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domingo, 23 de agosto de 2020

24 DE AGOSTO DE 1820 - 24 DE AGOSTO DE 2020: BICENTENÁRIO

Assinalando os acontecimentos de 24 de Agosto de 1820, há algumas iniciativas a decorrer durante o dia, para assinalar o evento:

- No Porto:

- Em Coimbra:

- Na Figueira da Foz:



O programa previsto para se desenvolver ao longo de vários meses [entretanto com as actividades suspensas ou adiadas] pode ser consultado na página que pode/deve ser consultada AQUI:
https://1820.porto.pt/

A.A.B.M.
J.M.M

sábado, 5 de maio de 2018

QUE VIVA MARX (N. 5 DE MAIO DE 1818)



Tudo que sei é que eu não sou um marxista” [Frase atribuída a Karl Marx por Engels]
“O capitalismo, ao transformar dinheiro em mercadorias, que servem de matérias constituintes de um novo produto ou de fatores do processo de trabalho, ao incorporar força de trabalho viva à sua objetividade morta, transforma valor, trabalho passado, objetivado, morto em capital, em valor que se valoriza a si mesmo, um momento animado que começa a “trabalhar” como se tivesse “amor no corpo” [Karl Marx]
Kant e Fichte querem entrar no céu e buscar lá uma terra distante, ao passo que meu único alvo é entender completamente o que eu encontro na rua” [Karl Marx]

“Os economistas têm uma maneira singular de proceder. Para eles existem apenas duas espécies de instituições, as artificiais e as naturais. As instituições feudais são instituições artificiais; as da burguesia são instituições naturais. Nisto assemelham-se aos teólogos, que também distinguem duas espécies de religiões: qualquer religião que não seja a sua é uma invenção dos homens, enquanto que a sua própria religião é uma emanação de Deus. Deste modo, houve história, mas já não há" [Karl Marx]
"As revoluções burguesas, como as do século XVIII, avançam rapidamente de sucesso em sucesso; seus efeitos dramáticos excedem uns aos outros; os homens e as coisas se destacam como gemas fulgurantes; o êxtase é o estado permanente da sociedade; mas estas revoluções têm vida curta; logo atingem o auge, e uma longa modorra se apodera da sociedade antes que esta tenha aprendido a assimilar serenamente os resultados de seu período de lutas e embates. Por outro lado, as revoluções proletárias, como as do século XIX, se criticam constantemente a si próprias, interrompem continuamente seu curso, voltam ao que parecia resolvido para recomeçá-lo outra vez, escarnecem com impiedosa consciência as deficiências, fraquezas e misérias de seus primeiros esforços, parecem derrubar seu adversário apenas para que este possa retirar da terra novas forças e erguer-se novamente, agigantado, diante delas, recuam constantemente ante a magnitude infinita de seus próprios objetivos até que se cria uma situação que toma impossível qualquer retrocesso e na qual as próprias condições gritam: Hic Rhodus, hic salta! Aqui está Rodes, salta aqui!" [Karl Marx]

"A história não nos deu razão, a nós e a todos os que pensavam como nós. Ela mostrou claramente que o estado do desenvolvimento econômico do continente estava, então, ainda bem longe de estar amadurecido” [Friedrich Engels]


 “O urbanismo não existe: não passa de uma “ideologia”, no sentido de Marx. arquitetura existe realmente tanto quanto a Coca-Cola: é uma produção envolta em ideologia, mas real, satisfazendo falsamente uma necessidade forjada; ao passo que o urbanismo é comparável ao alarido publicitário em torno da Coca-Cola, pura ideologia espetacular. O capitalismo moderno, organizado de modo a reduzir toda a vida social a espetáculo, é incapaz de oferecer um espetáculo que não seja o de nossa própria alienação. Seu sonho de urbanismo é sua obra-prima” [Raoul Vaneigem]
A luta entre a subjetividade e aquilo que a corrompe está prestes a alargar os limites da velha luta de classes. Renova-a e torna-a mais aguçada. A opção de viver é uma opção política. Não queremos um mundo no qual a garantia de não morrer de fome se troca pelo risco de morrer de tédio” [Raoul Vaneigem: “A arte de viver para a novas gerações”]

