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sexta-feira, 23 de março de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

BIBLIOTHECA "REPUBLICA" - HISTÓRIA DAS RELIGIÕES



HISTÓRIA DAS RELIGIÕES [Reinach, Beuchat e d'Olbach] - compilação e tradução de Ribeiro de Carvalho, Edições do Jornal "Republica" [Rua do Mundo, 116,1º, Lisboa], Bibliotheca "Republica", Tip. Minerva, de Gaspar Pinto de Sousa & Irmão, Famalicão, 1932 [8 escudos].

J.M.M.

terça-feira, 10 de maio de 2011

MANUEL ALVES - POETA E CAVADOR



FOTO [da Direita par a Esquerda] - Domingos de Castro [natural de Tábua e redactor principal do jornal "Progresso da Feira (1904-1920)]; Manuel Pinto de Sousa [proprietário da então importante Tipografia 'Minerva" (1886), de V. Nova de Famalicão]; Simões Ferreira [jornalista]; Tomás da Fonseca ["ao tempo seminarista"]; Manuel Alves; Ribeiro de Carvalho [redactor, ao tempo, da "Mala da Europa"]; António Carvalhal [poeta e jornalista do Porto].

via SERÕES ["Foto do Poeta com os seus Amigos"], Vol. VI (2ª série), 1908, p. 60.

J.M.M.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

JOAQUIM RIBEIRO DE CARVALHO (1880-1942) - NOTA BREVE


Joaquim Ribeiro de Carvalho nasceu em Arnal (concelho de Leiria) a 7 de Abril de 1880 [cf. As Constituintes de 1911 e os seus deputados, Lisboa, Livraria Ferreira, 1911]. Era filho de Manuel Ribeiro da Costa e de Maria da Encarnação Carvalho. Frequenta o seminário de Leiria, que abandona para seguir o jornalismo. Escreve então no primeiro jornal republicano de Leiria, A Integridade. Publica aos 17 anos o seu primeiro livro de poesia, "Livro de um sonhador", a que se seguiram outros. Curiosamente, mais tarde, é agraciado (1906), com Ordem de Sant'Iago, pela governação monárquica.

Funcionário público [chefe da secretaria da Inspecção das Escolas de Lisboa], jornalista, poeta e romancista, fez parte do Partido Republicano Português (P. Democrático), e ainda, do Partido Evolucionista, do Partido Nacionalista, Partido Liberal e da Acção Republicana. Foi (sempre) deputado pelo círculo de Leiria, exceptuando o período de 1918 (Sidonismo) e em 1925, onde surge como candidato independente. Em 1926, no pronunciamento militar, vai para a ilha da Madeira, regressando (1930) para (de novo) ocupar o lugar de director do jornal República.

Foi membro activo da Carbonária portuguesa. Esteve presente na proclamação da República, feita na Câmara Municipal de Lisboa. Funda, pouco depois, o Centro Radical Português. Em 1911 é iniciado [cf. A.H. Oliveira Marques, Dicionário da Maçonaria, 1986] na maçonaria, no triângulo nº143 de Erra (concelho de Coruche) com o nome simbólico de Liberto. Transita depois para a Loja Evolutiva (de Coruche) e, mais tarde na ditadura, está (1929) na Loja Acácia de Lisboa e, depois, na Loja Cândido dos Reis, também de Lisboa.

Foi membro da Academia das Ciências, participou na comissão organizadora da edificação do monumento a António José de Almeida [a que presidia Gago Coutinho], dirigiu a Biblioteca de Educação Moderna, foi sócio da Sociedade Nacional Tipografia a que pertencia o jornal O Século (1921-22).

Colaborou em diversos periódicos: Alma Nova (1913), Amanhecer (Leiria, 1924 onde escrevia José Loureiro Botas), O Arauto (Lisboa, 1902), Ave Azul (Viseu, 1899-1900), Boémios (Porto, 1899), O Campeão (Porto, Novembro 1899-1901), O Comércio de Barcelos (1911), A Crónica (1900-1906, Lisboa), O Diabo (Lisboa), O Domingo (Angra Heroísmo, 1909-1911), Estrela do Minho (Famalicão, 1895-1960), Germinal (Porto, 1901-02, no nº 1 e poesias no nº 2 e 12), Gil Braz (Lisboa, 1898-1904), O Grande Elias (Lisboa, 1903-1905), O Jornal (1902-06), O Liberal (1918-21, onde foi propr. e dir.), Mala da Europa (Lisboa, 1894-1916), Nova Aurora (Tábua, 1900-1905), A Palavra (1922, diário monárquico), Quadras do Povo (Lisboa, 1909), República (que dirigiu entre 1920-24 e 30-42, tendo sido quem chamou José Rodrigues Miguéis ao jornal, onde vai escrever a coluna "Poeira da Rua"), A República Portuguesa (1910-11, diário republicano da manhã, de que foi fundador), Revista Internacional (Lisboa, 1903-04), Revista Literária Cientifica e Artística (supl. O Século, 1902-05), O Rosmaninho (Porto, 1900), Vimaranense (Guimarães, 1915-19), Zig-Zag.

Morre a 10 Outubro de 1942, em Lisboa.

[foto: retirada, com a devida vénia, da página de Carlos Fontes]

J.M.M.

RIBEIRO DE CARVALHO - REVISITAÇÃO





Ribeiro de Carvalho - revisitação

A Hemeroteca Municipal de Lisboa "propõe-se revisitar alguns dos espaços emblemáticos da cidade de Lisboa relacionados com a vida e obra de [Joaquim] Ribeiro de Carvalho".

"Figura singular da I República, Ribeiro de Carvalho destacou-se sobretudo como político e jornalista. Carbonário, maçon, deputado às Constituintes, tradutor, poeta, foi ainda um 'grande' director do jornal República, onde desenvolve uma intensa actividade até 1941

Consultar aqui.

J.M.M.