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terça-feira, 20 de novembro de 2018

25 º ANIVERSÁRIO DA REVISTA AL-ULYA


No âmbito das comemorações do 25º aniversário da revista de História e Património Local de Loulé vai realizar-se amanhã, 21 de Novembro de 2018, no Convento Espírito Santo, em Loulé, um colóquio que assinala a efeméride.

O evento conta com um dia repleto de investigadores de sólida reputação a apresentar alguns dos trabalhos de investigação que já foram sendo publicados na revista ao longo do tempo e que agora merecem apresentação pública. Assinala-se que o evento, inicialmente previsto para um espaço mais reduzido, teve que ser alterado para um espaço mais amplo, face ao número de inscrições que foram feitas para participar no colóquio, facto que se saúda e que mostra como estas iniciativas conseguem ter acolhimento assinalável junto da população quando os temas lhes dizem mais e são mais próximos da vida concreta das pessoas.

Entre os investigadores convidados a participar contam-se:
- João Sabóia;
- Manuel Pedro Serra;
- Joaquim Romero Magalhães;
- Luís Miguel Duarte;
- Maria Helena da Cruz Coelho;
- Bernardo Vasconcelos e Sousa;
- Mário Varela Gomes;
- José d' Encarnação;
- Guilherme de Oliveira Martins;
- José Carlos Vilhena Mesquita;
- Luís Reis Torgal;
- Francisco Lameira;
- Marco Sousa Santos;
- Pedro Gomes Barbosa.

Lembra-se ainda que os artigos publicados se encontram disponíveis online para consulta dos potenciais interessados AQUI, os vários números já disponíveis podem ser descarregados AQUI, além disso, para os investigadores, também é possível consultar o catálogo do Arquivo Municipal de Loulé (um dos arquivos com informação organizada e disponível aos investigadores) que pode ser consultado AQUI.

Com os votos do maior sucesso para a iniciativa e longa existência para a publicação.

A.A.B.M.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

AL-ULYA Nº17

No próximo sábado, dia 8 de Julho de 2017, no Arquivo Municipal de Loulé, pelas 17 horas, vai ser apresentado o novo número da revista Al-Ulya.

Pode ler-se na nota de divulgação da apresentação:

O presente número da revista é dedicado a uma Tese de Mestrado que tem como objecto de estudo dois palacetes pertencentes à aristocracia louletana; o Gama Lobo e o de Azevedo e Silva, que foram construídos na segunda metade e finais do século XVIII.
A autora é a arquitecta Suzinda Neves, que teve como orientador o Prof. Doutor José Horta Correia.

São convidados para apresentar a revista os professores:
José Horta Correia
Francisco Ildefonso Lameira.

Uma excelente iniciativa que se divulga junto de todos os potenciais interessados.

A.A.B.M.

terça-feira, 16 de maio de 2017

PROMONTÓRIA MONOGRÁFICA. HISTÓRIA DO ALGARVE. Nº3



DATA: 17 de Maio de 2017 (quarta-feira)
HORA: 18.30h
LOCAL: Biblioteca Municipal de Loulé Sophia de Mello Breyner Andresen
APRESENTADOR CONVIDADO: Idálio Revez

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:


A “Promontoria Monográfica História do Algarve” é uma iniciativa editorial da FCHS da Universidade do Algarve, tendo acabado de sair a público o número 3 desta série. É dedicado ao tema “História das Culturas de Escrita: da Idade do Ferro à Era Digital”. Com este número, pretende-se contribuir para a reflexão em torno da evolução das diferentes formas gráficas, enquadradas pelos seus contextos históricos e sociológicos de produção, circulação e uso, numa perspetiva capaz de conciliar tanto as especificidades quanto as continuidades entre as várias expressões e funções da escrita.

Apontamentos para a História das Culturas de Escrita: da Idade do Ferro à Era Digital é dedicado à memória do bispo do Algarve D. Francisco Gomes do Avelar (1789-1816), como tributo ao patrocínio que prestou à expansão social da escrita impressa na região, e inicia as celebrações dos 530 anos de livro impresso em Portugal: Pentateuco, 1487-2017.
Entrada livre

Mais informações detalhadas sobre este volume da revista podem ser obtidos na notícia que em tempos deixamos AQUI.

