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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

ESCOLA PRÁTICA DE CAVALARIA – MEMÓRIA (1890-2013)



LIVRO: Escola Prática de Cavalaria – Memória (1890-2013);
AUTORES: António Xavier Pereira Coutinho | António Eduardo Queiroz Martins;
EDIÇÃO: Fronteira do Caos, 2018, 282 pp.

“A Escola foi detentora de um excecional percurso histórico ligado aos destinos de Portugal, em momentos relevantes e decisivos da nossa História. Desde a Primeira Guerra Mundial, passando pelo papel decisivo na alteração do regime político em Portugal e na defesa de Portugal em África, bem como mais recentemente, na participação em missões internacionais, os Cavaleiros escreveram páginas de honra, lealdade e bravura, individual e coletiva, demonstrando uma notável disponibilidade para bem servir o Exército e a Nação em todas as circunstâncias.

A Escola Prática de Cavalaria sempre soube adaptar-se às sucessivas evoluções dos assuntos militares, introduzindo em cada época os ajustes necessários às exigências estratégicas de Portugal. De forma constante manteve o espírito do Cavaleiro, aquele que domina o animal ou controla a máquina, com o seu rasgo de iniciativa, bravura e audácia, suportado no forte espírito de corpo, na abnegação e no sacrifício.

Este livro é, assim, uma afirmação de que hoje, tal como ontem, a nossa Cavalaria continua a alicerçar a sua força e coesão em valores e tradições intemporais, em idiossincrasias próprias, fatores que associados à criatividade, dinamismo e ambição dos seus militares, lhe confere serenidade e confiança face ao futuro”.

(Da Nota de Abertura pelo CEME General Frederico Rovisco Duarte)


J.M.M.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

XXIII COLÓQUIO DE HISTÓRIA MILITAR. PORTUGAL ,1914-1916: DA PAZ À GUERRA


Está a decorrer na Universidade Católica, em Lisboa, por estes dias, entre 4 e 7 de Novembro de 2014, um dos colóquios com tradição na historiografia portuguesa: o XXIII Colóquio de Historia Militar. Este ano, como não podia deixar de ser o tema central é a Grande Guerra de 1914-1918, que se assinala o centenário.

Contando com um leque vasto de colaboradores, alguns deles já acompanham o colóquio há vários anos, debate-se a história militar de Portugal de vários ângulos, com contributos da mais variada ordem ao longo de quatro dias.

O primeiro dia já realizado, dia 4, contou com conferências de especialistas como Isabel Pestana Marques, Luís Alves de Fraga, Teresa Nunes ou Fernando Martelo.

Amanhã, dia 5, destacam-se as palestras de
- Augusto Moutinho Borges, Bandeiras Nacionais Portuguesas hasteadas nos acampamentos das frentes de guerra: África e Europa (1915-1918);
- Manuel António Ribeiro Rodrigues, Os uniformes das Forças Expedicionárias e das Ultramarinas – Angola e Moçambique 1914-1918;
- Pedro Soares Branco, Uniformes do Corpo Expedicionário Português;
- Jaime Regalado, Metralhadora Ligeira na 1ª Guerra Mundial: Um imperativo táctico;

Sessão 4: A guerra nas colónias portuguesas africanas-1
- Adelino de Matos Coelho, Angola e Moçambique na geopolítica do expansionismo alemão em África;
Miguel Freire e Artur Varanda, Aprender para combater - a formação académica e técnica dos oficiais comandantes nas unidades mobilizadas para África no período 1914-1918;
- Maria de Jesus Pessanha Caimoto Duarte, O Incidente de Naulila;

Sessão 5: A guerra nas colónias portuguesas africanas-2
-Francisco Miguel Araújo, As expedições africanas do exército português no decurso da Grande Guerra;
-Aniceto Afonso, Campanha portuguesa em Moçambique – a 1ª expedição;
José Luís Assis, A Primeira Grande Guerra em África (1914-1918): análise do relatório da Comissão de Inquérito à 4ª Expedição Militar a Moçambique;

