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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

GESTÃO DA INFORMAÇÃO EM MUSEUS: UMA ABORDAGEM PARA O SEU ESTUDO - CONFERÊNCIA

Realiza-se no próximo sábado, em S. Brás de Alportel, no Museu do Trajo, uma iniciativa Entre Arquivos, com a Dra. Paula Moura, onde se abordará a questão da Gestão da Informação ao nível dos Museus.

O evento realizar-á pelas 15 horas.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
Esta apresentação tem como objectivo fazer uma abordagem sobre a gestão integrada da informação em contexto museológico – ou utilizando a terminologia internacional – instituições de memória - (quando nos queremos referir a museus, bibliotecas e arquivos), através da presentação das diferentes tipologias de informação que lhe estão associadas, assim as como das necessidades de identificação, das normas e dos procedimentos aquando do seu tratamento.
O recurso às Tecnologias de Informação e Comunicação no meio cultural é igualmente abordado, na medida em que ao digital está associado um valor acrescentado para as organizações, potenciando a integração de todas as tipologias informacionais, agilizando o seu tratamento, controlo, acesso e disponibilização da informação.

Pequena nota sobre a conferencista presente:
Paula Moura é desde 2002 técnica superior de biblioteca e documentação no Museu dos Transportes e Comunicações. Em 1996 finaliza a sua licenciatura em Ciências- Históricas (ramo científico) na Universidade Portucalense. Em Outubro de 2009 concluiu o Mestrado em Gestão da Informação, na Universidade de Aveiro, desenvolvendo a sua dissertação na área da gestão da informação nas organizações culturais.
Entre os anos de 2001-2006 frequentou as pós-graduações em Ciências- Documentais, na variante, bibliotecas e centros de documentação (2001-2003) e, na variante arquivos (2003-2006), na Universidade Portucalense.

Uma actividade que se divulga e a que se deseja os maiores sucessos.

A.A.B.M.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

IV ENCONTRO DE ARQUIVOS DO ALGARVE: A ACESSIBILIDADE E CONFIDENCIALIDADE DA INFORMAÇÃO

Amanhã, 29 de Maio e no dia 30, sábado, realiza-se o IV Encontro de Arquivos do Algarve subordinado ao tema A Acessibilidade e a Confidencialidade da Informação que decorrerá no Anfiteatro Teresa Gamito, Campus de Gambelas, da Universidade do Algarve, em Faro. Sobre o evento pode ler-se na nota de apresentação do evento:
A aprovação do novo Código de Procedimento Administrativo, a valorização de aplicações informáticas open source e o aumento de políticas de interoperabilidade nos sistemas de informação da Administração Pública portuguesa, designadamente através dos projectos Macroestrutura Funcional e Plano de Classificação da Informação Arquivística para a Administração Local, fortalecem e objectivam políticas claras de normalização na gestão da informação das entidades, através das operações de criação, registo e tratamento da informação, assim como ao nível de permissões e acessos, permitindo a transversalidade na troca e partilha de informação interinstitucional. Paralelamente, todo o desenvolvimento realizado ao nível da modernização administrativa e da simplificação de procedimentos administrativos visam muito concretamente diminuir o peso da burocracia e facilitar o processo de interacção entre Estado e utilizador. Problemáticas e desafios que merecem a atenção e um olhar mais aprofundado por parte dos gestores da informação.
O IV Encontro de Arquivos do Algarve pretende, desta forma, assumir-se como um espaço de debate e partilha em torno da temática da Acessibilidade e Confidencialidade da Informação, numa altura em que a transparência nos processos de negócio, a agilização e rentabilização do acesso à informação, útil à tomada de decisão, se torna um dos principais enfoques do arquivista, independentemente do suporte em que é gerada ou onde a mesma é arquivada.

À legislação existente, questiona-se se a mesma tem, ou terá no futuro, a capacidade de assegurar e proteger os direitos dos cidadãos à privacidade, estabelecendo para tal níveis e critérios de confidencialidade fidedignos, numa altura em que a desmaterialização de processos está na ordem do dia. A questão essencial passa pela capacidade das entidades, independentemente da sua natureza, de dar continuidade, ou não, à preservação da informação criada ou gerida nos seus sistemas, de modo a perpetuar a sua fiabilidade e acessibilidade. 