“A miséria religiosa constitui ao mesmo tempo a expressão da miséria real e o protesto contra a miséria real. A religião é o suspiro da criatura oprimida, o ânimo de um mundo sem coração, assim como o espírito de estados de coisas embrutecidos. Ela é o ópio do povo” [Karl Marx]
Mas se a 'liberdade' é de facto a finalidade dos vossos esforços, então esgotou até ao limite as suas exigências. Quem deve então ser libertado? Tu, eu, nós. E libertado de quê? De tudo aquilo que não seja tu, eu, nós. Eu sou então o caroço que deve ser libertado de todos os invólucros, de todas as cascas que o limitam. E o que resta se eu for libertado de tudo aquilo que não sou? Apenas eu e nada mais que eu” [Max Stirner]

Aprendi mais [com Balzac], mesmo no tocante a detalhes econômicos (por exemplo, a redistribuição da propriedade real e pessoal após a revolução), do que em todos os livros de historiadores, economistas e estatísticos profissionais da época, tomados em conjunto. Sem dúvida, em política, Balzac foi um legitimista; sua grande obra é uma perpétua elegia a deplorar a irremediável decomposição da alta sociedade; suas simpatias se dirigem para o lado da classe condenada a morrer. Mas, apesar disso, sua sátira nunca é mais mordaz e sua ironia mais amarga do que quando põe em cena esses aristocratas” [Friedrich Engels]


Não importa os artistas representarem o mundo de maneiras diferentes: a questão, porém, é transformá-lo” [Guy Debord]
“Se se procura o significado original da poesia, hoje dissimulada sob os mil ouropéis da sociedade, constata-se que ela é o verdadeiro sopro do homem, a fonte de todo o conhecimento e esse conhecimento sob seu aspecto mais imaculado. Nela se condensa toda a vida espiritual da humanidade desde que começou a tomar consciência de sua natureza; nela agora palpitam suas mais elevadas criações e, terra para sempre fecunda, conserva perpetuamente em reserva cristais incolores e as colheitas do amanhã. Divindade tutelar de mil faces, aqui denominada amor, lá liberdade, alhures ciência. Ela permanece omnipotente, ferve na narrativa mítica do esquimó, eclode na carta de amor, metralha o pelotão de execução que fuzila o operário exalando um último suspiro da revolução social, logo, de liberdade …” [Benjamin Péret]

J.M.M.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

200 ANOS DA MORTE DE GOMES FREIRE DE ANDRADE


 
Bicentenário do Suplício de Gomes Freire de Andrade e dos Mártires da Pátria
 
 

 
Eduardo de Noronha, "Gomes Freire de Andrade", in Revista Militar, Ano LXIX, nº10, Outubro de 1917
 
J.M.M.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

[ASSOCIAÇÃO MANUEL FERNANDES THOMAZ] HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES THOMAZ – FIGUEIRA DA FOZ



DISCURSO PROFERIDO NA HOMENAGEM A MANUEL FERNANDES THOMAZ NO DIA 24 DE AGOSTO DE 2016, NA FIGUEIRA DA FOZ, pela Associação Manuel Fernandes Thomaz

A Associação Manuel Fernandes Thomaz, constituída a 12 de Janeiro de 1988 pela Câmara Municipal da Figueira da Foz, e por António Fernandes Tomás Veiga, Henrique Fernandes Tomás Veiga, Maria Amélia dos Anjos Gomes de Pina Veiga, Maria Elisa Pina Tomás Veiga Ferreira, Henrique Manuel Pina Tomás Veiga, Agostinho José Barbosa Ferreira, António Augusto dos Santos Menano e Manuel Barroso dos Santos, surgiu, e passo a citar, porque “várias pessoas e entidades estão interessadas na constituição de uma associação de índole cultural ou de qualquer outra índole relacionada com o movimento liberal encabeçado pelo figueirense MANUEL FERNANDES THOMAZ, (…) certos de que a sua outorga corresponde à vontade de um grande número de interessados”.
Desde sempre com sede na Figueira da Foz e contando, como figura de proa, com o interesse sapientíssimo e empenhado de Henrique Fernandes Tomás Veiga, a Associação visou os seguintes fins:

