Mostrar mensagens com a etiqueta Magalhaes Lima. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Magalhaes Lima. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

SEBASTIÃO MAGALHÃES LIMA - O SEU TESTAMENTO

 
 
 
 
 
in Boletim Oficial do Grande Oriente Lusitano Unido
Supremo Conselho da Maçonaria Portuguesa,
Suplemento ao nº 12, 31 de Dezembro de 1928
 
J.M.M.

terça-feira, 30 de junho de 2015

LA REPUBLIQUE PORTUGAISE

Encontra-se disponível para consulta uma publicação sobre Portugal nos meses imediatos à implantação da República, intitulada La République Portugaise, somente com um número disponível, datado de 13 de Maio de 1911.

Esta publicação semanal foi dirigida por Xavier de Carvalho (ver nota biográfica deste autor AQUI). Era publicação ilustrada, com quatro páginas, com o texto organizado em seis colunas, escrita em francês. Conta com colaborações de Camille Fróes, Marc Gaudos, A. de Lacerda e um extenso artigo sobre Antero de Quental, da autoria de Virgile Rossel, e algumas notas sobre Viriato, Camões. Além disso fornece informações sobre João Chagas, sobre a Lei de Separação do Estado e da Igreja, de Sebastião de Magalhães Lima  na União Colonial Portuguesa, Afonso Costa (ilustrado com fotografia), de  o vice-cônsul de  Portugal em Rouen (Henry Turpin), de Manuel Teixeira Gomes como novo embaixador em Inglaterra e informa quem seriam os correspondentes do jornal em diferentes localidade de Portugal e do estrangeiro. Depois aborda questões como a participação de Portugal nas festas do milénio na Normandia, do vigésimo aniversário da morte de José Elias Garcia, os estudantes portugueses em Paris e as comemorações do 1º de Maio em Lisboa.

A publicação em epígrafe pode ser consultada na Gallica AQUI.

Vale a pena a visita e a leitura desta publicação.

A.A.B.M.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

SOBRE A INAUGURAÇÃO DO MONUMENTO AO MARQUÊS DE POMBAL – PARTE III


FOTO: grupo de “admiradores da obra” de Sebastião José de Carvalho e Melo [1699-1782], na inauguração do monumento ao “divino” Marquês de Pombal [in Arquivo Nacional, nº 123, 18 de Maio de 1934]:

“Da esquerda para direita: Dr. Ramiro Reis e Sousa, general Norton de Matos, dr. Álvaro Costa, general Estêvão Águas, dr. Maurício Costa, capitão de mar e guerra Mário Costa, dr. Ramon de La Feria, tenente-coronel Veiga e Sousa, capitão José Bernardo Ferreira e tenente-coronel Pires de Carvalho” [ibidem]

No dia 13 de Maio de 1926 “foi solenemente inaugurado a primeira pedra do corpo do monumento, presidindo ao acto o Presidente da República, dr. Bernardino Machado” [Almanaque Humanidade, ibidem]. O Grémio Liberdade lança, nesse mesmo dia, um folheto de homenagem ao Marquês na inauguração da primeira pedra da base do seu monumento: “… É a primeira prestação que se paga dessa divida em aberto para com o intemerato Reformador e que um grupo de homens, tomando sobre os seus ombros, como que um mandato imperativo de todos os patriotas portugueses, pretendem saldar, acabando de vez com esta autêntica ingratidão pela memória de tão insigne estadista” [Grémio Liberdade].

Com o falecimento do escultor Francisco dos Santos, a 27 [ou 29?] de Abril de 1930, os trabalhos que lhe pertenciam ficaram a cargo dos escultores José Simões de Almeida (sobrinho) e de Leopoldo Neves de Almeida.

A 10 de Maio de 1933 realizou-se uma romagem ao túmulo do Marquês de Pombal, promovida pela Comissão Executiva do Monumento, estando presentes, além dos membros da comissão (Oliveira Simões, Estêvão da Silva, Custodio José Vieira e José Pedro Moreira), um grupo de cidadãos, entre os quais se regista a presença de Simões Raposo, Adães Bermudes, Daniel Rodrigues [in D.N, 11 de Maio 1933].

A configuração da praça, de forma estrelada, data desse ano, mas a estátua só é erguida a 2 de Dezembro de 1933 e depois inaugurada por Duarte Pacheco a 13 de Maio de 1934, sem a presença de Salazar e o general Carmona, mas com a presença de enorme multidão e sob fortes medidas de segurança por parte da polícia e da GNR.