A Rede de Arquivos do Algarve organiza o IV Encontro de Arquivos do Algarve, a decorrer, no Anfiteatro Teresa Gamito, campus de Gambelas da Universidade do Algarve, nos dias 29 e 30 de Maio de 2015. Esta edição conta com as parcerias da Universidade do Algarve e da Direcção Regional da Cultura do Algarve.

Programa

29 MAIO

9:30 – Recepção - entrega de documentação

10:00 – Sessão de Abertura

10:30 – Painel 1 
Moderação: Madalena Guerreiro (Município de Vila Real de Santo António)

A gestão documental na governança da informação
Rafael António (Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação)


Uma triangulação para bem gerir documentos
Alexandra Lourenço e Pedro Penteado (Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas)


11:00 – Debate

11:15 - Coffee break

11:30 – Painel 2 
Moderação: Sandra Martins (Município de Faro)

Entre a teoria e a prática: a acessibilidade e a confidencialidade em sistemas de informação pretéritos
Nelson Vaquinhas (Município de Loulé, CIDEHUS/UÉ)


Acesso à informação em arquivos: testemunho de um utilizador
Anabela Estudante (Agrupamento de Escolas João de Deus)


Disponibilizar e acessar o conhecimento nos arquivos
Ana Margarida Soares (Fundação Portuguesa das Comunicações)


12:15 – Debate

12:45 – Almoço Livre

14:15 – Painel 3 
Moderação: Tiago Barão (Município de Faro)

O direito de acesso à informação constante de arquivos, autarquias e hospitais
António José Pimpão (Comissão Acesso aos Documentos Administrativos) 


A Acessibilidade e Confidencialidade da Informação no Novo Código do Procedimento Administrativo - Um Exercício Comparativo
João Gonçalves Caetano (Município de Silves)


15:15 – Debate

15:45 - Coffee break

16:00 – Painel 4 
Moderação: Rita Moreira (Município de Loulé)

II Diagnóstico aos Arquivos do Algarve
António Monteiro, Isabel Dias, Laurinda Paz e Vera Gonçalves (Rede de Arquivos do Algarve)


Acessibilidade e confidencialidade da informação: inquérito às instituições algarvias
Adriana Rusu, Bárbara Ribeiro, João Sabóia e Marisa Caixas (Rede de Arquivos do Algarve)


17:00 – Debate

17:15 – Encerramento dos trabalhos

30 MAIO


10:00 – Painel 5 

Moderação: Paulo Mariz (Arquivo Distrital de Faro)

O Novo Código do Procedimento Administrativo: constrangimentos à confidencialidade e acesso à informação
Sílvia Duarte (Município de Portimão)


Access to Memory: a miragem do open source
José Anjos, Marisa Caixas, Nuno Marques e Sónia Negrão (Rede de Arquivos do Algarve)

11:00 – Debate

11:30 - Coffee break

11:45 – Painel 6
Moderação: Vanda Germano (Assembleia Municipal de Portimão)

Arquivos dos serviços de informações em Portugal
Leonor Calvão Borges (Assembleia da República)


O projecto de implementação de um sistema de informação no Partido Social Democrata: o Arquivo da Social-Democracia
Paulo Batista (Consultor Científico do Arquivo Social-Democrata)


O copiador geral – considerações sobre uma prática arcaica
Isabel Salvado (Município de Tavira)


Acessibilidade e confidencialidade da informação: uma realidade ou um mito?
Paulina Araújo (Arquivo Distrital de Évora)

12:45 – Debate

13:15 – Sessão de Encerramento

15:00 – Visita à Cidade de Faro

Para informações complementares e mais detalhadas recomendamos a visita à página oficial do Encontro AQUI.

Com os votos do maior sucesso para mais esta iniciativa que se está a transformar numa marca da actividade dos arquivistas e documentalistas da região nos últimos anos.

A.A.B.M.

segunda-feira, 30 de março de 2015

25 DE ABRIL DE 1974 NO ARQUIVO RTP


Assinalando os 40 anos, quase 41 anos da Revolução dos Cravos, a RTP, através do seu arquivo de imagens colocou disponíveis online quase quatro dezenas de videos sobre o tema.

