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domingo, 10 de maio de 2026

CAMILO PESSANHA NO CENTENÁRIO DA SUA MORTE

 

Camilo Pessanha no Centenário da sua Morte, Periódico Único, Edição BMM, Typographia Todos Manos, 2026, 24 pp.

A Biblioteca Maçónica do Baixo Mondego (BMBM), no Centenário da Morte do poeta, republicano e maçon, Camilo Pessanha (Irmão Angélico), lançou uma interessante publicação destinada a homenagear essa admirável e representativa  figura da moderna poesia portuguesa. Espécie bibliográfica primorosamente executado, de tiragem muito reduzida e fora do mercado, está curiosamente publicada em diferentes versões e esmeradamente impressa com excelentes ilustrações nas páginas de texto.  

[ALGUMAS PÁGINAS IMPRESSAS]



[DOWNLOAD AQUI]

J.M.M.

sábado, 22 de novembro de 2025

O CONSTITUCIONAL JUSTIFICADO, OFFERECIDO, E DEDICADO AS CONSCIENCIAS DOS ANTI-CONSTITUCIONAES POR ***

 


LIVRO: O Constitucional Justificado, Offerecido, e Dedicado as Consciencias dosAnti-Constitucionaes;
AUTOR: *** (Anónimo);
EDIÇÃO: Typographia Rollandiana, 1820, 51 pp.

Trata-se de um interessantíssimo opúsculo, muito raro e valioso, publicado anónimo em 1820, contra os "satellites do despotismo" e onde se defende a convocação das "Cortes Extraordinarias, para formarem huma Constituiçaõ analoga ás luzes do século, aos nossos costumes, á nossa prosperidade, e propria para crear hum espirito verdadeiramente Nacional”. 

Peça invulgar e muito curiosa, é de grande interesse para a Revolução de 24 de Agosto de 1820 e a Constituição de 1822 e foi decerto distribuída como propaganda no lançamento da “sabia Constituiçaõ” que “sustentará o justo equilíbrio da sociedade” de modo que – como é referido - a “Concordia termine em socego a Grande Obra, que o Heroismo emprehendeo com enthusiasmo” e que “sejamos surdos ás pérfidas sugestões da Cabála: faça cada hum o seu dever, e seremos felizes”.

Esta espécie bibliográfica muito rara e de grande estimação foi gentilmente digitalizada e disponibilizado ao (selecto) público estudioso das ideias liberais, da Revolução de 1820 e do Constitucionalismo nascente, pela Biblioteca Maçónica do Baixo Mondego (BMBM) que assim cumpre o seu dever: recolha e livre disponibilização de peças bibliográficas […] merecedoras de atenção do amante do livre-pensamento.  

Gratidão!

J.M.M.

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

A INICIAÇÃO DE VOLTAIRE NA LOJA DAS NOVE IRMÃS

 


LIVRO: A Iniciação de Voltaire na Loja das Nove Irmãs;
AUTOR: A. Germain;
EDIÇÃO: BMBM | R’.’ L.’. “8 de Maio”, Janeiro de 2025, 52 p.

Trata-se da interessantíssima edição, agora em tradução portuguesa, do conhecido livreto (1874) de A. Germain, Initiation de Voltaire dans la Loge des Neuf-Soeurs. A curiosa iniciação de Voltaire, aliás François-Marie Arouet, em 1778, presidida por Jérôme Lalande (invulgar astrónomo e um dos enciclopedistas de renome) e assistida por Benjamin Franklin foi um acontecimento triunfante da história da franco-maçonaria francesa. A Loja das Nove Irmãs (1776), de que fizeram parte numerosos homens de letras, foi herdeira da “Loge des Sciences”, fundada pelo filósofo Claude Adrien de Helvétius (1715-1771) e pelo próprio Lalande (1732-1807).

Esta edição magnifica, de elevado merecimento literário e de que somente se imprimiram 100 exemplares numerados, está ornada na sua capa com uma formosa ilustração, contém uma Introdução dos editores e apresenta um estimado prefácio pelo curador adjunto no Instituto e Museu Voltaire, em Genebra, Flávio Borda D’Água.

