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segunda-feira, 6 de março de 2017

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

TOMÁS DA FONSECA – MISSIONÁRIO DO POVO – UMA BIOGRAFIA


 
 
LIVRO: Tomás da Fonseca – Missionário do Povo – Uma Biografia;
AUTOR: Luís Filipe Torgal [pref. de Vítor Neto];
EDIÇÃO: Antígona, 2016, p. 448
 
LANÇAMENTO EM COIMBRA

DIA: 15 de Outubro (17,00 horas);
LOCAL: Casa Municipal da Cultura (Sala Silva Dias), Coimbra;
ORADOR: Fernando Catroga
 
 
 “Primeira biografia de fôlego sobre José Tomás da Fonseca (1877-1968) e o seu tempo, a presente obra analisa a vida longa e polémica desta personalidade de impressionante produção literária e actividade intelectual, permanentemente na linha da frente do arriscado confronto político.

Cruzando dois séculos e vários regimes políticos, Tomás da Fonseca – Missionário do Povo traça o percurso desde as origens humildes deste ex-seminarista e pedagogo, até à sua afirmação como republicano laico e ateu, referência incontornável do anticlericalismo português e, no período do Estado Novo, patriarca das oposições. Legou-nos, entre outras obras, Sermões da Montanha, O Santo Condestável – Alegações do Cardeal Diabo e Na Cova dos Leões, um dos mais emblemáticos textos subversivos impressos em Portugal durante o salazarismo, e desconstruiu de modo desassombrado as visões e o culto de Fátima.

Estudo meticuloso, este livro desvenda as representações contraditórias e o legado de Tomás da Fonseca, tido ora por anticlerical fanático, mistificador e iconoclasta, ora por apóstolo cívico do laicismo e símbolo dos livres-pensadores portugueses [AQUI].
 
 
J.M.M.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

DAS REVOLUÇÕES LIBERAIS


No âmbito do ciclo de conferências coordenado por Ana Paula Menino subordinado ao título "Para uma cultura de Humanidade" realiza-se amanhã, 9 de Janeiro de 2016, pelas 17 horas, no Espaço Memória dos Exílios, no Estoril a seguinte conferência:

Título: Das Revoluções Liberais
Autor: António Ventura e Fernando Catroga

Local: Espaço Memória dos Exílios 
Av. Marginal, 7152-A
Estoril


Data: 9 de Janeiro de 2016

Horário: 17.00 h

Uma excelente iniciativa que não podemos deixar de divulgar com a certeza de que será um óptimo momento para ouvir dois historiadores que dominam o tema como poucos em Portugal.

A não perder para os interessados no tema.

A.A.B.M.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

UMA AUTOBIOGRAFIA DA RAZÃO. A MATRIZ FILOSÓFICA DA HISTORIOGRAFIA DA CULTURA DE JOAQUIM DE CARVALHO




EDIÇÃO: Imprensa da Universidade de Coimbra (2015, 452 p.).

LANÇAMENTO:

DIA: 16 de Junho (17,30 horas);
LOCAL: Biblioteca Geral Universidade de Coimbra (Sala S. Pedro);
ORADOR: Professor Fernando Catroga
«Uma autobiografia da Razão» é um estudo de significação da opera omnia de Joaquim de Carvalho (1892-1958), historiador das ideias, da cultura e da filosofia,  catedrático em Coimbra e o grande animador e director (1921-1934) da Imprensa da Universidade, obra estabelecida dentro daquela grande inquietude do nosso tempo, à qual só uma resposta humanista aniquiladora da cultura sem alma ‘puramente técnica’ e superadora do ‘tipo intelectual, que apenas se move no reino dos meios’ se impunha.
Ora, esse repto só seria perceptível se reconduzisse à via compreensiva o pensamento racional, crítico e analítico; e o incorporasse numa hermenêutica da contemporaneidade,  para a qual a escola se deveria autoconstituir como aparelho privilegiado ao aprofundar, como criação paidêutica, um estilo de pensamento dialógico que reconhecesse à alteridade os mesmíssimos direitos de cidade que à ipseidade outorgava.
A esta epistemologia da cultura democrática, de fuga espinosiana e leibniziana  (pois não é só o de jure transcendental kantiano mas a outridade monadológica que atravessa o prisma de luz), se entregou em busca de uma clara formulação política que ele mesmo enunciou na praça pública e continuaria a repetir, por vezes na surdina epistolar, aos exaustos ouvidos epocais – matraqueados internamente pelo desumano volume das demonstrações da evidência e da evidência da força e pela salvífica pressão e repressão totalitária que incendiando a Europa, na propaganda, na proibição, na polícia, na morte, matava as expectativas da liberdade cerradas à parede pelo voluntarismo das «democracias orgânicas» völkish ou pela fantasia perfeccionista da cientificidade das ‘democracias populares’»
J.M.M.

terça-feira, 9 de junho de 2015

JUBILAÇÃO DO PROFESSOR DOUTOR FERNANDO CATROGA

No passado dia 25 de Maio de 2015, o Professor Doutor Fernando Catroga apresentou a sua última aula. Rodeado de familiares, colegas, antigos alunos, amigos e funcionários da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra debateu-se ao longo de todo o dia o contributo que deixou no domínio da História da Cultura e das Ideias, com contributos de várias personalidades.