Contando com um conjunto de reportagens de duração diversificada podemos rever alguns dos temas da revolução:
- Reunião da Junta de Salvação Nacional;
- Entrevista a Sá Carneiro;
- Documentário Retratos duma Revolução;
- Comunicado sobre a Rendição do Quartel do Carmo;
- Ocupação da RTP pelos Militares;
- Conferência de Imprensa da Junta de Salvação Nacional;

Estes e muitos outros vídeos ficam disponíveis a todos os interessados e vale a pena uma visita demorada consultando AQUI.

A.A.B.M.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

CONGRESSO – ARQUIVOS E PATRIMÓNIO DA SOCIEDADE CIVIL. RESGATAR A MEMÓRIA DA ACÇÃO COLECTIVA EM PORTUGAL (SÉCULO XIX E XX)


CONGRESSO: Arquivos e Património da Sociedade Civil. Resgatar a Memória da Acção Colectiva em Portugal (Séculos XIX e XX)”;

DATA: 16 e 17 de Janeiro 2015;
LOCAL: FSCH (UNL) / Instituto de História Contemporânea (Lisboa);
ORGANIZAÇÃO: Maria Fernanda Rollo (IHC-FCSH/UNL) | Joana Dias Pereira (IHC-FCSH/UNL) | Bruno Monteiro(IHC-FCSH/UNL) | Fernando da Mota (IHC-FCSH/UNL) | Sandra Patrício (IHC-FCSH/UNL).

PROGRAMA FINAL: VER AQUI

“O congresso ARQUIVOS E PATRIMÓNIO DA SOCIEDADE CIVIL debaterá e promoverá projectos de salvaguarda da memória da acção colectiva.

Entre os conceitos clássicos da teoria política utilizados no discurso científico contemporâneo, sociedade civil está entre os que conheceu uma mais expressiva recuperação nas últimas décadas, referindo-se sobretudo às associações voluntárias, aos movimentos e às redes sociais cuja intervenção na esfera pública marcou a emergência da contemporaneidade. Os estudos históricos ilustram a complexidade deste universo e o papel que as instituições para a acção colectiva desempenharam no processo histórico, como veículo principal para a participação cívica de homens e mulheres na construção das sociedades modernas.

Parte considerável dos estudos demonstra que, desde as revoluções liberais, a acção colectiva, institucionalizada ou informalmente organizada: promoveu alternativas às leis de mercado, baseadas na mutualidade e na cooperação; destacou-se na mitigação de carências sociais e na promoção de políticas públicas; reivindicou protecção e direitos sociais; impulsionou um novo tipo de sociabilidade, com relevantes funções pedagógicas e culturais; mobilizou largas camadas da população na defesa da liberdade, da paz e da prosperidade dos povos.
As associações e os movimentos sociais que marcaram dos séculos XIX e XX legaram um património material e imaterial incontornável para a reconstrução do nosso passado colectivo. A preservação e divulgação dos seus arquivos, colecções, espólios e testemunhos, reveste-se da maior importância para os investigadores e as instituições, para o progresso científico e cívico.

O congresso ARQUIVOS E PATRIMÓNIO DA SOCIEDADE CIVIL pretende contribuir para a identificação desse legado e para a valorização e divulgação de diversos projectos de recuperação, salvaguarda e disponibilização de acervos produzidos por associações de diversas tipologias. Com esta programação, ambiciona-se sobretudo estimular o debate sobre a necessidade de replicar estas experiências e lançar um ambicioso desafio à sociedade civil no sentido de proteger e promover os seus arquivos e património.

É de sublinhar que esta missão tem despertado um crescente empenho da comunidade científica e nomeadamente dos arquivistas. O Conselho Internacional de Arquivos lançou recentemente uma directiva aconselhando as organizações não governamentais (ONG’s) a preservar e partilhar a sua documentação e elaborou uma adaptação da ISAD (G) adequada a organizações de defesa dos direitos humanos, o que mostra como esta é uma tarefa importante e urgente.

