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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

AÇORES: 100 ANOS DE REPÚBLICA


LIVRO: "AÇORES: 100 ANOS DE REPÚBLICA". Actas do Ciclo de Conferências, Governo Regional dos Açores | Coordenação dos Palácios da Presidência, Outubro 2012.

"Foi recentemente editado o volume intitulado "Açores: 100 Anos de República", onde se encontram reunidas as comunicações proferidas no âmbito do ciclo de conferências com o mesmo nome, que se realizou durante o ano de 2011, no quadro das comemorações do centenário da implantação do regime republicano em Portugal, levadas a efeito pelo Governo Regional dos Açores.

Editadas em colaboração com a Coordenação dos Palácios da Presidência, as Atas incluem, de entre os textos explanados pelos diversos estudiosos e especialistas, a conferência de abertura, da autoria de António Reis, apresentada a 3 de novembro de 2010 no Palácio de Sant’Ana, bem como o texto de encerramento dos trabalhos, proferido por Tomaz Vieira.

Embora nesta obra tenha lugar de destaque a investigação referente directamente aos Açores no período em causa, às particularidades socioeconómicas do arquipélago e às suas personalidades mais marcantes, são também numerosos os textos dedicados à realidade nacional no seu todo e que descrevem e contextualizam os mais variados aspectos da vida portuguesa cerca de 1910, adianta uma nota do Gabinete de Apoio à Comunicação Social". [ler AQUI]
FOTO via António Ventura Facebook, com a devida vénia.

J.M.M.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

MANIFESTO CÍVICO PELA MORALIZAÇÃO DA REPÚBLICA


MANIFESTO CÍVICO PELA MORALIZAÇÃO DA REPÚBLICA, pela Comissão Cívica de Coimbra (Centenário da República), Coimbra, 5 de Outubro de 2010.

"A vida política portuguesa vem dando, nos últimos tempos, sinais inquietantes do alastramento de uma crise cívica e moral grave. Ela necessita, pois, urgentemente, de espaços de reflexão e de intervenção dos cidadãos na polis, para fazer face a essa crise larvar, restituindo-lhes a confiança nas instituições democráticas, abalada por uma suspeição cada vez mais generalizada acerca da sua representatividade e do seu funcionamento …" [in Manifesto ..., p.1]

J.M.M.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

FOTOBIOGRAFIA DE MANUEL DE ARRIAGA



Foi recentemente publicada a Fotobiografia de Manuel de Arriaga, da autoria de Joana Gaspar de Freitas, numa edição da Câmara Municipal da Horta, 2011, uma obra que foi apresentada na cerimónia de encerramento das Comemorações do Centenário da República que decorreram nos Açores.

Uma obra que merece a maior divulgação.

A.A.B.M.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

OS PRESIDENTES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO


Vai ser feito o lançamento, amanhã, terça-feira, 27 de Setembro de 2011, pelas 18 horas, nas instalações da Livraria Minerva, do livro com o título em epígrafe.

Esta obra resulta do trabalho desenvolvido durante as Comemorações do Centenário da República em Miranda do Corvo e conta com um conjunto de investigadores coordenados pelo Mestre Fernando Fava, tendo como particularidade o facto de todos serem membros da Associação Alternativa.

Esta obra, que o Almanaque Republicano AQUI fez referência, vai agora ser publicamente apresentada em Coimbra.

Os autores são:
Alexandra Silva
Amadeu Carvalho Homem
Anabela Nunes Monteiro
Maria Antónia Lucas da Silva
Fernando Fava
António Maduro
Miguel Santos

Uma iniciativa a acompanhar com toda a atenção.
A.A.B.M.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

REVISTA DA FACULDADE DE LETRAS: HISTÓRIA, DA UNIVERSIDADE DO PORTO


No âmbito da política de disponibilização, em livre acesso, a todos os interessados, foi recentemente colocado online o mais recente número da Revista da Faculdade de Letras: História, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto quase integralmente dedicado à temática do Centenário da República.