No final do dia e com o Teatro Paulo Quintela da Faculdade de Letras quase completamente cheio, foi a oportunidade para se ouvir a sua última aula. Acompanhado na mesa pelo reitor da Universidade de Coimbra Professor João Gabriel Silva, pelo Director da Faculdade de Letras, Professor José Pedro de Matos Paiva, pela Professora Irene Montezuma Vaquinhas e pela Professora Manuela Tavares Ribeiro, o homenageado discorreu sobre os temas e áreas que lhe são próximos. 

Deixamos aqui um excerto relativamente pequeno da sua intervenção, quase na parte final, para todos os  que o desejarem poderem acompanhar as suas ideias, a reflexão e a análise que faz de alguns assuntos.
No final, o aplauso da assistência, em pé, saudando o Professor e prestando-lhe uma singela homenagem pelo seu contributo ao longo de várias décadas ao serviço do saber, da memória, da res publica que ele sempre estudou e deu a conhecer aos seus alunos.

Com os nossos cumprimentos e votos de muitos e valiosos contributos para a causa da Historiografia Portuguesa.

A.A.B.M.

domingo, 24 de maio de 2015

JUBILAÇÃO DO PROFESSOR DOUTOR FERNANDO CATROGA


Cerimónia de Jubilação do Professor Doutor Fernando Catroga

DATA: 25 de Maio 2015 (a começar a partir das 9,30 horas | Lição: 17,30 horas);
LOCAL: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra [Anfiteatro II];
ORGANIZAÇÃO: F.L.U.C. | H.E.E.A.A. | C.H.S.C.


9,30 Horas: Sessão de Abertura;

10h/11 Horas: Mesa Redonda

 - INTERVENIENTES: Francisco de Azevedo Mendes (“A condição da subjetividade na teoria da história de Fernando Catroga: historicidades intempestivas”) | Paulo Archer (“História, anamnésis e filosofia. Uma via para a sagesse”) | Joana Bernardes Duarte (“Na orla do mundo, a peregrina sede: phantasia e narrativa historiográfica” | Rui Cunha Martins (moderador);

11,30h/12 Horas: Mesa Redonda

 - INTERVENIENTES: Maria Lúcia de Brito Moura (“Igreja suspeita no estado vigilante” - um projeto de laicização à portuguesa”) | Maria de Fátima Cunha Moura Ferreira (“Ideários e ação política: a pretexto da 3ª via”) | Ana Cristina Araújo (moderador);

12h/12,30 Horas: Conferência

 - ORADOR: Luís Reis Torgal (“História, memória e ideologia. O caso dos Divodignos e das lutas liberais”) | João Gouveia Monteiro (moderador);

ALMOÇO

14,30h/16 Horas: Conferências

 - ORADOR: António Sampaio da Nóvoa (“O compromisso do historiador”) | Guilherme d’Oliveira Martins (“Democracia, identidade aberta e complexa”) | Norberto Ferreira da Cunha (“A problemática histórica da ‘ordem pública’ na I República” | João Maria André (moderador);

16,30h/17,30 Horas: Conferências

 - ORADOR: Pedro Tavares de Almeida (“Política, Estado e Território no Portugal Contemporâneo: Revisitando a obra de Fernando Catroga”) | Anselmo Borges (“Morte, Secularização, Tempo”) | João Maria André (moderador);

17,30 Horas: LIÇÃO de Fernando Catroga

19 Horas: Sessão de Encerramento

 
Amanhã assinala-se a jubilação do Professor Doutor Fernando Catroga [nasce em 1945], Mestre e amigo fraterno, o que muito nos honra.

O doutor Fernando Catroga ministrou “a história da palavra”, com total merecimento. O seu trabalho e a sua linguagem elevada, de todo incontornável, formou toda uma dilatada geração de historiadores e de cidadãos animados pelo estudo da história das ideias e da res pública.

O copioso trabalho que nos ofertou sobre o republicanismo, a história da República, o Positivismo, o Laicismo, a História das Ciências e das Ideias, torna-o credor de todos nós. A sua reconhecida inteligência, o seu vivo entusiasmo pela argumentação e o debate, a sua enorme generosidade, como professor e amigo, consagra-o como um dos mais elevados espíritos deste Portugal de Abril e um dos seus mais respeitados professores.

Amanhã assinala-se a jubilação do Doutor Fernando Catroga: a sua última Lição terá á sua volta antigos alunos, docentes universitários, camaradas, companheiros e amigos. Todos e cada um jamais poderão olvidar a honra de ouvir o Mestre, na sua derradeira Lição. Lá estaremos!