Sessão 6: Operações em tempo de guerra
Carlos Manuel Valentim, Do Poder no Mar ao Controlo de Terra. A Marinha e a Revolta de 14 de Maio de 1915;
Pedro Marquês de Sousa, A Artilharia na Grande Guerra;
Augusto A. Alves Salgado, A Secção de “Auxiliares da Defesa Maríttima”. Criação e acções na 1ª Guerra Mundial;
João Moreira Tavares, Testemunhos da Grande Guerra no Arquivo Histórico Militar: África e Tancos (1914-1916);


DIA 6 DE NOVEMBRO
Sessão 7: Transmissões, comunicações e imagens
 - Júlio Joaquim da Costa Rodrigues da Silva, As “crónicas” da Ilustração Portuguesa (1914-1916);
- Jorge Rocha, Sandra Domingues e Patrícia Franco Frazão, O Serviço Postal do Corpo Expedicionário Português (1917-1918): uma análise geográfica da sua organização e funcionamento;
- Jorge Silva Rocha, As Transmissões de campanha no apoio às forças militares portuguesas durante a I Guerra Mundial; 

Sessão 8: Participações e acções na I Guerra
- Rui Fernando Baptista Moura, A participação da Guarda Nacional Republicana na Grande Guerra;
-  João Figueira, Pensões de Sangue no âmbito da participação portuguesa na Grande Guerra;
- João José Brandão Ferreira, Aspectos da participação portuguesa na I Guerra Mundial;

Sessão 9: Pacifistas e belicistas
- Mendo Castro HenriquesPacifistas e Belicistas: Franceses e alemães;
- Pedro CabreraPacifistas e Belicistas: Britânicos e anglo-saxónicos;
- Carlos Matos GomesPacifistas e Belicistas: Portugueses;
- Fernanda RolloA definir.

Sessão 10: Testemunhos
- João Paulo NogueiraCarlos Olavo, um deputado nas trincheiras: reflexões sobre a Grande Guerra e a República;
-  António Pires Ventura, Magalhães Lima: um Pacifista perante a Guerra;
-  Ana Paula Rias, Os intelectuais e a guerra: o testemunho de Jaime Cortesão;
- José Miguel Sardica, "O mais alto momento da nossa história". João Chagas e o guerrismo republicano (1914-1916);

DIA 7 DE NOVEMBRO
Sessão 11: Memórias
- Fátima Mariano, Memórias do cativeiro: a vida dos portugueses nos campos de prisioneiros alemães;
- Nuno Simão Ferreira, Portugal e a I Guerra Mundial: a visão de Alberto de Monsaraz;
-  Vanessa Sofia Batista, José Relvas: Um olhar português sobre as relações ibéricas antecedentes à Grande Guerra (1911-1913);
-  Ana Paula de Sousa Assunção, Contribuição para o estudo de Loures na Grande Guerra;

Sessão 12:Reflexões em torno da Guerra
- Manuel Braga da CruzMonárquicos e Guerra;
- Inês Espada Vieira, Memória e evocação: Portugal e o centenário da Grande Guerra;
-  Albérico Afonso Costa, Kafka nas trincheiras – O fuzilamento do soldado João Almeida. A desconstrução de um julgamento formal;
- António Pedro Vicente, Portugal na I Guerra Mundial: a questão colonial e a intervenção no espaço europeu a partir de 1916.

Sessão 13: Medicina e armas químicas

-  Carlos Vieira ReisO Serviço de Saúde na Grande Guerra – suavizando a guerra, procurando a paz;
- Fernando Weinholtz, Guerra Química;
- João FlorMedicina Portuguesa na Frente Ocidental.

Sessão de encerramento
- António Borges Coelho, A Primeira Guerra Mundial no distante teatro do Sudeste Africano:História,memória e sentido.
- António José Telo, Para um entendimento da beligerância portuguesa.

Um colóquio recheado de personalidades ilustres do mundo da historiografia portuguesa, com algumas análises inovadoras, embora por vezes também polémicas pelas perspectivas de análise.

Para os interessados aqui fica a divulgação de mais um evento extremamente interessante e apelativo aos que se interessam por estas temáticas.

Com os votos do maior sucesso.

A.A.B.M.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A OPOSIÇÃO POLÍTICO-MILITAR AO ESTADO NOVO NO INÍCIO DO 3º QUARTEL DO SÉCULO XX

Hoje, 12 de Dezembro, pelas 18.30h, vai ser apresentada a obra A Oposição Político-Militar ao Estado Novo no Início do 3º Quartel do Século XX, nas instalações da antiga Cooperativa Militar, situada na rua de São José nº 24, em Lisboa.