O presente número desta revista conta com as seguintes colaborações:
- Maria Antonieta Cruz, O golpe de 31 de Janeiro de 1891: Uma ousadia breve?;
- Jorge Fernandes Alves, Primeira República, poder local e a saga parlamentar para um novo código administrativo;
- António José Queiroz, As eleições legislativas de 1925;
- Fernando Catroga, O Republicanismo Português (Cultura, história e política);
- Ernesto Castro Leal, República portuguesa, secularização e novos símbolos (1910-1926);
- Rui Manuel Pinto Costa, Discurso médico, saúde pública e estratégias políticas para “Uma questão palpitante do tempo actual”: a emergência da luta contra o cancro em Portugal (1904-1923);
- Luís Alberto Marques Alves, República e Educação: Dos princípios da Escola Nova ao Manifesto dos Pioneiros da Educação;
- Ana Lúcia Fernandes, Luís Grosso Correia, O ensino primário nos espaços-tempos da I República no Brasil(1889-1930) e em Portugal (1910-1926)
- Marcelo Magalhães, Ensino Comercial na I República à luz dos Debates Parlamentares;
- Cláudia Pinto Ribeiro, Viver na diferença… A Casa Pia de Lisboa como espaço de inclusão;
- Fernando José Monteiro da Costa, Canto Coral, escola de higienização;

Outros Estudos ainda na mesma revista:
- Levente Igaz, Modos de viver, religião, cultura militar: os Húngaros e o seu território nas fontes muçulmanas da Península Ibérica, entre os séculos IX e XIII;
- Maria Cristina Almeida e Cunha, Um Cartulário Bracarense do Século XIV: o “Livro das Cadeias”;
- João Francisco Marques, O livro religioso, em particular do âmbito da parenética e hagiologia, nos impressos do século XVI da Bilbioteca Pública
do Porto
;
- Cândido dos Santos, Jansenismo francês num códice da Biblioteca Nacional de Portugal;
- Filipe dos Santos, A Entrada de Sal num Espaço Insular: Ilha da Madeira (1750-1832);
- Maria Otília Pereira Lage, Empresa Metalúrgica da Longra, um caso no modo português de industrialização: estudo sob os regimes de acção

Para aceder ao presente número com todos os artigos, consultar AQUI.

A partir daqui pode consultar também os números anteriores da revista, com muitos artigos de historiadores reputados da FLUP.

Um espaço que recomendamos e que merece uma maior divulgação.
A.A.B.M.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

OUTUBRO: A REVOLUÇÃO REPUBLICANA EM PORTUGAL (1910-1926)


Realiza-se hoje, 8 de Julho de 2011, pelas 18.30, na Livraria Almedina Atrium Saldanha, em Lisboa, a obra organizada por Luciano Amaral, intitulada OUTUBRO: A REVOLUÇÃO REPUBLICANA EM PORTUGAL (1910-1926).

Vai apresentar a obra, que resulta de um conjunto de trabalhos, realizados por vários investigadores, estruturada da seguinte forma:

1.Introdução: Que fazer com a Primeira República?
2.Fernando Martins, O 5 de Outubro: Anatomia e significado de uma revolução
3.António de Araújo e Luís Bigotte Chorão, Política e direito nos alvores da Primeira República portuguesa
4.Bruno Cardoso Reis e Sérgio Ribeiro Pinto, República e religião, ou a procura de uma separação
5.Pedro Aires Oliveira, A República e a guerra, 1914–1918
6.Filipe Ribeiro de Meneses, Sidónio Pais e o sidonismo
7.Álvaro Ferreira da Silva e Luciano Amaral, A economia portuguesa na Primeira República
8.Bruno Cardoso Reis, Da nova república velha ao Estado Novo (1919–1930): A procura de um governo nacional de Afonso Costa a Salazar
9.Notas
10.Notas biográficas

A sessão contará com a presença dos autores e a obra será apresentada por Miguel Morgado.

LUCIANO AMARAL o organizador da obra, é licenciado em História e mestre em História Contemporânea pela FCSH (UNL), Doutorado em História e Civilização pelo Instituto Universitário Europeu de Florença, Professor auxiliar da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Tem-se dedicado sobretudo à história económica contemporânea de Portugal, com particular atenção ao problema do crescimento económico.

