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quarta-feira, 13 de julho de 2016

PROMONTÓRIA. FRAGMENTOS PARA A HISTÓRIA DO TURISMO NO ALGARVE APRESENTADA EM S. BRÁS DE ALPORTEL

Na próxima sexta-feira, dia 15 de Julho de 2016 vai ser apresentado nº 2, da revista Promontória Monográfica. História do Algarve, subordinada ao tema: Fragmentos para a História do Turismo no Algarve. O presente número, como já anteriormente se referiu foi coordenado por Alexandra Rodrigues Gonçalves, António Paulo Dias Oliveira e Cristina Fé Santos.

A sessão, realiza-se no Museu do Traje, em São Brás de Alportel, pelas 18.30 h.

Apresenta a revista Vítor Neto.

Uma iniciativa que se recomenda para todos aqueles que querem saber um pouco mais sobre a evolução do turismo na região portuguesa, que tem grande tradição nesta actividade e que tanta riqueza gera para o País.

A.A.B.M.


quarta-feira, 1 de junho de 2016

AS ENGRENAGENS DO TEMPO: EXPOSIÇÃO E APRESENTAÇÃO DE CATÁLOGO EM SÃO BRÁS DE ALPORTEL

Hoje, em que se assinala o 102º aniversário da fundação do concelho de São Brás de Alportel, em que decorrerão várias iniciativas pela localidade, mas na sexta-feira, dia 3 de Junho de 2016, pelas 18 horas vai ser inaugurada a Exposição As Engrenagens do Tempo e, em simultâneo, a apresentação do catálogo da exposição que procura traçar uma visão histórica e social da localidade entre 1900 e 1930, com alguns dos seus protagonistas, episódios e transformações. O evento decorre no Museu do Trajo, de S. Brás de Alportel.

Pode ler na nota de divulgação do evento na página do municipio de São Brás de Alportel:
Uma visão social de 30 anos da história de São Brás de Alportel

1900-1930

A abertura de uma nova exposição e a apresentação do seu catálogo constitui sempre um momento especial na vida de um Museu. Desta vez demos-lhe o nome de “As Engrenagens do Tempo”, constituindo esta, uma abordagem social das décadas que ladearam o nascimento do concelho de São Brás de Alportel, em 1914, e as suas repercussões nos nossos dias.

A sucessão de lapsos de tempo (1900-1930) apresentados sob a forma de encenações que ocorrem ao longo da exposição, transmitem deliberadamente sensações contraditórias: a harmonia inquieta dos últimos anos da monarquia, os Tempos Revoltos da República e os momentos de euforia pela criação do novo concelho. Ao tempo das trincheiras da Grande Guerra, onde pereceram alguns são-brasenses, sucedem os Tempos de Esperança e Incerteza que, acompanhando a degradação política e económica do país, culminaram na Ditadura e no Estado Novo. Apesar de tudo, uma “engrenagem” relativamente consensual, cronológica, pacífica...

Em determinado momento do longo processo que durou a conceção e montagem da exposição (pouco mais de 1 ano), cerca de uma dezena de jovens artistas plásticos associaram-se ao projeto. Fácil será de perceber que desde então viu-se esfumada a harmonia museológica e instalada a dúvida, a polémica e o confronto. Foi assim, por esta deriva (mais ou menos) cega, que a exposição ganhou novos significados e interpretações, geradores de perplexidades e interrogações que, a nosso ver, constitui um exercício de Museologia Social que há muito exercitamos.

O projeto, a produção e os trabalhos subsequentes devem-se à pequena equipa e aos meios técnicos do próprio Museu a que se juntou um grupo muito vasto de voluntários com competências variadas e uma generosidade sem limites.

O catálogo - o que irá para além do tempo passageiro que durará a exposição é dedicado ao fundador do Museu, o Padre José da Cunha Duarte - que continua a ser, ainda hoje, um dos seus principais sustentáculos.

Quanto ao Museu, os seus últimos anos foram marcados por uma deriva sem destino certo. Este, deixou-se levar pelas suas pessoas que, ignorando definições, foram-lhe descobrindo novas funções, utilidades, conceitos e significados.

À Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, entidade tutelar, somos devedores da liberdade de ação que sempre nos foi concedida – condição maior para que um museu seja um verdadeiro instrumento de mudança. Da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, sempre o Museu contou com a maior disponibilidade e colaboração.

Texto: Emanuel Sancho

A informação foi retirada DAQUI.

Para conhecer melhor catálogo fica a ficha técnica e o índice do mesmo (Clicar na imagem para aumentar).
Uma iniciativa para a acompanhar  e que se recomenda.

A.A.B.M.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM MUSEUS: UMA ABORDAGEM PARA O SEU ESTUDO - CONFERÊNCIA

Realiza-se no próximo sábado, em S. Brás de Alportel, no Museu do Trajo, uma iniciativa Entre Arquivos, com a Dra. Paula Moura, onde se abordará a questão da Gestão da Informação ao nível dos Museus.

O evento realizar-á pelas 15 horas.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
Esta apresentação tem como objectivo fazer uma abordagem sobre a gestão integrada da informação em contexto museológico – ou utilizando a terminologia internacional – instituições de memória - (quando nos queremos referir a museus, bibliotecas e arquivos), através da presentação das diferentes tipologias de informação que lhe estão associadas, assim as como das necessidades de identificação, das normas e dos procedimentos aquando do seu tratamento.
O recurso às Tecnologias de Informação e Comunicação no meio cultural é igualmente abordado, na medida em que ao digital está associado um valor acrescentado para as organizações, potenciando a integração de todas as tipologias informacionais, agilizando o seu tratamento, controlo, acesso e disponibilização da informação.

Pequena nota sobre a conferencista presente:
Paula Moura é desde 2002 técnica superior de biblioteca e documentação no Museu dos Transportes e Comunicações. Em 1996 finaliza a sua licenciatura em Ciências- Históricas (ramo científico) na Universidade Portucalense. Em Outubro de 2009 concluiu o Mestrado em Gestão da Informação, na Universidade de Aveiro, desenvolvendo a sua dissertação na área da gestão da informação nas organizações culturais.
Entre os anos de 2001-2006 frequentou as pós-graduações em Ciências- Documentais, na variante, bibliotecas e centros de documentação (2001-2003) e, na variante arquivos (2003-2006), na Universidade Portucalense.

Uma actividade que se divulga e a que se deseja os maiores sucessos.

A.A.B.M.