Com os votos de muito sucesso para mais esta iniciativa.

A.A.B.M.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

FESTIVAL LITERÁRIO INTERNACIONAL DE QUERENÇA


Realiza-se nos próximos dias 12, 13 e 14 de Maio de 2017, a II edição do Festival Literário Internacional de Querença (Loulé), centralizado nas instalações da Fundação Manuel Viegas Guerreiro, mas com actividades espalhadas pela aldeia. A presente edição serve também para homenagear a professora e conhecida ensaísta pessoana Teresa Rita Lopes.

O Festival Literário Internacional de Querença (FLIQ), convidou o director de informação da RTP, Paulo Dentinho, como moderador numa das sessões.

Para conduzir o tema “Literatura e Sociedade: Pontes de Solidariedade” contará com António Branco, reitor da Universidade do Algarve, para abrir as conferências.

O conjunto dos moderadores pode ser consultado AQUI.

Nos dias 12, 13 e 14 de Maio, o programa inclui nomes sonantes da literatura, como Teresa Rita Lopes. No sábado, o FLIQ homenageia a escritora algarvia e professora universitária, referência internacional no estudo da obra de Fernando Pessoa. O dia 13, dedicado à autora, contará com intervenções de Catherine Dumas, Manuel Moya, João Luiz, Carlos Brito, entre outros.

O conjunto dos intervenientes e dos conferencistas pode ser consultado AQUI.

José Fanha e Fernando Esteves Pinto também estarão presentes trazendo duas colectâneas de sua autoria que, em comum, têm os mais recentes fluxos migratórios. Reúnem textos de outros escritores, tais como Afonso Cruz, Miguel Real e Cristina Carvalho.
O programa musical pode ser consultado AQUI.

O FLIQ reunirá também a fotógrafa Telma Veríssimo; do teatro: Luísa Monteiro e Paulo Moreira (da ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve), o grupo Ao Luar Teatro; e os músicos Francisco Fanhais, Moçoilas e Afonso Dias, que protagonizará uma noite de tertúlia literária (sábado).

Patrícia de Jesus Palma, da comissão organizadora, lembra que este é um Festival para todos. “E é, sobretudo, um bom momento para celebrar as relações humanas que se criam a partir da(s) leitura(s), aconteçam por necessidade ou por prazer.” – conclui.

O evento contará com uma Feira do Livro, leituras, documentários, exposições, performances teatrais e musicais, actividades para o público infanto-juvenil e gastronomia serrana, em que o destaque vai para um jantar típico “Manuel Viegas Guerreiro” com várias iguarias locais, na 6ª feira, disponível mediante pré-inscrição.

Saliente-se que o FLIQ tem o apoio da Direcção Regional de Cultura do Algarve, Câmara Municipal de Loulé, União de Freguesias de Querença, Tôr e Benafim, Programa Algarve 365 e Ombria Resort. Tem a Antena 1 como media partner e a entrada é livre, pelo que para saber mais visite o site da Fundação Manuel Viegas Guerreiro e a página do Festival no Facebook.

O programa pode ser consultado abaixo (Clicar na imagem para aumentar):

Para os potenciais interessados em participar no jantar devem inscrever-se previamente e o comprovativo de pagamento serve de prova.
As informações detalhadas e toda a logística do festival podem ser consultadas no site da Fundação Manuel Viegas Guerreiro.

Com os votos do maior sucesso para esta excelente iniciativa que merece a melhor divulgação e a visita dos que se interessam pelos temas em debate.

A.A.B.M.

sábado, 22 de abril de 2017

A REVOLUÇÃO NO ALGARVE E O ALGARVE NA REVOLUÇÃO: O CASO DE LOULÉ - CONFERÊNCIA


CONFERÊNCIAA Revolução no Algarve e o Algarve na Revolução: o caso de Loulé;

DIA: 22 de Abril de 2017 (15,00 horas);
LOCAL: Arquivo Municipal de Loulé;

ORADOR: Doutora Maria João Raminhos Duarte;

Pequena nota biográfica da oradora:
Maria João Raminhos Duarte é doutorada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É docente na Escola E.B. 2,3 Eng. Nuno Mergulhão e professora auxiliar no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. 
É investigadora associada do Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais, Doutorada integrada do Instituto de História Contemporânea/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho. 

