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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

XXIII COLÓQUIO DE HISTÓRIA MILITAR. PORTUGAL ,1914-1916: DA PAZ À GUERRA

Está a decorrer na Universidade Católica, em Lisboa, por estes dias, entre 4 e 7 de Novembro de 2014, um dos colóquios com tradição na historiografia portuguesa: o XXIII Colóquio de Historia Militar. Este ano, como não podia deixar de ser o tema central é a Grande Guerra de 1914-1918, que se assinala o centenário.

Contando com um leque vasto de colaboradores, alguns deles já acompanham o colóquio há vários anos, debate-se a história militar de Portugal de vários ângulos, com contributos da mais variada ordem ao longo de quatro dias.

O primeiro dia já realizado, dia 4, contou com conferências de especialistas como Isabel Pestana Marques, Luís Alves de Fraga, Teresa Nunes ou Fernando Martelo.

Amanhã, dia 5, destacam-se as palestras de
- Augusto Moutinho Borges, Bandeiras Nacionais Portuguesas hasteadas nos acampamentos das frentes de guerra: África e Europa (1915-1918);
- Manuel António Ribeiro Rodrigues, Os uniformes das Forças Expedicionárias e das Ultramarinas – Angola e Moçambique 1914-1918;
- Pedro Soares Branco, Uniformes do Corpo Expedicionário Português;
- Jaime Regalado, Metralhadora Ligeira na 1ª Guerra Mundial: Um imperativo táctico;

Sessão 4: A guerra nas colónias portuguesas africanas-1
- Adelino de Matos Coelho, Angola e Moçambique na geopolítica do expansionismo alemão em África;
Miguel Freire e Artur Varanda, Aprender para combater - a formação académica e técnica dos oficiais comandantes nas unidades mobilizadas para África no período 1914-1918;
- Maria de Jesus Pessanha Caimoto Duarte, O Incidente de Naulila;

Sessão 5: A guerra nas colónias portuguesas africanas-2
-Francisco Miguel Araújo, As expedições africanas do exército português no decurso da Grande Guerra;
-Aniceto Afonso, Campanha portuguesa em Moçambique – a 1ª expedição;
José Luís Assis, A Primeira Grande Guerra em África (1914-1918): análise do relatório da Comissão de Inquérito à 4ª Expedição Militar a Moçambique;

Sessão 6: Operações em tempo de guerra
Carlos Manuel Valentim, Do Poder no Mar ao Controlo de Terra. A Marinha e a Revolta de 14 de Maio de 1915;
Pedro Marquês de Sousa, A Artilharia na Grande Guerra;
Augusto A. Alves Salgado, A Secção de “Auxiliares da Defesa Maríttima”. Criação e acções na 1ª Guerra Mundial;
João Moreira Tavares, Testemunhos da Grande Guerra no Arquivo Histórico Militar: África e Tancos (1914-1916);


DIA 6 DE NOVEMBRO
Sessão 7: Transmissões, comunicações e imagens
 - Júlio Joaquim da Costa Rodrigues da Silva, As “crónicas” da Ilustração Portuguesa (1914-1916);
- Jorge Rocha, Sandra Domingues e Patrícia Franco Frazão, O Serviço Postal do Corpo Expedicionário Português (1917-1918): uma análise geográfica da sua organização e funcionamento;
- Jorge Silva Rocha, As Transmissões de campanha no apoio às forças militares portuguesas durante a I Guerra Mundial; 

Sessão 8: Participações e acções na I Guerra
- Rui Fernando Baptista Moura, A participação da Guarda Nacional Republicana na Grande Guerra;
-  João Figueira, Pensões de Sangue no âmbito da participação portuguesa na Grande Guerra;
- João José Brandão Ferreira, Aspectos da participação portuguesa na I Guerra Mundial;

Sessão 9: Pacifistas e belicistas
- Mendo Castro HenriquesPacifistas e Belicistas: Franceses e alemães;
- Pedro CabreraPacifistas e Belicistas: Britânicos e anglo-saxónicos;
- Carlos Matos GomesPacifistas e Belicistas: Portugueses;
- Fernanda RolloA definir.

