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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

A MAÇONARIA EM ÉVORA (1908-1936) - CONFERÊNCIA



DIA: 22 de Novembro de 2018 (18,30 horas);

LOCAL: Biblioteca Pública de Évora [Largo do Conde de Vila Flor 4, Évora];
ORGANIZAÇÃO: Centro de História da UL | IHCFCSH-UNL | Centro de Estudos de História e de Filosofia da Ciência da Universidade de Évora.

ORADOR: Prof. António Ventura

"O Centro de História da Universidade de Lisboa irá promover uma conferência intitulada "A Maçonaria em Évora (1908-1936)", a ter lugar na Biblioteca Pública de Évora, no próximo dia 22 de novembro.

A conferência será proferida pelo Professor Doutor António Pires Ventura, Professor Catedrático do Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Organização: Centro de História da Universidade de Lisboa; Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa; Centro de Estudos de História e de Filosofia da Ciência da Universidade de Évora" [AQUI]

J.M.M.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

II ENCONTRO INTERNACIONAL: INTERNACIONALIZAÇÃO DA CIÊNCIA E INTERNACIONALISMO CIENTÍFICO


Vai realizar-se em Évora, nos próximos dias 21 e 22 de Fevereiro de 2013, o colóquio científico organizado HetSci e dedicado ao tema da Internacionalização da Ciência e Internacionalismo Científico.

O evento vai realizar-se no Palácio do Vimioso, em Évora.

Pode ler-se na nota de apresentação do presente colóquio:

O HetSci | Grupo de Estudos em História e Ciência, surge do encontro entre investigadores ligados à História da Ciência, com origem em duas Unidades de Investigação avaliadas e financiadas pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT): o Instituto de História Contemporânea (IHC), da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL), e o Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência (CEHFCi), da Universidade de Évora. O HetSci tem como objectivo promover e desenvolver a investigação em História da Ciência em Portugal, no período compreendido entre os séculos XVIII e XX.

O programa detalhado do colóquio poder ser consultado AQUI.

A organização deste colóquio está a cargo de Maria Fernanda Rollo, Maria de Fátima Nunes, Ângela Salgueiro e Quintino Lopes.

Uma importante iniciativa que merece o melhor apoio e divulgação.

A.A.B.M.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

SALVÉ REPÚBLICA!


in "A FORMIGA. Pela Verdade! Pela Liberdade! Pela República!"

Ano I, nº 1 (14 Março 1915) ao Ano II, nº 43 (13 Fevereiro 1916), Évora; Propr: Empresa A Formiga; Adm: José d’Oliveira; Director/Editor: José Palminha Lança & Manoel dos Santos; Adm/Redacção: Largo do Colégio, 15, Évora; Impresso na  Minerva Comercial (Rua da República, 73, 75, 77, Évora); 1915-16, 43 numrs – ver AQUI]
J.M.M

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

PRIMEIRO CONGRESSO DOS TRABALHADORES RURAIS, ÉVORA, 1912


Assinalou-se no dia 25 e 26 de Agosto o I Centenário do Congresso dos Trabalhadores Rurais, realizado em Évora.

Neste congresso estiveram presentes delegados de 39 sindicatos que representavam 12 525 trabalhadores rurais de Évora, Coruche, Ferreira do Alentejo, Amieira, Odemira, Cuba, Alpiarça, Castelo de Vide, Portalegre, Aviz, Torrão, Portel, Beja, Alcáçovas, Terrugem, Azaruja, S. Mancos, Evoramonte, Machede, Monte do Trigo, Egrejinha, Val Pereiro, Vendinha, Torre dos Coelheiros, S. Tiago do Escoural, Monte do Trigo, Vil’Alva, Montoito, Campo Grande, Arraiolos e Torrão.

Os trabalhos realizaram-se na sede da União Local, em Évora, tendo presidido à sessão Manuel Ferreira Quartel, representante da Associação dos Trabalhadores Rurais de Coruche, como secretário Carlos Rates, elemento da Comissão Executiva do Congresso Sindicalista e João Bernardo Alcanena, delegado da União dos Sindicatos de Évora.