Neste sentido, convidamos investigadores, arquivistas, instituições da sociedade civil e públicas - associações mutualistas, cooperativas, culturais, desportivas, científicas, arquivos, museus entre outras - a participar neste debate com comunicações que incidam sobre os seguintes temas:

-Identificação e apresentação de fundos arquivísticos, colecções e espólios de instituições da sociedade civil;

-Recuperação e salvaguarda de fundos arquivísticos, colecções e espólios de instituições da sociedade civil;


-Organização e divulgação de fundos arquivísticos, colecções e espólios de instituições da sociedade civil;


-Reconstituição de fundos arquivísticos, colecções e espólios de instituições da sociedade civil existentes em entidades oficiais e particulares;


-Investigação com base em de fundos arquivísticos, colecções e espólios de instituições da sociedade civil.


É sobre toda esta anátema que importa reflectir, procurando-se na presente conferência analisar as causas que suscitaram as principais perseguições e incompreensões associadas a este fenómeno e as possíveis formas de as evitar” [AQUI]


J.M.M.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A FOTOGRAFIA NOS ARQUIVOS: UM OLHAR INTEGRADO - CONFERÊNCIA


Realiza-se no próximo dia 29 de Novembro de 2014, a 9ª sessão do Entre Arquivos, na Biblioteca Municipal de Lagoa, pelas 15 horas, subordinada ao título: A Fotografia nos Arquivos: Um olhar integrado.

O tema da sessão serão os arquivos fotográficos e terá como convidada a Dra. Sónia Casquiço.

O projecto Entre Arquivos é pioneiro e tem como propósitos a descentralização e a deslocalização de conferências, na área da arquivística. Desde Janeiro de 2014 que se têm vindo a realizar conferências em várias localidades, passando por Loulé, Albufeira, Olhão, Vila do Bispo, Faro, Silves, Tavira e Vila Real de Santo António.

A entrada é gratuita e confere Certificado aos participantes.

Resumo da conferência:
A introdução da fotografia nos centros de informação surge pouco tempo após a apresentação pública da sua invenção em Paris no mês de Agosto de 1839.
Na segunda metade do século XIX encontramos já documentos fotográficos um pouco por toda a parte; num período de reconhecimento da importância da investigação e das fontes para a História a fotografia era a ferramenta perfeita: para ilustrar o desenvolvimento do conhecimento científico, para documentar o património arquitetónico e artístico, para comprovar a existência de lugares longínquos, para documentar as evoluções tecnológicas, etc.
Mas a utilização quotidiana da fotografia, nem sempre resultou na sua validação enquanto documento arquivístico, pois dificuldades associadas à identificação correta das técnicas fotográficas, ao reconhecimento do contexto funcional de produção, a ausência de documentação textual associada, a dúvidas suscitadas pelos problemas de conservação, fizeram com que a fotografia demorar-se a encontrar o seu lugar nos arquivos, foram as evoluções tecnológicas, nomeadamente a digitalização que acelerou este processo.

Atualmente os problemas subsistem, mas já não se questiona o valor dos documentos fotográficos, o que conta é informação veiculada para além da materialidade do suporte, assim pretende-se nesta palestra expor algumas destas problemáticas assim como sugerir algumas pistas para as ultrapassar.


Breve nota biográfica da conferencista:
Licenciada em Conservação e Restauro, Instituto Politécnico de Tomar, 2000.
Pós-Graduada em Ciências Documentais, variante Arquivo, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2005.
Doutoranda em História (ramo Arquivística Histórica), Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Colaboradora da empresa Luís Pavão Lda desde 1998, tendo integrado diversas equipas de conservação, incluindo a da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian.

Docente da disciplina de Arquivos Fotográficos no mestrado das Ciências da Informação e Documentação da Universidade Nova de Lisboa e de Conservação de Fotografia na Escola Profissional de Recuperação do Património de Sintra.

Uma sessão que se recomenda aos que se interessam pela História da Fotografia, a Conservação e a Arquivística.

A acompanhar com toda a atenção.
A.A.B.M.

terça-feira, 28 de maio de 2013

III ENCONTRO DE ARQUIVOS DO ALGARVE

Realiza-se nos próximos dias 31 de Maio e 1 de Junho, em Olhão, no Auditório Municipal desta cidade algarvia, um interessante congresso reunindo alguns dos especialistas nacionais e internacionais em arquivo e gestão da informação, contando também com a presença do Sr. Subdirector da Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas o Dr. Silvestre Lacerda, bem como do Director do Arquivo Distrital de Faro, Dr. João Sabóia.