É autora de uma vasta produção científica sobre os industriais conserveiros, o movimento operário corticeiro e conserveiro, a instituição do Estado Novo, a oposição ao Estado Novo, os movimentos femininos, a educação e assistência, a implantação do regime democrático, além de inúmeros e relevantes contributos biográficos de História Contemporânea algarvia.

ORGANIZAÇÃOArquivo Municipal de Loulé.


Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
Para esta conferência tomou-se como objecto de estudo e de análise a Revolução de 25 de Abril no Algarve e as movimentações militares nesta província, sendo identificados os protagonistas, as resistências e as reacções dos militares, bem como os seus efeitos na sociedade algarvia nos dias agitados que se seguiram ao golpe militar e ao processo imediato que conduziu à instituição do regime democrático a sul.

Procurou-se responder a algumas questões básicas: Como se integrou o Algarve nos preparativos revolucionários? Qual a importância do seu contributo? Que personalidades tomaram parte directa ou indirectamente parte na revolta militar? Quem emergiu e quem tomou posição, manifestando-se (ou não) pró ou contra a revolução? Qual a atitude das forças da manutenção da ordem pública no Algarve perante o desenvolvimento da revolução? Quais as motivações que levaram muitos a intervir na vida política? E quais as expectativas que se colocavam na revolução para resolver os problemas do Algarve na época?

Também se identificou o contributo dos algarvios na preparação e concretização do golpe militar, pois não foi despiciendo e, em alguns casos, até foi decisivo. 

E, em Loulé, como foram vividos estes momentos? 
A História da implantação do regime democrático ainda está por fazer, pois o país distante da capital ainda não foi abrangido pela historiografia contemporânea. 

Aprofundar o conhecimento sobre o 25 de Abril vai para além da História. É, de certa forma, promover um desígnio nacional que faz cumprir a Democracia. 

É essa a intenção maior desta conferência.

A não perder e com os votos do maior sucesso para a iniciativa.

A.A.B.M.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

CONFERÊNCIA – A REVOLUÇÃO NO ALGARVE E O ALGARVE NA REVOLUÇÃO: O CASO DE LOULÉ



ORADORA: Maria João Raminhos Duarte;

DIA: 22 de Abril de 2017 (15,00 horas);
LOCAL: Arquivo Municipal de Loulé (Rua Dr. Cândido Guerreiro, Loulé);

Para esta conferência tomou-se como objecto de estudo e de análise a Revolução de 25 de Abril no Algarve e as movimentações militares nesta província, sendo identificados os protagonistas, as resistências e as reacções dos militares, bem como os seus efeitos na sociedade algarvia nos dias agitados que se seguiram ao golpe militar e ao processo imediato que conduziu à instituição do regime democrático a sul.

Procurou-se responder a algumas questões básicas: Como se integrou o Algarve nos preparativos revolucionários? Qual a importância do seu contributo? Que personalidades tomaram parte directa ou indirectamente parte na revolta militar? Quem emergiu e quem tomou posição, manifestando-se (ou não) pró ou contra a revolução? Qual a atitude das forças da manutenção da ordem pública no Algarve perante o desenvolvimento da revolução? Quais as motivações que levaram muitos a intervir na vida política? E quais as expectativas que se colocavam na revolução para resolver os problemas do Algarve na época?

Também se identificou o contributo dos algarvios na preparação e concretização do golpe militar, pois não foi despiciendo e, em alguns casos, até foi decisivo. E, em Loulé, como foram vividos estes momentos? 

A História da implantação do regime democrático ainda está por fazer, pois o país distante da capital ainda não foi abrangido pela historiografia contemporânea. 

Aprofundar o conhecimento sobre o 25 de Abril vai para além da História. É, de certa forma, promover um desígnio nacional que faz cumprir a Democracia.
É essa a intenção maior desta conferência
 [AQUI]


NOTA: “Maria João Raminhos Duarte é doutorada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É docente na Escola E.B. 2,3 Eng. Nuno Mergulhão e professora auxiliar no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. É investigadora associada do Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais, Doutorada integrada do Instituto de História Contemporânea/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho. É autora de uma vasta produção científica sobre os industriais conserveiros, o movimento operário corticeiro e conserveiro, a instituição do Estado Novo, a oposição ao Estado Novo, os movimentos femininos, a educação e assistência, a implantação do regime democrático, além de inúmeros e relevantes contributos biográficos de História Contemporânea algarvia” [AQUI]
J.M.M.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

LOULÉ E A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL: CONFERÊNCIA


Realiza-se no próximo sábado, 18 de Fevereiro de 2017, pelas 15 horas, no Arquivo Municipal de Loulé, uma conferência sobre Loulé e a Primeira Guerra Mundial inserida no ciclo de conferências regulares subordinadas ao tema "O Documento que se segue".

