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quinta-feira, 9 de julho de 2015

VISÃO HISTÓRIA - EDIÇÃO DE JULHO DE 2015





















Encontra-se disponível um novo número da revista  Visão História, desta vez dedicada à II Guerra Mundial, tendo por tema de fundo a posição de Portugal face à Batalha do Atlântico.

Com um conjunto de artigos muito interessantes, bem ilustrada e com alguns textos a merecerem uma leitura atenta. Organizada em seis subtemas:
- A Guerra;
- Portugal;
- Águas portuguesas;
- Afundamentos de barcos portugueses;
- Açores;
- Frota do Bacalhau.

Uma iniciativa louvável e que deve ser divulgada junto de todos os interessados.

A.A.B.M

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

VISÃO HISTÓRIA - CONSPIRAÇÕES CONTRA O REGIME


No mais recente número da revista Visão História, subordinada ao tema Conspirações Contra o Regime, Os momentos marcantes e as figuras-chave que abalaram a ditadura militar, Salazar e Marcelo Caetano é possível encontrar os seguintes artigos:

Pedro Caldeira RodriguesO grande desafio à ditadura militar , p. 10-13
Nove meses após o golpe militar de 28 de maio de 1926, a revolta republicana de 3a 9 de fevereiro de 1927, centrada no Porto mas com focos em todo o País, será o mais sério desafio à ordem nova militar-nacional. A sua derrota abrirá caminho para a emergência do Estado Novo de Salazar.

Pedro Caldeira Rodrigues - O último combate do sindicalismo livre, p. 20-23
A tentativa de greve geral revolucionária de 18 de janeiro de 1934 foi um dos mais importantes atos de protesto unitário do movimento sindical organizado, em confronto aberto com o Estado Novo em processo de institucionalização. O Reviralho também esteve envolvido, mas o rescaldo foi uma "ferida funda".

Álvaro Garrido - Marinheiros amotinados no Tejo, p. 24-27
Em setembro de 1936, o levantamento dos sargentos e praças de diversos navios da Armada provocou as maiores dores de cabeça ao governo de Salazar, que reprimiu a revolta de forma sangrenta.

Alexandra Correia - Uma bomba à porta da missa, p. 28-31
A explosão foi espetacular, mas Salazar escapou sem um arranhão. Os anarquistas entraram para a história da resistência ao Estado Novo à força de dinamite.

Miguel Carvalho - O milionário e o golpe, p. 32-33
A 10 de abril de 1947, um levantamento militar tentou derrubar Salazar. Todos os conspiradores foram presos. Todos? Não. Salvou-se um famoso industrial, acusado de financiar a revolta. Chamava-se Lúcio Tomé Feteira.

Vânia Fonseca Maia - Herói amordaçado, p. 34-35
A candidatura do general Norton de Matos à Presidência parecia trazer os ventos democráticos necessários à abertura do regime. Uma ilusão desfeita longe da boca das urnas.

Filipe Luís - A saga do general sem medo, p. 42-47
Em 1958, um ciclone chamado Humberto Delgado varreu o País. E uma geração de portugueses nasceu então para a cidadania. Foi preciso esperar 16 anos. Mas do legado do candidato independente às eleições presidenciais de 1958 fica o primeiro passo decisivo no caminho para a liberdade. Acompanhe esta aventura vertiginosa.

Ana Margarida de Carvalho - A grande evasão, p. 48-51
O dia em que dez comunistas, um guarda coadjuvante e um romance único escaparam da prisão-fortaleza mais inexpugnável do fascismo. Um alento para a resistência, um rude rombo na autoestima do regime.

Francisco Galope - Um navio chamado liberdade, p. 52- 57
De como um punhado de guerrilheiros abalou a ditadura ao tomar o controlo do Santa Maria.

Francisco Galope - O mistério do doce de goiaba, p. 58-59
O regime receou que os operacionais do desvio do Santa Maria transformassem as serranias entre o Alentejo e o Algarve na Sierra Maestra peninsular.

Luís Almeida Martins - A tarde dos generais, p. 60-61
Sem o apoio popular que não procurara, terminaria ingloriamente o golpe palaciano de abril de 1961.

