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quinta-feira, 8 de março de 2018

DIA INTERNACIONAL DA MULHER



Há mulheres que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes

Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma

 
Sophia de Mello Breyner Andresen, in Obra Poética
 
J.M.M
 

segunda-feira, 5 de março de 2018

VIDA E OBRA DE MARIA LAMAS



DEBATE: “Vida e Obra de Maria Lamas. Atualizar o pensamento, abalar a indiferença”.

DIA: 8 de Março 2018 (10,00 horas);
LOCAL:
Auditório da Biblioteca Nacional de Portugal (Campo Grande, 83, Lisboa);

Na Comemoração dos seus 50 Anos, o Movimento Democrático de Mulheres (MDM), realiza um Ciclo de Debates – “MDM. Um Movimento de Mulheres em Movimento" -, abrindo o seu Ciclo, no próximo dia 8 de Março, com um sugestivo tema: "Vida e Obra de Maria Lamas. Atualizar o pensamento, abalar a indiferença”. No decorrer da sessão será lançado o livro de “Atas do II Congresso Maria Lamas”, realizado a 12 de Dezembro de 2015, em Almada.

A não perder.

J.M.M.

sexta-feira, 10 de março de 2017

MULHERES DA CLANDESTINIDADE



LIVRO: Mulheres da Clandestinidade;
AUTOR:
Vanessa Almeida;
EDIÇÃO: Parsifal, 2017, p. 212

“Uma obra fundamental para conhecer um tema pouco estudado do combate aos regimes de Salazar e Caetano.

Ao longo de todo o Estado Novo, a oposição a Salazar e Marcelo Caetano foi também feita por mulheres que com enorme sacrifício pessoal abandonaram as suas casas, a sua família, as suas terras, até o seu nome, para mergulhar na clandestinidade e a partir dali combater o regime.

Actuando na sombra, levando uma vida silenciosa e correndo inúmeros riscos todos os dias, a sua conduta constituiu um extraordinário exemplo de bravura, de sacrifício e de dedicação a uma causa cívica e política que contribuiu de forma decisiva para a queda de um regime ditatorial e para o advento da Democracia.

Recolhendo testemunhos de vida de mulheres que passaram por experiências tão marcantes, ‘Mulheres da Clandestinidade’ resgata do silêncio vozes fundamentais de um combate singular e constitui, ao mesmo tempo, um merecido tributo a uma militância norteada por uma abnegação e por uma coragem que continuam a surpreender.” [AQUI]


J.M.M.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

PROTEÇÃO E DIREITOS DAS MULHERES TRABALHADORAS EM PORTUGAL (1880-1943), POR VIRGÍNIA BAPTISTA


No próximo dia 23 de Maio de 2016, segunda-feira, pelas 16 horas, na Livraria Barata, em Lisboa, vai ser apresentada a obra de Virgínia Baptista, Proteção e Direitos das Mulheres Trabalhadoras em Portugal (1880-1943), ICS, Lisboa, 2016.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:

Este trabalho tem por objectivo reflectir sobre a assistência, a previdência social e os direitos das mulheres trabalhadoras, em Portugal, entre 1880 a 1943. A primeira data marca o início do nosso estudo sobre os estatutos das associações de socorros mútuos e a segunda foi o ano da extensão do abono de família a todos os trabalhadores. Em Portugal as mulheres constituíam mais de um quarto dos trabalhadores no mercado de trabalho.

Da mesma autora podemos encontrar outros artigos sobre questões similares AQUI, AQUI, AQUI ou AQUI.

Um evento e uma obra que se recomenda.

A.A.B.M.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

AS MULHERES NAS CRISES ACADÉMICAS DURANTE A DITADURA


LIVRO: As Mulheres nas Crises Académicas durante a Ditadura;
AUTOR: AA.VV - Teresa Sales (coordenadora);
EDIÇÃO: UMAR, 2015.


LANÇAMENTO:

DIA25 de Fevereiro (17,00 horas);
LUGAR: Auditório do Museu do Aljube;
ORADORA: Maria Alice Samara


LER MAIS AQUI

J.M.M.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

QUOTIDIANOS NO FEMININO. DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA AO SÉCULO XXI – “5 DE OUTUBRO NO FEMININO”


EXPOSIÇÃO | CONFERÊNCIA | DEBATE: "O 5 de Outubro no Feminino”.