Uma iniciativa que se saúda, pela perseverança e pela dinâmica que se mantendo, reforçando laços, trocando experiências e dinamizando iniciativas em comum, procurando sobretudo preservar a memória documental do que existe no Algarve.

PROGRAMA

31 de maio de 2013 (sexta feira)

14:00 Entrega da documentação e receção aos participantes
14:15 Sessão de Abertura e Boas vindas
Presidente da Câmara Municipal de Olhão (Engº Francisco Leal)
Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (Dr. Pedro Penteado)
Direção Regional de Cultura do Algarve (Dr. Rui Parreira)
... Diretor do Arquivo Distrital de Faro (Dr. João Sabóia)
Presidente da Associação de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas – Delegação do Sul (Dra. Margarida Vargues)


Moderadora: Conceição Feliciano

14:30 Dr. Pedro Penteado (Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas – DGLAB): Políticas e programas para a informação pública: o desafio da interoperabilidade
15:05 Prof. Doutor Carlos Guardado da Silva (Câmara Municipal de Torres Vedras): Para um novo paradigma na gestão da informação arquivística da Administração Local: o Plano de Classificação
15:40 Dr. Nuno Marques (Câmara Municipal de Vila do Bispo), Dr. Tiago Barão (Câmara Municipal de Faro) e Dra. Helena Vinagre (Câmara Municipal de Olhão): Macroestrutura Funcional: Abordagem Prática ao Sistema de Gestão Documental da AIRC
16:15 Engº Davide Rosa e Técnico de Informática David Lopes (Câmara Municipal de Olhão): O Município de Olhão na Era Digital
16:30 Debate
16:45 Coffee Break

Moderadora: Dra. Helena Barreto

17:00 Prof. Dr. André Porto Ancona Lopez (Universidade de Brasília – Faculdade de Ciência da Informação. Brasil): DigifotoWeb: programa piloto para construção de repositório digital de materiais fotográficos de arquivo
17:35 Dr. João Sabóia (Arquivo Distrital de Faro): O Arquivo da Escola do Magistério Primário de Faro: uma proposta de classificação
17:55 Dras. Luísa Pereira e Vera Gonçalves (Câmara Municipal de Silves): Classificações: o trabalho desenvolvido pelo Arquivo Municipal de Silves
18:15 Dra. Isabel Salvado e Dr. António Monteiro (Câmara Municipal de Tavira): Análise à Classificação da Câmara Municipal de Tavira
18:35 Dr. Nelson Vaquinhas (Câmara Municipal de Loulé - CIDEHUS/UÉ): A gestão da informação nas habilitações do Santo Ofício e das Ordens Militares
18:50 Debate


1 de junho de 2013 (Sábado)

9:30 Workshop pelo Prof. Doutor Carlos Guardado da Silva intitulado A Macroestrutura Funcional (MEF) e a sua aplicação na Administração Local
11:30 Coffee Break

Moderador: José João Cabaço

11:45 Prof. Doutor António Rosa Mendes (Universidade do Algarve): Arquivos e memória
12:05 Dra. Marisa Caixas (Hospital de Faro EPE): Produção Documental no Sanatório Carlos Vasconcelos Porto: os registos clínicos
12:25 Dra. Vanda Germano (Câmara Municipal de Portimão): O Fundo documental da Administração de Concelho: case study de Portimão
12:45 Dra. Andreia Fidalgo (Universidade do Algarve): O Fundo Documental Francisco Fernandes Lopes do Arquivo Histórico Municipal de Olhão: a visão de uma investigadora
13:00 Debate
13:15 Sessão de Encerramento
Director do Arquivo Distrital de Faro (Dr. João Sabóia)
Directora de Departamento de Administração Geral da Câmara Municipal de Olhão (Dra. Carla Martins)
Vice-Presidente da Câmara Municipal de Olhão (Dr. António Pina)

15:00 Passeio de Caíque pela Ria Formosa

Aos profissionais do ramo, aos interessados no tema e a todos os potenciais interessados em aprender alguma coisa sobre o funcionamento dos arquivos locais e distritais, esta pode ser uma interessante oportunidade. 

Uma iniciativa que já anteriormente divulgamos e a que desejamos o maior sucesso, desejando antecipadamente que o evento se mantenha com regularidade e continue a reunir um conjunto de participantes tão interessante.