A conferencista convidada é a Doutora Ana Paula Pires.

Uma excelente iniciativa do Arquivo Municipal de Loulé, assinalando o Centenário da I Grande Guerra e a participação dos louletanos em todo o processo.
Num rápido levantamento realizado encontram-se referências a mais de uma centena e meia de combatentes com particular destaque para Pedro de Freitas, que nos deixou um relato memorialístico da sua participação nos acontecimentos. Também Manuel António do Olival, Joaquim Espadinha Corpas, Francisco José de Barros, Joaquim de Brito Vinhas Júnior, José Francisco Barros, Joaquim dos Santos Correia, entre muitos outros

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:

A 4 de Agosto de 1914 a notícia da declaração de Guerra da Inglaterra à Alemanha, chegou a Portugal envolta em tristeza e consternação. A posição geo-estratégica dos territórios portugueses em África, aliada à dimensão periférica, económica e financeiramente débil da República, obrigou o poder político a acompanhar, logo após o assassínio de Sarajevo, de forma atenta a evolução da situação internacional. Na verdade, a eclosão de uma guerra na Europa implicaria, desde logo, que se equacionasse o reforço das guarnições militares em Angola e Moçambique.

Em Setembro de 1914 partiram para África as primeiras tropas portuguesas. Três anos mais tarde, a 26 de Janeiro de 1917, na sequência da declaração de guerra da Alemanha a Portugal, a 9 de Março do ano anterior, partiu para França o primeiro contingente do Corpo Expedicionário Português (CEP). Esta intervenção procurará analisar, criticamente, os objectivos, as consequências e os legados da Participação de Portugal na Grande Guerra em Loulé, sublinhando a importância da “frente interna” como suporte à campanha militar, novidade introduzida, de resto, pelo conflito mundial.   

Ana Paula Pires é doutorada em História, especialidade História Económica e Social Contemporânea, pela Universidade Nova de Lisboa. Realiza actualmente um pós-doutoramento na Universidade de Stanford e na Universidade Nova de Lisboa.
É membro da direcção do Instituto de História Contemporânea da FCSH-UNL e coordenadora do grupo “Economia, Sociedade, Património e Inovação” da mesma instituição.
Autora de diversos livros e artigos científicos é co-fundadora da International Network for the Study of the Great War in Africa e é editora de 1914-1918 online, International Encyclopedia of the First World War, projecto coordenado pela Universidade Livre de Berlim.

Com os votos do maior sucesso e participação nesta iniciativa de tanto interesse.
Para acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

JOSÉ MENDES CABEÇADAS JÚNIOR: UM PERCURSO EM DEFESA DA REPÚBLICA (NOS 90 ANOS DO 28 DE MAIO DE 1926): CONFERÊNCIA


No âmbito do ciclo de conferências "O Documento que se segue", promovido pelo Arquivo Municipal de Loulé, vai realizar-se no próximo sábado, 28 de maio de 2016, uma conferência que evoca o 90º aniversário do 28 de Maio de 1926 e a personalidade de José Mendes Cabeçadas Júnior.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
28 de maio, no dia em que passam 90 anos sobre a revolução militar que pôs fim à I República (28 de maio de 1926), Elsa Santos Alípio assinala a efeméride, evocando um dos protagonistas desse acontecimento, o louletano José Mendes Cabeçadas Júnior (1883-1965), numa conferência que decorre no Arquivo Municipal de Loulé, pelas 15h00.

A conferencista é Elsa Santos Alípio.

