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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

O (AS)SALTO DA MEMÓRIA - COLÓQUIO


Realiza-se amanhã, 27 de Outubro de 2016, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, este interessante congresso: O (As)salto da Memória. História, Narrativas e silenciamentos da deserção e do exílio.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
O exílio e nomeadamente a deserção à Guerra Colonial foram fenómenos que marcaram indelevelmente a sociedade portuguesa dos anos 60 e 70 do séc. XX. Este colóquio pretende discutir estas questões cruzando olhares disciplinares diversos sobre como pensar, descrever, caracterizar ou arquivar o "exílio" e a "deserção", assim como a documentação e as memórias a eles associadas.

A historiografia gradualmente vai conseguindo abordar novas temáticas e temas até agora pouco explorados. Um deles é sem dúvida este.

O parabéns pela iniciativa que aqui se divulga para outros poderem participar.

A não perder, em Lisboa, com um conjunto reputado de historiadores.

A.A.B.M.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

III JORNADAS HISTÓRICAS DE ALBERGARIA A VELHA - O HORROR DAS GUERRAS

Realizam-se nos próximos dias 21 e 22 de Outubro de 2016, na Biblioteca Municipal, as III Jornadas Históricas de Albergaria-a-Velha, tendo por tema fundamental: O Horror das Guerras.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:

As III Jornadas Históricas são uma iniciativa dirigida a um público heterogéneo que acolhe e manifesta interesse nas atividades de âmbito cultural promovidas pela Culturalb. São ainda um evento pelo qual esta associação pretende contribuir para a valorização pessoal e enriquecimento do conhecimento integral de todos os que escolheram fazer uma viagem diacrónica pelas guerras que assolaram o mundo, o contexto histórico em que ocorreram, as suas manifestações e consequências. 
Nascemos e crescemos num tempo de paz relativa, num tempo de prosperidade aparente, as décadas dos “Trinta gloriosos anos” que se seguiram ao segundo conflito mundial. Foi um tempo em que organismos internacionais e uma ordem internacional então criada, permitiam acreditar que um dia a Paz seria possível. E os conflitos localizados que se viviam, em parte resultado do mundo bipolar, pareciam estar lá longe…
Mas as “guerras esquecidas e distantes” tornaram-se uma constante na nova ordem internacional e o presente é marcado por conflitos que se alongam e têm consequências nefastas em todos os domínios da vida humana.
Num tempo de incerteza e no ano em que se assinala a entrada de Portugal na Grande Guerra, pretendemos que seja possível a reflexão conjunta sobre tantos resultados nefastos que as guerras despoletam.

Para os potenciais interessados se poderem inscrever fica a ligação AQUI.

O programa do evento conta com um conjunto muito interessante de investigadores e historiadores que vão apresentar alguns dados referentes às guerras. O programa das jornadas pode ser conferido abaixo:
(NOTA: recomenda-se que a imagem seja descarregada para se conseguir ver melhor o programa)

Entre múltiplos conferencistas podemos encontrar:
- Pedro Esgalhado, coronel na reserva;
- Natividade Monteiro, professora e investigadora;
- Maria Lúcia Brito Moura, professora e investigadora;
- Irene Flunser Pimentel, investigadora;
- Júlio Magalhães, jornalista;
- João Céu e Silva, historiador e jornalista;
- Ana Bela Vinagre
- Abílio Lousada, historiador militar;
- Manuel Ferreira Rodrigues, professor.

Uma interessante iniciativa, a todos os títulos louvável e que merece a melhor divulgação até porque o painel de conferencistas revela grande qualidade.

A ligação ao evento pode ser conseguida AQUI.

Os votos de sucesso para estas jornadas.

A.A.B.M.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

FONTES NA HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA: PROBLEMAS METODOLÓGICOS E ABORDAGENS CONCEPTUAIS: ENCONTRO

No próximo dia 8 de Abril de 2016, pelas 9.30h, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, em Lisboa, com uma organização do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e do Instituto de História Contemporânea - FCSH/UNL realiza-se um encontro científico para debater o problema das Fontes na História Contemporânea.

Intervêm ainda um conjunto alargado de historiadores como:
- Júlia Leitão de Barros;
- Ângela Coutinho;
- Luís Trindade;
- Irene Pimentel;
- Tiago Pires Marques;
- Elisa Lopes da Silva;
- Paula Godinho;
- Luísa Tiago de Oliveira;
- Manuel Loff;
- Javier Garcia Fernandés;
- Nestor salvador;
- Tiago Baptista;
- Paulo Cunha;
- Sandra Guerreiro Dias;
- Jacinto Godinho;
- Miguel Cardina;
- Maria Alice Samara;
- Rita Luís;
- Susana Martins;
- Nuno Domingos.