Pelas 14 horas [cf. Ilustração Portuguesa, nº 202, 16 de Maio 1934] desse dia 13 de Maio de 1934, aniversário da morte do Marquês de Pombal, o general Norton de Matos [na altura Grão-mestre do GOL] “depõe um ramo de flores, com fitas das cores nacionais, no pedestal do monumento”, a que se seguiu idêntica cerimónia da parte de representantes da Escola Oficina, nº1, Cantina Escolar de S. Miguel, Centro Escolar Democrático de Campo de Ourique, Grémio Popular, Grémio Escolar Republicano de Alcântara, Grémio Escolar Republicano Tomaz Cabreira, Asilo de São João [representado pelo seu director, Libânio Santos Jorge], operários da C. M. de Lisboa, etc…  

Por fim, na cerimónia oficial usaram da palavra [cf. Duarte Rodrigues, ibidem, p. 279] o general Vieira da Rocha e o tenente-coronel Linhares de Lima, como representante da comissão administrativa do município [diga-se que os publicistas monárquicos e reaccionários reclamaram do apoio financeiro prestado ao evento pelo então governo de Salazar, e, como sempre, a figura quixotesco de Fernando de Sousa (Nemo), do jornal A Voz, encabeçou a lista do opinioso protestatório]. Marcaram presença [cf. Diário de Lisboa, 13 Maio de 1934], António Maria da Silva, Pereira Bastos, Sá Cardoso, Manuel Maria Coelho, Correia Barreto, entre muitos outros. 
 
 

A 13 de Maio de 1934, um ano antes da proibição da Maçonaria, teve lugar a inauguração do monumento ao marquês de Pombal. Foi a última grande manifestação pública onde Maçonaria se fez sentir em força. Ao acto assistiram milhares de pessoas, bem como entidades oficiais, civis e militares, e também numerosas figuras identificadas com a Maçonaria a começar pelo Grão-Mestre, Norton de Matos, e Grão Mestre Adjunto, coronel Oliveira Simões, que sempre esteve ligada ao projecto. Os grandes animadores foram Magalhães Lima e José Pinheiro de Melo. A Comissão organizadora era constituída maioritariamente por maçons: generais Vieira da Rocha e Estêvão Águas, o coronel Oliveira Simões, José Bernardo Ferreira, Veiga e Sousa, Alexandre Ferreira, Germano Martins e Daniel Rodrigues. Outros marcaram presença, como António Maria da Silva, Roman Navarro, Manuel Maria Coelho, Correia Barreto e o general Sá Cardoso” [via AntónioVentura Facebook - sublinhados nossos]

J.M.M.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

REVOLUÇÃO DE 1820 – HERÓIS QUE FUNDARAM O SINÉDRIO


HERÓIS QUE FUNDARAM O CÉLEBRE SINÉDRIO … José da Silva Carvalho, Manuel Fernandes Tomás, José Ferreira Borges

A celebração do centenário da Revolução de 1820 constitui uma divida nacional. Impunha-se como um dever a todos os liberais. Dominava o país uma opressão traiçoeira; esmagava-o ai intervenção férrea do estrangeiro. Foi nestas circunstâncias que apareceram os patriotas de 20, como libertadores e como precursores. Clamaram-lhes e chamam-lhes ainda hoje ingénuos. Ingénuos, sim, para os que são incapazes de avaliar o espírito de sacrifico. E é esse espírito, que torna o homem cidadão e apostolo, o que mais e melhor caracteriza os heróis daquela revolução, digamo-lo sem favor.

Foi admirável a obra legislativa dos revolucionários de 20. Modificada, poderia ter sido aproveitada com vantagem pela nossa República, em vez do pandemónio das leis que nem se compreendem nem se cumprem.