Breve nota curricular da conferencista:
Elsa Santos Alípio nasceu em Lisboa, em 1971. Licenciada em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1994), foi nessa mesma instituição que obteve o grau de mestre em História Contemporânea (2001). Com um percurso dedicado à História Contemporânea iniciado no final da década de 90, participou em vários programas de investigação, nomeadamente no projecto Portugal e a Integração Europeia – Uma Perspectiva Histórica. Colaboradora, entre outras iniciativas editoriais, na Mediateca do séc. XX, no coleccionável Século XX – Homens, Mulheres e Factos que Mudaram a História e na Nova História Militar de Portugal, fez parte da equipa de produção científica do Observatório das Ciências e das Tecnologias. Integra, desde 2003, o serviço de investigação do Museu da Presidência da República, tendo vindo, desde então, a debruçar-se sobre a história do presidencialismo português, sendo autora de vários estudos sobre a temática, designadamente de uma fotobiografia sobre o vice-almirante José Mendes Cabeçadas Júnior.

Publicou:
Nuno Severiano Teixeira (Preface), Salazar e a Europa : história da adesão à EFTA, 1956-1960,  Livros Horizonte, Lisboa, 2006.

quinta-feira, 3 de março de 2016

LOULÉ INAUGUROU A LUZ ELÉTRICA HÁ 100 ANOS: CONFERÊNCIA

No próximo sábado, 5 de Março de 2016, assinala-se o centenário da inauguração da instalação da electricidade no concelho de Loulé, durante o mandato como presidente da Câmara Municipal de Loulé de Cândido Guerreiro. Rememorando esta efeméride o Museu Municipal de Loulé vai levar a efeito uma conferência para evocar a importância do acontecimento na época.

Título da conferência: Loulé inaugurou a Luz Elétrica há 100 anos

Conferencista: João Figueira

Local: Museu Municipal de Loulé


Entrada Livre

Data: 5 de Março de 2016

Horário: 16.00 h

Breve Nota curricular do conferencista:

Nome: João José Monteiro Figueira
Formação Académica
Licenciado em «História da Arte», pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Mestre em «História Económica e Social Contemporânea», pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Doutorado em «Estruturas Sociais da Economia e História Económica», na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.
  
Áreas de investigação
Investigador na área da história económica, com particular ênfase no sector eléctrico português.
Recentemente tem também desenvolvido alguns trabalhos sobre história da educação e sobre a participação de Portugal na Grande Guerra.

Publicações 
2012 - O Estado na electrificação portuguesa: Da Lei de Electrificação do País à EDP (1945-1976). Dissertação de Doutoramento em «Estruturas Sociais da Economia e História Económica/ Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal).
2010 - "A electrificação da rede: as grandes opções", in O Caminho-de-Ferro em Portugal 1910 - 2010, Lisboa, CP - Comboios de Portugal / REFER - Rede Ferroviária Nacional, pp. 49-57 .
2005 - "As actividades económicas em A Comarca de Arganil", in A Comarca de Arganil - 100 anos de um jornal (Coordenação de Regina Anacleto), Arganil, A Comarca de Arganil, pp. 181-205 .
2004 - "A Empresa Hidro-Eléctrica de Arganil ( 1927-1978) e a electrificação dos concelhos de Arganil, Tábua e Oliveira do Hospital", Lisboa, EDP - Museu da Electricidade;
2001 - A electrificação do centro de Portugal no século XX, s. l., EDP - Distribuição, (em co-autoria com Jaime Alberto do Couto Ferreira).

Com os nossos votos do maior sucesso para esta iniciativa.

A.A.B.M.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O GABINETE DE LEITURA DE LOULÉ: SOCIABILIDADE INTELECTUAL E «LEITURA PUBLICA» - CONFERÊNCIA NO ARQUIVO MUNICIPAL DE LOULÉ


No próximo sábado, realiza-se no Arquivo Municipal de Loulé, uma iniciativa a todos os títulos louvável.

Título da conferênciaO Gabinete de Leitura de Loulé: Sociabilidade intelectual  e «leitura pública»

ConferencistaPatrícia de Jesus Palma

Local: Arquivo Municipal de Loulé


Entrada Livre


Data: 20 de Fevereiro de 2016

Horário: 15.00 h


Nota curricular sobre a conferencista:

Patrícia de Jesus Palma é investigadora do CHAM – Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar da FCSH-Universidade Nova de Lisboa, tendo terminado recentemente o doutoramento em Estudos Portugueses, especialidade de História do Livro e Crítica Textual (aguarda defesa pública), que mereceu o apoio da FCT. O seu projecto analisa a expansão geográfica e social da cultura literária impressa, entre meados do século XVIII e o início do século XX, tendo como estudo de caso o Algarve (1759-1910). 

