DIA: 10 de Março de 2017 (14,30 horas);
LOCAL: Faculdade de Letras Univ. Porto [Sala de Reuniões 11, Piso 2], Porto;
J.M.M.

A FLUP, vai organizar nos próximos dias 26 e 27 de Setembro de 2011, no âmbito do I ENCONTRO DE ESTUDOS LUSÓFONOS, um conjunto interessante de palestras de vários investigadores da História da Literatura e de outras áreas subordinadas ao tema: POR PRISÃO O INFINITO: CENSURAS E LIBERDADE NA LITERATURA.
As principais linhas temáticas do encontro vão ser:
• Censura(s): causas, consequências, modos
• Periferias, margens, (contra)correntes
• O autor e o seu tempo
• A língua
• A crítica: os seus condicionalismos e os seus efeitos
• A edição e circulação dos textos
Pode ainda ler-se na apresentação do encontro:
Partindo de um verso do brasileiro Castro Alves, este I Encontro do Grupo de Estudos Lusófonos pretende criar um espaço de debate e de divulgação da pesquisa mais jovem que se vai fazendo na FLUP ou por ela vai passando, em torno das literaturas de língua portuguesa. Reunindo estudantes dos diversos ciclos de estudos e de várias áreas disciplinares com professores e outros investigadores, esta iniciativa tentará conciliar o rigor científico com a capacidade de comunicação e de transferência de conhecimento, num ambiente de que todos os grupos se sintam parte.
O encontro será antecedido de um ciclo intitulado 5 livros, 5 filmes, em que serão apresentadas e discutidas adaptações para o cinema de três romances portugueses, um brasileiro e um moçambicano relacionados com a temática em causa. Haverá ainda um momento musical e um recital de poesia.
Pretende-se que este seja o primeiro de uma sequência anual de encontros, organizados por equipas sempre renovadas que integrem estudantes e professores.
Na Comissão Organizadora do Encontro participam:
Andreia Oliveira (EPL, 3.º ano)
Carolina Marcello (EPL, 3.º ano)
Francisco Topa (DEPER)
Os responsáveis da Comissão Científica do encontro são:
Ana Sofia Laranjinha
Celina Silva
Maria Luísa Malato
Zulmira C. Santos
O programa completo das actividades ao longo dos dois dias pode ser consultado AQUI.
Permitam-nos que destaquemos os trabalhos sobre Judith Teixeira, apresentado por Rita Sineiro; sobre Maria Velho da Costa, por Maria José Dias; sobre José Daniel Rodrigues da Costa, por Maria Luisa Malato Borralho; sobre Teixeira Gomes, por Maria João Raminhos Duarte; sobre Nelson Rodrigues, por Juliana Braga; e sobre João Ubaldo Ribeiro, por Inês Castro e Silva.
Para os interessado já é possível aceder a alguns dos textos dos conferências consultando as atas online AQUI.
Um evento que merece a melhor divulgação.
A.A.B.M.

No âmbito das comemorações do Bicentenário do Nascimento de Alexandre Herculano, têm-se organizado vários colóquios onde se tem analisado a personalidade deste romancista, escritor, poeta e historiador português do século XIX. Desta vez, será a Faculdade de Letras da Universidade do Porto, que no próximo dia 19 de Novembro de 2010, no Anfiteatro Nobre, vai assinalar esta efeméride com o colóquio que contará com as seguintes participações:
- Ofélia Paiva Monteiro, Herculano: da arte narrativa do ficcionista
- Maria Fernanda Gil da Costa, Herculano tradutor e intérprete do Romantismo Europeu
- Maria João Reynaud, Herculano Poeta/Profeta
- Ana Isabel Buescu, Alexandre Herculano e a polémica de Ourique
- Pedro Vilas-Boas Tavares, Alexandre Herculano e o Antigo Regime: «pontes» de uma ruptura
- José Adriano de Freitas Carvalho, Herculano, poeta religioso
- Manuel Clemente, Alexandre Herculano e o clero, ou o clero de Alexandre Herculano
- Armando Luís de Carvalho Homem, Da Regeneração à República: para um perfil do «Historiador Português»
- Luís Cabral, Alexandre Herculano e a Biblioteca do Porto: um caso Exemplar
- João Francisco Marques, Herculano VS Padre vicentino Barros Gomes (história de uma polémica)
- Maria de Fátima Marinho, A falsa ingenuidade de Herculano
Uma personalidade literária e política do nosso século XIX, muito ligada à implantação do regime liberal em Portugal e que actualmente foi quase por completo banida dos currículos escolares. Foi um dos responsáveis pela introdução da corrente romântica, de Jules Michelet, em Portugal, ficando muito ligado à ideia de Idade Média e aos momentos fundadores. Veja-se a propósito a sua História de Portugal, toda ela centrada no momento chave que foi o da fundação da nacionalidade.
Uma actividade a acompanhar com todo o interesse.
A.A.B.M.