- promover a trasladação dos restos mortais de Manuel Fernandes Thomaz, de Lisboa para a Figueira da Foz;
- colaborar com a Câmara Municipal da Figueira da Foz nas comemorações da trasladação dos restos mortais de Manuel Fernandes Thomaz;

- fomentar a efectivação de estudos filosóficos, jurídicos, políticos, históricos, ou de qualquer outra índole, que permitam fixar os reflexos das ideias liberais, considerando, com particular atenção, o movimento encabeçado pelo figueirense Manuel Fernandes Thomaz;
- realizar as acções artísticas e culturais que, quer no plano pedagógico, quer no plano económico, se verifique ser necessário implementar como base para a consecução daqueles fins.

Ora, cumpridos a 24 de Agosto de 1988 os dois primeiros fins da sua criação, e porque acreditamos que as Organizações devem ser Entidades vivas e com propósito, valerá certamente a pena, hoje, reflectir acerca de duas questões, as quais, humildemente, enunciamos, acerca do papel da Associação Manuel Fernandes Thomaz:
- de que forma melhor respeitamos, hoje e no futuro, o supremo legado de integridade, valentia, igualdade, justiça, liberdade, sagacidade, reformismo, patriotismo, que o figueirense Manuel Fernandes Thomaz nos deixou?

- como materializamos este legado, em actividades que correspondam à fixação dos reflexos das ideias liberais, e não a um mero activismo ou, até, a um ritualismo frio de sentimentos, desvirtuador da irrequietude cívica do erudito e pensador que se preocupava com os males da pátria, cujos desastres sucessivos lhe enlutavam o generoso coração?
A morte de Manuel Fernandes Thomaz, a 19 de Novembro de 1822, impediu-o de continuar a sua luta em prol de um Portugal mais justo, mais livre, mais elevado, mas também o preservou de assistir à incapacidade dos seus contemporâneos em aplicar as bases da Declaração dos Direitos do Homem, fundamento principal da “sua” Constituição de 1822.

Manuel Fernandes Thomaz é reconhecido como o honrado e austero liberal que libertou o nosso País do jugo estrangeiro, liderando uma revolução “que se fez por aclamação, porque ninguém a ela naquele tempo se opôs e foi universalmente recebida e festejada como a restauradora da pública felicidade”, de acordo com José Liberato Freire de Carvalho, e iniciando, com a já referida Constituição de 1822, “a organização jurídica da democracia”, segundo Joaquim de Carvalho.
Hoje, 194 anos após a sua morte, será desapropriado ou demagógico chamar-lhe “o mais ilustre de todos os figueirenses”?


Assim, desprovidos de qualquer outro sentimento ou intenção que não seja a preservação dinâmica do legado de Manuel Fernandes Thomaz, e lembrando, sobretudo, a Democracia – do grego “demos”, povo, o qual detém o poder soberano sobre os poderes legislativo, executivo e judicial, exercidos em nome de todos os cidadãos pelos seus representantes livremente eleitos, os quais devem ser o garante da liberdade humana (de pensamento, de expressão, de protecção, de participação plena na vida política, económica e cultural da sociedade) -, aqui deixamos o repto de, como sociedade democrática, a qual está, assim, por imperativo ideológico, baseada em valores (como o da tolerância, da cooperação, do compromisso, por exemplo, conforme nos mostrou Manuel Fernandes Thomaz), todos juntos, com a intrepidez, a coragem, a ousadia, mas também eivados de um espírito cívico fundamentado e sábio, trabalharmos com o intuito de, em 2020, por ocasião do duplo centenário da Revolução-mãe, centrarmos na Figueira da Foz, terra natal de Manuel Fernandes Thomaz, as comemorações nacionais desta épica efeméride.

