qualquer mudança estratégica, indicaram os novos rumos a seguir para um Algarve bem sucedido, com um desenvolvimento verdadeiramente sustentado e sustentável. As suas teses são fontes imprescindíveis para o conhecimento e compreensão da I República no Algarve e da sua relação com o país, pelo que o seu estudo abre novas pistas de análise para múltiplas investigações sobre o nosso destino colectivo enquanto região.

Que a celebração do Centenário do CRA, seja efectivamente útil no esclarecimento do nosso devir histórico e colectivo. 

Como seria o Algarve, se estas teses não tivessem caído no esquecimento?

Como seria o Algarve, se estas teses tivessem sido lidas e aproveitadas pelas gerações vindouras?

MJRD [Maria João Raminhos Duarte]

Com o nosso agradecimento pela autorização de publicação do texto que pode ser encontrado AQUI.
A selecção da imagem e os destaques do texto são da nossa autoria.

A.A.B.M.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

CICA 5: 0 25 DE ABRIL DE 1974 NO ALGARVE - CONFERÊNCIA

No próximo domingo, assinalando os 85 anos da criação do Núcleo da Liga dos Combatentes, realiza-se na Biblioteca Municipal da cidade de Lagos, uma conferência com a Doutora Maria João Raminhos Duarte.

O tema central da comunicação será o papel desempenhado pelo Centro de Instrução e Condução Auto, nº5, sediado em Lagos, durante as operações desenvolvidas pelas tropas revolucionárias no Algarve, durante o período revolucionário de 25 de Abril de 1974.

Sobre estes acontecimentos é possível encontrar um pequeno video sobre as manifestações na cidade de Lagos durante o 25 de Abril a ver AQUI.

CONFERÊNCIACICA 5: O 25 DE ABRIL DE 1974 NO ALGARVE;

DATA31 de Maio 2015 (15 horas);

LOCALBiblioteca Municipal de Lagos - Dr. Júlio Dantas;

ORGANIZAÇÃONúcleo da Liga dos Combatentes de Lagos;





















ORADORA: Doutora Maria João Raminhos Duarte.


Com os votos do maior sucesso para a iniciativa.

A.A.B.M.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O ALGARVE NA I GRANDE GUERRA: DITAS E DESDITAS DE UMA REGIÃO PERIFÉRICA: CONFERÊNCIA

No âmbito de um ciclo de conferências dedicadas à evocação do Centenário da Grande Guerra, a Câmara Municipal de Lagos, realiza entre 11 de Novembro e 13 de Dezembro, pelas 21 horas, um conjunto de iniciativas bastante interessantes, que passam pelo cinema, exposições e conferências, que se deu o nome de A Guerra pela Paz.

Vão realizar-se 5 conferências ao longo deste mês nas instalações da Biblioteca Municipal de Lagos. A primeira subordina-se ao título em epígrafe e vai ser proferida pela Doutora Maria João Raminhos Duarte, no próximo dia 11 de Novembro.Pode ler-se na nota de abertura:

As narrativas historiográficas tiveram durante séculos como pressuposto o sentimento de pertença comum, da sociedade e dos indivíduos, a uma entidade nacional. Mas o 25 de Abril abriu um vasto e plural campo de investigação historiográfica e integrou consensualmente a mais-valia da História local pelo seu contributo imprescindível à construção histórica nacional.

Em coerência com o enunciado, para as comemorações do Centenário da I Grande Guerra Mundial em Lagos, tomou-se como objecto de estudo e de análise o Algarve nos tempos atribulados de I República. Deste modo, caracterizou-se o ambiente político, social e cultural da época nesta província tão esquecida pelo poder central, mas que, paradoxal e peculiarmente, se afirmava por um cosmopolitismo emergente.

Perante os alvores da guerra, o Algarve constitui um excelente observatório da jovem nação republicana, pelo que nesse microcosmo político se identificam as posições antagónicas, os protagonistas, a euforia da “miragem da guerra”, bem como os seus efeitos na sociedade algarvia e na mentalidade das suas gentes, ao longo dos quatro anos do conflito bélico. Neste caso concreto, procurou-se responder a algumas questões básicas: Como se integrou o Algarve nos preparativos da guerra? Qual a importância do seu contributo? Que personalidades (e anónimos) tomaram parte, directa ou indirectamente, no conflito? Quais as motivações e quais as expectativas que se colocaram na guerra para resolver os problemas do Algarve nessa época?

