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quinta-feira, 9 de julho de 2015

VISÃO HISTÓRIA - EDIÇÃO DE JULHO DE 2015





















Encontra-se disponível um novo número da revista  Visão História, desta vez dedicada à II Guerra Mundial, tendo por tema de fundo a posição de Portugal face à Batalha do Atlântico.

Com um conjunto de artigos muito interessantes, bem ilustrada e com alguns textos a merecerem uma leitura atenta. Organizada em seis subtemas:
- A Guerra;
- Portugal;
- Águas portuguesas;
- Afundamentos de barcos portugueses;
- Açores;
- Frota do Bacalhau.

Uma iniciativa louvável e que deve ser divulgada junto de todos os interessados.

A.A.B.M

sábado, 2 de novembro de 2013

ESPIÕES EM PORTUGAL DURANTE A II GUERRA MUNDIAL

No próximo dia 5 de Novembro de 2013, terça-feira, pelas 18.30, na FNAC ao Chiado, em Lisboa, vai ser apresentada a obra Espiões em Portugal Durante a II Guerra Mundial, de Irene Pimentel.

Uma obra de investigação de Irene Pimentel, que trata um assunto sobre o qual se começa a saber algumas coisas. Neste caso muito com base nas informações da Legião Portuguesa, que a autora identifica claramente como sendo de influência germanófila. Conhecem-se já alguns episódios e espiões que circularam por Lisboa e pelo Estoril, mas também se conhece ainda pouco por exemplo pela chamada "Rede Shell" e o papel que teve nesta actividade durante a II Guerra Mundial.

Sobre esta obra recomenda-se a leitura destes artigos AQUI ou AQUI.

A apresentação da obra estará a cargo de Júlia Leitão de Barros.

A acompanhar com toda a atenção.

A.A.B.M.

A MADEIRA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Vai ser apresentada no próximo dia 4 de Novembro de 2013, segunda-feira, pelas 19 horas, no Bar da Ordem dos Engenheiros, sito na Rua António Augusto de Aguiar, 3º-D, Lisboa, a obra A Madeira na Segunda Guerra Mundial. Economia, Política e Sociedade, da autoria de João Abel de Freitas.

A apresentação da obra estará a cargo de Lília Bernardes.

Pode ler-se na nota de divulgação da editora da obra:
O grande objectivo desta obra foi identificar, através de investigação própria, os principais impactos na política, economia e sociedade, na Madeira e Porto Santo. Da análise à gestão política da Madeira, evidencia-se a deficiente articulação entre o governo central e as autoridades na Madeira como causa principal das carências e da fome que atingiu a população. Na economia, identificam-se os efeitos em áreas transversais como as relações com o exterior, o plano Ventura Terra e os aproveitamentos hidráulicos e, nas actividades económicas, os sectores turismo, bordados, vinho, lacticínios, vime e indústria da cerveja. Na sociedade, para além do grande flagelo do desemprego, foi também abordado o papel das “Gibraltinas” na mudança e transformação dos comportamentos e costumes sobretudo na cidade do Funchal.
João Abel de Freitas é licenciado em Economia (ISCEF – Universidade Técnica de Lisboa). Desempenhou as funções de director-geral do Gabinete de Estudos e Prospectiva Económica do Ministério da Economia, entre 1998 e 2003 e director da revista Economia & Prospetiva, de 1999 a 2003.Publicou ainda as seguintes obras, nomeadamente Madeira que Futuro? d'A Revolta do Leite Madeira 1936 e é co-autor e coordenador de A Madeira na História Escritos sobre a Pré AutonomiaPublicou na imprensa portuguesa mais de uma centena de artigos de natureza económica e social, com enfoque nas temáticas de desenvolvimento e da prospectiva/cenarização e alguns outros a nível internacional. Tem intervenções ou textos publicados em vários outros livros colectivos. Em 1975 (Abril/Setembro) integrou a Junta de Planeamento da Madeira como responsável das áreas de economia e finanças.
Uma análise da obra pode ser encontrada AQUI.
A acompanhar com interesse.
A.A.B.M.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

CONFERÊNCIA: "PORTUGAL E O HOLOCAUSTO"


CONFERÊNCIA:  "PORTUGAL E O HOLOCAUSTO. APRENDER COM O PASSADO, ENSINAR PARA O FUTURO"

DIAS: 29 a 30 Outubro 2012;

PROGRAMA E ORADORES LER AQUI

"O objectivo desta conferência é contribuir para o aumento do conhecimento académico e promover a compreensão do Holocausto e do papel de Portugal durante esse período da História bem como apoiar o ensino do Holocausto em Portugal"

"Devemos contar aos nossos filhos, mas, mais do que isso, devemos ensiná-los. Porque lembrança sem determinação é um gesto vazio. A consciência sem acção não altera nada. Neste sentido, "nunca mais" é um desafio para todos nós - para fazermos uma pausa e reflectirmos". [Presidente Barack Obama, Abril de 2012]

J.M.M.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

ARTE DE GUERRA - PROPAGANDA DA II GUERRA MUNDIAL


EXPOSIÇÃO: A Arte de Guerra. Propaganda da II Guerra Mundial;
LOCAL: Museu do Caramulo;
DATA: 18 de Dezembro a 31 de Maio de 2011;
ORGANIZAÇÃO: Museu do Caramulo.