► Um pensador, um filósofo que se tornou escritor – dramaturgo, ensaísta, historiador, poeta e romancista – como forma de se comprometer consigo e compreender os outros.

Nascido no ocaso do século dezassete, ele é a personificação do homem-razão iluminista, o tolerante, o insubmisso panfletário cultor do direito e da justiça, intransigente da liberdade e anticlerical convicto. Dir-se-ia que François-Marie Arouet nasceu para ser maçon, pois sobreviveu apenas um mês à sua irradiante iniciação na querida Loja das Nove Irmãs, em Paris, sob o malhete sagrado de Lalande, em 7 de Abril de 1778.

É por isso que, 330 anos após o nascimento de Voltaire em Paris, a BMBM – Biblioteca Maçónica do Baixo Mondego – decide estrear a sua bibliogenia com uma obra que, nas palavras de Hubert, pertence à Maçonaria mais do que a qualquer Loja ou maçon preferido. Mais, associa-se à R⸫L⸫ “8 de Maio”, a Or⸫ de Coimbra, nas celebrações do seu 25º aniversário.

A INICIAÇÃO DE VOLTAIRE, hoje amável e fraternalmente prefaciada pelo conservador-adjunto do Instituto e Museu Voltaire de Genève, a quem muito agradecemos, é um duplo privilégio que queremos partilhar.

Ao Vale do Mondego, no 330º aniversário de Voltaire, Novembro de 6024.

[Os Editores]

► Voltaire e a Maçonaria: uma exploração dos laços entre o pensamento do Iluminismo e o compromisso da fraternidade

Voltaire tornou-se, ao longo dos séculos, um símbolo e um farol da luz intelectual, do pensamento crítico e da afirmação das liberdades. A sua influência ultrapassa fronteiras e transcende épocas, marcando profundamente o panorama da literatura e da filosofia, o desenrolar da história e das sociedades. Por trás dessa figura emblemática do Século das Luzes esconde-se, um tanto negligenciado ainda, um legado singular da sua herança: a sua afiliação tardia à maçonaria.

A brochura que nos é oferecida hoje permite-nos aventurar nos labirintos da história para explorar os laços que Voltaire mantém com a Maçonaria: duas forças imponentes que moldaram o tecido da sociedade europeia do século XVIII e além. As páginas que se seguem servirão como uma exploração aprofundada que desmistifica essa relação, muitas vezes incompreendida e mal transmitida, e esclarecerão as áreas de sombra ao fazer o leitor descobrir, ao longo do tempo, influências mútuas entre o homem e o movimento do pensamento.

Voltaire, conhecido pela sua pena afiada e o seu espírito livre, não pode ser limitado ao papel de escritor. Homem de ideias, homem de convicções, pensador engajado nos debates da sua época, e fundamentalmente contemporâneo, ele encontra na maçonaria um quadro para nutrir e desenvolver as suas ideias. No seio da companhia fraterna, ele encontra um refúgio para o livre-pensamento, um espaço onde as fronteiras da sociedade podem ser empurradas e onde a igualdade, a fraternidade e a tolerância não são meras palavras, mas ideias a serem vividas, promovidas e desenvolvidas.

A partir daí, ao retomar os arquivos e os escritos de Voltaire, bem como os arquivos maçónicos da sua época, o investigador detecta fios invisíveis que tecem, juntos, uma história comum. As descobertas mostram como a entrada de Voltaire na maçonaria influenciou, mesmo que tardiamente, o seu pensamento, as suas acções e, por vezes, o seu estilo literário. Ele deixa, assim, uma marca indelével e misteriosa na maçonaria do seu tempo.

Ao longo desta brochura, a palavra é deixada aos textos que documentam directamente a iniciação de Voltaire e que abrem para o futuro através do fascinante aspecto da história intelectual e social. Espera-se que essa exploração suscite a curiosidade e o desejo de ir mais longe, estimulando a reflexão, incitando talvez as reconsiderações, a uma (re)descoberta de Voltaire como homem, como pensador e como irmão maçom.

Que estes documentos possam ilustrar a última evidência: que a verdadeira luz reside na busca incessante do conhecimento e da verdade, à imagem do historiador frente ao passado dos homens e da grande sociedade humana.