A.A.B.M.

segunda-feira, 18 de março de 2013

SEMINÁRIO: “IMAGENS DA PIDE – DO ARQUIVO AO DOCUMENTÁRIO”


SEMINÁRIO: “Imagens da PIDE – Do Arquivo ao Documentário” [1,5, ESTs);
CREDITAÇÃO: FCSH – Universidade Nova de Lisboa;
COORDENAÇÃO: Jacinto Godinho.


SESSÕES E TEMAS:

  • 1ª Sessão 16/4: Sessão teórica com o docente
  • 2ª Sessão 17/4: Sessão teórica com o docente
  • 3ª Sessão 18/4: Visita aos arquivos de imagens da Torre do Tombo
  • 4ª Sessão 19/4: Visita aos arquivos de imagens da RTP
  • 5ª Sessão 23/4: Debate sobre as imagens da PIDE com Prof. Jacinto Godinho, Profª. Irene Pimentel, Dr. José Pacheco Pereira (a confirmar) e Dr. Silvestre Lacerda (a confirmar)

 “A formação e a actuação das polícias políticas em Portugal durante o período da Ditadura Militar e Estado Novo (1926-1974), baseadas na investigação da historiadora Irene Pimentel e do investigador e jornalista Jacinto Godinho. Documentos, imagens e testemunhos que constituem um trabalho inédito, orientado para a constituição de um acervo audiovisual para estudos futuros e também para uma série documental, actualmente em produção pela RTP.

A partir de 1933, a polícia política passa a fotografar os detidos e a integrar essas imagens nos seus livros de cadastro. A polícia proibia vários tipos de recolha e de divulgação de imagens, dotava-se a si mesma de meios para conhecer visualmente aqueles que perseguia e geria-se, ao mesmo tempo, como potência invisível e fantasmática.

Ver sem ser visto - tal é o dispositivo óptico que estará em análise, lançando-se também um conjunto de questões actuais sobre a relação entre poderes e imagens: falta clareza na interpretação das leis sobre os direitos à imagem e direitos de autor? As imagens fotográficas são alvo de um mercado apetecível que se sobrepõe ao interesse público para estudo e divulgação? O que é um documentário histórico? Quem tem o dever de recolher os testemunhos orais e as imagens da história?”
 
VER Contactos e Informações AQUI
 
J.M.M.

 

sábado, 16 de fevereiro de 2013

III JORNADAS EM CIÊNCIAS DOCUMENTAIS


Vai realizar-se no Museu dos Lanifícios, na Covilhã, as III Jornadas em Ciências Documentais, nos próximos dias 28 de Fevereiro e 1 de Março.

No dia 
28 Fevereiro 2013 realiza-se o I W
orkshop do Livro subordinado ao tema "
Técnicas e materiais para a conservação de acervos bibliográficos", pelas 14h, com a participação de 
Sandra Isabel Neves Ferreira.

No dia 1 de Março, realizam-se propriamente as III Jornadas em Ciências Documentais, com as conferências de Ana Paula Nunes de Almeida Alves da Costa e de Maria Emília da Costa Cabral Amaral que vão analisar 
A problemática da conservação dos documentos em papel.

Mais informação sobre as jornadas podem ser consultadas AQUI.

A.A.B.M.

 

sábado, 14 de julho de 2012

CENTRO REPUBLICANO DR. BERNARDINO MACHADO, NO PORTO


Através da documentação digitalizada no Arquivo Distrital do Porto encontramos a referência à autorização para funcionar o Centro Republicano Dr. Bernardino Machado, com sede no Porto, na Rua Infante D. Henrique, 75, 3º, situado na freguesia de S. Nicolau.

Este e outros documentos podem ser consultados AQUI.

Ainda sobre a inauguração deste centro é possível encontrar um poema da autoria de Oliveira Passos que foi lido pela menina Célia de Moraes e Costa no dia 7 de Março de 1909, que se encontra digitalizado AQUI.

A.A.B.M.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

ARQUIVO PESSOAL DE PAIVA COUCEIRO NA TORRE DO TOMBO


Vai realizar-se no próximo dia 14 de Setembro, quarta-feira, no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, situado na Alameda da Universidade em Lisboa, a cerimónia da entrega do Arquivo Pessoal de Henrique Mitchell de Paiva Couceiro.