"...no ano em que se celebram 65 anos sobre o fim do maior conflito da história da humanidade. A exposição está patente de 18 de Dezembro a 31 de Maio de 2011, com mais de 100 peças originais, como cartazes, panfletos, filmes ou crachás de vários países intervenientes na guerra como os EUA, Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Japão ou a União Soviética. Esta exposição temporária pretende mostrar a propaganda sob o enquadramento de forma de arte que ela assumiu, cumprindo com o objectivo de uma qualquer outra obra de arte: provocar emoções nas pessoas e mudar o mundo.

O cartaz impresso foi a principal forma de propaganda, sobretudo pela facilidade de produção e de aplicação em qualquer local, permitindo que a mensagem estivesse sempre presente junto dos cidadãos, e apelando a que dessem, produzissem e se sacrificassem em prol do esforço de guerra. Os cartazes eram também a forma de propaganda mais democrática, chegando de forma igual a todo o tipo de pessoas. Estes cartazes são exemplo de que a guerra não aconteceu apenas nas frentes de batalha, mas que as populações nas nações envolvidas foram mobilizadas num apoio activo para o esforço de guerra pelas imagens fortes dos cartazes.

Produzidos por ministérios e agências governamentais, organizações independentes (como a resistência) ou empresas privadas, este meio de comunicação transmitiu a sua mensagem combinando ilustrações com forte teor emocional com mensagens de texto fáceis de decorar. Se na Primeira Guerra Mundial os cartazes eram mais artísticos e mais sombrios, a propaganda da Segunda Guerra Mundial (principalmente a partir de 1943) passou a recorrer a mensagens de texto simples com imagens estilizadas feitas pela indústria publicitária para uma maior eficácia e compreensão ...
"

via Museu do Caramulo no Facebook [sublinhados nossos]

J.M.M.

terça-feira, 5 de junho de 2007

O ALGARVE E A II GUERRA MUNDIAL


O Algarve no contexto da 2.ª Guerra Mundial
(Curso Livre de História Contemporânea)

Tomámos conhecimento de que durante o próximo mês de Julho vai realizar-se um Curso Livre de História Contemporânea, subordinado ao tema supra referido. Com um painel de colaboradores muito interessante que a seguir se discrimina na nota distribuída à imprensa e que reproduzimos na íntegra.

Lamentamos somente o facto de não podermos estar presentes para assistir a este curso na sua totalidade, mas a todos os títulos louvável e digno de se divulgar por todos os que se interessam pela História Contemporânea.

Com os nossos desejos dos maiores sucessos para este evento que terá lugar na terra que nos viu crescer. Uma palavra de estímulo para os organizadores deste evento que procuram assim dar mais visibilidade à temática da história regional e local que muitas vezes fica esquecida nas panorâmicas gerais que vão aparecendo.

Nota à Imprensa
No próximo mês de Julho, a Fundação Manuel Viegas Guerreiro vai organizar um Curso Livre de História Contemporânea denominado O Algarve no contexto da 2.ª Guerra Mundial. Esta iniciativa pretende contribuir sobretudo para um conhecimento mais aprofundado quer das diversas repercussões do conflito ocorrido entre 1939 e 1945 na região algarvia, quer, em íntima ligação, da própria sociedade da época, nomeadamente aos níveis social, económico, mental, cultural e político – aspectos cujo estudo ao nível da realidade algarvia se encontra ainda em estado algo embrionário e que, também por isso, urge estimular e dinamizar.

Os dez oradores convidados para este curso livre são reconhecidos especialistas em diversos quadrantes da História Contemporânea, nomeadamente o Professor Doutor António Costa Pinto, o Professor Doutor António Ventura, o Mestre João Madeira, a Prof.ª Doutora Irene Flunser Pimentel, o Mestre Joaquim Vieira Rodrigues, a Mestre Maria João Raminhos Duarte, o jornalista Carlos Guerreiro, o Dr. José Augusto Rodrigues, o Prof. Doutor José Carlos Vilhena Mesquita e o Eng. Luís Guerreiro.

Esta iniciativa destina-se ao público em geral, com especial realce para os estudantes, professores, investigadores e outros potenciais interessados na temática em causa. O curso conta com as parcerias da Câmara Municipal de Loulé, da Direcção Regional de Cultura do Algarve, da Universidade do Algarve e da Associação de Defesa do Património Histórico e Arqueológico de Aljezur.

O formato adoptado para o curso consiste na realização de dez sessões temáticas (com a duração de duas horas cada), às Segundas e Quartas-feiras, entre as 18.30 e as 20.30 horas, havendo apenas uma excepção na última sessão, que se realizará numa Terça (dia 31 de Julho). As sessões irão realizar-se na sala polivalente da Biblioteca Municipal de Loulé “Sophia de Mello Breyner”.

Além das sessões, haverá no hall de entrada da Biblioteca uma exposição retrospectiva com objectos e documentos textuais e iconográficos relativos à temática do curso.

Os interessados podem, desde já, inscrever-se neste curso através dos números de telefone 289422607, 916990465 ou 965317068, ou, então, no site da Fundação, em www.fundacaomanuelviegasguerreiro.com


Para os interessados segue também o programa das actividades:

[clique para aumentar a imagem]

A.A.B.M.