Importa, pois, conhecer a nossa História, nos seus mais variados aspectos, para tentarmos compreender qual é a importância, nos nossos dias, dessa memória e que inspiração nos dá o seu legado para a construção de projectos futuros.

Aprofundar o conhecimento sobre o passado recente do Algarve, “desenterrar” a sua História na I Grande Guerra Mundial, vai muito para além da História. É, de certa forma, promover um desígnio que faz cumprir a Paz e a Democracia.
É essa a intenção maior desta conferência.

Maria João Raminhos Duarte nasceu em Moçambique em 1959. É docente da Escola E.B. 2,3 Engº. Nuno Mergulhão, Portimão, e professora auxiliar do Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (ISMAT), Portimão. Doutorada em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com a tese Oposição à Ditadura militar e ao Estado Novo no Algarve: o caso do concelho de Silves, tem vários artigos publicados e conferências no âmbito da História local e regional algarvia contemporânea.

Publicou: Portimão, industriais conserveiros na 1ª metade do séc. XX, Lisboa, Colibri, 2003 (tese de Mestrado em História Contemporânea de Portugal); João Rosa Beatriz. Esboço de uma biografia política, Câmara Municipal de S. Brás de Alportel, 2003; José Rodrigues Vitoriano: o «operário construído», Junta de Freguesia de Silves, 2006; Presos políticos algarvios em Angra do Heroísmo e no Tarrafal, Lisboa, Colibri, 2009; Silves e o Algarve: uma História da Oposição à Ditadura (1926-1958), Lisboa, Colibri, 2010. No âmbito das Comemorações do Centenário da República e do 150º aniversário de Manuel Teixeira Gomes, colaborou em Portimão e a Revolução Republicana, coord. de José Tengarrinha, Câmara Municipal e Texto Editores, 2010.

Uma iniciativa que se saúda e a que o Almanaque Republicano se associa na divulgação junto de todos os interessados.

Com os votos do maior sucesso.

A.A.B.M.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

SÃO BRÁS DE ALPORTEL E SEUS ILUSTRES - DA AUTONOMIA À LIBERDADE: CONFERÊNCIA

No próximo dia 5 de Outubro de 2014, assinalando o aniversário da implantação da República e no âmbito das comemorações do centenário da elevação de São Brás de Alportel a concelho, realiza-se no salão nobre da Câmara Municipal, a conferência subordinada ao tema: São Brás de Alportel e seus ilustres - da autonomia à Liberdade.

A conferencista é a Doutora Maria João Duarte, que já investigou a questão da criação do concelho por João Rosa Beatriz juntamente com Paulo Pires, e que tem dedicado a sua actividade historiográfica à investigação dos temas algarvios.

A sessão realiza-se às 10.15 h e tem entrada livre.

A não perder.

A.A.B.M.

sábado, 21 de junho de 2014

EVOCAÇÃO DOS 90 ANOS DOS GRAVES ACONTECIMENTOS DE SILVES DE JUNHO DE 1924

Assinala-se amanhã, 22 de Junho, os noventa anos dos graves acontecimentos que envolveram a morte de operários locais durante um dos vários episódios de lutas pelos seus direitos.

Conforme se pode ver acima (clicando na imagem para aumentar), os operários corticeiros silvenses que tinham um núcleo operário na cidade muito aguerrido, com uma estrutura articulada com outras associações operárias que existiam na época na cidade e nas localidades próximas desencadearam uma das suas lutas pela melhoria das suas condições. No entanto, as autoridades policiais locais reagiram de forma agressiva, e para tentarem impedir uma manifestação operária, um dos elementos presentes disparou sobre a multidão matando um operário e ferindo outras pessoas entre as quais crianças.

A imprensa fez eco da situação e acima temos a referência ao acontecimento no jornal A Capital, de 27 de Junho de 1924, Ano 14, nº 4663, p. 4, sobre o impacto que a notícia teve pelo País agregando movimentos e mobilizando os operários para outras lutas que se seguiram. Também a imprensa regional fez alguma referência ao acontecimento, como a imagem do lado direito, com uma notícia do jornal semanário O Algarve, de 29 de Junho de 1924, Ano 17, nº 847, p. 1.