O evento ocorrerá pelas 18.30h e conta com a presença do Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas. Na mesma ocasião estará patente também uma pequena exposição documental.

Recordamos que Henrique Mitchell de Paiva Couceiro nasceu em Lisboa a 30 de Dezembro de 1861 e faleceu nesta mesma cidade em 11 de Fevereiro de 1944. Era filho de José Joaquim Paiva Cabral Couceiro e de Helena Armstrong Mitchell.

Militar de carreira, foi governador colonial. Mais tarde foi deputado na legislatura de 1906-1907, sob o governo de João Franco. Casou com Júlia Maria do Carmo Noronha, filha mais velha do Conde de Parati.

Destaca-se como militar nas campanhas militares que se desenrolam em Angola, mas sobretudo em Moçambique, sendo ajudante-de-campo do comissário régio António Enes. Mais tarde e devido ao seu prestígio torna-se também ajudante-de-campo honorário de D. Carlos a partir de 1895.

Aderiu ao Partido Regenerador-Liberal liderado por João Franco em 1905 e foi eleito deputado pelo mesmo partido, como acima se fez referência.
Em 1907 foi nomeado governador de Angola, onde realizou trabalho meritório e reconhecido, para desenvolvimento e organização administrativa do território. Regressa a Portugal em 1909, onde se encontra aquando do 5 de Outubro de 1910, sendo dos poucos dispostos a resistir à revolta que conduziu à proclamação da República.

Com a instauração do regime republicano demitiu-se do Exército e exilou-se em Espanha. A partir da Galiza organiza várias tentativas de invasão, com particular destaque para os anos de 1911 e 1912, em que tentou restaurar a Monarquia. Porém todas as tentativas fracassaram, mesmo a que ocorreu em 1919, conhecida como a Monarquia do Norte, que deu origem a uma situação de guerra civil quase generalizada no Norte do País. Volta novamente a exilar-se e afasta-se da vida política.

Regressa depois já durante o consulado salazarista, quando assume posições públicas e políticas de discordância em relação à política ultramarins que estava a ser desenvolvida, facto que lhe valeu novamente a expulsão de Portugal em 1935. Regressa em 1937, mas porque toma novamente posição contra a orientação política que se seguia e foi obrigado a retirar-se para Espanha, instalando-se depois nas ilhas Canárias.

Um monárquico com firmes convicções que não vergou ao regime republicano nem ao salazarismo, afirmando-se sempre na defesa das suas posições e manifestando uma coerência que lhe valeram sérios dissabores.

A documentação agora entregue será certamente uma importantíssima fonte para se compreender as dificuldades da I República, o pensamento de Paiva Couceiro, as suas ligações internas e externas, bem como alguns dos sectores monárquicos de oposição ao Estado Novo.

A acompanhar com todo o interesse.
A.A.B.M.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

II ENCONTRO DE ARQUIVOS DO ALGARVE


Vai realizar-se, na cidade de Portimão, amanhã, dia 20 e 21 de Maio, o II Encontro de Arquivos do Algarve, subordinados ao tema "Sistemas de Gestão Integrada da Informação".

Pode ler-se na sinopse de divulgação do Encontro:
O século XXI traz aos arquivistas grandes desafios, tais como a necessidade de centrar o serviço de arquivo numa única unidade orgânica, de promover a implementação da Gestão de Qualidade e de apoiar o progresso do Sistema Electrónico de Gestão de Arquivo nas diversas instituições algarvias. Estando já algumas instituições, entre outras iniciativas, a implementar o Sistema Electrónico de Gestão de Arquivo há que integrar no planeamento destes projectos os arquivistas, já que para além da tecnologia, os procedimentos a adoptar são arquivísticos.
Estamos a lidar com a mesma informação que já possuíamos, a diferença é o suporte do documento e a tecnologia associada, de resto temos as mesmas tipologias documentais, tais como os ofícios, as actas, as certidões, os processos e os contratos. No entanto, será necessário ter Planos de Preservação Digital para prevenir, entre outras complicações, a obsolescência tecnológica e a durabilidade dos suportes electrónicos, de modo a que o acesso à informação não nos fique a prazo inacessível e irremediavelmente perdido.