Uma revolução quem principia por proclamar a liberdade de pensamento, a liberdade de imprensa, a abolição da censura previa, numa época de fanatismo e de reacção, tem foros adquiridos a uma consagração nacional. É uma divida a saldar pela República Portuguesa que é um reflexo daquele patriotismo e daquela abnegação

Sebastião Magalhães Lima, “Uma Dívida Nacional”, in “A LUZ”, Ano III, nº 98, 16 de Agosto de 1920, p. 1
 

SINÉDRIO: associação secreta para-maçónica, fundada no Porto em Janeiro de 1818, que interveio na organização da revolução liberal de 24 de Agosto de 1820. Os fundadores (todos maçons) foram, além de Fernandes Thomaz (pertenceu á Loja Fortaleza, à Loja Patriotismo, com n.s. Valério Publícola), José Ferreira Borges (advogado, pertenceu à Loja 24 de Agosto, n.s. Viriato), José da Silva Carvalho (advogado, juiz, Ministro da Justiça, da Fazenda e da Marinha, pertenceu à Loja 1º Outubro, Loja 15 de Outubro, foi Grão-Mestre do GOL, fundador do primeiro Supremo Conselho do Grau 33, n.s. Hydaspe) e João Ferreira Viana (comerciante, desconhece-se a que Loja pertencia).

 

Fizeram parte, posteriormente, Duarte Lessa (comerciante e proprietário, Loja ?, mas em 1823 era Cavaleiro Rosa-Cruz), José Maria Lopes Carneiro (comerciante e proprietário, pertenceu à Loja Sinédrio Geral de Beneficência, loja de perfeição do grau 16 do REAA, n.s. Loth), José Gonçalves dos Santos Silva (comerciante e proprietário, Loja ?), José Pereira de Meneses (comerciante, Loja ?), Francisco Gomes da Silva (médico, Loja ?), João da Cunha Souto Maior (magistrado, Loja ?, foi Cavaleiro Rosa-Cruz e teve o cargo de Grão-mestre do GOL), José de Melo de Castro Abreu Pereira (moço fidalgo da casa real, coronel de Milícias da Beira, pertenceu à Loja Fortaleza), José Maria Xavier de Araújo (magistrado, Loja ?) e Bernardo Correia de Castro Sepúlveda (oficial do exercito). No total eram 13 os elementos do Sinédriocf. A. H. Oliveira Marques, História da Maçonaria em Portugal [AQUI já publicado por nós]

J.M.M

quinta-feira, 11 de julho de 2013

HOMENAGEM DA ASSOCIAÇÃO DO REGISTO CIVIL AO DR. MAGALHÃES LIMA


Associação do Registo Civil, Largo do Intendente, 45, 1º, Lisboa

 [HOMENAGEM da Associação de Registo Civil ao Dr. Magalhães Lima no 1º Aniversário da sua morte – 8/12/1929]

O Livre-Pensamento propõe à humanidade, como o quere a natureza das coisas, a investigação indefinida da Verdade pela Sciência, do Bem pela Moral e do belo pela Arte”. [palavras do Dr. Magalhães Lima]

via Casa Comum, com a devida vénia.

J.M.M.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

DR. MAGALHÃES LIMA


SEBASTIÃO MAGALHÃES LIMA por Silva e Souza [1910-1919 ?]

CARTAZ alusivo a um conflito gerado no seio do Partido Republicano em torno da figura de Sebastião de Magalhães Lima - aqui retratado como Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano”.
 

Magalhães Lima é o carácter mais saliente do partido republicano histórico portuguez
 
Às suas convicções sacrificou elle os seus interesses materiaes e as suas affeições de família.
 
Irreductivel no seu modo de sentir e pensar, sempre a favor do povo, nunca transigiu com a lisonja. Só três deputados reconheceram o seu alto valor politico e moral, tendo a coragem de affrontar a negativa de toda a assembléa do centro de S. Carlos.
 
Mais uma vez Magalhães Lima é um sacrificado, e é esta a recompensa  que recebe ao cabo de tantos annos de lucta  em prol da causa do povo
 
[Chacon Ciciliani]
 
via Casa Comum, com a devida vénia.
 
J.M.M.

sábado, 5 de janeiro de 2013

BANQUETE MAÇÓNICO EM HONRA DE MAGALHÃES LIMA


BANQUETE MAÇÓNICO EM HONRA A MAGALHÃES LIMA [Grão-Mestre do G.O.L.U.] - 18 Dezembro de 1910 - in jornal " A Democracia"

J.M.M.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PÁTRIA E REPÚBLICA - DR. MAGALHÃES LIMA



FOTO 1: Sebastião Magalhães Lima, "Pela Pátria e pela República", in O António Maria, lisboa, 8 de Maio de 1891, p. 74 [com alusão ao livro publicado com o mesmo título];

FOTO 2: "Pátria e República", Casa Fabri (Porto) - "Esta pequena brochura foi publicada em 1919 pela casa Fabri, do Porto, em homenagem a Magalhães Lima. Tem textos diversos sobre o homenageado, com desenhos de Bordalo Pinheiro" [via António Ventura Facebook]

J.M.M.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O FEDERALISMO


O FEDERALISMO, Sebastião Magalhães Lima, Lisboa, Companhia Nacional Editora, 1898, 64 p. - da Colecção "O Ideal Moderno. Bibliotheca Popular de Orientação Socialista", direcção de Magalhães Lima & Teixeira Bastos.