Sessão 10: Testemunhos
- João Paulo NogueiraCarlos Olavo, um deputado nas trincheiras: reflexões sobre a Grande Guerra e a República;
-  António Pires Ventura, Magalhães Lima: um Pacifista perante a Guerra;
-  Ana Paula Rias, Os intelectuais e a guerra: o testemunho de Jaime Cortesão;
- José Miguel Sardica, "O mais alto momento da nossa história". João Chagas e o guerrismo republicano (1914-1916);

DIA 7 DE NOVEMBRO
Sessão 11: Memórias
- Fátima Mariano, Memórias do cativeiro: a vida dos portugueses nos campos de prisioneiros alemães;
- Nuno Simão Ferreira, Portugal e a I Guerra Mundial: a visão de Alberto de Monsaraz;
-  Vanessa Sofia Batista, José Relvas: Um olhar português sobre as relações ibéricas antecedentes à Grande Guerra (1911-1913);
-  Ana Paula de Sousa Assunção, Contribuição para o estudo de Loures na Grande Guerra;

Sessão 12:Reflexões em torno da Guerra
- Manuel Braga da CruzMonárquicos e Guerra;
- Inês Espada Vieira, Memória e evocação: Portugal e o centenário da Grande Guerra;
-  Albérico Afonso Costa, Kafka nas trincheiras – O fuzilamento do soldado João Almeida. A desconstrução de um julgamento formal;
- António Pedro Vicente, Portugal na I Guerra Mundial: a questão colonial e a intervenção no espaço europeu a partir de 1916.

Sessão 13: Medicina e armas químicas

-  Carlos Vieira ReisO Serviço de Saúde na Grande Guerra – suavizando a guerra, procurando a paz;
- Fernando Weinholtz, Guerra Química;
- João FlorMedicina Portuguesa na Frente Ocidental.

Sessão de encerramento
- António Borges Coelho, A Primeira Guerra Mundial no distante teatro do Sudeste Africano:História,memória e sentido.
- António José Telo, Para um entendimento da beligerância portuguesa.

Um colóquio recheado de personalidades ilustres do mundo da historiografia portuguesa, com algumas análises inovadoras, embora por vezes também polémicas pelas perspectivas de análise.

Para os interessados aqui fica a divulgação de mais um evento extremamente interessante e apelativo aos que se interessam por estas temáticas.

Com os votos do maior sucesso.

A.A.B.M.

sábado, 26 de março de 2011

CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA «100 ANOS DE SEPARAÇÃO: RELIGIÃO, SOCIEDADE, ESTADO»



Nos próximos dias 13 a 16 de Abril de 2011, vai realizar-se na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, um congresso internacional, para debater a publicação da célebre "Lei de Separação do Estado das Igrejas", cujo Centenário se assinala no próximo dia 21 de Abril.

Pode ler-se na sinopse do Congresso:
. Enquadramento científico
Nas circunstâncias do centenário da promulgação da Lei da Separação do Estado das Igrejas, pelo Decreto-lei de 20 de Abril de 1911, o Centro de Estudos de História Religiosa (CEHR) realiza o Congresso Internacional «Religião, Sociedade e Estado: 100 Anos de Separação», pelo qual pretende analisar o lugar da religião nas sociedades e as respectivas implicações. De carácter científico e académico, esta iniciativa não se prende, nem se confina, a um qualquer ciclo comemorativo; pretende alcançar um âmbito mais vasto, procurando situar a reflexão apresentada e o respectivo debate em torno do religioso enquanto realidade cultural e enquanto parte do desenvolvimento da coesão social, como factor complexo e diversificado de modernização e de integração sociais.

Inscrevendo-se numa dinâmica de análise e de rigor sobre as questões que se colocam em torno da representação e da operatividade das instituições religiosas, bem como da liberdade religiosa e de consciência, tem como principais objectivos:
1) dar a conhecer trabalhos produzidos em diversos meios culturais e científicos sobre esta problemática;
2) permitir o intercâmbio entre investigadores de distintas proveniências com abordagens diferenciadas;
3) e, simultaneamente, proporcionar o alargamento de perspectivas futuras de trabalho de pesquisa em termos de intercâmbio e de parcerias, incorporados em projectos transdisciplinares e internacionais, nomeadamente com alguns do quais o CEHR tem vindo a colaborar nestes últimos anos.

2. Enquadramento programático
No âmbito da preparação deste programa foi celebrado a 24 de Abril de 2009 um protocolo entre o CEHR e a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. O Congresso Internacional «Religião, Sociedade e Estado: 100 Anos de Separação» enquadra-se neste programa, que visa promover a reflexão histórica sobre as problemáticas da República e da separação do Estado das Igrejas desde a I República aos dias de hoje, no quadro das relações entre as sociedades contemporâneas e a religião, nomeadamente no âmbito da secularização e da laicização.