Dr. João Sabóia, Director Arquivo Distrital de Faro

Conta o encontro com um conjunto de palestras a proferir por alguns responsáveis pela arquivística local como:
- Dr. João Sabóia;
- Dr. João Henriques;
- Dra. Sílvia Duarte;
- Dr. Maranhão Peixoto;
- Dra. Gabriela Salgado;
- Dra. Luísa Pereira;
- Dra. Isabel Salvado;
- Dra. Dora Pereira;
- Eng. João Barbosa;
- Dra. Marta Nogueira;
- Dra. Isabel Dias, Dr. Nuno Marques, Dr. António Monteiro;
- Dr. Pedro Penteado.

Um tema interessante para discutir entre os participantes:
- Como preservar muita da documentação que hoje é produzida online sobretudo pelos dirigentes políticos e da administração?

Para um historiador é fundamental ter acesso a documentação para poder comprovar determinadas hipóteses que só podem ser validadas com recurso a documentos. Ora, se hoje conhecemos alguma coisa mais sobre o modo de pensar dos nossos políticos dos séc. XIX e XX foi porque se conseguiu salvaguardar as cartas pessoais. Aí exprimiam-se dúvidas, problemas, abordavam-se questões delicadas que hoje conhecemos melhor.

O problema, coloca-se agora com toda a sua dimensão, porque quase ninguém utiliza cartas, mas mails, que são pessoais, mas onde se trocam informações, se pedem opiniões, conselhos, se reflecte sobre determinado comportamento ou personalidade, mas tudo num mundo virtual que cada vez desaparece com grande rapidez, não só devido à evolução tecnológica, mas também devido a outros problemas. No futuro vamos ter dificuldade em conhecer o pensamento, as dificuldades, as dúvidas dos nossos dirigentes.

Uma situação preocupante que urge reflectir e procurar dentro do que é possível tentar resolver.

O programa deste encontro pode ser descarregado AQUI.

A.A.B.M.

sexta-feira, 12 de março de 2010

10º CONGRESSO NACIONAL BIBLIOTECÁRIOS, ARQUIVISTAS E DOCUMENTALISTAS


7-9 ABRIL de 2010 (GUIMARÃES) - 10º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas
PROGRAMA Provisório - AQUI
TEMA: "Políticas de Informação na Sociedade em Rede".
SITE DO CONGRESSO - AQUI

"... fórum privilegiado de reflexão e debate sobre a nova geração de políticas de informação que, no início do século XXI, deverão ser definidas e postas em prática com o duplo objectivo de desenvolver recursos, serviços e sistemas de informação que sirvam toda a comunidade nacional e dotar os cidadãos portugueses com competências acrescidas de literacia da informação" [via DGLB]

FOTO: Mesa de abertura do I Congresso da BAD, 1985 - realizado no Porto, sob o tema "A informação em tempo de mudança".

Da esquerda para a direita: Prof.Vilaverde Cabral, os Engs. João Cravinho e Valente de Oliveira, os Drs.Paulo Valada e o então Secretário de Estado Raul Junqueiro, o Reitor Prof. Oliveira Ramos, Maria José Moura [que AQUI nos conta essa Memória], e, mais à direita o Dr. Cal Brandão.

J.M.M.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ARQUIVO E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO PARA QUÊ?


No próximo sábado 30 de Janeiro, em Loulé, realiza-se uma conferência intitulada Arquivo e a Gestão da Informação para quê?, coordenada pela Dra. Luísa Martins.

Mais uma iniciativa do Arquivo Histórico Municipal de Loulé que tem vindo a desenvolver uma interessante e continuada actividade em prol da preservação e investigação da história local. A actividade deste arquivo preservando não só a documentação oficial e administrativa da câmara e outros organismos estatais, mas também a documentação que algumas instituições foram legando ao arquivo para salvaguarda e preservação.

Ao longo dos últimos anos, muitos investigadores estiveram em Loulé, a divulgar alguns aspectos menos conhecidos ou talvez pouco estudados na historiografia nacional. Alguns ilustres professores das Universidades de Lisboa, Coimbra, Évora e Algarve têm realizado as suas investigações no arquivo, utilizado os seus serviços e recursos e apresentado o resultado das suas pesquisas.

Uma actividade a acompanhar com interesse.

A.A.B.M.