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domingo, 2 de março de 2014

LIVRO CASTANHO SOBRE O INCÊNDIO DO REICHSTAG E TERROR HITLERIANO


LIVRO: Livro Castanho Sobre o Incêndio do Reichstag e Terror Hitleriano;
AUTOR: Comité Internacional de Auxílio às Vítimas do Fascismo Hitleriano;
EDIÇÃO: Ao Serviço do Direito (Rua 5 de Outubro, 233, Porto; ed. Petrus – Pedro Veiga), Gráfica da Lousan, 1933, 196 p.


A numerosa documentação reunida no LIVRO CASTANHO SOBRE O INCÊNDIO DO REICHSTAG E O TERROR HITLERIANO, sôbre os verdadeiros instigadores do incêndio do Parlamento alemão, assim como sôbre as atrocidades e assassinatos políticos cometidos no Reich nos primeiros seis meses de 1933 é verdadeiramente impressionante. No prefácio escrito por Lord Marley, algumas das suas palavras elucidam-nos sôbre o método que presidiu à compilação do material publicado: ‘Não utilisamos, diz êle, os documentos mais sensacionais. Cada facto consignado nêste livro foi submetido previamente a um exame minucioso e os casos que foram mencionados são a expressão duma série de factos análogos. Nós poderiamos fazer detalhes muito mais horriveis mas abstivemo-nos de o fazer precisamente por causa do caracter excepcional que estes casos apresentam’.”

Parece tratar-se de uma edição de iniciativa de Pedro Veiga facto indiciado pela indicação na segunda página: “Aos homens livres que lutam por idéias humanas. O Tr. P. V. Outubro XXXIII” e pelo ambiente gráfico tão característico de outros livros de sua lavra" [ler AQUI]
 
 
J.M.M.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

LUTO PORTUGUÊS POR HITLER


Luto português por Hitler

«Madrid, 6 de Maio. Nos últimos três dias as notícias da Imprensa Espanhola acerca da ordem do Governo Português de luto nacional por morte de Hitler surpreenderam tanto a população de aqui que eles perguntam se as notícias de um gesto tão inoportuno, da parte do mais antigo aliado britânico, não serão mistificação ou exagero.

Se bem que os espanhóis se tenham surpreendido desde há muito tempo com o tratamento lenitivo dos aliados por Portugal sobre o volfrâmio e outras questões, duma maneira geral eles consideram inexplicável que, quando mesmo a Falange se absteve se apresentar condolências oficiais aos alemães, o outro parceiro do bloco ibérico presumiu, nesta emergência, em afrontar as Nações Unidas, pagando um último tributo ao seu inimigo e colocando as bandeiras a meio mastro nos barcos construídos em Inglaterra da sua Armada.»

[Luto português por Hitler – Os espanhóis surpreendidos, in The Times, 7 de Maio de 1945, aliás no Primeiro de Janeiro, 5/11/1953]

J.M.M.