[PREFACIANDO - Flávio Borda D’Água, p. 9 e ss - sublinhados nossos]

 


► A. Germain (1801-1882) foi um voltairiano entusiasta, fiel e ilustrado. Em tributo de admiração e reconhecimento ao Mestre, deixou escrito uma interessante notícia sobre a iniciação de Voltaire - que agora apresentamos - nesse memorável dia de 7 de Abril de 1778 e que iluminou a “serena luz maçónica” dos trabalhos da loja Des Neuf Soeurs.

A[thanase] Germain licenciou-se em direito (1821) em Paris, foi advogado da corte, diretor de assuntos argelinos do Ministério da Guerra, mestre de solicitações ao Conselho de Estado, diretor do jornal Le Progrés de l’Eure e membro da loja maçónica, La Sincerité de l’Eure, em Evreux. Foi preso por delito de imprensa em 24 de Fevereiro de 1871. Entre as suas obras impressas, está a curiosa Martyrologe de la presse (1789-1861) e a vigorosa e polémica Réponse à une lettre de M. L. Morin, curé de La Couture-Boussey (1866).

A. Germain integrou o quadro fundador da loja de Evreux (22 de Julho de 1872), La Sincerité de l’Eure, tendo sido seu Venerável entre os anos de 1873 a 1876. A loja, a segunda instalada em Evreux, no final do século entra em “dormência” e só seria de novo erguida em 1925, curiosamente com o título distintivo: Tolérance et Sincerité. A 8 de Julho de 1875, teve Germain ocasião de pedir a palavra na cerimónia solene de iniciação de Émile Littré, na loja La Clémente Amitié, fazendo-lhe oferta do seu livro Initiation de Voltaire dans la Loge des Neuf-Soeurs.

[Da contracapa]

J.M.M.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

MÁRIO SOARES – 100 ANOS DO SEU NASCIMENTO

 

Mário Soares. 100 Anos do seu Nascimento; n.º hors-série de 7 de Dezembro 2024; Edição BMBM; Redação: Vale do Mondego; Edição Fora de Mercado (tiragem de 33 exemplares), 12 pags.

► Trata-se de um número comemorativo do Centenário de Mário Soares, com curiosos testemunhos de quem o conheceu, de tiragem muito reduzida e para bibliófilos, lançado pela Biblioteca Maçónica do Baixo Mondego, que tem alojamento no Archive.org

https://archive.org/details/@biblioteca_ma_nica_do_baixo_mondego

“Eu sou contra todas as ditaduras e a favor da liberdade. Sem liberdade política nada se passa, só se entra, a prazo, em decadência” [Mário Soares]

As comemorações do Centenário do nascimento de Mário Soares são uma lúcida, admirável e bela jornada de homenagem a um dos fundadores da Democracia portuguesa contemporânea. Memorar o seu legado imorredouro de luta pela Liberdade e Democracia é voltar a falar no sonho dessa confraternidade cívica que em (e por) Abril une todos os Homens como Irmãos. Um Abril de utopia, um Abril de retomar a palavra, um Abril sem muros e de afetuosa solidariedade, um Abril com luzimento e de felicidade. Mário Soares foi um cidadão, e nosso irmão, com muita luz, possuidor de um ânimo inabalável e de coragem certa nas horas incertas. Mário Soares foi um dos nossos, pelo Amor da Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Obrigado Mário Soares.

[Os Bibliotecários]

TÁBUA: 100 Anos do Nascimento de Mário Soares (José Lamego); Mário Soares “detestava o bajulador” (Vasco Franco); Eu conheci Mário Soares ... [Manuel da Costa (da Quinta)]; Mário Soares também foi iniciado (Manuel Seixas); Uma grande figura da nossa história moderna (José Manuel Martins); Discurso à Maçonaria em França [Manuel Seixas, anotação de um extracto do livro de Mário Soares, Cartas e Intervenções Políticas no Exílio, Temas e Debates, 2014 (reimp.), Discurso à Maçonaria em França, pp 97-116]; Sobre Mário Soares … (extratos de testemunhos); Fotografias & Livros

 [Algumas páginas ...]