Há 100 anos atrás, escrevia-se que “a celebração do centenário da Revolução de 1820 constitui uma divida nacional. Impunha-se como um dever a todos os liberais. Dominava o país uma opressão traiçoeira; esmagava-o a intervenção férrea do estrangeiro. Foi nestas circunstâncias que apareceram os patriotas de 20, como libertadores e como precursores. Clamaram-lhes e chamam-lhes ainda hoje ingénuos. Ingénuos, sim, para os que são incapazes de avaliar o espírito de sacrifico. E é esse espírito, que torna o homem cidadão e apóstolo, o que mais e melhor caracteriza os heróis daquela revolução, digamo-lo sem favor. (…) Uma revolução que principia por proclamar a liberdade de pensamento, a liberdade de imprensa, a abolição da censura prévia, numa época de fanatismo e de reacção, tem foros adquiridos a uma consagração nacional. É uma divida a saldar pela República Portuguesa que é um reflexo daquele patriotismo e daquela abnegação”.

Sejamos então capazes de construir as pontes necessárias à concretização deste desiderato, que tanto honrará, certamente, a nossa cidade, bem como o legado do figueirense Manuel Fernandes Thomaz!

[Associação Manuel Fernandes Thomaz, 24 de Agosto de 2016]

FOTOS de Manuel Úria, com a devida vénia | sublinhados nossos

J.M.M.

quinta-feira, 3 de março de 2016

LOULÉ INAUGUROU A LUZ ELÉTRICA HÁ 100 ANOS: CONFERÊNCIA

No próximo sábado, 5 de Março de 2016, assinala-se o centenário da inauguração da instalação da electricidade no concelho de Loulé, durante o mandato como presidente da Câmara Municipal de Loulé de Cândido Guerreiro. Rememorando esta efeméride o Museu Municipal de Loulé vai levar a efeito uma conferência para evocar a importância do acontecimento na época.

Título da conferência: Loulé inaugurou a Luz Elétrica há 100 anos

Conferencista: João Figueira

Local: Museu Municipal de Loulé


Entrada Livre

Data: 5 de Março de 2016

Horário: 16.00 h

Breve Nota curricular do conferencista:

Nome: João José Monteiro Figueira
Formação Académica
Licenciado em «História da Arte», pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Mestre em «História Económica e Social Contemporânea», pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Doutorado em «Estruturas Sociais da Economia e História Económica», na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.
  
Áreas de investigação
Investigador na área da história económica, com particular ênfase no sector eléctrico português.
Recentemente tem também desenvolvido alguns trabalhos sobre história da educação e sobre a participação de Portugal na Grande Guerra.

Publicações 
2012 - O Estado na electrificação portuguesa: Da Lei de Electrificação do País à EDP (1945-1976). Dissertação de Doutoramento em «Estruturas Sociais da Economia e História Económica/ Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal).
2010 - "A electrificação da rede: as grandes opções", in O Caminho-de-Ferro em Portugal 1910 - 2010, Lisboa, CP - Comboios de Portugal / REFER - Rede Ferroviária Nacional, pp. 49-57 .
2005 - "As actividades económicas em A Comarca de Arganil", in A Comarca de Arganil - 100 anos de um jornal (Coordenação de Regina Anacleto), Arganil, A Comarca de Arganil, pp. 181-205 .
2004 - "A Empresa Hidro-Eléctrica de Arganil ( 1927-1978) e a electrificação dos concelhos de Arganil, Tábua e Oliveira do Hospital", Lisboa, EDP - Museu da Electricidade;
2001 - A electrificação do centro de Portugal no século XX, s. l., EDP - Distribuição, (em co-autoria com Jaime Alberto do Couto Ferreira).

Com os nossos votos do maior sucesso para esta iniciativa.

A.A.B.M.

quinta-feira, 17 de março de 2011

200 ANOS DA GUERRA PENINSULAR - LIBERTAÇÃO DE COIMBRA (1811-2011)


Vai realizar-se no próximo dia 24 de Março de 2011, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Coimbra, a partir das 15:30 h, a sessão solene comemorativa dos 200 Anos da Libertação da cidade de Coimbra, durante a Guerra Peninsular.