Sobre o tema, tem publicado artigos com resultados parciais da investigação, participado em diversos encontros científicos nacionais e internacionais e tem promovido actividades de divulgação cultural.
Entre a sua produção científica, contam-se:

2015 – «Uma biblioteca e um seminário: a acção reformadora de D. José Maria de Melo no Algarve». INVENIRE: Revista de Bens Culturais da Igreja. Lisboa: Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja, n.º 10, Jan-Jun., p. 39-42. 

2014 – «The Brazilian Book Market in Portugal in the Second Half of the Nineteenth Century and the Paradigm Change in Luso-Brazilian Cultural relations.» In SILVA, Ana Cláudia Suriani da e VASCONCELOS, Sandra Guardini (eds.) – Books and Periodicals in Brazil 1768-1930: a Transatlantic Perspective. Studies in Hispanic and Lusophone Cultures, 9, London: Modern Humanities Research Association and Maney Publishing / Legenda, p. 215-229. 

2013 – «Novos dados para a história do Futurismo em Portugal». In LOPES, Teresa Rita, org. – Modernista: Antologia de artigos da revista Modernista, com colaboração de Ana Rita Palmeirim e Maria João Serrado. Lisboa: IEMO – Grupo Interdisciplinar de Estudos Pessoanos e Modernistas do Centro de História da Cultura da FCSH-UNL, p. 113-126. ISSN 2182-1488.

2013 – «Restauração e imprensa no Algarve (1808-1811): um impressor, a independência de duas nações». Promontoria: Revista de História, Arqueologia e Património da Universidade do Algarve. Faro: Centro de Estudos de Património e História do Algarve – Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve, n.º 10, p. 231-255. ISSN 1645-8052.

2013 – «Poder, território e ciência: a instituição militar em Tavira». In Memória e Futuro: Património, Coleções e a Construção de um Museu para Tavira. Catálogo. Tavira: Câmara Municipal / Palácio da Galeria, 2013. ISBN 978-972-8705-49-7.

2011 – «Tipografia Cácima: a propósito dos Cadernos e fascículos que aí se imprimiram». Cultura: Revista de História e Teoria das Ideias. Lisboa: Centro de História da Cultura, n.º 28, p. 125-142. ISSN 0870-4546. Acessível em http://cultura.revues.org/203


Uma iniciativa que se saúda e que não podemos deixar de divulgar junto dos potenciais interessados no tema na cidade de Loulé.
 
Com os votos do maior sucesso para o evento.
A.A.B.M. 

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

OFICINA: ALGARVE E ALGARVIOS NA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA

Uma excelente iniciativa do Ateneu Comercial e Industrial de Loulé para os dias 26 e 27 de Novembro de 2015, sobre o papel do Algarve e dos algarvios na Implantação da República.

Um encontro formativo sob a forma de oficina dinamizada por Luís Guerreiro, um apaixonado pela história local e regional, com muitas conferências e textos na imprensa regional. Desta vez num modelo de formação mais alargada.

Sendo que qualquer pessoa pode participar embora deva fazer a sua inscrição através dos seguintes contactos: luisa.martins@cm-loule.pt . Tm : 926817053.

Entrada Livre.

Uma sessão que se saúda com os votos do maior sucesso e se divulga junto de todos os interessados.

A.A.B.M.

terça-feira, 12 de maio de 2015

ANTÓNIO ALEIXO UM LIVRE PENSADOR: COM LUÍS GUERREIRO - TERTÚLIA EM LOULÉ


 
TERTÚLIAAntónio Aleixo um livre pensador

DATA13 de Maio 2015 (19 horas);
LOCAL: Café Calcinha [Loulé];
ORGANIZAÇÃO: Fundação António Aleixo

ORADOR: Eng. Luís Guerreiro

Pode ler-se na nota de divulgação:

Em Junho de 1922 António Aleixo adquire o estatuto de sócio da Associação do Registo Civil e do Livre Pensamento.
Este facto até hoje desconhecido da generalidade dos seus biógrafos leva-nos a questionar porque é que o Poeta ocultou esta realidade aos seus amigos mais próximos e em particular ao seu “secretário” Professor Joaquim Magalhães e que tipo de associação é que falamos. Serão estas as questões centrais a abordar na Conferência de amanhã, Quarta - feira, 13 de Maio pelas 19 horas, no Café Calcinha - Loulé, numa iniciativa da Fundação António Aleixo.