EXPOSIÇÃO: “Mulheres no Tempo da República” [Fotos de Joshua Benoliel”;

CONFERÊNCIAS: “Feminismo na I República” (15,50 h) [João Esteves]; “A Mulher e a Sociedade no Século XX” (16,20 h) [Isabel Vargues]; “Contra-Ciclo” (16,50 h) [Maria do Carmo Neves]; DEBATE (17,20 h);

DIA:
13 de Setembro (14,30 horas);
LOCAL: Auditório Mirita Casimiro, VISEU;
ORGANIZAÇÃO: GLFP [Grande Loja Feminina de Portugal] | Associação Cívica e Cultural Estrela de Alvorada.

J.M.M.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

DEMÓNIOS APERFEIÇOADOS. ANTIFEMINISMO E HUMOR NA IMPRENSA PORTUGUESA [1885-1914]


CONFERÊNCIA: "Demónios Aperfeiçoados. Antifeminismo e Humor na Imprensa Portuguesa [1885-1914]

ORADORA: Prof.ª Gabriela Marques;

DIA: 19 de Maio 2014 (14,30 horas);
LOCAL: F.L.U.C. (Sala Gama Barros), Coimbra;

ORGANIZAÇÃO: C.H.S.C. & D.HEEAA

J.M.M.

sábado, 8 de março de 2014

DIA 8 DE MARÇO

 
"Quem escolhe, parte e rejeita.
Quem parte, vai e não colhe.
Quem vai, faz e não ama.
Quem faz, fala e não sente.
São teus olhos os sujeitos
São de granito os meus peitos.
Quem fia, borda e ajeita,
Quem espera, fica e não escolhe,
Quem cala, quieta na cama,
Sou eu, deitada a sentir
Tua roda de fugir
Tua cabeça em meu ventre.
 
[in Novas Cartas Portuguesas]
 
“O amor … é um combate (…) Se é verdade, no entanto, que o amor é um combate, é muito mais verdadeiro que tal combate é o que cada um de nós trava contra a sua própria miséria e a sua própria prisão. Não se luta contra o outro, mas sim contra si próprio”
 
[Giorgio Cesarano, in A Insurreição Erótica, Antígona, 1979]
 
[FOTO: Postal do Movimento Democrático das Mulheres Portuguesas comemorativo do dia 8 de Março - Sábado, 8 de Março de 1969]

J.M.M.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

CENTENÁRIO DA "UNIÃO DAS MULHERES SOCIALISTAS"


CENTENÁRIO DA FUNDAÇÃO DA “UNIÃO DAS MULHERES SOCIALISTAS

CONFERÊNCIA: "Elas e as Outras";
ORADORA: Isabel Lousada (CESNOVA-FCSH-UNL);
DIA: 31 de Outubro (19 horas);
LOCAL: Biblioteca-Museu República e Resistência Grandella (Estrada de Benfica, , Lisboa);
ORGANIZAÇÃO: CMLisboa | BLX | VITRIOL | CESNOVA.

J.M.M.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

NOVAS CARTAS PORTUGUESAS - 2ª LEITURA COLECTIVA


EVENTO: 2ª Leitura Colectiva NOVAS CARTAS PORTUGUESAS [40º Aniversário];
LOCAL: Centro de Cultura e Intervenção Feminista (Rua da Cozinha Económica, Bloco D, 30-M e N, Alcântara, Lisboa;
DATA: de 25 de Outubro 2012 (18,30 horas);
ORGANIZAÇÃO: CESNOVA / Faces de Eva (colaboração UMAR).

► "… Desde o princípio tiveram os homens de se julgar semideuses caídos de sua graça por obra da mulher; e logo depois tiveram que se inventar redimidos através do ventre de nova mãe, essa santa, essa capaz de conhecer Deus no seu ventre e de no seu ventre incarnar o deus salvador, depois chamado o filho do homem – que ironia rebuscada – na sua vida e nos seus actos exemplares. Porque o homem vai fazendo o mundo e cavando o seu túmulo, e vai chamando a mulher, então dizendo-lhe ‘mãe’, para que esta lhe nomeie o mal e o bem, e lho signifique, e tome em si o absurdo insuportável da ordem das coisas, e vai o homem fazendo o mundo sobre o ventre acolhedor e produtor da mulher, então dizendo-lhe ‘coisa de mim’, e posto na mulher o mal e o bem e o absurdo insuportável da ordem das coisas é então justo que seja ela a primeira vítima, ela a culpada até ao momento em que finalmente o homem chama a mulher, dizendo-lhe ‘mulher’, e repara que está vazio o lugar da seu lado …"
in Novas Cartas Portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa.
J.M.M.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

REPUBLICANAS QUASE DESCONHECIDAS



LIVRO: Republicanas Quase Desconhecidas;
AUTORA: Fina D'Armada (c/prefácio de Manuel Sá Marques);
EDIÇÃO: Temas e Debates.

ler MAIS sobre o livro AQUI.