[NOTA: a prestigiada colecção, teve (ainda) os seguintes eexemplares publicados: Paz e Arbitragem, por Magalhães Lima (1897); A Dissolução do Regimen Capitalista, de Teixeira Bastos (1897); A Socialisação do Ensino, por José de Macedo (1898); Habitações Operárias, de Teixeira Bastos (1898); O Cooperativismo, de José de Macedo (1898); Tribunaes de Arbitros-avindores, de Teixeira Bastos (1898); O Primeiro de Maio, por Teixeira Bastos (1898); O Registo Civil, de José de Sousa (1898); Bolsas do Trabalho, por Teixeira Bastos (1898) - ver alguns exemplares da colecção AQUI]

"Sebastião de Magalhães Lima foi sempre um federalista. Depois da estreia juvenil da adptação do folheto de Charles Lemmoiner, em 1874, publicou este opúsculo dedicado ao tema, em 1898, integrado na Biblioteca Popular de Orientação Socialista, dirigida por ele e por Teixeira Bastos" [ler AQUI]

via António Ventura Facebook.

J.M.M.

domingo, 1 de julho de 2012

CRISE PORTUGUESA - SEBASTIÃO MAGALHÃES LIMA


[A] Crise portuguesa, disse e muito bem, por que a crise que atravessamos não é só política: é uma crise da sociedade portuguesa, é uma crise nacional, a crise dos caracteres.

… O mal não é exclusivo de Portugal. É geral, e, a meu ver, transitório.
É preciso dar ao tempo o que ao tempo pertence e aos homens as responsabilidades que lhes cabem.
Nunca ficou mal a ninguém confessar os seus erros. Ao contrário, é um acto que nobilita. Infelizmente, entre nós, há falta de bondade de falta de justiça.
Há duas coisas que se impõem: a reorganização dos partidos e a modificação do meio pervertido pelas paixões mais grosseiras – as invejas, os ódios, as vaidades e as ambições.

… Não há movimento de ideias.
A falta de competência das classes dirigentes contribuiu grandemente para a situação angustiosa em que nos encontramos. Ausência de noção técnica e de noção moral, eis o pior dos males.
Todos pretendem ser o que não são. Reduzir cada um á sua esfera de acção seria um acto reformador.

… Quando se proclama uma República é para fazer obra republicana com uma nova moral …


Sebastião Magalhães Lima, inCrise Portuguesa”, A Vida de um Apóstolo (Jornalista), org. Álvaro Neves, Lisboa, Imprensa Lucas, 1931, pp 257-269

J.M.M.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

MAGALHÃES LIMA: UM IDEALISTA IMPENITENTE


Vai realizar-se no próximo dia 11 de Janeiro de 2012, pelas 18.30h, a apresentação do livro Magalhães Lima: Um Idealista Impenitente, da autoria do Professor Doutor António Ventura.

O evento vai realizar-se na Biblioteca da Assembleia da República.

A personalidade de Magalhães Lima já tem sido por diversas vezes tratado neste espaço e as entradas sobre ele podem ser consultadas AQUI.

Podem encontrar-se algumas notas biográficas mais ou menos completas AQUI, AQUI ou AQUI.

Mais um evento e um livro a não perder.

A.A.B.M.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

SEBASTIÃO MAGALHÃES LIMA (1850-1928)


Sebastião de Magalhães Lima (1850- 7 de Dezembro de 1928)

Ontem - dia 7 de Dezembro - passou mais um aniversário da morte de Sebastião de Magalhães Lima, um dos apóstolos da República.

FOTOS: "O bilhete postal da esquerda é o nº 8 de uma série editada por A Editora, desenhada por Alfredo Cândido. Tem a legenda 'Pela Pátria e pela República e...pelas (Loiras)', está assinado e datado: 'Alfredo Cândido, 1906'

O da direita é uma 'Edição do Grémio Lusitano - Lisboa- Portugal'. Tem a legenda "Sebastião de Magalhães Lima 1850-1928 - Advogado, jornalista, pacifista, propagandista republicano. Fundador da Liga Portuguesa dos Direitos do Homem, Grão-Mestre da Maçonaria Portuguesa."


via Memória da República, com a devida vénia.