Pode ler-se na sinopse da obra agora a apresentar:
A I República foi uma espécie de regime da ala esquerda da monarquia constitucional. Assumindo a quebra com o símbolo monárquico, pouco trouxe de novo ao programa progressista da monarquia. A grande diferença consistiu no facto de os mecanismos eleitorais (dominados pela fraude nos dois casos) terem sido capturados por um só partido, impossibilitando um pluralismo eficaz. A República foi, por isso, um regime estranho, simultaneamente "avançado" e "retrógrado": uma república no mar das monarquias europeias, nunca conseguiu incorporar as mais "avançadas" tendências da época, como o sufrágio universal. No final, dela sobraram sobretudo os símbolos da soberania nacional: a forma republicana de todos os regimes desde 1910, o hino e a bandeira, para além da moeda, o escudo, cujo desaparecimento em 1999 marcou, precisamente, o fim da soberania monetária do país. A sobrevivência destes símbolos revela a corrente republicana que percorre o conjunto da experiência política contemporânea portuguesa.

Um evento a acompanhar com toda a atenção.
A.A.B.M.

domingo, 26 de junho de 2011

PRESIDENTES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO (1910-1926)


LIVRO: Presidentes ente o Público e o Privado (1910-1926), p.259[2];
AUTORES: Alexandra Silva [Manuel de Arriaga], Amadeu Carvalho Homem [Teófilo Braga], Anabela Nunes Monteiro [Bernardino Machado], Maria Antónia Lucas da Silva [Sidónio Pais], Fernando Fava [Canto e Castro], António Maduro [António José de Almeida] & Miguel Santos [Manuel Teixeira Gomes] – coord. (e conclusão) de Fernando Fava [com uma nota de Fátima Ramos e apresentação de Carlos Ferreira, Pres. da Com.Org. das Comemorações do Centenário da República em Miranda do Corvo];
EDIÇÃO: C. M. de Miranda do Corvo /Edições Minerva;

A Câmara Municipal de Miranda do Corvo e as Edições Minerva (Coimbra), com o apoio da Comissão Organizadora das Comemorações do Centenário da República em Miranda do Corvo [Carlos Jorge R. do Vale Ferreira, Anabela Nunes Monteiro, António da Torre Órfão e Victor Ferreira Gonçalves] deram a lume a excelente obra "Presidentes ente o Público e o Privado (1910-1926)".

Da vida pública e privada sobre esses nossos estimados "cidadãos da República" – Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Bernardino Machado, Sidónio Pais, Canto e Castro, António José de Almeida e Manuel Teixeira Gomes -, fica "o desnudamento de aspectos menos conhecidos da vida destes homens, que se notabilizaram e fizeram história durante esse período a que chamamos Primeira República Portuguesa" [Fernando Fava, p. 254].

O Almanaque Republicano saúda com consideração e estima, na pessoa de Carlos Ferreira, a generosa actividade e a elevada qualidade dos trabalhos patenteada pela Comissão Organizadora das Comemorações do Centenário da República em Miranda do Corvo, que muito honra a edilidade.

Saúde e Fraternidade!

J.M.M.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A QUEDA DA PRIMEIRA REPÚBLICA - POR ANTÓNIO REIS


COLÓQUIO: A Queda da Primeira República;
DIA: 28 de Junho de 2011 (18.00 horas):
ORADOR: António Reis;
LOCAL: Paços do Concelho da C.M.Lisboa (Sala do Arquivo);
ORGANIZAÇÃO: Fundação Mário Soares & C.M.Lisboa.

[Trata-se do] "décimo sexto de uma série de 18 colóquios sobre questões essenciais da história do regime republicano, sob o tema 'A Queda da I República', [e] será apresentada por António Reis, historiador"

"A I República, implantada em 1910, conheceu uma vida atribulada. De um lado, as incursões monárquicas. Do outro, a relação conturbada com a Igreja Católica. Também, a crescente crispação com o mundo operário e sindical. E, depois, os efeitos internos da participação na I Guerra Mundial, de que não está alheada a instabilidade verificada nos comandos militares. A tudo se somou a própria vertigem política dos seus principais dirigentes e agrupamentos partidários, muitas vezes reféns de alianças pouco esclarecidas ou momentâneas e, sobretudo, destituídas de objectivos de médio e longo prazo.