J. Plácido Júnior - A revolução que veio do céu, p. 62-67
Uma ordem de Salazar, de abate de um avião da TAP, desviado por um grupo de insurrectos para arremesso de panfletos antirregime sobre Lisboa e outras zonas do País, foi sabotada pelo comando da Força Aérea. Sub-repticiamente. A aventura ao pormenor.

Emília Caetano - E não lhe deram um quartel, p. 68-71
Delgado acreditava que bastaria tomar uma unidade militar, para que todas se sublevassem. O assalto ao quartel de Beja foi uma das mais espetaculares operações contra o regime.

Paulo Pena - Dezoito anos que abalaram a ditadura, p. 72-73
A oposição estudantil a Salazar não parou de crescer desde 1956.
As universidades foram uma "fábrica" de politização
.

Luís Almeida Martins - O aventureiro da liberdade perdida, p. 74-80
Palma Inácio teve uma vida autêntica pelo menos tão aventurosa como a do imaginário Indiana Jones, com a diferença de que a colocou por inteiro ao serviço da luta altruísta contra a ditadura de Salazar e Caetano.

Luís Almeida Martins - Entrevista Camilo Mortágua: 'A luar era um cozido à portuguesa', p. 81-83
Um ativista "lendário" faz revelações sobre a luta armada contra o Estado Novo.

João Pacheco - Quando o partido se armou, p. 88-91
Nos últimos anos da ditadura, o País acordou várias vezes ao som de atentados da ARA. Com a Acção Revolucionária Armada, o PCP tinha-se decidido por fim a combater o Estado Novo com bombas.

Paulo Chitas - Bombas contra o regime, p. 92-95
Os operacionais das Brigadas Revolucionárias comandados por Carlos Antunes e Isabel do Carmo realizaram 15 ações armadas. Não sitiaram Marcelo Caetano, mas contribuíram para acossar a ditadura.

Nuno Miguel Guedes - Entre o céu e o mundo, p. 96-97
A ocupação da Capela do Rato, em Lisboa, por um grupo de católicos progressistas que ali promoveu uma vigília contra a Guerra Colonial abalou o regime e marcou o fim da "Primavera Marcelista".

Lápis azul
Uma das armas do regime foi o controlo total do que era publicado na Imprensa. Provas tipográficas de todos os textos eram enviadas à Censura, que as devolvia com os cortes a introduzir, e que muitas vezes eram a totalidade do texto .

Um número particularmente interessante da Visão História que apresenta também um excelente conjunto de infografias a separar os períodos por que passou o Estado Novo, acompanhado de iconografia bastante interessante para documentar os artigos e ilustrar a época.

A.A.B.M.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009


LANÇAMENTO DA REVISTA VISÃO HISTÓRIA

Amanhã, dia 19 de Fevereiro de 2009, vai ser apresentado um novo número da revista Visão História, numa parceria com o Museu da Presidência da República. A apresentação irá decorrer pelas nas instalações do Museu da Presidência da República(Palácio de Belém, Praça de Afonso de Albuquerque, Lisboa), pelas 19 horas.

Este número é inteiramente dedicado ao OUTRO LADO DA PARTICIPAÇÃO PORTUGUESA NA I GUERRA MUNDIAL, durante a apresentação contam-se com intervenções de Diogo Gaspar, director do Museu, Cláudia Lobo, directora da revista “Visão História”, e Elsa Santos Alípio, investigadora do Museu da Presidência da República, vão dar a conhecer, na sessão de lançamento, alguns aspectos menos conhecidos sobre a participação portuguesa na I Guerra Mundial.

Esta publicação serve também para divulgar as actividades que

O Museu da Presidência da República está a preparar um conjunto de iniciativas que evocam a I Guerra Mundial. Uma grande exposição temporária, um ciclo de cinema, concertos e um conjunto de publicações são algumas das actividades que se encontram em preparação e que vão desenrolar-se ao longo do ano.

Durante décadas conhecido por “Grande Guerra”, o conflito sangrento que ocorreu entre 1914 e 1918 semeou o luto em muitas famílias portuguesas, mas é agora praticamente ignorado pelas novas gerações, apesar do sacrifício dos mais de 50 mil compatriotas mobilizados para as trincheiras no Norte de França e das sete mil vítimas que provocou.


Uma interessante iniciativa que o Almanaque Republicano divulga junto dos seus ledores e recomenda a todos os interessados.

A.A.B.M.