J.M.M.

terça-feira, 28 de abril de 2015

ESPAÇOS CORPORATIVOS E ESCALAS URBANAS NO SÉCULO XX: CONGRESSO INTERNACIONAL NA UNIVERSIDADE DO MINHO

DATA: 27 e 28 de Abril 2015
LOCAL: UNIVERSIDADE DO MINHO - BRAGA

Pode ler-se na nota de divulgação do Congresso:
Tendo como foco central a problemática da coordenação interterritorial nas experiências corporativas
protagonizadas pelos Estados no século XX, o Congresso Espaços corporativos e escalas urbanas no século XX
visa contribuir para uma reavaliação histórica das atividades dos organismos corporativos primários.
Numa definição necessariamente genérica, em causa estarão os organismos básicos que enquadravam as
atividades económicas e a “cooperação social” da maior parte da população. No caso português, por exemplo,
esta base concretizava-se nos seguintes organismos: casas do povo, casas dos pescadores, grémios da lavoura,
grémios do comércio, grémios da indústria e sindicatos. A análise cruzada desta realidade no contexto urbanorural
e a sua comparação internacional constituem o horizonte do Congresso.
Os eixos e objetivos temáticos, presentes no programa do Congresso, podem ser sintetizados da seguinte forma:
1- Corporativismo e organismos primários: instituições, evoluções internas e interfaces.
2- Escalas urbanas, corporativismo e poderes: dimensões, políticas e articulações administrativas e
económicas. Qual foi a expressão urbana das políticas corporativas?
3- Ordem estatal e regulação corporativa: hierarquias, negociação e conflitualidade.

O Programa deste Congresso Internacional é o seguinte:

DIA 27 
09.30h – SESSÃO DE ABERTURA

SESSÃO TEMÁTICA
PERSPETIVAS SOBRE O CORPORATIVISMO I
09:50h – Álvaro Garrido (FEUC, CEIS20), O corporativismo como categoria historiográfica e
objecto das ciências sociais - um balanço crítico
10:10h – Alessio Gagliardi (Dipartimento di Storia Culture Civiltá, Università di Bologne), Centre and periphery in the Italian corporatism: local communities, socio-economic elites and the fascist nationalization
10:30h – Daniel Lanero (FXG-USC, Histagra), Corporativismo e franquismo: un estado da arte
10:50h – Dulce Freire (ICS-UL), Corporativismo nas transições: anos 30 e 70 em Portugal
11:20h – Pausa para café

11:40h – Paula Borges Santos (IHC), Representação política e corporativismo: os tempos e os modos do debate nas Câmaras Políticas pós-45
12:00h – Márcio Barbosa (CEIS20), Organização de todos os interesses? Mecanismos de (dis)funcionalidade corporativa em Portugal
12:20h – Miguel Bandeira (ICS-UM, CECS), O planeamento urbano durante o Estado Novo –
permanências e transfigurações na cidade de Braga (1933-1974)
12:40h – José António Bandeirinha (DARQ-UC, CES)
Centro de Portugal, uma Região de cidades (1945-2015)
13:10h – Almoço

SESSÃO TEMÁTICA
ORGANISMOS E PODERES CORPORATIVOS: NÍVEIS E INCIDÊNCIAS
14:40h – Nuno Estêvão Ferreira (UCP, CEHR), A Câmara Corporativa do salazarismo e a regulação de uma pirâmide de organismos profissionais e económicos
15:00h – Álvaro Garrido (FEUC, CEIS20), As Casas dos Pescadores: corporativização e controlo
social das comunidades marítimas
15:20h – Francisco Henriques (IHC), O funcionamento quotidiano de um Grémio de
Armadores (1945-1966)
15:40h – Jorge Alves (FLUP, CITCEM), Grémios da Lavoura e cooperativas na organização
da produção e comercialização do leite
16:00h – Araceli Freire Cedeira (FXG-USC, Histagra), Las políticas de planeamiento agrario durante
el franquismo, una visión a través del Plan Coruña
16:20h – Natália Pereira, As dinâmicas internas das Casas do Povo sob o olhar das inspeções (anos 40 a meados dos anos 60)
16:50h – Pausa para café

17:10h – Rafaela Sousa, De associados a agremiados: o que mudou com o Grémio do Comércio do concelho de Vila Nova de Famalicão?
17:30h – Jorge Mano Torres,  A Federação dos Grémios do Comércio dos distritos de Braga e Viana do Castelo (1958-1974) como plataforma de mediação corporativa
17:50h – Francisco Azevedo Mendes (ICS-UM, Lab2PT), Isabel Martins,  Os organismos corporativos primários e a ação dos tribunais de trabalho no Estado Novo português: o foro de Braga
18:10h – Marcos Mesquita, José Augusto Alves, Jorge Mano Torres, Hierarquias dos organismos corporativos nas assembleias concelhias urbanas dos distritos de Braga e Viana do Castelo: esboço de caraterização do universo social das elites locais corporativas (1937-1974)
18:30h – Ricardo Jerónimo Silva (CES), A Beira Litoral de Bissaya Barreto: a territorialidade
de uma rede político-sanitária

