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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

[EXPOSIÇÃO] CENTENÁRIO DO JORNAL “A BATALHA”



Centenário do jornal “A Batalha”

DIA: 9 de Outubro de 2019 (17,00 horas) a 27 de Dezembro de 2019;

LOCAL: Auditório da Biblioteca Nacional de Portugal (Campo Grande, 83, Lisboa);

ORGANIZAÇÃO: Jornal A Batalha.

PROGRAMA do dia 9 de Outubro

17,00 horas – Inauguração da Exposição;

18,00 horas – Lançamento da obra  [reedição] de Jacinto Baptista, “Surgindo vem ao longe a nova Aurora... Para a história do diário sindicalista A Batalha / 1919-1927" (1ª ed., Lisboa, Livraria Bertrand, 1977, 214 p.)

Apresentação do Prof. António Ventura

► “No âmbito das comemorações do centenário do jornal A Batalha, inaugura no próximo dia 9 de Outubro uma exposição na Biblioteca Nacional, com curadoria de António Baião (CEPS), António Cândido Franco (UÉvora) e João Freire (ISCTE-IUL), patente até ao dia 27 de Dezembro.

Através de material em boa medida inédito ou inacessível, esta exposição dará conta de uma história rica em acontecimentos e transformações, desde o período em que o jornal foi órgão da Confederação Geral do Trabalho e principal voz do anarco-sindicalismo em Portugal (1919-1927) até ao ressurgimento no pós-25 de Abril e ao momento presente, em que, renovado, se assume como «jornal de expressão anarquista».

Ocorre também este ano a efeméride dos 45 anos de criação da revista A Ideia, recordando-se aqui igualmente a sua trajetória, desde Paris, em abril de 1974, até ao atual n.º 84/85/86 como «revista de cultura libertária».

A inauguração terá lugar a partir das 17h00 no Auditório da Biblioteca Nacional, com entrada livre, seguindo-se, às 18h00, a apresentação da reedição de "Surgindo vem ao longe a nova Aurora...", uma história dos primeiros anos deste jornal da autoria de Jacinto Baptista, uma edição conjunta entre a Letra Livre e A Batalha.

Esperamos por ti! Saudações libertárias”

VER O PROGRAMA AQUI

J.M.M.

domingo, 16 de dezembro de 2018

LUÍS BIGOTTE CHORÃO – POLÍTICA E JUSTIÇA NA I REPÚBLICA VOL.II (1915-1918)




AUTOR: Luís Bigotte Chorão;
EDIÇÃO:
Letra Livre, Dezembro de 2018.

LANÇAMENTO:

DIA: 18 de Dezembro (18,30 horas);
LOCAL:
Espaço Justiça do Ministério da Justiça (Praça do Comércio), Lisboa;
ORADORES: António Araújo (Jurista e Historiador) | Sérgio de Campos Matos (prof. FLUL)

Trata-se do II volume da trilogia “Política e Justiça na I República”, importante e estimada obra do jurista e investigador Luís Bigotte Chorão, em boa hora publicada. Este interessante estudo do dr. Luís Bigotte Chorão, que compreende a experiência política iniciada com a fundação da I República e se estende até ao seu trágico fim, compreende um conjunto de III volumes, a que se irá acrescentar, ainda, “três estudos autónomos sobre a Constituição Politica de 1911, a liberdade e a e a censura e, por fim, sobre a política colonial republicana”.

É obra copiosa, de subido merecimento para o estudo e história da ligação e influência entre o elemento jurídico, tomado na sua própria especificidade, e a experiência política constitucional da Primeira República; interessantíssima no opulento trabalho bibliográfico recolhido, recomeça o livro o exacto momento da eleição presidencial de Teófilo Braga (29 de Maio de 1915), ocasião que marca o momento de “consolidação” e o “regresso à normalidade constitucional” saída do movimento revolucionário de 14 de Maio [de influência dos “jovens turcos” liderados por Álvaro de Castro e Sá Cardoso, que derruba o gabinete de Pimenta de Castro e conduz à resignação do presidente Manuel de Arriaga] e termina com o movimento de 5 de Dezembro de 1917 [golpe sob orientação do chefe unionista Brito Camacho contra o ministério de Afonso Costa/Norton de Matos e que, curiosamente, surge após o regresso do ministro de Portugal em Berlin, Sidónio Pais] que constitui a Junta Revolucionária Militar, presidida por Sidónio Pais (e, entre outros elementos, Machado Santos, Feliciano da Costa Júnior), que dissolve o Congresso e destitui o presidente da República, Bernardino Machado. O novo executivo, chefiado por Sidónio Pais (de que faziam parte, Machado Santos, Moura Pinto, Santos Viegas, Aresta Branco Francisco Xavier Esteves, Tamagnini barbosa, Alfredo Mendes de Magalhães e Feliciano da Costa Júnior) é ponto essencial da afirmação do sidonismo e da conspiração monárquica, um “ajuste de contas com o Partido Democrático e com a fórmula constitucional de 1911”.      

Este II volume de Luís Bigotte Chorão, investigador muito "cá de casa", é obra de muito apreço, com lúcidos e inteligentes critérios bibliográficos (que se assinalam), um importante trabalho de reflexão sobre alguns particulares aspectos da problemática historiográfica da Primeira República. A ler e não perder.      

