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segunda-feira, 4 de junho de 2012

MEMÓRIA A JOSÉ FALCÃO




MEMÓRIA A JOSÉ FALCÃO, c/ prefácio de Guerra Junqueiro [Á Puríssima Memória do Dr. José Falcão], Coimbra, Typographia Auxiliar d'Escriptorio, Praça do Commercio, 11, 1º andar, 1894, p.221.

J.M.M.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

CARTILHA DO POVO (EDIÇÃO FAC-SIMILADA)


LIVRO: Cartilha do Povo (Edição fac-similada);
AUTOR: José Falcão;
EDITORA: C. M. de Miranda do Corvo /Edições Minerva;

C/ Nota Explicativa por Carlos Ferreira; um importante Perfil de José Falcão, por Amadeu Carvalho Homem; uma valiosa Introdução sobre as diferentes edições da Cartilha, por Fernando Fava e Palavras de Abertura, pela Pres. C. M. Miranda do Corvo, Fátima Ramos. Na capa, a foto de José Falcão, nos seus "tempos de estudante", cedida por Alexandre Ramires (CEIS-20).

José Falcão, para além de ter sido das raras vozes que se ergueram a favor dos revoltosos da Comuna de Paris, foi também um dos mais obstinados divulgadores da ideia republicana. Este propósito de tornar acessível ao povo a nova mensagem política sofria o obstáculo da elevadíssima taxa de analfabetismo.

No início do último quartel do século XIX, mais de quatro quintos da população portuguesa não sabia ler, escrever e contar. Os livros, brochuras e jornais eram apenas lidos por uma minoria da burguesia culta, concentrada sobretudo em Lisboa, no porto e em Coimbra.

O problema da instrução pública esteve sempre presente nas preocupações dos evangelizadores republicanos. Foi esse o objectivo de José Falcão, quando elaborou e fez imprimir a sua memorável Cartilha do Povo. Impressa em papel modesto, para que os custos pudessem ser facilmente suportados, esta Cartilha obedeceu também à directriz de ser facilmente entendida por gente humilde, caldeada em trabalhos de invulgar dureza e, até então, desprezada pelas regiões da governação. Para isso, o autor praticará nela o método do diálogo, imaginando uma conversa entre José Povinho, inculto mas cheio de vontade de aprender, e João Portugal, personagem letrada …
" [Amadeu Carvalho Homem, in Cartilha do Povo (ed. fac-similada)]

NOTA: das várias (18) edições da Cartilha do Povo, entre 1884-1909, registe-se que 4 (quatro) foram promovidas pela Comissão Republicana de Miranda do Corvo: três em 1906 e uma outra em 1908 [cf. Fernando Fava, "Introdução", p.XXX].

A Comissão Republicana de Miranda do Corvo integrava: Joaquim Pereira Falcão, António da Silva Bastos, João Baptista Leitão Pimenta, Manoel Pereira Batalhão e José Maria Baptista.

De referir que esta edição reproduz (ainda) as capas de outras edições da Cartilha, entre elas uma edição popular (1896) promovida pelos estudantes republicanos de Coimbra [Typ. Minerva, Vila Nova de Famalicão]; uma outra (1908) com edição de José Luz, impressa na Figueira da Foz; a edição feita pela Commissão parochial republicana de Beringel (1909); outra edição (1909) promovida pela Comissão Republicana de Taveiro e Ribeira de Frades [composta por Júlio de Figueiredo Fonseca, José E. Pereira Plácido, Manuel Duarte Esmeraldo, José S. Rôlla e António S. Rôlla] ; e uma outra (ainda de 1909) patrocinada pela Comissão Organizadora do Centro Republicano Dr. Fernandes Costa, Freguesia de Santa Cruz de Coimbra [comissão onde pontificavam António Ribeiro das Neves Machado, Afonso Augusto Pessoa, João Martins, Joaquim Luiz Olavo Júnior, António D’Oliveira, Pedro Leite Pinheiro e António Simões]. Uma outra edição, por nós referenciada, pode ser consultada AQUI.


J.M.M.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

JOSÉ FALCÃO - A CARTILHA DO POVO




José Falcão:"A CARTILHA DO POVO", Lisboa, Livraria Central de Gomes de Carvalho, Rua da Prata, 1909 - AQUI digitalizado por Manuel Sá-Marques (via blog "Bernardino Machado", com a devida vénia)

J.M.M.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

CENTENÁRIO DA REPÚBLICA


CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

Porque tomamos conhecimento desta notícia, não podíamos deixar de dar conhecimento a todos os interessados. Denotando uma atitude cívica, tão própria do pensamento republicano, era importante que os cidadãos se organizassem em comissões semelhantes no resto do País, para que estas comemorações assumissem um carácter verdadeiramente nacional e, se possível, muito participadas pela população.

Comissão Cívica de Coimbra para as Comemorações do Centenário da República

APELO
Cidadãs / Cidadãos
Em 05 de Outubro de 2010 assinala-se o I Centenário da República.

Pelo Decreto-Lei nº 17/2008, de 29 de Janeiro, foi criada a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, a decorrer entre 31 de Janeiro e 5 de Outubro de 2010.

Os abaixo assinados, Cidadãos de Coimbra, republicanos e democratas, em harmonia com os objectivos gerais das Comemorações, definidos pelo Governo e Presidente da República, entendem constituir-se em Comissão Cívica de Coimbra para as Comemorações do Centenário da República.


O restante texto do Apelo pode ser consultado na íntegra AQUI

[Foto retirada com a devida vénia de O Ocidente, Lisboa, 01-02-1893, Nº 508, p. 1 que pode ser acedida através da Hemeroteca Digital de Lisboa ].

A.A.B.M.