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terça-feira, 26 de setembro de 2017

VERGÍLIO CORREIA (1888-1944): UM PERCURSO ÍMPAR NA HISTÓRIA, NA CULTURA E NAS ARTES

Realiza-se na próxima quinta-feira, 28 de Setembro de 2017, nas instalações da Torre do Tombo, em Lisboa, a conferência que marca o encerramento da exposição fotográfica dedicada ao Prof. Vergílio Correia e que foi inaugurada no âmbito da comemoração do Dia Internacional dos Arquivos, realizadas no passado dia 9 de junho, o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em colaboração com o Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o Centro de Estudos Vergílio Correia, a Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, a Associação Ecomuseu de Condeixa e a Academia Nacional de Belas Artes, que levou a efeito a exposição evocativa do eminente historiador de arte, arqueólogo, etnólogo e professor universitário, Vergílio Correia, a partir do seu arquivo documental e fotográfico. 

O programa da conferência é o seguinte:

10H00 | 11H15 
Silvestre Lacerda (ANTT): Apresentação 
Alexandre Ramires: Vergílio Correia e a fotografia 
Miguel Pessoa (CEVC): A criação do Centro de Estudos Vergílio Correia 

11H15 | 11H30 pausa 

11H30 | 13H00 
Paulo Silva (Centro de Estudos de Investigação do século XX / UC): Vergílio Correia e o Estado Novo - a sua prisão no Aljube, em 1932 
Fernando Grilo (ARTIS-FLUL): A polémica entre Vergílio Correia e Guido Batelli 
Raquel Vilaça (FLUC): Um périplo pelas arqueologias de Vergílio Correia 

13H00 | 15H00 almoço 

15H00 | 16H30 
Vitor Serrão (ARTIS-FLUL): Vergílio Correia historiador de arte 
Vera Mariz (ARTIS-FLUL): O Inventário Artístico de Portugal da ANBA 
Clara Moura Soares (ARTIS-FLUL): O pensamento patrimonial de Vergílio Correia (à luz dos artigos no Diário de Coimbra) 
16H30 | 16H45 pausa 

16H45 | 17H30 
António Ventura (FLUL): Vergílio Correia e a sua filiação maçónica 
Ana Venâncio e Rosário Salema de Carvalho (ARTIS-FLUL): Vergílio Correia e a comissão de inventariação dos azulejos do estado (1920-1928) 
Nuno Moita da Costa (CMCAN): O movimento para a promoção da candidatura de Conímbriga a Património Mundial da UNESCO 

Encerramento da Exposição.

Interessante iniciativa que permite revisitar a personalidade e o trabalho desenvolvido pelo Prof. Vergílio Correia, nas suas diferentes dimensões.

A acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

MEMORIAL REPUBLICANO (Parte II)

Ainda na apresentação do livro "Memorial Republicano", da autoria de Amadeu Carvalho Homem e Alexandre Ramires, apresentado em Coimbra no passado dia 5 de Outubro de 2012, captamos uma pequena parte da intervenção do Dr. António Arnaut.

Ao cuidado dos interessados.

A.A.B.M.

domingo, 7 de outubro de 2012

APRESENTAÇÃO DO "MEMORIAL REPUBLICANO" EM COIMBRA


Em boa hora assistimos à apresentação da obra Memorial Republicano, da autoria de Amadeu Carvalho Homem (texto) e Alexandre Ramires (imagem).

Num final de tarde solarengo, feriado de 5 de Outubro, que alguns querem que seja o último a comemorar a data da Implantação da República, juntaram-se em Coimbra, no Quartel de Sant'ana, perto de duas centenas de pessoas para assistir à apresentação da obra supra referida. Esta adesão surpreendeu positivamente a organização que tinha previsto realizar a sessão na capela do quartel, mas face à sala cheia como um ovo, deliberou acertadamente transferir a sessão para o átrio do quartel.


Com a presença de muitas caras conhecidas do meio cívico e universitário de Coimbra, vimos, entre outros: Rui Alarcão, Gomes Canotilho, Carlos Esperança, Miguel Pignatelli Queirós, Joaquim Romero Magalhães, José Manuel Portugal, Miguel Dias Santos, Fernando Fava, António Maduro, Rui Lopes, entre muitas outras personalidades mais ou menos anónimas.