A primeira proposta aprovada pelo congresso foi apresentada por José Joaquim Candieira e visava o protesto contra a prisão do professor José Buisel, de Portimão, e defensor da classe operária e preso por suspeita de conspirar contra a República.

Foram ainda apresentadas propostas de António Marcelino, da Associação de Classe dos Trabalhadores Rurais de Évora, que também protestou contra a prisão de José Buisel e acrescentou o problema da aquisição de material bélico por parte do Governo da República, no valor de 70 000 conto, enquanto o País continuava mergulhado na pobreza, na ignorância e a população era obrigada a emigrar em grandes quantidades. Interveio também, a propósito da aquisição de material bélico, Manuel Maria de Castro, da Associação de Trabalhadores Rurais de Cuba, que defendeu parcialmente a posição do Governo, mas a maioria dos congressistas apoiou a posição defendida por Candieira. Interveio ainda Vital José, da Associação dos Trabalhadores Rurais de Aviz, caucionando a opinião de José Joaquim Candieira, bem como as intervenções de Manuel da Conceição Afonso, delegado da Comissão Executiva do Congresso Sindicalista, João Narciso, delegado dos Trabalhadores Rurais do Campo Grande, Sebastião Caeiro, do Sindicato Rural de Vendinha e António Marcelino, dos trabalhadores de Évora.

As principais conclusões do Congresso das Associações de Trabalhadores Rurais de Évora foram então as seguintes:
1º Fundar a Federação Corporativa dos Trabalhadores Rurais;
2º Iniciar a discussão dos estatutos da Federação e que as associações representadas paguem a quota de admissão;
3º Convidar as restantes associações de classe que não estiveram presentes no congresso a aderirem e a federarem-se e começarem a pagar a quotização a partir de Setembro desse ano;
4º Promover um congresso Corporativo em Abril de 1913, em Évora, para discutir temas como o problema agrário, o cooperativismo e outras questões que interessam ao proletariado rural;
5º Uma vez constituída a Federação, era fundamental reconhecer o problema da unidade operária e o perigo que representava a tutela política, devendo também aderir à Comissão Executiva do Congresso Sindicalista.

No último dia dos trabalhos, o congresso foi presidido por Manuel António de Castro, de Cuba e secretariado por Manuel Afonso e António Marcelino.

Depois de um conjunto de intervenções de Manuel António de Castro, Manuel Ferreira Quartel, Francisco Caeiro, José Clemente, Francisco Manuel Lapa, Vital José, Júlio Manuel Galante, António Marcelino, José Marreiros, Manuel Isidro Bento, Manuel dos Santos, João Narciso, Francisco António Serrano e Carlos Rates.

Procedeu-se, por fim, à organização da Comissão Administrativa do Conselho Federal que ficou assim constituído:
Secretário Geral: Vital José
Adjunto: António Marcelino;
Secretário Administrativo: Francisco Cebola;
Tesoureiro: Joaquim Galhardo;
Bibliotecário: António Joaquim Graça.
Outro dos resultados deste congresso foi o início da publicação de uma publicação periódica que se iniciou alguns meses depois: O Trabalhador Rural.

Bibliografia consultada:
Ventura, António, Subsídios para a História do Movimento Sindical Rural no Alto Alentejo (1910-1914), Seara Nova, Lisboa, 1976.

A.A.B.M.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O ALENTEJO, DE ÉVORA, ASSINALANDO O 5 DE OUTUBRO


O semanário O Alentejo, publicado em Évora e afeto à União Republicana de Brito Camacho, assinalava assim o quarto aniversário da implantação da República.

Este semanário que se publicou em Évora foi dirigido por José Calhau, o secretário de redação era Álvaro Pais e o administrador era Higino Barrão. Publicou-se entre 1914 e 1915 e a coleção pode ser consultada AQUI.

A.A.B.M.

O CARBONÁRIO, DE ÉVORA, 100 ANOS DEPOIS



Em Évora, o semanário O Carbonário, assinalava assim o primeiro aniversário da Implantação da República.