DIA 28 DE ABRIL

SESSÃO TEMÁTICA
PERSPETIVAS SOBRE O CORPORATIVISMO II
09:30h – Olivier Dard (Université Paris-Sorbonne (ParisIV), Où en est l’histoire du corporatisme en France?
10.00h – Fernando Catroga (FLUC, CHSC), A geografia dos afectos pátrios no corporativismo
português
10:20h – António Matos Ferreira (FLUL, CEHR), Corporativismo como questão de organização
social: instância de tensões entre o Estado e a Igreja Católica
10:40h– Rui Pereira (EA-UM), A Exposição do Mundo Português e a formalização do discurso ideológico do Estado Novo
11:10h – Pausa para café

11:30h – Fátima Moura Ferreira (ICS-UM, Lab2PT), Coordenação, regulação estatal e inspeções no
corporativismo
11:50h – António Rafael Amaro (FEUC, CEIS20), O modelo político-administrativo do Estado Novo
português: corporativização e representação política das autarquias
12:10h – Maria Manuel Oliveira (EA-UM, Lab2PT), Paula Bessa (ICS-UM, CECS), Eduardo Pires de Oliveira (ARTIS), A intervenção da DGEMN no Paço Arquiepiscopal de Braga: restaurar a memória da Nação
12:30h – Joana Duarte Bernardes (CHSC), Os dilemas do rural/corporativo do Estado Novo em práticas culturais de vocação urbana: o caso da dança
12:50h – Daniele Serapiglia (CEIS20), Lo sport corporativo in Italia e Portogallo, 1932-1943. Una lettura comparata

13:20h – Almoço

SESSÃO TEMÁTICA
ARQUITETURAS E CORPORATIVISMOESPAÇOS E PROJEÇÕES
14.40h – Eduardo Fernandes (EAUM, Lab2PT), Os coda da EBAP nos anos 40: das linguagens do
Estado Novo à emergência de uma consciência moderna
15:00h – Maria Tavares (CEAU), A questão da habitação e a habitação para o maior número na segunda metade do século XX em Portugal
15.20h – Jesica Jaramillo (CEAU), Carla Garrido de Oliveira (FAUP, CEAU), A dimensão arquitectónica das ‘Casas do Povo’ e das ‘Casas dos Pescadores’, entre o projecto-tipo e as expressões locais
15.40h – Carla Garrido de Oliveira (FAUP, CEAU), Jesica Jaramillo (FAUP), Arquitectura e pedagogia: ‘A Nossa Casa’ no «Mensário das Casas do Povo», três projectos de Raul Lino
16.00h – Vanda Maldonado (EA-UM, Lab2PT), Habitação Social promovida pelas Casas do
Povo, 1958-1972: o caso de Santo Estêvão do Arquitecto Vítor Figueiredo
16.30h –Pausa para café

16.50h – Filipa de Castro Guerreiro (FAUP, CEAU), De agronomicamente “bem concebidos” a
objectos de representação do Estado. Assentamentos e arquitectura das Colónias Agrícolas
Portuguesas construídas pela Junta de Colonização Interna entre 1936 e 1960
17.10h – Daniela Pereira Alves Ribeiro (FAUP), A morfologia territorial das explorações mineiras.
A Bacia Carbonífera do Douro
17.30h – Mariana Consciência (CEAU), Carla Garrido de Oliveira (FAUP, CEAU), Dispensários na Arquitectura da Luta Antituberculose: Carvalheira e o programa higienista, Lino e o ensaio tipológico, Ramos e a implementação do projecto-tipo na rede de equipamentos públicos do Estado Novo.
17.50h – Elisiário Miranda (EA-UM, Lab2PT), Os espaços do Banco Nacional Ultramarino em

Moçambique: representação e modernidade

O programa completo e detalhado do congresso internacional pode ser consultado/descarregado AQUI.

Com os votos de sucesso em mais esta iniciativa.

A.A.B.M.

terça-feira, 17 de junho de 2014

PORTUGAL-ESPANHA NAÇÕES E TRANSNACIONALIDADE ENTRE DOIS SÉCULOS (1812-1986)


Na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa vai realizar-se nos próximos dias 19 e 20 de Junho de 2014, o colóquio que vai analisar em diferentes perspectivas as relações entre os países ibéricos ao longo dos últimos dois séculos, desde as invasões francesas até à integração europeia.