Com os nossos votos de muito sucesso para esta iniciativa da Fundação António Aleixo, com o nosso particular amigo Luís Guerreiro.

A.A.B.M.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O CORPO EXPEDICIONÁRIO PORTUGUÊS (CEP) NA 1ª GRANDE GUERRA: HEROÍSMO E SACRIFÍCIO: CONFERÊNCIA

 
Realiza-se hoje, 30 de Outubro de 2014, pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal de Loulé, uma nova conferência dedicada ao tema da Grande Guerra.

O conferencista é o Almirante José Mendes Cabeçadas e vai apresentar as suas ideias sobre "O Corpo Expedicionário Português (CEP) na I Grande Guerra: Heroísmo e Sacrifício".

Uma iniciativa que se saúda e se divulga para chegar a mais potenciais interessados no tema.

Com os votos do maior sucesso.

A.A.B.M.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A GRANDE GUERRA VISTA POR UM LOULETANO: RECORDAÇÕES DE PEDRO DE FREITAS - CONFERÊNCIA

No âmbito das múltiplas evocações que têm vindo a ter lugar pelo País, a propósito do Centenário da 1ª Guerra Mundial, realiza-se em Loulé, na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen, na próxima quinta-feira, dia 23 de Outubro de 2014, uma conferência sobre o tema em apreço.

O evento terá lugar pelas 18 horas e terá por conferencista o investigador de História Local, o eng. Luís Guerreiro. Apaixonado pela História Local e bibliófilo algarvio, colaborador na imprensa regional e excelente conhecedor da realidade local. Neste caso, vai abordar a forma como Pedro de Freitas, combatente na Grande Guerra, viu os acontecimentos e os narrou nas obras que dedicou ao tema.

Sobre Pedro de Freitas, militar, musicógrafo e escritor recomenda-se a leitura da tese de Susana de Brito Barrote disponível AQUI ou AQUI.

Com os votos de muito sucesso para mais esta iniciativa.

A.A.B.M.

quarta-feira, 26 de março de 2014

CONFERÊNCIA – “COMO ROMPER? AS ENDROMINAÇÕES DA IDEOLOGIA DOMINANTE”


 

ORADOR: José Barata Moura;

DIA: 27 de Março 2014 (21,00 horas);
LOCAL: Salão Nobre da Câmara Municipal de Loulé [Loulé];
ORGANIZAÇÃO: C. M. de Loulé [Ciclo “Antes e Depois para Amanhã”]


Este orador traz a esta iniciativa o tema «Como romper? As endrominações da ideologia dominante», onde irá abordar o mundo atual, a corrente ideológica que domina e o impacto na crise. A conferência tem entrada livre." [ler AQUI]
 
J.M.M.

terça-feira, 11 de março de 2014

COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL EM LOULÉ

Realizam-se no Cine-Teatro Louletano, no próximo sábado, 15 de Março de 2014, as cerimónias que iniciam as comemorações dos 40 anos do 25 de Abril.

Pelas 20.45 horas, três dos militares que participaram há quarenta anos na revolta contra o Estado Novo, vão dar o seu testemunho sobre os acontecimentos, sobre as preparações e o papel que desempenharam no processo conspirativo, na revolução e no pós-revolução. São eles: Otelo Saraiva de Carvalho, Vasco Lourenço e Martins Guerreiro.

Para moderar as intervenções estará presente o Reitor da Universidade do Algarve, António Branco.

Uma iniciativa que se saúda e se divulga a todos os interessados.

A.A.B.M.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

ARISTIDES DE SOUSA MENDES, ALBERTO DA VEIGA SIMÕES E CÂNDIDO GUERREIRO

No espólio de Cândido Guerreiro, cuja nota biográfica já AQUI deixamos há algum tempo, têm sido disponibilizadas algumas imagens  e documentos pouco conhecida de algumas figuras de relevo da nossa história no século XX. Mostrando o contacto que mantiveram com o poeta do Algarve (Alte-Loulé), alguns com correspondência interessante ao longo do tempo, outros de forma pontual.