"Atribui-se a Cândido dos Reis a frase que 'feita a República em Lisboa, no resto do País se faria pelo telégrafo'. E assim foi. Só que, para se fazer a República pelo telégrafo, o País teria de estar à espera, reparado para a receber. Quem o preparou? Por um lado, se foi o telégrafo que espalhou a revolução, então aí participaram mulheres, pois já havia telegrafistas desde os fins do século XIX. Por outro, nas manifestações de vitória, entoou-se A Portuguesa e o Hino da Maria da Fonte e flutuaram milhares de bandeiras verde-rubras, assim como barretes frígios e fitas verdes e vermelhas nas lapelas e cabelos. Isso significa que as bandas e filarmónicas já haviam ensaiado os hinos da vitória e as bandeiras já haviam sido costuradas pelas mulheres, de norte a sul do País. Em todas as Câmaras Municipais se implantou a República. E isso deveu-se ao trabalho de propaganda de republicanos e republicanas. Daí a importância dos concelhos, exaltada nesta obra, escrita com a colaboração de muitas mãos, que divulga o trabalho ignorado de republicanas de 33 concelhos do País" [ver AQUI]

J.M.M.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A POLÍTICA FEMININA DO ESTADO NOVO


LIVRO: A Cada Um o Seu Lugar. A Política Feminina do Estado Novo;
AUTORA: Irene Flunser Pimentel;
EDITORA: Temas & Debates;

APRESENTAÇÃO: dia 25 de Junho (18.00 horas);
LOCAL: Auditório do Museu do neo-Realismo (Vila Franca de Xira).
APOIO: C. M. Vila Franca de Xira e Museu do Neo-Realismo.

«Um 'lugar para cada um e cada um no seu lugar' era uma das normas preferidas de António Carneiro Pacheco, ministro da Educação Nacional de Salazar. Esta frase podia ter sido proferida pelo próprio Salazar ou por um dos principais mentores do seu regime: indica elitismo, uma vontade de manter compartimentações sociais estanques - sem mobilidade profissional, social e política - e revela uma noção determinista segundo a qual cada um nasceria com a missão de desempenhar determinada função. A frase também se aplicava evidentemente às mulheres, às quais o Estado Novo atribuiu um lugar e um lugar e um papel específicos - diferentes consoante a classe a que pertencia - no seio da família e da sociedade" [AQUI]

J.M.M.

terça-feira, 7 de junho de 2011

MULHERES NA PRIMEIRA REPÚBLICA


LIVRO: Mulheres na I República. Percursos, Conquistas e Derrotas;
COORDENAÇÃO: João Esteves, Natividade Monteiro, Zília Osório de Castro;
EDIÇÃO: Colibri.

"Esta obra, significativamente intitulada Mulheres na 1ª República. Percursos, Conquistas e Derrotas, constitui um contributo assinalável para o conhecimento do início do caminho da contemporaneidade percorrido pelas mulheres. Vitoriosas ou não estiveram lá e marcaram com a sua presença situações bem diversificadas. Sem que tenha a pretensão de ser exaustiva, esta obra foca um certo número de situações consideradas exemplares de uma sociedade em mutação e do lugar que as mulheres aí pretendiam ocupar. Por estas características, considera-se um ponto de partida para novos estudos sobre a história das mulheres, e com eles, sobre a história da sociedade em geral em que a sua dignidade humana e cidadania cívica e política devem ocupar o lugar a que têm jus" [ler AQUI]

J.M.M.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

FACES DE EVA - ESTUDOS SOBRE A MULHER Nº25


APRESENTAÇÃO da Revista "Faces de Eva", nº 25, 2011;
APRESENTADORES: Luísa Cymbron (FCSH/UNL) e Henrique Fernandes;
DIA: 25 de Maio (18 horas);
LOCAL: Salão Nobre do Conservatório Musical (Rua dos Caetanos, Bairro Alto, Lisboa).

ÍNDICE: para ler, clicar na FOTO.

J.M.M.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

CONFERÊNCIA - AS MULHERES NO INÍCIO DO SÉCULO XX


CONFERÊNCIA: As Mulheres no Início do Século XX;
ORADORA: Ana Vicente;
DIA: 26 de Maio (17 horas);
LOCAL: Fundação Calouste Gulbenkian (Auditório 3), Lisboa.

"Ainda é necessário referir numa conferência as mulheres portuguesas do príncipio do século XX?
Não eram elas a maioria da população?
Quem eram? O que faziam? O que pensavam?
Abrangendo o período entre 1900 e 1926, Ana Vicente procurará responder a estas perguntas e colocar algumas questões
" [ler AQUI]

FOTO: "Funcionárias da Junta de Crédito Público. Actual Instituto de Gestão do Crédito Público" (1911), via Arquivo Municipal de Lisboa.