E, no entanto, essa mesma frágil República soube, ao longo da sua existência, criar uma nova realidade no país, mais moderna e aberta à inovação e às experiências internacionais. E, em muitos campos, lavrou uma obra notável.

Mas, terminado o conflito mundial, a economia e a sociedade apareciam exaustas, sem perspectivas claras de solução para muitos problemas. Ao mesmo tempo, na Europa, afirmavam- se forças de índole ditatorial e de concentração de poderes, quer políticos, quer económicos, ancoradas também na reacção ao liberalismo político e, sobretudo, na reacção à bolchevização das lutas operárias ...
" [ler TUDO AQUI]

J.M.M.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

LEONARDO COIMBRA E A PRIMEIRA REPÚBLICA



CONFERÊNCIA: Leonardo Coimbra e a Primeira República;
ORADOR: Norberto Cunha (I.L.C.H. da U.Minho);
DATA: 26 de Maio de 2011 (21.30 horas);
LOCAL: Centro Nacional de Cultura (Palacete dos Viscondes de Balsemão, Porto);
ORGANIZAÇÃO: CNC do Porto.

J.M.M.

sábado, 21 de maio de 2011

COLÓQUIO PENSAR A REPÚBLICA


Nos próximos dias 25 e 26 de Maio de 2011, vai realizar-se na FCSH, em Lisboa o Colóquio Pensar a República 1910-2010.

No programa constam conferências de: Fernando Catroga, José Medeiros Ferreira, José Esteves Pereira, Paulo Ferreira de Castro

Como oradores vão participar entre outros: Ana Homem de Melo, Celso Castro, Daniel de Melo, Fernando Cabral Martins, Hipólito de La Goméz Torre, João Freire, José Manuel Leite Viegas, Manuela Parreira da Silva, Marco Lisi, Margarida Pereira, Maria José Roxo, Nuno Silva Costa, Paulo Pisco, Regina Salvador, Rui Branco, Sara Afonso, Teresa Pinto Coelho, Tiago Fernandes.

O programa vai organizar-se em várias sessões conforme segue infra:

A República no Mundo, Sociedade Civil e Democracia

Manifestos Literários e Actividade Cultural

Antes e Depois da República

Território e Poder

Apresentação do Guia Bibliográfico da 1ª República
Esta actividade conta com a participação de Miriam Halpern Pereira (ISCTE), Hipólito La Torre Gomes (UNED), António Reis (FCSH-UNL/IHC), António Ventura (FL-UL), Fernando Rosas (FCSH-UNL/IHC) e Rui Vieira Nery (UE).

Moderador: Maria Fernanda Rollo, FCSH-UNL/IHC

Programa detalhado pode ser consultado: AQUI.

Contactos: Drª Alice Oliveira
Tel.: 21 790 83 00, Ext. 1563
E-mail: cc@fcsh.unl.pt

A entrada no colóquio é livre.

Uma actividade a não perder pela qualidade, pelo rigor e pela diversidade de temas a abordar.

A.A.B.M.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O ESCUDO. A NOVA UNIDADE MONETÁRIA DA REPÚBLICA


Vai ser inaugurada amanhã, dia 17 de Maio de 2011, a exposição com o título em epígrafe, que nos recorda a unidade monetária, o Escudo, com que muitos de nós convivemos ao longo do século XX até ao início do século XXI, quando surgiu o Euro.

A nóvel unidade monetária demorou quase duas décadas a conseguir impôr-se ao real da Monarquia, ao contrário da rápida substituição do escudo pelo euro. Foi a promulgação, por decreto do Governo Provisório, em 22 de Maio de 1911, publicado no Diário do Governo a 26 de Maio, quando era Ministro das Finanças José Relvas, que estabeleceu:
- "Em todo o território da República, com excepção da Índia, a unidade monetária é o Escudo ouro, que conterá o mesmo peso de ouro fino que a actual moeda de 1$000 Réis em ouro. Desta sorte, a razão da equivalência do actual sistema monetário e do novo sistema, será de 1$000 Réis, ouro, por um Escudo."