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    J.M.M.

sábado, 30 de novembro de 2024

EGAS MONIZ - 150 ANOS

 EGAS MONIZ - 150 ANOS | PRÉMIO NOBEL - 75 ANOS

A Biblioteca Maçónica do Baixo Mondego regista a passagem do dia 29 de Novembro quando, 150 anos atrás, pelas 3h da madrugada, nasce em Avanca o pequeno génio e futuro professor de Neurologia, o investigador e bibliófilo, o político e escritor, o Nobel e Maçon António.

Sobrevivente a atentados, físicos e morais, duelista e sidonista, mestre de jogos vários, crítico de arte, pintura e literatura em parceria, Egas Moniz colecionou fortunas e contratempos, admiradores e detratores, amigos e alguns irmãos.

Dono de uma inquebrantável força de vontade e de uma astúcia admirável, produziu uma extensa obra científica enquanto percorria os caminhos sinuosos, primeiro políticos, depois académicos e profissionais. Várias vezes proposto e outras tantas preterido, soube aliar a sua diplomacia pessoal ao seu prestígio científico, o seu talento e cultura à sua determinação e rigor, obtendo finalmente o merecido reconhecimento e os louros de uma carreira e de uma vida.

Ao irmão iniciado em 22 de Dezembro de 1910, Egas Moniz também, obreiro da Loja Simpatia e União, a BMBM envia para o Oriente Eterno um fraterno e triplo abraço, de reconhecimento, de admiração e de esperança.

[AQUI]



[DOWNLOAD AQUI]

J.M.M.

quinta-feira, 21 de novembro de 2024

VOLTAIRE … ESTÁ VIVO! 330 ANOS APÓS O SEU NASCIMENTO

 


«François-Marie Arouet (1694-1778), aliás Voltaire, esse incansável “homem de letras” e do espírito des Lumières, o filósofo divulgador do pensamento de Locke e Newton, o poeta e livre-pensador, o célebre polemista e jornalista avant la lettre, nasceu faz 330 anos. Voltaire foi um profeta da razão e do progresso, um apóstolo do livre-pensamento e da Fraternidade social, como a vida, o talento e a imensidão da sua obra o confirma.   

Écrasez l’infâme disse-nos ele. Voltaire, nos combates do seu tempo contra a arrogância e o despotismo, a superstição e o fanatismo religioso, convoca os registos inquietantes das misérias humanas por uma cáustica ironia, pela inteligência dos seus contos filosóficos e nos traçados e representações humorísticas no “melhor dos mundos possíveis”. E tudo isso nos transmite e assume um pensamento e um legado que jamais pode ser esquecido. Deste modo, se a 7 de Abril de 1778, François-Marie Arouet, aliás Voltaire, recebeu a “serena Luz Maçónica”, podemos orgulhosamente proclamar que o “mundo a recebe dele”. Porém a cadeira de Voltaire permanece vazia, ainda não surgiu um novo intérprete desse seu singular e valoroso legado que soube revolucionar os espíritos da República das Letras.  

A Biblioteca Maçónica do Baixo Mondego, nesta memorável data, saúda os raios esplendorosos do virtuoso e genial cidadão François-Marie Arouet.

Glória a Voltaire. Vale                                                                                                    

[Os Bibliotecários]»

[recebido da BMBM  - sublinhados nossos]

J.M.M.

quarta-feira, 12 de junho de 2024

LUIZ VAZ DE CAMÕES – 500 ANOS DE GLÓRIA

 


Luiz Vaz de Camões. 500 Anos de Glória; n.º hors-série de 10 de Junho 2024; Edição BMBM; Redação: Vale do Mondego; Edição Fora de Mercado (tiragem de 33 exemplares).