A equipa responsável por este programa é coordenada por António Matos Ferreira, e integra os seguintes investigadores: Bruno Cardoso Reis; Guilherme Sampaio; Hugo Dores; João Miguel Almeida; Marco Silva; Maria Lúcia de Brito Moura; Paulo F. de Oliveira Fontes; Rita Mendonça Leite; Sérgio Ribeiro Pinto; e Tiago Apolinário Baltazar.

3. Caracterização da iniciativa
Este Congresso constitui-se como uma iniciativa de âmbito internacional entre especialistas de diversas áreas científicas sobre a relevância e os contornos da problemática da Separação entre os Estados e as Igrejas, isto é, sobre as modalidades em que se processam as relações e os níveis de autonomia e de interdependência entre a dimensão da organização política das sociedades e as formas de institucionalização do religioso, do controlo do simbólico e das liberdades individuais e sociais. Esta problemática diz respeito ao passado histórico das sociedades marcadas pelas confrontações entre as suas mutações e as diversas formas de cristianismo, incide, de um modo mais global, sobre outras experiências religiosas em diversos espaços geográficos e remete para as questões em torno do lugar do religioso na actualidade como expressão do desiderato da realização da sociedade civil, da liberdade e da participação dos indivíduos e das comunidades no quadro da cidadania e da ordem internacional.

4. Metodologia dos trabalhos
A organização deste Congresso Internacional processa-se através de painéis de debate entre especialistas em cada uma das manhãs, sendo toda a tarde de cada dia reservada para apresentações por sessões temáticas as quais funcionam como pequenos seminários. A duração de cada intervenção não excederá os 30 minutos, procurando que os intervenientes possam dialogar entre si. As perguntas do público poderão ser feitas mas privilegia-se o debate dos investigadores entre si. As sessões temáticas com maior número de intervenientes podem prolongar-se por duas tardes. Cabe aos moderadores garantir este desiderato de diálogo entre os investigadores.
Todas as sessões do Congresso são abertas ao público que, mediante a respectiva inscrição, terá acesso à documentação existente e receberá um certificado, pois esta iniciativa terá a creditação necessária para constituir uma actividade formativa, particularmente direccionada para docentes de distintas áreas disciplinares.


A página do Congresso pode ser consultada AQUI, o programa detalhado AQUI e a Ficha de Inscrição e Participação AQUI.

Uma importante iniciativa da Universidade Católica Portuguesa, com uma excelente equipa de investigadores, que vão apresentar os seus trabalhos, dos quais destacamos: António Matos Ferreira, Maria Lúcia Brito Moura, Zília Osório de Castro, António Reis, António Ventura, Amaro Carvalho da Silva, Ernesto Castro Leal, Fernanda Rollo, Armando Malheiro da Silva, Maria Alice Samara, António de Araújo, Helena Pinto Janeiro, David Luna de Carvalho, Mendo Castro Henriques, Filipe Ribeiro de Menezes, Daniel Alves, Rita Mendonça Leite, Sérgio Campos Matos, Célia Reis, Rita Carvalho, entre muitos outros.

Um Congresso a não perder.

A.A.B.M.

terça-feira, 22 de março de 2011

A RENASCENÇA PORTUGUESA E A REPÚBLICA


O Centro Nacional de Cultura, no seu núcleo do Porto, no âmbito do III Ciclo de Conferências sobre o Centenário da República, vai realizar no próximo dia 24 de Março, quinta-feira, pelas 21.30 h, uma conferência pelo Doutor Prof . Doutor José Esteves Pereira, Professor Catedrático e Vice-Reitor da Universidade Nova de Lisboa.

Este ciclo de conferência desenvolve-se devido à parceria estabelecida entre o CNC e o Centro de Estudos do Pensamento Português(CEPP) da Universidade Católica Portuguesa do Porto (UCP).

Pode ler-se na sinopse do evento:
A “Renascença Portuguesa” congregou em 1912 um vasto número de intelectuais, maioritariamente republicanos, que, a partir da cidade do Porto, pretendiam “edificar sobre as ruínas da monarquia, que o sul gloriosamente derruiu”,
a “Democracia Lusitana”.


O Núcleo do Porto, do CNC situa-se no Palacete dos Viscondes de Balsemão, Praça Carlos Alberto 71, 4050-157 Porto.

Um evento a não perder, por um dos mais conceituados especialistas na História das Ideias Políticas.

A.A.B.M.