As sessões estão estruturadas da seguinte forma:
DIA 19 (Quinta-feira)
10h45-13h00: 1ª Mesa – Nacionalismos, iberismos, transnacionalidade
15h00-16h30: 2ª Mesa – Narrativas nacionais e regionais
17h00-18h30: 3ª Mesa – Os regimes políticos na questão peninsular 

DIA 20 (Sexta-feira)
09h30-11h45: 4ª Mesa – Relações ibéricas em contexto global 
12h00-13h30: 5ª Mesa – Territórios e imaginários ibéricos
15h00-17h15: 6ª Mesa – Portugal visto de Espanha 

Contando com vários investigadores de ambos os países, destacam-se alguns nomes dos mais conhecidos e respeitados da comunidade historiográfica ibérica:
- Maria Conceição Meireles Pereira (Universidade do Porto)
- Fernando Catroga (Universidade de Coimbra) 
- Sérgio Campos Matos (Universidade de Lisboa/CH) 
- António Costa Pinto (Universidade de Lisboa/ICS) 
- António Ventura (Universidade de Lisboa/CH) 
- Hipólito de la Torre Gómez (UNED - Madrid) 
- António Pedro Vicente (Universidade Nova de Lisboa) 
- Luís Bigotte Chorão (CEIS 20-Universidade de Coimbra) 
- João Freire (ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa) 
- João Medina (Universidade de Lisboa)

Entrada livre.

Este colóquio é organizado pelo Grupo de Investigação Historiografia e Cultura Política do Centro de História da Universidade de Lisboa.

A informação detalhada sobre o colóquio pode ser encontrada AQUI.

Um evento com grande qualidade que se recomenda aos nossos ledores.

A.A.B.M.

terça-feira, 13 de maio de 2014

RECORDAR O CONGRESSO NACIONAL REPUBLICANO DE 16 DE MAIO DE 1914 NA FIGUEIRA DA FOZ

 
CONFERÊNCIA: "RECORDAR O CONGRESSO REPUBLICANO DE 1914 DA FIGUEIRA DA FOZ
 
ORADORES: Prof. Rui Cascão e Prof. Fernando Catroga;
 
DIA: 16 de Maio 2014 (21,30 horas);
LOCAL: Biblioteca Municipal da Figueira da Foz;
 
ORGANIZAÇÃO: Divisão de Cultura da C. M. da Figueira da Foz
 
Quatro anos depois da implantação da República, a Figueira da Foz acolheu a 16, 17 e 18 de maio de 1914 o Congresso do Partido Nacional Republicano. Exatamente cem anos depois, a Divisão de Cultura convidou os Professores Rui Cascão e Fernando Catroga para uma conversa com a comunidade figueirense,  a realizar na Biblioteca Municipal, dia 16 de maio, pelas 21h30,  oportunidade singular para conhecer alguns aspetos relevantes deste marcante evento do ideário republicano” [via Divisão de Cultura da CMFF]
 
Entre os dias 16 e 18 de Maio de 1914, decorreu na Figueira da Foz o CONGRESSO Ordinário do PRP. Marcaram presença, entre os elementos do Directório e os inúmeros (1300) congressistas, o dr. Afonso Costa, Estêvão de Magalhães, António Maria da Silva, António Macieira, Raul Tamagnini, João de Deus Ramos, Álvaro de Castro, Alberto Xavier, os deputados Victorino Magalhães, Pedro Botto Machado. Usaram da palavra (entre outros, e sob a presidência do dr. Lima Bastos) o dr. Baldaque da Silva [pres. da Comissão Municipal da Figueira da Foz, que saudou – no Casino Mondego - os congressistas, em nome dos republicanos figueirenses], Manuel Gaspar de Lemos, Evaristo de Carvalho, Afonso Costa, Cerveira de Albuquerque, Ferreira da Fonseca, Ricardo Covões, Artur Leitão, Ferreira da Oliveira, Abílio Pereira da Silva, Pinto Torres, Reis Silveira, António Lírio Franco, Palma da Veiga, Oliveira Santos, Rodrigo Rodrigues, Norton de Matos, o padre Henrique Coelho (sobre a Lei da separação da Igreja do Estado), Tavares da Fonseca, Raimundo Alves, Acácio Eduardo Santos, Sousa Júnior, Germano Martins, Ramos da Costa, Santos Silva, Lopes da Gama, Dagoberto Neves (em nome do professorado), … Dos enviados especiais, registe-se a comparência de André Brun (A Capital), Herculano Nunes.
 
As teses a debate foram importantes [fugindo ao lugar-comum da eleição do novo Directório e demais representantes], marcando um conjunto de questões [curiosamente, algumas ainda persistem], entre as quais: o recenseamento, a questão da lei eleitoral (relator: Ferreira da Fonseca); a obrigatoriedade do exercício do voto, representação proporcional, os círculos uninominais ou plurinominais (relatores: Henrique Cardoso e Carneiro Franco); a municipalização dos serviços públicos (relator: Ernesto Júlio Navarro); sobre o “Ensino Neutro” (relator: Gastão Correia Mendes, dado a ausência de João de Barros); sobre o “Estatismo e o Ensino Público” (relator: João de Deus Ramos); sobre “O imposto de Rendimento e a remodelação dos outros impostos” (relator: Álvaro de Castro); as atribuições do Presidente da República (relator: Alberto Xavier).
 
Uma "CONVERSA"  a acompanhar com toda a atenção!
 