Para além da intervenção do presidente da Câmara Municipal de Coimbra, as cerimónias contam com as seguintes intervenções:

- Tenente Tirocinado de Infantaria, Rui Moura, A Reconquista de Coimbra;
- Prof. Doutora Maria Antónia Lopes, Populações Massacradas na Região de Coimbra durante a 3ª Invasão Francesa.

As restantes actividades podem ser consultadas no programa que apresentamos acima.

A.A.B.M.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

ALEXANDRE HERCULANO NA ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DE LISBOA


No próximo dia 21 de Outubro, ao longo do dia, vai realizar-se na Academia das Ciências de Lisboa, a sessão comemorativa do Bicentenário do Nascimento de Alexandre Herculano.

O programa comemorativo apresenta-se tal como se descrimina abaixo:

10:00 Abertura pelo Presidente da Academia, Prof. Adriano Moreira
10:30 Prof. Luís Oliveira Ramos Herculano e os grandes movimentos políticos coevos
11:00 Intervalo
11.30 Prof.ª Maria Helena da Cruz Coelho Herculano e os “Portugaliae Monumenta Historica”
12:00 Prof. Artur Anselmo Herculano polemista
15:00 Prof. Humberto Baquero Moreno Herculano historiador
15:30 Prof. António Dias Farinha Herculano e os árabes
16:00 Intervalo
16:30 Prof. Raul Rosado Fernandes Herculano lavrador

17:30 Exposição Bibliográfica e Museológica sobre Alexandre Herculano

O colóquio e a exposição vão realizar-se na Academia das Ciências de Lisboa.

Sobre a personalidade em questão existem múltiplas referências na internet, mas algumas merecem o nosso destaque, como:
- O Universo numa Casca de Noz;
- Wikipedia;
- Arqnet-Dicionário Histórico;

Existem também alguns trabalhos académicos disponíveis, que merecem a atenção dos interessados na vida e obra deste ilustre romancista, poeta, político, bibliotecário e historiador.

Vejamos algumas sugestões que nos parecem ter qualidade:
- Maria de Fátima Marinho, O Romance Histórico de Alexandre Herculano;
- Eduardo Abranches de Soveral, Sobre as posições filosóficas, religiosas, e políticas de Alexandre Herculano
- António dos Santos Pereira, A Perspectiva Liberal de Alexandre Herculano
- João Bartolomeu Rodrigues, A Educação Na Revista "O Panorama"
- Maria Filipa Duarte Silva Avelar Pais,Alexandre Herculano e a Tradução

Relembra-se ainda a utilidade das notas sobre Alexandre Herculano que podem ser consultadas no seu processo AQUI.

A.A.B.M.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

BICENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE ALEXANDRE HERCULANO - PRÓXIMOS EVENTOS



Nas Comemorações do Bicentenário do Nascimento de Alexandre Herculano [1810-1877], os próximos eventos a realizar, são os seguintes:

DIA 17 DE SETEMBRO - LEIRIA

EVENTO - Colóquio: "Alexandre Herculano"
LOCAL - Arquivo Distrital de Leiria (18 horas)
PARTICIPAÇÃO - Prof. Dr. Guilherme d'Oliveira Martins

DIA 4 DE OUTUBRO - LISBOA

EVENTO - Colóquio: "Herculano: dois séculos de mutualismo"
LOCAL - Auditório do Montepio (Rua do Ouro) (18 horas)
PARTICIPAÇÃO - António Valdemar, Guilherme d'Oliveira Martins e Vítor Melícias
ORGANIZAÇÃO: Associção Portuguesa de Escritores

DIA 12 DE OUTUBRO - LISBOA

EVENTO - Colóquio: "Herculano:Maçon"
LOCAL - Grémio Lusitano (Bairro Alto) (18, 30 horas)
PARTICIPAÇÃO - João Alves Dias
ORGANIZAÇÃO: Associção Portuguesa de Escritores

J.M.M.