No pequeno video que colocamos acima, temos uma pequena parte da intervenção de João Paulo Almeida e Sousa aquando da apresentação da obra. O ilustre clínico escolheu algumas das passagens do livro para as dar a conhecer aos assistentes que ainda não conheciam a obra, elogiou a organização e a selecção de imagens da obra e salientou as várias figuras do movimento republicano que são evocadas: José Falcão, Elias Garcia, Rodrigues de Freitas, Antero de Quental, Berardino Machado, Teófilo Braga, Sebastião de Magalhães Lima, entre outros.

De seguida colocamos, uma fotografia ilustrando a intervenção do Dr. António Arnaut. Foi durante esta intervenção que se verificou uma manifestação clara dos assistentes, salientando alguns dos aspectos mais positivos do Memorial que apresentava e que ele considerou mais um contributo importante para o estudo da República. O advogado, recorrendo à sua experiência de tribuno, apostou na escolha de algumas passagens mais marcantes da obra e procurou estabelecer pontes entre o passado e o presente. Lembrou alguns dos problemas que presentemente atravessamos e comparou-os com os momentos que conduziram à Implantação da República.

Lamentando o final do feriado e criticando a decisão política, António Arnaut conseguiu em algumas das das ideias empolgar por breves momentos a assistência. Salientou alguns dos perigos a que se assiste nos tempos que correm, com acusações aos políticos, pelos políticos e pela opinião pública que só contribuem para descredibilizar todo o sistema político. Terminou a sua intervenção saudando a República.


Os autores, começando por Alexandre Ramires, que salientou a importância do reconhecimento do tratamento da imagem e como através da imagem se podem contar muitas outras histórias. Referiu também  ainda o projecto de mostrar a evolução da cidade de Coimbra, através da fotografia que se foi fazendo na cidade desde meados do século XIX.

Amadeu Carvalho Homem salientou a importância dos ideais da República que estão em permanente actualização: Liberdade, Igualdade e Fraternidade. A Democracia, que está na sequência dos ideais atrás enunciados, está num momento difícil, mas manifestou a sua esperança na renovação da mesma. Os valores universais não se alteram com facilidade. Este autor reforçou a ideia que a presente obra, estava, na sua essência, pronta desde 2010, mas o atraso na publicação acabou por servir para utilizá-la como um símbolo de protesto contra o fim do feriado de 5 de Outubro, sendo pública e reconhecida a sua actividade em prol do estudo do Republicanismo e da causa republicana em Portugal.

Uma apresentação muito concorrida, com muita gente interessada no tema e um livro para ler e analisar com toda a atenção.

A.A.B.M.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

MEMORIAL REPUBLICANO


Vai ser apresentado no próximo dia 5 de Outubro de 2012, em Coimbra, no Quartel da Brigada de Intervenção, pelas 19 horas, o livro do Professor Doutor Amadeu Carvalho Homem e Alexandre Ramires, intitulado Memorial Republicano.

A apresentação, conforme se confirma pelo convite vai ser feita por António Arnault e João Paulo Almeida e Sousa.

Com os votos de maior sucesso para esta iniciativa que serve também para lembrar que a República / Res Publica tem memória, teve um passado, vive o presente e está virada para o futuro.

Saúde e Fraternidade

A.A.B.M.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

ANTÓNIO JOSÉ DE ALMEIDA PENACOVA E A REPÚBLICA


Conforme se pode ver no cartaz que acima apresentamos, vai realizar-se na próxima sexta-feira, dia 12 de Fevereiro de 2011, no âmbito das comemorações do Centenário da República, vai proceder-se no município de Penacova à inauguração da nova Biblioteca Municipal de Penacova, iniciativa a todos os títulos louvável, que não podemos deixar de saudar.

Para assinalar o acontecimento vai realizar-se um colóquio subordinado ao tema A República, António José de Almeida e a importância de uma Casa-Museu, que conta com as seguintes participações:
- Luís Reis Torgal: António José de Almeida e a República;
- David Almeida: Penacova e a República;
- Diogo Gaspar: António José de Almeida e o Museu da Presidência da República;
- Norberto Cunha: A Importância de uma Casa-Museu como Centro de Animação Cultural;
- António Arnaut: República e Cidadania.

Vai ser também inaugurada a exposição organizada por Alexandre Ramires intitulada António José de Almeida e a Caricatura na I República.

Uma iniciativa a acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

EXPOSIÇÃO VER A REPÚBLICA EM COIMBRA


Foi inaugurada no passado dia 22 de Outubro de 2010, na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra e no Museu Nacional Machado de Castro a Exposição Ver a República.