O interesse desta obra reside muito particularmente na questão da abordagem a alguns acontecimentos ainda com pouco tratamento histórico como o Golpe da Sé, a Abrilada de 1961 e o Assalto ao Quartel de Beja. Segundo consta no convite na apresentação desta obra estarão presentes alguns dos protagonistas destes acontecimentos.

Esta obra resulta da compilação de testemunhos e reflexões apresentadas na conferência sob o mesmo título realizada em 2007.

Este evento conta com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. António Costa.

Uma obra que se recomenda aos interessados no tema.

A.A.B.M.

domingo, 11 de novembro de 2012

XXI COLÓQUIO DE HISTÓRIA MILITAR



Realiza-se a partir de 13 a 16 de Novembro e depois no dia 20 de Novembro, o XXI Colóquio de História Militar, organizado pela Comissão Portuguesa de História Militar - Direcção de História e Cultura Militar, a ter lugar no Palácio da Independência em Lisboa e no Porto (Comando do Pessoal – Exército, Praça da República).

O tema geral deste colóquio serve para assinalar a chegada do Conde de Lippe a Portugal e a necessidade, reformas e consequências da presença de militares estrangeiros no Exército Português. Pode ler-se na nota de abertura do colóquio:

No âmbito dos 250 anos da presença do Conde de Schaumbourg-Lippe (1724-1777) em Portugal, a Comissão Portuguesa de História Militar decidiu centrar o Colóquio que anualmente organiza nesta temática atribuindo-lhe o título: Nos 250 Anos da chegada do Conde de Lippe a Portugal: necessidade, reformas e consequências da presença de militares estrangeiros no Exército Português.
Portugal, sem ameaças externas desde a guerra da Sucessão de Espa-nha (1701-1714) e sem uma elite dotada de cultura militar que fosse capaz de acompanhar o pensamento e a acção da guerra europeia, abandonou o seu exército, deixando-o chegar à ruína apesar das tenta-tivas infrutíferas de D. João V em 1707 e 1735. A 15 de Agosto de 1761, ocorreu o denominado “Pacto de Família”, aliança entre as coroas de França e de Espanha. O Pacto é apresentado como uma iniciativa que não visava apenas servir os interesses das coroas france-sa e espanhola, mas também os de Portugal, que era considerado como uma vítima da hegemonia marítima e comercial inglesa. Portugal não aceitaria o aliciamento preconizado pela aliança franco-espanhola, bem como não tomaria a aliança como uma não-agressão. O Conde de Oeiras manteria o alinhamento diplomático com a Inglaterra e seria junto de Jorge II que iria solicitar o apoio para a defesa do território português. Esse pedido era explícito quanto à necessidade de se nomear um mestre-de-campo-general que fosse capaz de organizar o exército português e o apoio em tropas e equipamentos. O monarca inglês escolheu Frederico Guilherme Ernesto, Conde reinante de Schaumbourg-Lippe, membro da Família Real Inglesa e senhor de grande notoriedade militar.
A 2 de Julho de 1762 chegou a Portugal e no dia seguinte seria nomea-do, por decreto, marechal-general dos exércitos e governador de todas as armas. A situação militar era de enorme gravidade e as respostas que poderiam ser dadas estavam condicionadas pela desigualdade de forças. O exército invasor tinha um efectivo de 42.000 homens e Lippe apenas podia dispor entre 14.000 e 15.000.
"Nos 250 Anos da chegada do Conde de Lippe a Portugal: os militares estrangeiros no Exército Português ”
Face à situação, limitou-se a adoptar um plano defensivo, guerra de posição, procurando evitar que o exército espanhol penetrasse em Portugal. Em Março de 1763, é assinada a paz definitiva e o Conde de Lippe vai continuar com o seu esforço, notabilizando-se pelo contributo que deu às ciências militares, particularmente à organização e administração militares.
Ao longo dos séculos XVII a XX, foram vários os militares estran-geiros que nas diferentes armas e serviços desempenharam as mais altas funções no Exército Português. De entre aqueles destacamos Michel de Lescolles, Schomberg, João Forbes-Skellater, Charles-Joseph-Hyacinthe du Houx (Conde e Marquês de Vioménil), Louis-François Carlet (Marquês de la Rosière), Karl Alexander von der Goltz, Christian August von Waldeck (Príncipe de Waldeck e Pyr-mont), William Carr Beresford, João Carlos Conrado de Chelmic-ki, Louis Auguste Victor de Ghaisne (Conde de Bourmont), Jean-Baptiste Solignac, Wilhelm Ludwig von Eschwege, James Mac-Donell, Charles John Napier ou George Rose Sartorius.
Neste contexto, os conteúdos dos textos a apresentar deverão pau-tar-se pelas seguintes leituras:
 Política externa e relações internacionais – Portugal e o Exército no contexto das nações, (Guerra da Aclamação, Guerra da Suces-são Espanhola, Guerra dos Sete Anos, Guerra Peninsular e Guer-ras Civis);
 Política interna – Política de defesa do Reino e «reformas milita-res»;
 «Guerra Fantástica» – Preparativos, organização do exército e estratégias militares em confronto;
 Progresso e modernidade: a presença de militares estrangeiros ao serviço do Exército Português;
 Armamento e equipamento, recrutamento, instrução, logística, uniformes, insígnias e heráldica militar;
 Exército e Sociedade – ciência, cultura, economia, ideologia, jurisprudência, memórias militares, saúde militar e tecnologia.
[Imagem da capa - Schaumburg Lippe AHM - P51-I-4281]