Este jornal que se publicou em Évora:

A sua publicação teve inicio pouco mais de um mês após a implantação da República Portuguesa, em 27 de Novembro de 1910, e suspendeu ao nº 124, de 30 de Março de 1913.

Este jornal,semanário Republicano Radical, como se intitulava, era dirigido por Leonel de Sousa, tinha por editor Agripino de Oliveira.

Sobre este jornal encontramos estas referências:
Tinha por director o ajudante de finanças e antigo correspondente do jornal “O Mundo” Leonel Augusto Rosado de Sousa . Logo no número inicial advertia para o facto de «não ter qualquer relação com a Carbonária Portuguesa, associação secreta que tão relevantes serviços prestou à obra da República». Mas uma análise à sua lista de colaboradores revela não ser ter sido bem assim; para além de nela figurarem os nomes bem conhecidos de José Augusto do Rosário, Agripino de Oliveira e José do Vale, também na mesma se encontram uma série de pseudónimos com que muitos encobrem a sua identidade. Atente-se nalguns a título de exemplo: Zig-Zag, Vagabundo, Mesmer, Mágico, Ego, Marius, Newton, El Leon, Alpha, Coxo, Ximenes, Z., Ragi, Sila, Zero, Repinto, Remígio ou Zigomar.


A partir de 24 de Março de 1912 passa a identificar-se com o Partido Republicano Democrático de Afonso Costa e muda de director, dado que Leonel de Sousa é colocado em Lisboa. Sucede-lhe Pedro de Aguilar, funcionário da Agência de Portugal, que exactamente um ano mais tarde é transferido em missão de serviço para Leiria para chefiar a respectiva Agência. Pouco dias decorridos a administração informa que «passando este jornal para uma nova empresa, por meio de acções, resolveu a redacção suspender a sua publicação até quedefinitivamente esteja constituída a respectiva empresa, o que será dentro de pouco tempo». “O Carbonário” não voltará a ver a luz do dia. A nova empresa denominada de “Sul Democrático”, assume a sua continuidade garantindo que será um órgão de apoio ao Centro Republicano Democrático Liberdade mas muda-lhe o título para o nome da empresa.


Mais informações pode ser colhidas AQUI.

Sobre a imprensa de Évora, podem recolher-se algumas informações úteis AQUI.

A.A.B.M.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

VIVA A REPÚBLICA ! - BLOG DO AGRUPAMENTO Nº2 DE ÉVORA



"Este blogue foi criado em Área de Projecto, numa parceria entre Português e H.G.P. pelo 5ºA, turma que o gere. Publicamos todos os trabalhos realizados por todos aqueles que estão a comemorar o centésimo aniversário da República. Somos o Blogue das Comemorações da República do Agrupamento nº2 de Évora. Viva a República!"

Blog do Agrupamento nº2 de Évora - ler AQUI.

J.M.M.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

EXPOSIÇÃO EM ÉVORA - "QUEM FEZ A REPÚBLICA"


EXPOSIÇÃO "Quem fez a República" - Biblioteca Pública de Évora
DIA - 18 de Fevereiro, pelas 18 horas

"Exposição comemorativa do centenário da implantação da República em Portugal na Biblioteca Pública de Évora.

Inaugura já na próxima quinta-feira, dia 18 de Fevereiro, às 18.00 horas na Biblioteca Pública de Évora, a exposição 'Quem Fez a República – figuras públicas e anónimas que ousaram implantar a República em Portugal'. A BPE associa-se assim às comemorações do centenário da República em Portugal, que se iniciaram no passado dia 31 de Janeiro.

Com a presente exposição, que reúne documentos e iconografia da época, pretende-se dar um panorama sucinto dos principais acontecimentos que levaram à Implantação da República em 5 de Outubro de 1910, através de quinze quadros, apresentando igualmente notas biográficas dos intervenientes.

A exposição vai ser acompanhada de uma conferência de abertura, de título 'O 5 de Outubro de 1910' proferida por Alfredo Caldeira ...
"

ver TUDO AQUI.