J.M.M.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

ENCONTROS DE OUTONO 2013

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, a rede de museus de Famalicão e o Museu Bernardino Machado levam a efeito nos próximos dias 22 e 23 de Novembro de 2013 uma nova realização dos Encontros de Outono, este ano subordinado ao tema Violência e Poder Político.

Ao longo de dois dias vai ser possível ouvir e ver, em Famalicão, alguns especialistas em História Contemporânea com maior destaque na historiografia portuguesa actual: Fernando Catroga, Ernesto Castro Leal, Luís Farinha, Irene Pimentel, António Matos Ferreira, António José Queiroz, Miguel Dias Santos, Paulo Guimarães, João Madeira, Pezerat Correia e Miguel Nunes Ramalho.

As inscrições nestes encontros podem ser realizadas AQUI.

Uma excelente iniciativa, que temos vindo a divulgar nos últimos anos e que merece o maior apoio e divulgação, com os votos de grande sucesso.

A.A.B.M.

domingo, 19 de maio de 2013

FERNANDO CATROGA E A GEOGRAFIA DOS AFECTOS


Na próxima terça-feira, 21 de Maio de 2013, pelas 18.30 h, na Livraria Almedina Estádio Cidade de Coimbra, o Professor Fernando Catroga vai proceder à apresentação da sua nova obra intitulada A Geografia dos Afectos Pátrios - As Reformas Político-Administrativas (Sécs. XIX e XX).

Pode ler-se na nota de apresentação da obra:
O livro que agora se apresenta poderá confundir-se com uma resposta a assuntos que a actualidade política pôs na ordem do dia. A eventual coincidência reside no facto de ele ser fruto da colocação de alguns dos grandes problemas estruturais da génese do Estado-nação em Portugal e de não ter esquecido as resistências e alternativas que o processo foi desencadeando, com temporalidades e ritmos distintos, e cujas causas não podem ser exclusivamente reduzidas às mutações que ocorreram ao nível dos regimes políticos.
Com efeito, sustentar-se-á que, com a Revolução Liberal e, depois, com a Monarquia Constitucional, se assistiu à difícil institucionalização de um ordenamento político, mais adequada ao princípio da soberania nacional, à divisão entre o poder legislativo, executivo e legislativo, ao cariz público de todas as funções administrativas, assim como a uma nova demarcação do território. Esta deveria possibilitar quer a unificação e a ubiquidade da isonomia, quer a circulação de pessoas e de mercadorias, quer a presença panóptica da autoridade coactiva e simbólica do Estado. Mas, se tal estratégia conduziu à vitória da organização centralista, isso não invalidou que esta tivesse de negociar com as periferias para melhor as integrar. Neste contexto, e dado o peso dos poderes delegados que as autoridades locais irão receber, entender-se-á a importância que será dada à querela sobre a divisão administrativa enquanto rede medular do candidato a Leviathan moderno.
Ora, aquela característica estadual não só atravessará as especificidades dos vários regimes políticos (Monarquia Constitucional, República, Estado Novo), como, desde os primórdios da sua implantação, teve de articular as fronteiras metropolitanas com a sua pretensão, que durará até à Revolução do 25 de Abril de 1974, de ser o suporte de um Estado-nação império. Simultaneamente, em certas conjunturas, algumas elites ousarão mesmo propor complementos transnacionais como uma das soluções para a crise permanentemente diagnosticada como meio de legitimação dos vários projectos regeneracionistas em confronto.
Deste modo, o debate entre centralistas e descentralistas – que irromperá, com força, logo após as primeiras reformas decretadas pelo novo regime liberal – não pode ser restringido à mera administração das coisas, já que esta, se era exercida sobre territórios e populações, também veiculava ideias distintas de pátria, nação e cidadania. Por isso, a frieza da análise das temáticas ligadas ao funcionamento do Estado sofrerá de incompletude se recalcar a geografia dos afectos pátrios que as envolveu. Captar os laços entre estas duas faces será o escopo último da narrativa que se segue.

O convidado para apresentar a obra é o Professor Pedro Tavares de Almeida, da Universidade Nova de Lisboa.

Uma actividade a acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

COLÓQUIO: JEAN JACQUES ROUSSEAU EM DEBATE - SOCIEDADE, POLÍTICA E ESTADO. 300 ANOS DEPOIS


Realiza-se dia 7 de Dezembro de 2012, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, um colóquio sobre Jean Jacques Rousseau, a propósito do tricentenário da publicação da sua obra O Contrato Social.

Esta iniciativa da FLUC, resultante da parceria entre o Departamento de História, Arqueologia e Artes e o Departamentos de Filosofia, Comunicação e Informação e o Departamento de Línguas, Literaturas e Cultura conta com várias contribuições de prestígio como: Ofélia Paiva Monteiro, Fernando Catroga, Alexandre Franco de Sá, Ana Cristina Araújo e Diogo Pires Aurélio.

O programa completo do colóquio pode ser consultado acima [Clicar nas imagens para aumentar].