Nesta sequência surgiram então cunhadas moedas de um Escudo, cinquenta, vinte e dez centavos, bem como notas. Entraram então em circulação pelo País cerca de 34 400 contos em moedas de prata e 3900 contos de moedas de cupro-níquel e de bronze.

Comissários: Maria Eugénia Mata e Nuno Valério
Local: Edifício da Casa da Moeda, Av. António José de Almeida, Lisboa
Inauguração: 17 de Maio às 18h00
Período de exibição: 17 de Maio a 15 de Julho de 2011
Horário: Todos os dias úteis das 09h00 às 19h00
Entrada livre
Organização: Imprensa Nacional Casa da Moeda e Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

Pode ler-se na sinopse de divulgação da exposição:

Por Decreto com força de Lei de 22 de Maio de 1911, o Governo Provisório da República Portuguesa determinou uma reforma monetária que, em especial, introduziu uma nova unidade monetária: o escudo. Que razões levaram a que se procedesse a essa reforma? Qual o seu conteúdo? Que novidades trouxe para a vida quotidiana, em particular em relação aos meios de pagamento, moedas metálicas e notas de banco? Que alterações implicou nas entidades emissoras desses meios de pagamento, a Casa da Moeda e o Banco de Portugal? Qual era o valor do escudo quando foi criado e como se comportou esse valor ao longo dos cerca de noventa anos da sua existência, até ser substituído pelo euro?

Núcleos
Núcleo 1 PORQUÊ UMA REFORMA MONETÁRIA EM 1911?
Núcleo 2 DECRETO COM FORÇA DE LEI DE 22 DE MAIO DE 1911
Núcleo 3 OS NOVOS MEIOS DE PAGAMENTO. AS NOVAS MOEDAS
Núcleo 4 OS NOVOS MEIOS DE PAGAMENTO. AS NOTAS
Núcleo 5 OS EMISSORES DOS MEIOS DE PAGAMENTO. A CASA DA MOEDA
Núcleo 6 O BANCO DE PORTUGAL

Uma exposição a visitar e acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.

EXPOSIÇÃO NA FIGUEIRA DA FOZ - REPÚBLICA E PROPAGANDA


O Congresso "OUTRAS VOZES NA REPÚBLICA 1910-1926", que decorreu na Figueira da Foz - conforme AQUI foi referido -, inaugurou no passado dia 12 de Maio a Exposição "República e Propaganda". A mostra evocativa, organizada pelo Museu da Presidência da República, encontra-se patente ao público no Casino da Figueira da Foz.

EXPOSIÇÃO: República e Propaganda;
DATA: de 12 de Maio a 4 de Setembro;
LOCAL: Casino da Figueira da Foz (Galeria);
ORGANIZAÇÃO: Museu da Presidência da República.

J.M.M.

domingo, 15 de maio de 2011

OUTRAS VOZES NA REPÚBLICA: UM CONGRESSO PARA A MEMÓRIA


Como AQUI e AQUI dissemos, decorreu na Figueira da Foz, no Palácio Sotto Mayor, na passada quinta e sexta-feira, 12 e 13 de Maio, um congresso que vai permanecer na memória de todos quanto participaram durante bastante tempo.

Numa magnifica organização do Museu da Presidência da República, dirigido pelo Dr. Diogo Gaspar, com a simpatia e eficácia das coordenadoras do Congresso Dras. Isabel Corrêa da Silva e Sílvia Correia que acompanharam sempre o decurso das sessões. Uma palavra de saudação também, a todo o staff do Museu, bem como o do Casino da Figueira, que apoiou o evento e que proporcionou uma excelsa noite, na companhia do Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra e da Orquestra Clássica do Centro.