Um conjunto vasto de investigadores apresentam as suas comunicações ao longo de cinco dias de trabalhos em várias sessões. O programa completo do congresso pode ser consultado AQUI

Um evento a acompanhar com toda a atenção e com naipe de especialistas digno de menção.

A.A.B.M.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

EXPOSIÇÃO - PORTUGAL NAS TRINCHEIRAS





EXPOSIÇÃO: "Portugal nas Trincheiras - a I Guerra da República"
LOCAL: Museus da Politécnica, Rua da Escola Politécnica, 60, Lisboa
DATA: de 23 de Fevereiro a 23 de Abril de 2010
ORGANIZAÇÃO: Museu da Presidência da República

consultar TUDO AQUI.

J.M.M.

sexta-feira, 20 de março de 2009


OS ROSTOS DA BATALHA -II CURSO LIVRE DE HISTÓRIA MILITAR

Coordenado pelos Profs. Doutores António Ventura e José Varandas, o Centro de História da Universidade de Lisboa organiza o II Curso Livre de História Militar, com o tema: Os Rostos da Batalha.

O curso inicia no próximo dia 25 de Março e vai prolongar-se até 3 de Junho. Serão onze sessões, com diferentes convidados e temas, conforme se pode verificar pelo cartaz acima. As actividades decorrerão às quartas-feiras, entre as 18 e as 20 horas, no Anfiteatro III, da Faculdade de Letras.

Aos participantes inscritos será entregue o respectivo certificado.

Mais uma iniciativa que o Almanaque Republicano divulga junto dos seus ledores e a quem deseja os melhores sucessos.

Nota: cliclar na imagem para ler melhor

A.A.B.M.

terça-feira, 1 de abril de 2008

CURSO LIVRE DE HISTÓRIA MILITAR




A Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa vai iniciar amanhã, dia 2 de Abril, um Curso Livre de História Militar subordinado ao título: Arte do Ataque e da Defesa, coordenado pelo Doutor José Varandas, reparte-se por 13 sessões até ao dia 25de Junho de 2008.

Entre os conferencistas encontram-se figuras prestigiadas entre os historiadores e militares com provas dadas no conhecimento histórico de determinadas épocas.

As conferências decorrem às quartas-feiras, entre as 18h00m e as 20h00m, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras.

Cada conferência tem a duração de uma hora e trinta minutos, ficando
reservados trinta minutos para debate e interpelações ao orador.

Destacam-se entre os palestrantes:
- Adelino de Matos Coelho;
- Pedro Gomes Barbosa;
- António Ventura;
- Aniceto Afonso;
- Carlos Matos Gomes entre outros.

O programa deste curso e respectiva ficha de inscrição pode ser consultada aqui.

Com os votos do maior sucesso para esta iniciativa da Faculdade de Letras de Lisboa.

A.A.B.M.