J.M.M.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

FACES DE EVA - ESTUDOS SOBRE A MULHER


REVISTA: Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher;
EDITORA: Colibri;
ÍNDICE: ver AQUI [clicar em REVISTA].

NOTA: A Revista "Faces de Eva Estudos sobre a Mulher" é uma edição semestral da unidade de investigação pluridisciplinar, com o mesmo nome, criada na FCSH da Universidade Nova de Lisboa [ler MAIS AQUI]

J.M.M.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

CIDADÃS NA I REPÚBLICA



Vai realizar-se no Museu Bernardino Machado, em Vila Nova de Famalicão, na próxima sexta-feira, dia 13 de Maio de 2011, uma conferência inserida no ciclo As Mulheres e a República.

O conferencista é o Doutor João Esteves, um dos historiadores que tem pubicado vários estudos sobre o papel da mulher, das organizações femininas e de algumas mulheres em destaque durante a República. Sem dúvida um dos investigadores com maior actividade nesta área e responsável por publicações como:
- A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas -Uma organização política e feminista, Lisboa, 1992;
- Estudos Sobre as Mulheres em Portugal (Actas do Seminário), Lisboa, 1993;
- As Origens do Sufragismo Português, Lisboa, 1998;
- Mulheres e Republicanismo (1908-1928), 2008;

Co-responsável com Zília Osório de Castro , do Dicionário no Feminino (séculos XIX-XX), Lisboa, 2005.

Foi Comissário Científico da Exposição "Carolina Beatriz Ângelo - Intersecções dos sentidos / palavras, actos e imagens", organizada pelo Museu da Guarda [2010]; assegurou a Consultoria Científica da Exposição "Percursos, Conquistas e Derrotas das Mulheres na 1.ª República" [2010].

Desenvolve também actividade no blogue Silêncios e Memórias.

O currículo científico do Doutor João Esteves pode ser consultado AQUI.

A conferência inicia às 21.30 h, sendo a entrada gratuita.

Uma actividade a não perder.

A.A.B.M.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

FEMINISMOS NA PRIMEIRA REPÚBLICA: O CASO DE CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO

No âmbito do ciclo de conferências que tem vindo a realizar-se no Museu Bernardino Machado, em Famalicão, vai realizar-se no dia 8 de Abril de 2011, sexta-feira, pelas 21.30 h, uma conferência com o título em epígrafe. A oradora: Maria Antonieta Gomes Baptista Garcia. Doutorada em Sociologia e mestre em Literatura e Cultura Portuguesas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Professora Associada na Universidade da Beira Interior (Aposentada) tem desenvolvido as suas investigações no âmbito do Judaísmo e das Identidades. Leccionou cursos de Licenciatura e de Mestrado. Orientou teses de Mestrado e de Doutoramento. Foi Presidente do Departamento de Letras da Universidade da Beira Interior. Fundou e foi Directora da revista científica À Beira da UBI. Participou em Congressos Nacionais e Internacionais. Publicou, entre outros, os livros: Carolina Beatriz Ângelo: Guarda(dora) da liberdade : 1878-1911, Motim no Fundão – Inquisição e Independência – 1580; Fios para um roteiro Judaico da Covilhã; Judaísmo no Feminino; Denúncias em nome da fé e Os Judeus de Belmonte: Os caminhos da memória. O local: Rua Adriano Pinto Basto, n.º 79 4760 - 114 Vila Nova de Famalicão Um evento a acompanhar com todo o interesse. A.A.B.M. Entrada livre

sexta-feira, 18 de março de 2011

AS MULHERES E A POLÍTICA NA I REPÚBLICA


Vai realizar-se amanhã, sábado, pelas 17 horas, nas instalações do espaço Pátio das Letras, em Faro, a comunicação com o título em epígrafe.

A conferencista é Lucinda Blath,professora de cultura portuguesa na Folk Universitet de Estocolmo.

Mais referências ao evento podem ser consultadas AQUI.

A.A.B.M.

domingo, 13 de março de 2011

FEMINISMOS. PERCURSOS E DESAFIOS (1947-2007)



LIVRO: "Feminismos - Percurso e Desafios (1947-2007";
AUTORA: Manuela Tavares.

SESSÃO DE LANÇAMENTO: Dia 15 de Março (18,30 horas)
LOCAL: Livraria Ler Devagar (LX Factory)
APRESENTAÇÃO por Irene Flunser Pimentel e Anália Torres.

J.M.M.