Dos vários documentos digitalizados, destacamos duas fotografias, que apresentamos de seguida:
Aristides de Sousa Mendes (N:19-07-1885-F: 3-04-1954) e o seu irmão César de Sousa Mendes (F: 18-07-1885- F: 1955)

e Alberto da Veiga Simões (N:16-12-1888-F:1-12-1954)


Esta documentação e outra que tem vindo a ser disponibilizada prende-se com o lançamento, no próximo dia 3 de Dezembro de 2013, das obras completas de Francisco Xavier Cândido Guerreiro, em Loulé.

Um evento a acompanhar com toda a atenção e interesse.
A.A.B.M.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A CONSAGRAÇÃO NACIONAL DE DUARTE PACHECO. A CONSTRUÇÃO DO MONUMENTO DE LOULÉ

Amanhã, 16 de Novembro de 2013, pelas 15 horas, no Arquivo Municipal de Loulé vai ser apresentado o número 8, da série Cadernos do Arquivo, integralmente dedicado ao monumento que existe em Loulé dedicado ao Eng. Duarte Pacheco. A estátua, como habitualmente se lhe referem os louletanos.

A investigação esteve a cargo de Jorge Palma, que foi descobrir a documentação existente sobre a construção do monumento e sobre a vinda de Salazar a Loulé, em 16 de Novembro de 1953, para proceder à inauguração do monumento a Duarte Pacheco.

Recorde-se que Duarte Pacheco nasceu em Loulé em 1900 e foi um dos homens mais influentes e poderosos no processo de fortalecimento do Estado Novo. Tendo sido formado em Lisboa, em Engenharia Electrotécnica, foi professor do Instituto Superior Técnico e director da referida instituição ainda muito jovem. Foi ainda Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Ministro da Educação e das Obras Públicas. O seu dinamismo, empenho e força foram determinantes no desenvolvimento que imprimiu ao País, realizando um conjunto de infraestruturas que ainda hoje persistem e mostram a sua validade. Acabou por falecer, de forma inesperada, vítima de um acidente de viação, quanto contava somente 43 anos e de deslocava para uma reunião do Conselho de Ministros em Lisboa, em 16 de Novembro de 1943, na estrada que liga Vendas Novas a Montemor-o-Novo.

Abaixo segue o índice do trabalho:

Introdução

1. O monumento e a escultura pública – abordagem

1.1. Definição

1.2. O monumento em Portugal até ao termo do Estado Novo

1.3. O monumento como forma de comemoração

1.4. O monumento no Algarve até ao termo do Estado Novo

2. Duarte Pacheco – esboço biográfico

2.1. Obras no Algarve

3. O monumento a Duarte Pacheco

3.1. O surgimento da ideia

3.2. A elaboração do projeto

3.3. A construção

3.4. Caracterização arquitetónica e enquadramento urbanístico do monumento

3.5. Os preparativos da inauguração

3.6. O ato inaugural

3.7. O balanço da iniciativa

Considerações finais

Fontes e bibliografia

Anexos


Uma sessão a não perder e que recomendamos a todos os nossos ledores.

A.A.B.M.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

MANUEL VIEGAS GUERREIRO E O SEU LEGADO PATRIMONIAL: CONFERÊNCIA

Realiza-se hoje, dia 26 de Julho, pelas 21.30 h, em Querença, concelho de Loulé, um Jantar, seguido de debate organizado pela Fundação Manuel Viegas Guerreiro, no âmbito das comemorações do Centenário do Nascimento do Professor que dá o seu nome à fundação.

O convidado para conversar sobre Manuel Viegas Guerreiro é o Prof. Guilherme de Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas e do Centro Nacional de Cultura, figura respeitada do panorama cultural português e, também ele, com ligações familiares ao Algarve.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
"Estes Jantares/Debate inserem-se nas comemorações do centenário do nascimento do Professor Manuel Viegas Guerreiro. São subordinados ao tema « Viegas Guerreiro e o seu legado patrimonial» , onde uma personalidade de grande prestígio e notoriedade nacional será convidada a proferir uma Conferência e a dinamizar o debate."
(Via Luís Guerreiro Facebook)

Com os nossos votos do maior sucesso para esta sessão.
A.A.B.M.