Porém foi no jornal A Batalha, jornal da Confederação Geral do Trabalho (C.G.T.), que a partir de 24 de Junho começa a fazer uma grande campanha sobre os acontecimentos de Silves conforme se pode ver na imagem abaixo (Clicar na imagem para aumentar). Campanha que se vai arrastar ao longo de vários dias na imprensa operária.

Para evocar os acontecimentos, a Câmara Municipal de Silves organiza no próximo dia 25 de Junho de 2014, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, uma cerimónia pelas 18.30h, com a realização de duas conferências, uma pela doutora Maria João Raminhos DuarteO 22 de junho de 1924 no movimento operário silvense: o anátema do "lenço na algibeira" e outra pelo professor e historiador Manuel Ramos, que exerceu as funções de director do antigo Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês.

Mais detalhes sobre o assunto podem ser obtidos na página da Câmara Municipal de Silves.

Com os nossos votos do maior sucesso para esta iniciativa que não podemos deixar de divulgar.

A.A.B.M.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

VI CONFERÊNCIAS DA PRIMAVERA: O SINDICALISMO DURANTE O ESTADO NOVO (1926-1974)


Realiza-se amanhã, sexta-feira, 16 de Maio, no Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave, em Vila Nova de Famalicão as VI Conferências da Primavera, desta vez subordinadas ao tema O Sindicalismo Durante o Estado Novo (1926-1974).

Este colóquio conta com alguns dos reconhecidos investigadores no panorama da historiografia nacional dedicada ao sindicalismo conforme se pode verificar no programa que se apresenta abaixo, entre eles: Albérico Afonso, Joana Dias Pereira, Maria Inácia Rezola, Ana Sofia Ferreira, Maria João Raminhos Duarte, João Madeira e José Manuel Lopes Cordeiro.

16 de Maio
VI Conferências da Primavera, “O Sindicalismo durante o Estado Novo, 1926-1974”
Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave, Vila Nova de Famalicão
A Câmara Municipal de V. N. Famalicão, através do Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave (http://museudaindustriatextil.org), leva a efeito no próximo dia 16 de Maio as VI Conferências da Primavera, este ano, consagradas ao tema “O Sindicalismo durante o Estado Novo, 1926-1974”, a realizar nas suas instalações, no lugar do Outeiro-Calendário.
Esta iniciativa integra-se nas comemorações do 40º Aniversário do 25 de Abril promovidas pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

A participação é gratuita, mediante a inscrição através do E-mail: geral@museudaindustriatextil.org


Programa

10h30: Sessão de Abertura

10h45 – Joana Dias Pereira, A liquidação do sindicalismo livre (1926-1934)
11h15 – Hermínio Nunes, Do Antigo Regime ao Estado Novo - O sindicalismo de ofício entre o operariado da Marinha Grande
11h45 – Albérico Afonso, O movimento operário em Setúbal no período da Ditadura Militar – Da resistência revolucionária à humilhação paternalista
12h15 – Maria Inácia Rezola, Sindicatos e Sindicalismo Católico no Estado Novo Salazarista
12h45 – Debate

Almoço livre

15h00 – Ana Sofia Ferreira, Reflexões em torno de uma prática sindical à margem do PCP durante o marcelismo
15h30 – Maria João Raminhos DuarteO Sindicalismo no Estado Novo: a organização do PCP e o entrismo no Algarve
Pausa para café
16h00 – João Madeira, As greves e os sindicatos - padrões reivindicativos no marcelismo
16h30 – José Manuel Lopes Cordeiro, As eleições para o Sindicato Têxtil de Delães em 1971, e algumas questões da história do movimento operário 
17h00 – Debate
17h30 -  Encerramento das VI Conferências

Moderador: Artur Sá da Costa, Coordenador da Rede Municipal de Museus, da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão.

Mais uma excelente iniciativa que se realiza em Vila Nova de Famalicão e que recomendamos a todos os que visitam regularmente este nosso espaço.

Com os nossos votos do maior sucesso para este evento.

A.A.B.M.