Um evento de grande qualidade que se recomenda a todos os interessados do campo da História, da Filosofia, da Literatura e da Cultura em geral.

A.A.B.M.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

OS FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DO MAÇONISMO MODERNO: CONFERÊNCIA


Na próxima sexta-feira, 13 de Julho de 2012, pelas 21.30h, no Museu Bernardino Machado, em Famalicão, realiza-se a última conferência do ciclo que tem vindo a decorrer ao longo deste ano dedicado ao tema: A Maçonaria em Portugal do século XVIII ao XXI.

O conferencista convidado é Fernando Catroga e vai apresentar uma comunicação intitulada Os Fundamentos Filosóficos do Maçonismo Moderno.

Fernando Catroga é Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (Instituto de História e Teoria das Ideias). Para além das suas funções universitárias, acções científicas e actividade docente, tem realizado centenas de conferências em Portugal, Espanha, França, ex-URSS, Alemanha, Brasil, E. U. A e Bélgica. Com áreas de interesses que vai desde a História Cultural, passando pela História da Cultura em Portugal (Séculos XIX-XX), História da Cultura Europeia, História das Ideias Políticas, Teorias da Nação e do nacionalismo, Teorias da História ou pela Historiografia, tem colaboração dispersa em algumas revistas, nomeadamente Revista de História das Ideias, em algumas obras colectivas, caso da História de Portugal, dirigida por José Mattoso. Publicou múltiplos estudos entre os quais A Formação do Movimento Republicano: 1870-1883 (1982), A Militância Laica e a Descristianização da Morte em Portugal: 1865-1911 (1988), O Republicanismo em Portugal: da formação ao 5 de Outubro de 1910 (1991, 2000)”, O Céu da memória: cemitério romântico e culto cívico dos mortos (1999), Antero de Quental: história, socialismo e política (2001), Memória, História e Historiografia (2001), Caminhos do Fim da História (2003), Entre Deuses e Césares: secularização, laicidade e religião civil (2006) e, mais recentemente, Ensaio Respublicano (2011).

Para os interessados podem consultar AQUI o currículo científico, embora já necessite de ser actualizado.

Uma iniciativa a não perder.

A.A.B.M.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

ENSAIO RESPUBLICANO - FERNANDO CATROGA


LIVRO: "Ensaio Respublicano" (151 p.);
AUTOR: Fernando Catroga;
EDITOR: Fundação Francisco Manuel dos Santos.

APRESENTAÇÃO:

LOCAL: El Corte Inglés (Lisboa);
DIA: 30 de Outubro (19 horas), piso 7.

J.M.M.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

REPÚBLICAS EM PARALELO: PORTUGAL-ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA


A Fundação Luso-Americana apresentou ontem uma publicação que procura estabelecer algumas pontes entre os regimes que em Portugal assinalaram agora o centenário e o que existe nos EUA desde a sua independência. O título da obra ilustra o objectivo que foi proposto: Repúblicas em Paralelo: Portugal-Estados Unidos da América.

Para analisar as realidades de ambos os países foram convidados quatro consagrados professores de universidade portuguesas e americanas. Participam com os seus estudos e análises:
- Alexander Keyssar
- António Reis
- Horst Mewes
- Fernando Catroga
- José Esteves Pereira

Os textos do presente trabalho foram apresentados num colóquio realizado pela Fundação Luso-Americana no passado dia 21 de Maio de 2010.

A.A.B.M.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

AS MULHERES E A I REPÚBLICA NO MUSEU BERNARDINO MACHADO


No Museu Bernardino Machado, em Famalicão, vai realizar-se amanhã, dia 4 de Fevereiro de 2011, pelas 21.30h, uma conferência do Prof. Doutor Fernando Catroga, sobre As Mulheres na República.

Esta iniciativa integra-se no ciclo de conferências sobre esta temática que o Museu Bernardino Machado está a promover.

Uma conferência a não perder.
A.A.B.M.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

XIII JORNADAS HISTÓRICAS DE SEIA


Realizam-se nos próximos dias 12 e 13 de Novembro de 2010, na Casa Municipal da Cultura de Seia, as XIII Jornadas Históricas.

Esta edição das jornadas estão orientadas para o seguinte propósito: O Ideal Republicano e a Luta pela Cidadania e contam com a coordenação científica do Prof. Doutor Fernando Catroga.