Foram dois dias intensos, de trocas de experiências, novas perspectivas, abordagens, temáticas e reflexão. Como referiu o Prof. Doutor Fernando Catroga, na sessão de encerramento do congresso, "foi possível mesmo ouvir outras vozes na República", dos estudiosos já consagrados, jubilados e/ou no activo, a jovens que preparam os seus mestrados e doutoramentos, bem como investigadores independentes que se interessam pela temática. A todos foi permitido suscitar problemáticas e temas com a maior liberdade. Foi mesmo salientado que este é verdadeiramente o espírito da Res Publica, e o Almanaque Republicano esteve presente com estes dois obreiros, que meteram ombros a esta tarefa sempre inacabada, mas sempre em busca de novas informações e pistas e saboreou todos os momentos.

Uma iniciativa que superou as expectativas dos organizadores e que deixou satisfeitos, certamente, a quase totalidade dos perto de três centenas de participantes. A "prestação de contas", feitas pelos oradores na sessão de encerramento, serviu para marcar, de forma incisiva, alguns dos principais momentos e, sobretudo, para realçar a satisfação que os congressistas e organizadores sentiram com o sucesso do evento.

Aqui fica, para memória futura, uma recordação da sessão de encerramento, onde participaram o Professor Doutor Fernando Catroga e o Professor Guilherme de Oliveira Martins, na qualidade de Presidente do Centro Nacional de Cultura.

Um acontecimento memorável.
A.A.B.M.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

OUTRAS VOZES NA REPÚBLICA


Inicia-se amanhã e prolonga-se até sexta-feira, na Figueira da Foz, o Congresso Outras Vozes na República, organizado pelo Museu da Presidência da República, conforme o Almanaque Republicano já tinha dado a notícia AQUI.

Ao longo de dois dias de intenso trabalho, a ser realizados no Palácio Sotto Mayor, vão ser apresentadas cerca de três dezenas de comunicações.

O programa completo e actualizado do congresso pode ser consultado AQUI.

Os trabalhos vão decorrer em sessões paralelas, subordinados a temáticas como:
- Representações e Dissonâncias;
- Visões sobre o Património;
- Religião;
- Mundo do Trabalho;
- Vivências Locais;
- Biografias;
- Modelos e Práticas Políticas;
- Reacções Políticas;
- Vozes Femininas;
- Educação e Saúde;
- Oposição Monárquica;
- Cultura Política;
- Tecnologia e Desenvolvimento.

Um evento a não perder por todos os que estudam, analisam ou gostam da temática da República ou sobre a História de Portugal.

A.A.B.M.

terça-feira, 19 de abril de 2011

A LEI DE SEPARAÇÃO. ESTADO E IGREJAS NA REPÚBLICA



Vai ser inaugurada amanhã, 20 de Abril de 2011, pelas 17 horas, assinalando o centenário da publicação da Lei de Separação do Estado das Igrejas, a exposição organizada pelo Arquivo Contemporâneo do Ministério das Finanças.

Para quem gosta de pesquisar deixamos AQUI, alguma da documentação já digitalizada e acessível sobre o processo complexo da separação entre Estado e Igrejas.

Na sinpose de divulgação da exposição pode ler-se:
Apresentada como «basilar», «intangível», «cúpula do edifício republicano», sobre esta Lei e a sua execução muitas expectativas foram criadas; em igual medida louvada e criticada, sobre ela foram construídas memórias contrastantes e divergentes.

No dia em que se cumprem 100 anos sobre a sua promulgação, o Arquivo Contemporâneo do Ministério das Finanças vai inaugurar, no seu edifício, sob a égide da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, uma exposição onde se fará uma viagem pelos diversos fundos documentais – ainda mal conhecidos – produzidos a propósito da execução de uma lei fundamental do regime republicano.

No seu percurso, esta exposição ajuda a tornar mais claro um processo complexo e fascinante, que desempenhou um papel central na construção da sociedade portuguesa contemporânea.


A brochura, com mais alguma informação sobre a exposição pode ser consultada AQUI.

O comissário científico desta exposição é o Mestre Sérgio Ribeiro Pinto.