► Trata-se de um número comemorativo dos 500 anos de Luiz Vaz de Camões, com belíssimas ilustrações de José da Costa e Alberto Péssimo (entre outras), de tiragem muito reduzida e para bibliófilos, lançado pela Biblioteca Maçónica do Baixo Mondego, que tem alojamento no Archive.org

https://archive.org/details/@biblioteca_ma_nica_do_baixo_mondego

"Luiz Vaz de Camões, o autor d’Os Lusíadas e Príncipe dos Poetas, exerce em todos nós, pelo seu sibilino Verbo, uma interessante, enigmática e mui encoberta revisitação ao labirinto da memória coletiva lusitana. A linguagem velada camoniana perdura, discretamente, na nossa tradição literária há mais de quatro séculos. É uma maturada Saudade, uma luz da epopeia de conciliar o Oriente com o Ocidente. Quando se cumpre 500 anos do nascimento e 444 anos do passamento do imortal Camões, a Biblioteca Maçónica do Baixo Mondego não poderia deixar de expressar o seu respeito e admiração pela sua prodigiosa Obra. Saudemos, portanto, o poeta-cantor da Pátria, o argonauta Luiz Vaz de Camões. Vale. [Os Bibliotecários]"

TÁBUA: Luiz de Camões – em sua Memória (J.M.M.); Fedeli d’Amore (extractos de textos e Sampaio Bruno, Dante, Gabriele Rossetti); Os Inquisidores apostólicos contra a herética pravidade & apostasia nesta cidade de Coimbra, & seu districto,  … (edital da Inquisição de Coimbra, declarando que a edição dos Lusíadas de Camões (1639) editada e anotada por Manuel Faria e Sousa estava proibida de ler por conter muitas coisas escandalosas e ofensivas para a Religião Católica …); Camões Grandes e Pequenos, do Rossio e do Balio (M.S.); Curiosidades Camonianas (M.S.); Camões e a Divina Proporção (M.S.); Uma epígrafe escolhida de Camões (M.S.); Voltando os olhos para a Pátria (Francisco Solano Constâncio); Camões, Grande Camões, quão semelhante (Bocage); Os Lusíadas … anotados por Francisco Freire de Carvalho; Poemas de Camões e ilustrações de Alberto Péssimo; Poema: Camões dirige-se aos seus contemporâneos (Jorge de Sena).

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DOWNLOAD REVISTA


https://archive.org/details/luiz-vaz-de-camoes-500-anos-de-gloria

J.M.M.

segunda-feira, 13 de maio de 2024

[12 de MAIO DE 2024] 222 ANOS DO GRANDE ORIENTE LUSITANO

 




Salve Grande Oriente Lusitano - 222 Anos; Edição BMBM, Vale do Mondego, Edição Fora de Mercado (nº Único).

► Trata-se de um curioso folheto publicado pela Biblioteca Maçónica do Baixo Mondego, relembrando os 222 Anos do nascimento do Grande Oriente Lusitano (GOL), considerando-se o dia fundacional do GOL, o 12 de Maio de 1802, data da assinatura do Tratado do reconhecimento pela Grande Loja de Inglaterra desse centro único de união de lojas lusitanas.

TÁBUA: Salve Grande Oriente Lusitano; [extrato] Narrativa da Perseguição de Hipólito José da Costa; O Grande Orador.

J.M.M. 

terça-feira, 20 de junho de 2023

O PEDREIRO LIVRE – NOS 200 ANOS DA CARTA DE LEI CONTRA AS SOCIEDADES SECRETAS

O Pedreiro Livre (200 Anos da promulgação da Carta de Lei, por D. João VI, contra as Sociedades Secretas); Edição BMBM; Redação: Todos Manos; Vale do Mondego, Edição Fora de Mercado (tiragem de 33 exemplares)

► Trata-se de uma curiosa revista, de tiragem muito reduzida e fora de mercado, publicada pela Biblioteca Maçónica do Baixo Mondego, relembrando os 200 Anos da Carta de Lei contra as Sociedades Secretas, no seguimento do golpe contrarrevolucionário miguelista anti-liberal e a poucos dias da auto-suspensão das Cortes Extraordinárias (2 de Julho 1823).

TÁBUA: O Antimaçonismo, Nota sobre o Antimaçonismo, Eu queria dizer-te … (Almeida Garrett), Algumas Efemérides do Antimaçonismo, A Carta de Lei … um caso prático, Carta de Lei de 20 de Junho de 1823 (transcrição), Proclamação de D. Miguel, Sobre as Associações Secretas (Fernando Pessoa).

 J.M.M.