Com coordenação científica de Amadeu Carvalho Homem e comissariado executivo de Alexandre Ramires,esta exposição é constituída por três núcleos temáticos que mantêm entre si relações de complementaridade.

- GALERIA REPUBLICANA: patente na Sala de S. Pedro, da Biblioteca Geral da UC.
Apresentam-se aqui um conjunto de retratos referentes aos principais propagandistas
republicanos, com imagens retiradas de revistas e publicações do tempo, como a Galeria Republicana, o Álbum Republicano, o Archivo Democrático ou As Constituintes de 1911 e os seus deputados. Através destas publicações conclui-se que o retrato teve ampla circulação entre os membros da Universidade de Coimbra, desde os "cartes de visite" que preservavam a memória dos cursos. Os republicanos mostraram conhecer as novas técnicas de propaganda e divulgavam de forma prolífica as imagens dos seus principais líderes, aproveitando a imprensa, os postais, as embalagens, os chapéus, entre outros elementos iconográficos.

- GALERIA RIPUBLICANA: funciona no Museu Nacional Machado de Castro. Ali expõem-se algumas caricaturas seleccionadas de modo a permitir a visualização satírica de alguns protagonistas cimeiros do nosso republicanismo. Desde as caricaturas de Rafael Bordalo Pinheiro, Celso Hermínio, Francisco Valença, Leal da Câmara, Arnaldo Ressano e outros caricaturistas da época, que deixavam plasmada de forma regular os acontecimentos da vida política desde os finais da Monarquia até ao final da I República. A caricatura transformou-se num instrumento de luta política, desencadeava polémicas, prisões, suspensões e mesmo confrontos pessoais. Mas deixou uma marca de perenidade que ainda hoje permite uma análise crítica da sociedade do tempo, das suas marcas, dos acontecimentos e principais protagonistas.

- GALERIA UNIVERSIDADE: no Museu da Ciência.
Neste núcleo expositivo recorre-se a materiais diversos, assinalando alguns dos mais decisivos momentos da história do republicanismo português e acompanhando o percurso de alguns dos ilustres cientistas, com destaque para Egas Moniz e Aurélio Quintanilha.
Mostram-se também ao público documentos que se transformaram em símbolos, como o processo judicial que condenou António José de Almeida e o enviou para a cadeia ou os telegramas que descrevem a proclamação da República no Distrito de Coimbra entre outros.

Os três núcleos expositivos apresentam centenas de peças, entre gravuras, fotografias e panfletos inéditos, de grande qualidade estética e documentos originais da época, VER A REPÚBLICA pretende “preencher os buracos da história a partir de documentos originais”. Alexandre Ramires, comissário executivo da exposição, sublinha que “80% do certame é composto por objectos desconhecidos do público” e acrescenta que, para os três núcleos da exposição, foi reunida “uma iconografia nova”. Conforme se pode ler notícia completa AQUI.

VER A REPÚBLICA vai estar patente em Coimbra, nos espaços acima referidos, até 27 de Fevereiro de 2011.

Mais notícias sobre a exposição AQUI, AQUI ou AQUI.

Uma exposição a não perder.

A.A.B.M:

domingo, 25 de janeiro de 2009

JOÃO JOSÉ DE MENDONÇA CORTEZ


MENDONÇA CORTEZ/IMAGENS DE OLHÃO ANTIGO

No próximo dia 31 de Janeiro de 2009, próximo sábado, vai realizar-se na Sociedade Recreativa Olhanense uma conferência sobre a figura muitas vezes esquecida de João José de Mendonça Cortez, que irá ser recordado pelo investigador e apaixonado pela história da fotografia, Alexandre Ramires.

João José de Mendonça Cortez, hoje uma figura que quase só consta da toponímia local e que muitos desconhecem nasceu em Olhão em 9 de Janeiro de 1836, foi professor na Universidade de Coimbra, deputado, ministro e par do reino. Desenvolveu também uma intensa actividade como inventor e, no campo empresarial, foi director do Banco Lusitano tendo sido envolvido num escândalo que o conduziu ao exílio voluntário em Paris. Foi também durante algum tempo proprietário da Livraria Editora Bertrand.

Faleceu em Paris em 24 de Dezembro de 1912.

Será a partir de João José de Mendonça Cortez, sobretudo o inventor, que Alexandre Ramires abordará alguns aspectos da história da fotografia de e em Olhão. Esta conferência, com entrada livre, terá início pelas 15 horas.

Uma actividade a não perder.

A.A.B.M.