Uma actividade a acompanhar com todo o interesse.
A.A.B.M.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

CONGRESSO OUTRAS VOZES NA REPÚBLICA (1910-1926)


Vai realizar-se, na Figueira da Foz, nos próximos dias 12 e 13 de Maio de 2011, o Congresso Nacional de História e Ciência Política, intitulado Outras Vozes na República (1910-1926).

São propósitos deste congresso, conforme se pode ler na sinopse de divulgação:
Os 100 anos da I República portuguesa convocam não só a celebração de um ideal que é parte integrante da cultura política contemporânea do mundo ocidental, como a oportunidade de olhar mais aprofundadamente um período basilar da nossa história nacional.

A estas convocações e comemorações cívicas está subjacente um valor inalienável e republicano por excelência: o valor do pluralismo e do respeito pela heterogeneidade. Porque na política, na vida e na História quase nada é consensual, só se pode aspirar à compreensão de um facto através do entendimento dos vários planos que o constituem. Faz, pois, todo o sentido que no momento em que se debruçam as atenções sobre o estudo da I República portuguesa, se insira nessa abordagem a perspectiva do Outro. Ou seja, de todos aqueles para quem a chegada da República não foi algo aceite de ânimo leve, que a ela propuseram alternativas ou se opuseram, que dela se desencantaram ou se afastaram, que a ela ofereceram resistência ou combate.

Estas perspectivas são um elemento fundamental a ter em conta se o objectivo é compreender a verdadeira riqueza e complexidade do debate em torno da I República portuguesa.


Na página do congresso é possível encontrar os elementos necessários:
- Comissão de Honra;
- Comissão Científica;
- Comissão Organizadora;
- Inscrição;
- Programa;
- Comunicações;
- Sinopses e Notas Biográficas;

Uma oportunidade dos investigadores trocarem algumas das suas experiências com o público e que recomendamos a todos os interessados.

Uma iniciativa do Museu da Presidência da República que tem feito grande divulgação do evento, como AQUI ou AQUI.

A não perder.
A.A.B.M.

domingo, 10 de abril de 2011

CONGRESSO INTERNACIONAL REPÚBLICA CONHECIMENTO E HUMANIDADES


Nos próximos dias 13 a 15 de Abril de 2011, vai realizar-se em Coimbra, o Congresso Internacional República, Conhecimento e Humanidades.

Pode ler-se na sinopse de divulgação deste colóquio:

Destinada ao Ensino das ciências psicológicas, filológicas e histórico-geográficas", nos termos do decreto com força de lei, de 19 de Abril de 1911, do Governo Provisório da República Portuguesa que estabelecia as bases da nova constituição universitária, a Faculdade de Letras da “antiga Universidade de Coimbra” cumpre agora um percurso de cem anos cuja memória importa sistematizar e pôr ao serviço de projectos de futuro.

É este objectivo fundamental do Congresso Internacional “República, Conhecimento e Humanidades” cuja realização radica num duplo convencimento: o de que o cultivo das Humanidades se encontra no cerne da busca de sentido para a condição humana, individual ou política; o de que é matricial na Faculdade de Letras – fruto de uma constante atenção ao devir – ser geratriz de novas reflexões e novos saberes alguns dos quais já se autonomizaram e outros são claramente emergentes.


Comissão Científica:
Ana Teresa Peixinho
António Manuel Martins
Fernanda Cravidão
Fernando Rebelo
Graça Rio-Torto
Irene Vaquinhas
Isabel Caldeira
Maria Manuel Borges
Maria Manuela Tavares Ribeiro

Comissão Organizadora:
Abílio Hernández Cardoso
Fernando Taveira da Fonseca
João Paulo Avelãs Nunes
Maria de Fátima Silva

Eixos temáticos
1. República e Universidade
2. Conhecimento e Natureza dos Saberes
3. 100 Anos de humanidades
4. O Futuro das Humanidades

Contactos para:
http://www.uc.pt/fluc
gabdirector@fl.uc.pt

Uma iniciativa a acompanhar com toda a atenção.

[NOTA: Clique na imagem para aumentar.]