J.M.M.

sábado, 8 de outubro de 2011

BANQUETE DE HOMENAGEM A MAGALHÃES LIMA



Desenho de [Luciano ???]Freire, publicada na Ilustração Universal, Lisboa, 13-06-1885, Ano II, nº 23, p. 1.

Dir. Abílio Lobo e A. de Amorim Pessoa

Este desenho foi feito a propósito de um banquete de homenagem a Sebastião de Magalhães Lima, realizado no Salão dos Recreios Whittoynne em Lisboa, para festejar a sua saída da prisão do Limoeiro após ter cumprido um mês de prisão por abuso de liberdade de imprensa.

A.A.B.M.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

SEBASTIÃO DE MAGALHÃES LIMA



FOTO: "Nouvel ambassadeur de la 'République Portugaise' Magalhães Lima", Outubro de 1910 (Agence Rol) - via Gallica

J.M.M.

domingo, 3 de outubro de 2010

A VANGUARDA – DIA 2 DE OUTUBRO DE 1910



A VANGUARDA. Diário Republicano da Manhã [idem (12 Abril 1900); Diário Republicano Independente; Órgão Republicano de Livre Pensamento (13 de Março de 1910)] - [Ano I, nº1 (9 de Março de 1891) ao XIX Ano, nº 7.395 (14 de Agosto 1909 * acaba neste número a publicação, dando origem à Ideia Nova, retomando de novo o título)] e ... do ano XX, nº1 (13 de Março de 1910 * semanário de publicação irregular, Órgão Republicano de Livre Pensamento, sob direcção de Magalhães Lima) ao Ano XX, nº 52 (5 Março 1911) ... e do Ano XXI, nº 7.447 (23 Abril 1911 * direcção de Feio Terenas) ao Ano XXI, nº 7627 (22 Outubro 1911) ... seguindo depois com o mesmo título, agora Propriedade da Empresa Jornalística O Socialista (22 Outubro 1914) acabando a publicação em (31 de Julho) 1929], Lisboa;

Director: Alves Correia [Faustino da Fonseca (10 Novembro 1895); Sebastião Magalhães Lima/Esteves Lisboa (16 de Outubro de 1898); Sebastião Magalhães Lima (12 Abril 1900)]; Feio Terenas (23 de Abril 1911); Editor: Eduardo José Gaspar (Manuel Gonçalves da Paula, Raul Joaquim Gil); Alguns Colaboradores: Alberto Souto, Andrade Neves, António Ernesto da Silva, António França Borges, Archer de Lima, Aquilino Ribeiro (1906), Caiel (aliás, Alice Pestana), César da Silva, Cruz Magalhães (pseud. Riso Amargo), Eduardo de Abreu, Ernesto Loureiro, Esteves Lisboa, Eusébio Leão, F. Branco, Faustino da Fonseca, Feio Terenas, Fernão Botto Machado, Ferreira Martins, Freitas Branco, Gomes da Silva, Heliodoro Salgado, João Pais Pinto (Abade de S. Nicolau), Júlio Gracco, Lino de Macedo, Luís Derouet, José Carrilho Videira, José de Macedo, José do Vale, Júlio Augusto Martins, Maria Veleda (aliás, Maria Carolina Frederico Crispim), Perry Vidal, Raul Proença, Rocha Martins, Sebastião Magalhães Lima, Teófilo Braga, Tomás da Fonseca, Urbano Rodrigues; Administração e Redacção, Rua Serpa Pinto, 48, 2º [Rua Diário de Notícias, 102, 1º; Rua da Trindade, nº5; Rua Luz Soriano, 48; Rua de São Roque, 92, 2º], Lisboa.

FOTO do jornal "A Vanguarda" do dia 2 de Outubro de 1910 [jornal A Vanguarda online AQUI]

J.M.M.

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

ALVORADA DA REPÚBLICA


Alvorada da República

"Da esquerda para a direita, de pé: Silva Lisboa, Manoel d'Arriaga, Sebastião Magalhães Lima, Dr. Consilieri Pedroso.

Sentados: Dr. Alves da Veiga e Emygdio d'Oliveira (Spada)"

Foto: "Alvorada da República", Episódios da Minha Vida (Memorias), de Magalhães Lima, Livraria Universal de Armando J. Tavares, Lisboa., s.d. (1925).

J.M.M.