 


"Com a publicação do volume II de Política e Justiça na I República, Um regime entre a legalidade e a excepção, dá-se continuidade a um plano de publicação que muito fica a dever à compreensão da Letra Livre a respeito de outros compromissos profissionais e académicos do autor, que não permitiram dar mais cedo por concluído o presente volume.

Planeado inicialmente para corresponder aos anos de 1915-1920, a Guerra Mundial justifica que tenha sido alterado o quadro cronológico inicialmente pensado, ocupando-se este volume dos anos de 1915-1918. Também esta alteração, logo aceite pela Letra Livre – fazendo aliás jus ao espírito da chancela –, justifica o nosso reconhecimento aos editores e Amigos.

Como toda a produção historiográfica, a que agora se apresenta padece de lacunas, tanto mais que corresponde ao estudo de um período muito complexo, ainda insuficientemente conhecido em muitos aspectos, alguns centrais.

Como foi recentemente observado por David Deroussain, se as consequências sociais, políticas e económicas da Guerra Mundial se encontram já bem documentadas, aliás como a sua história militar, as implicações desse conflito no domínio do jurídico carecem ainda de múltiplos aprofundamentos.

Este volume constitui apenas um contributo para esse estudo no quadro geral que é o da história da I República. Ao afirmá-lo, desejamos sublinhar a consciência das nossas limitações e da relatividade da obra. Essa consciência é própria de quem se vê colocado perante uma impressionante vastidão de fontes e ancora nos critérios próprios da ciência histórica, precavendo pulsões ou derivas literárias, que podendo talvez até resultar muito atractivas, andam por regra determinadas por pré-compreensões prejudiciais ao exercício de apreensão e interpretação da realidade histórica. E isto porque introduzem o preconceito dogmático num domínio que só ganha em ser livre”


J.M.M.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

“MANIFESTO CONTRA O DESASTROSO ENCERRAMENTO DAS LIVRARIAS DA CIDADE DE LISBOA NO CENTENÁRIO DA LIVRARIA SÁ DA COSTA"


LIVRO: "Manifesto contra o desastroso encerramento das livrarias da Cidade de Lisboa no Centenário da Livraria Sá da Costa, Seguido de Palavras proferidas na inauguração da nova sede da Livraria Sá da Costa Rua Garrett, 100-102 no dia 10 de Junho de 1943";

AUTOR: Livreiros da Sá da Costa [colaboração de Vítor Silva Tavares]

EDITORA: Letra Livre, Julho 2013, 15-XXII p.
 
 
J.M.M.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

VIVA A REPÚBLICA! ABAIXO OS LADRÕES!


TÍTULO: Viva a República! Abaixo os Ladrões! Memória Ideológica no Centenário da República;
AUTOR: J. Varela Gomes;
EDITOR: Letra Livre
ANO: 2011

"Varela Gomes , o velho militar anti-fascista, que se define como um 'autor clandestino numa democracia filofascista', acaba de editar na Letra Livre uma antologia de textos polémicos onde a partir da analise da Primeira República, a propósito das comemorações do Centenário, desmonta o revisionismo histórico feito pelos políticos e historiadores da Situação e comenta a evolução da II República" [via Letra Livre]

J.M.M.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

HERMANO NEVES - COMO TRIUNFOU A REPÚBLICA



"A Livraria Letra Livre acaba de editar numa edição fac-similada um dos mais interessantes livros sobre a Revolução Republicana de 1910. O livro «Como Triumphou a Republica» foi publicado pelo jornalista Hermano Neves logo após a Revolução, ainda em 1910, tendo tido então algumas reedições. A obra não voltou a ter qualquer edição nas décadas seguintes. Esta obra detalha a participação popular nos acontecimentos que levaram à derrubada da monarquia muitos dos quais raramente referidos na restante historigrafia da Revolução republicana.

A nova edição é prefaciada pelo Professor António Ventura.

LIVRO: Como Triumphou a Republica. Subsidios para a História da Revolução de 4 de Outubro de 1910 - Hermano Neves, Letra Livre (reed.), Lisboa, 2010, 143 p.

J.M.M.

domingo, 12 de outubro de 2008

CONVERSA COM JORGE VALADAS


Letra Livre - Conversa com Jorge Valadas dia 17 de Outubro, às 19h

À Calçada do Combro, nº139, nas instalações da estimada Livraria Letra Livre, Jorge Valadas (ou Charles Reeve) estará presente para falar & debater com os interessados a "memória e o fogo" destes anos tão pavorosamente conformistas (dizemos nós).

Jorge Valadas (que assina, ainda, com o pseudónimo de Charles Reeve) nasceu em Lisboa em 1945 e é um insubmisso (& praticante) de raiz libertária (exilou-se em 1967 em Paris, desertando da Guerra Colonial). Com um conjunto curioso de escritos e obras publicadas [entre outras, "O Tigre de Papel"; "Portugal, l'autre combat"; "Voyage au bord d'une Amérique en crise"; "Crónicas Portuguesas"], regressa em português com um ensaio, via Livraria Letra Livre, intitulado "A Memória e o Fogo" (cuja edição francesa data de 2006), continuação da sua costumada "incursão" (e inquietação) por esse assombroso século XX. Escreve, ainda, em várias revistas, como a "L'oiseau-tempêt" ou as "Editions Ab Irat".

Dia 17 de Outubro, na Letra Livre, às 19 horas.

J.M.M.