A.A.B.M.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

FEMINISMOS NA PRIMEIRA REPÚBLICA: O CASO DE CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO


No âmbito do ciclo de conferências que tem vindo a realizar-se no Museu Bernardino Machado, em Famalicão, vai realizar-se no dia 8 de Abril de 2011, sexta-feira, pelas 21.30 h, uma conferência com o título em epígrafe.

A oradora:
Maria Antonieta Gomes Baptista Garcia. Doutorada em Sociologia e mestre em Literatura e Cultura Portuguesas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Professora Associada na Universidade da Beira Interior (Aposentada) tem desenvolvido as suas investigações no âmbito do Judaísmo e das Identidades.

Leccionou cursos de Licenciatura e de Mestrado. Orientou teses de Mestrado e de Doutoramento. Foi Presidente do Departamento de Letras da Universidade da Beira Interior. Fundou e foi Directora da revista científica À Beira da UBI.

Participou em Congressos Nacionais e Internacionais. Publicou, entre outros, os livros: Carolina Beatriz Ângelo: Guarda(dora) da liberdade : 1878-1911, Motim no Fundão – Inquisição e Independência – 1580; Fios para um roteiro Judaico da Covilhã; Judaísmo no Feminino; Denúncias em nome da fé e Os Judeus de Belmonte: Os caminhos da memória.

O local:
Rua Adriano Pinto Basto, n.º 79
4760 - 114 Vila Nova de Famalicão

Um evento a acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.


Entrada livre

segunda-feira, 4 de abril de 2011

CUNHA LEAL - BEIRÃO, REPUBLICANO, LUTADOR, PRIMEIRO-MINISTRO DE PORTUGAL



Vai realizar-se em Proença-a-Nova, no próximo dia 7 de Abril, no auditório da Câmara Municipal uma conferência intitulada Cunha Leal - Beirão, Republicano, Lutador, Primeiro-Ministro de Portugal a ser proferida por Maria Helena Cunha Leal, filha de Cunha Leal

Esta conferência insere-se no ciclo de conferências "100 anos da República em Proença-a-Nova" e resulta da organização conjunta do Município de Proença e do Agrupamento de Escolas do Concelho. Vai, também, ser apresentado o filme Cunha Leal, um rebelde com causa da autoria de Pedro Salvado e Alexandre Ramires e produzido pela Câmara Municipal do Fundão.

Durante a sessão vão também ser lidos alguns excertos de obras de Cunha Leal, focando essencialmente as suas vivências e memórias da Beira, bem como alguns dos princípios éticos que a República procurou difundir entre a população.

A sessão decorrerá no auditório municipal e destina-se não só à comunidade escolar, mas também ao público em geral que esteja interessado na temática.

Sobre a sessão anterior deste ciclo, realizada pelo Doutor Luís Farinha, podem encontrar-se alguns ecos AQUI.

Uma sessão que recomendamos aos nossos ledores.

A.A.B.M.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

REVISTA VÉRTICE Nº154 - CENTENÁRIO DA REPÚBLICA



REVISTA VÉRTICE (bimestral), Nº 154, Coimbra, Setembro-Outubro de 2010;
DIRECÇÃO - Francisco Melo.

SUMÁRIO: Reflexão Intempestiva sobre a República e o Republicanismo: a questão colonial (Pedro Santos Maia) / As Políticas Sociais na Primeira República Portuguesa: 1910-1926 (David Oliveira Ricardo Pereira) / A República, as Feministas e a situação das Mulheres (Domingos Abrantes) / Das Mulheres, dos Republicanos e da República (Maria Alice Samara) / Adelaide Cabete, uma alma notável da Primeira República (João Maria Nabais) / Ensino e Cultura Técnica e Científica em Portugal: a transição republicana (Rui Namorado) / O Conflito de 14-18 em 1940, ou Guerra e Fotogenia: o João Ratão, de Jorge Brum do Canto (Américo António Lindeza Diogo) / Aquilino Ribeiro nos Bastidores da República (Serafina Martins) / As Festas da Árvore, a Amadora e a República - ritualizar para integrar (João Cravo).

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J.M.M.