J.M.M.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

IMPRENSA REPUBLICANA NO DISTRITO DE ÉVORA (Parte II)


IMPRENSA REPUBLICANA NO DISTRITO DE ÉVORA (Parte II)
Concelho de Montemor-o-Novo
5 - Democracia do Sul
Semanário de Propaganda.
Redactor Principal: Leão Magno Azedo.
Director Político: Joaquim Pedro de Mattos.
Redacção, Administração e Tipografia: Rua Direita - Montemor-o-Novo.
Colaboradores: Entre as centenas de colaboradores permitam-nos destacar Brito Camacho, Fazenda Júnior, João de Menezes, Estevão de Vasconcelos, J. Bacelar, Heliodoro Salgado, Silvestre Falcão, António José de Almeida, Júlio A. Martins, Guerra Junqueiro, Júlio Borges, Alice Costa, Eduardo Geraldo, Freixo Durão, J. Rosa, Roma Pinto, etc.
O nº1 foi publicado em 1-1-1901 e suspende publicação em 1-8-1971. Em 2 de Agosto de 1917 transferiu a publicação para a capital de distrito onde se manteve até 1971.
A sua periodicidade também foi alterada ao longo do tempo, começou como semanário, depois passou a bissemanário e mais tarde a diário, regressando depois à sua periodicidade original.
Concelho de Redondo
6- A Imprensa Livre
Folha Democrática.
Semanário.
Este semanário era impresso em Évora e começou a publicar-se em 7-11-1886, publicando-se até Abril de 1888.
NOTA: Agradem-se mais contributos para completar estas informações sobre as publicações de carácter republicano publicadas no distrito de Évora antes da implantação da República.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:
MARQUES, A. H. de Oliveira, Guia de História da 1ª República Portuguesa, Editorial Estampa, Lisboa, 1997.
MONTE, Gil do, O Jornalismo Eborense, ed. do autor, Évora, 1978.
A.A.B.M.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

IMPRENSA REPUBLICANA NO DISTRITO DE ÉVORA (Parte I)




Concelho de Estremoz

1 - Aurora de Estremoz
Semanário político, imparcial, literário e noticioso
Iniciou publicação em 05-09-1886 e terminou em 05-03-1887, publicando 27 números.
Publicava-se em Estremoz.


Concelho de Évora

2 - A Rabeca
Jornal satírico, noticioso e político.
O primeiro número publicou-se em 31-01-1897 e o último em 01-05-1897, com o nº 15.
Administrador: Manuel Vicente Ventura.

3 - A Luta
Semanário republicano, circulava copiografado e que a partir do nº 2 surge com a nota de semanário independente.
Começou a publicar-se a 12-09-1897 e terminou com o nº 13, datado de 05-12-1897.
Director: Joaquim Roberto da Silva, substituído por F. A. Gonçalves a partir do nº13.
Administrador: Tobias Moscoso, substituído por A. L. da Silva a partir no nº acima referido.
Editor: António Malta Fialho, substituído por A. C. Sequeira a partir do nº 13.
Colaboradores: Inácio da Conceição (utilizava o pseudónimo de Saragoçano); Possidónio dos Reis; Joaquim Roberto da Silva e outros que se ocultvam sob pseudónimos hoje impossíveis de apurar como: Rabanete, Zambujo, El Coxixo, entre outros.
A Redacção, Administração e Copiografia funcionava em Évora, mas não se indicava nem Rua, Avenida ou Largo.
Este semanário publicava-se aos domingos, com 4 páginas a 2 colunas escritas manualmente.

4 - A Voz Pública
Fundador: Domingos da Silva e Luís Silva.
Director: Dr. Evaristo Cutileiro.
Editor: João Mariano Franco.
Secretário: António M. Cabral.
Redacção e Administração: Rua da Horta Nova.
Iniciou publicação em 1904 e suspende em 25-03-1920.
Colaboradores: António Sardinha; Leão Magno Azedo; Alfredo Gallis; Mayer Garção; Edmundo Pobis, Delfim Guimarães, A. Madeira Pinto, João Camoesas, Alfredo de Magalhães, António Granjo, José Cordovil, Estevão Pimentel, Ribeiro Carvalho, Luís Leitão, Acácio de Seabra, Palmira Lopes Tavares, etc.

[a continuar]

A.A.B.M.