Nestas jornadas conta-se com a participação dos seguintes oradores:
António Araújo - “Sistema Político Constitucional na 1ª República”
António Ventura - “Iconografia Republicana no Quotidiano”
Ernesto Castro Leal -
Joaquim Pintassilgo - “Educação e Festas Cívicas no Republicanismo”
João Esteves - “Feminismos na 1ª República”
José Carlos Seabra Pereira - “Tempo Republicano da Literatura Republicana”
Lúcia Moura - “1ª República e a Igreja Católica – contradições num
relacionamento difícil”
Norberto Cunha - “Correspondência entre Afonso Costa e Bernardino
Machado”
Paulo Archer de Carvalho - “As Filosofias do Republicanismo”
Paulo Jorge Fernandes - “A Evolução das Elites Politicas na 1ª República”
Rui Nery - “As Músicas da República”
Fernando Catroga - “As Filosofias do Republicanismo”

As Jornadas Históricas de Seia funcionam também como acção de formação para docentes, registada com a seguinte referência:
Registo: CCPFC/ACC-63984/10, 15 horas
Nº Créditos: 0,6
Válida até: 19-07-2013
Modalidade: Curso de Formação
Destinado a: Professores dos Grupos: 200, 210, 220, 290, 300, 400 e 410, contabilizando para a
progressão na carreira docente dos Grupos mencionados, no âmbito das Didácticas Específicas

O programa completo pode ser consultado AQUI.

As inscrições para este evento devem ser efectuadas através do seguinte contacto:
Inscrições:
Arquivo Municipal
Telefone 238 081 382
E-mail arquivomunicipal@cm-seia.pt

Uma actividade a acompanhar com todo o interesse.
A.A.B.M.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

RES PUBLICA: CIDADANIA E REPRESENTAÇÃO POLÍTICA EM PORTUGAL 1820-1926



EXPOSIÇÃO: Res Publica: Cidadania e Representação Política em Portugal, 1820-1926
DIAS/LOCAIS: 6 de Outubro a 31 de Janeiro (na Assembleia Nacional) e 7 de Outubro a 15 de Janeiro (Biblioteca Nacional)

ORGANIZAÇÃO: Professores Fernando Catroga (Universidade de Coimbra) e Pedro Tavares de Almeida (Universidade Nova de Lisboa).

"A exposição pretende contextualizar o regime republicano na História do Constitucionalismo Português de que é herdeiro, numa abordagem da rica e conturbada história política nacional, de 1820 a 1926, que conheceu três Constituições (1822, 1838 e 1911) e a longa vigência da Carta Constitucional de 1826, outorgada por D. Pedro, com os seus sucessivos actos adicionais.

Para além das permanências e das rupturas com o constitucionalismo monárquico e, até, das diferenças entre as propostas do Partido Republicano Português anteriormente ao 5 de Outubro e as opções que os constituintes republicanos maioritariamente aprovaram, os estudos aduzidos no catálogo da exposição procedem ainda a uma análise comparativa com outros regimes republicanos, da Europa ao Brasil, não obstante o federalismo republicano inscrito pela grande nação sul-americana depois da implantação de novo regime em 15 de Novembro de 1889, tanto quanto perante as diversidades europeias entre a Europa do Sul em que os regimes republicanos encontraram terreno mais fértil para a sua implantação e a esmagadora maioria dos estados do Norte que optou por monarquias constitucionais
"

[via BIBLIOTECA NACIONAL]

J.M.M.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

RES PUBLICA:CIDADANIA E REPRESENTAÇÃO POLÍTICA EM PORTUGAL, 1820-1926


Foi inaugurada ontem, na Assembleia da República, e hoja na Biblioteca Nacional a exposição comissariada pelos Professores Fernando Catroga e Pedro Tavares de Almeida sobre o contexto em que se desenvolveu o republicanismo.

Esta exposição desenvolve-se em dois pólos e procura realçar alguns momentos como os das:

permanências e das rupturas com o constitucionalismo monárquico e, até, das diferenças entre as propostas do Partido Republicano Português anteriormente ao 5 de Outubro e as opções que os constituintes republicanos maioritariamente aprovaram, os estudos aduzidos no catálogo da exposição procedem ainda a uma análise comparativa com outros regimes republicanos, da Europa ao Brasil, não obstante o federalismo republicano inscrito pela grande nação sul-americana depois da implantação de novo regime em 15 de Novembro de 1889, tanto quanto perante as diversidades europeias entre a Europa do Sul em que os regimes republicanos encontraram terreno mais fértil para a sua implantação e a esmagadora maioria dos estados do Norte que optou por monarquias constitucionais.

Para mais informação e contactos, consultar a página da Biblioteca Nacional AQUI.

Uma actividade a não perder.
A.A.B.M.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O REPUBLICANISMO EM PORTUGAL


A obra já clássica do Prof. Fernando Catroga, O Republicanismo em Portugal. Da Formação ao 5 de Outubro de 1910, a que muitas vezes nos temos referido no almanaque, foi novamente reeditada, agora pela Casa das Letras.

Um estudo de referência obrigatória para quem estuda a temática da República em Portugal. São 310 páginas que revelam todo o percurso da ideia republicana em Portugal, desde os seus primórdios até aos primeiros momentos de vigência do novo regime e as clivagens que começaram a surgir nos conceitos dos principais líderes, bem como as consequências das primeiras medidas legislativas do regime.

Sendo suspeito, porque respeito e conheço o autor, que foi, em parte, responsável pela minha formação enquanto "aprendiz de Historiador".

A.A.B.M.