A coordenação do encontro está a cargo de Miguel Cardina e de Maria Alice Samara.

A acompanhar com toda a atenção.

A.A.B.M.

domingo, 10 de janeiro de 2016

PRESO POLÍTICO - A LEI E A CONDIÇÃO: MUSEU DO ALJUBE

O Museu do Aljube realiza na próxima terça feira, dia 12 de Janeiro de 2016, pelas 15 horas, uma sessão com a presença de Irene Pimentel para explicitar a questão do Preso Político - a lei e a condição.

Pode ler-se na nota de divulgação que partilhamos abaixo a todos os interessados:

CONVITE
Preso Político – a lei e a condição
Com Irene Pimentel
12.1.2016
Auditório do Museu do Aljube - 15 horas

A Ditadura Militar e o Estado Novo procuraram criar um quadro legal de exceção para os «delinquentes políticos», com fundamento na situação de ilegalidade que aqueles  próprios regimes criaram, prendendo e deportando milhares de opositores «à ordem do governo», numa primeira fase, e depois recorrendo a tribunais especiais e a «medidas de segurança».
No entanto, este quadro legal foi constantemente violado pela venalidade da justiça e pela discricionariedade e poder ilimitado das polícias políticas e do governo.
O quadro legal existente serviu apenas para criar um estado aparente de normalidade, muito conveniente à manutenção do regime? Assim parece.
Contamos com o contributo de Irene Pimentel para discutir o uso da «legalidade» em estados ditatoriais e totalitários.
Um convite ao debate de uma questão fulcral em quadros políticos ditatoriais, mas também em estados democráticos.

Uma sessão a não perder, pela temática a abordar que muitos ainda recordam e sentiram na pele e pela convidada para a sessão que é sem qualquer dúvida uma das grandes especialistas no tema.

Com os votos do maior sucesso para a iniciativa.
A.A.B.M.

terça-feira, 29 de abril de 2014

HISTÓRIA DA OPOSIÇÃO À DITADURA 1926-1974, DE IRENE PIMENTEL

Amanhã, dia 30 de Maio de 2014, pelas 19 horas, no Auditório da FNAC Colombo, em Lisboa, vai ser apresentada a mais recente obra da investigadora Irene Pimentel

Vai apresentar a obra o Professor António Reis.

A extensa obra da Doutora Irene Pimentel, com 774 páginas, foi editado pela Editora Figueirinhas, inclui notas biográficas, fotografias e uma cronologia.

Sobre esta obra já é possível encontrar referências AQUI, AQUI e AQUI. Também AQUI, já se fez referência a esta obra.

A.A.B.M.

sábado, 22 de março de 2014

HISTÓRIA DA OPOSIÇÃO À DITADURA 1926-1974



AUTOR: Irene Pimentel;
EDITORA: Edições Figueirinhas, 2014, 774 p. [no prelo]

«A historiadora Irene Flunser Pimentel, autora da “História da Oposição à Ditadura 1926-1974” concluiu que, apesar da constante resistência ao regime, as várias oposições ficam marcadas por uma “cultura de derrota” que se prolongou durante décadas.
“Tratou-se de uma ‘cultura de derrota’, que foi acompanhada pelos erros aparentemente contrários do triunfalismo, do aventureirismo e da passagem voluntarista à ação”, escreve a historiadora (página 622) no livro “História da Oposição à Ditadura 1926-1974”, que vai ser lançado no final do mês.

De acordo com a autora do livro, a derrota da primeira tentativa de golpe do pós-guerra, em 1946/47, deveu-se ao facto de só uma coluna militar ter avançado de forma “voluntarista”, pensando que assim obrigaria outras unidades a acompanhá-la.

Nos casos das revoltas da Sé e de Beja (1959 e 1962 respetivamente) contribuíram de novo para o fracasso fatores como o isolamento político dos participantes, a falta de preparação e organização operacional, erros crassos de avaliação de forças, aventureirismo, deserções e desconfianças mútuas – políticas e pessoais -, nomeadamente as que ocorreram entre civis e militares que, segundo Irene Pimentel, foram incapazes de coordenarem esforços (…)

A investigadora acrescenta agora dois “grandes pilares” que ajudaram a manter o regime: a Igreja e as Forças Armadas.
“Se houve, certamente, espaços de dissidência e resistência em Portugal, a verdade é que a população, no seu conjunto, permaneceu apática e passiva, a ‘viver naturalmente’ e com ‘cada um no seu lugar’ e na sua função, como pretendia Salazar”, sublinha a historiadora»


J.M.M.

quarta-feira, 19 de março de 2014

A ACÇÃO DE DIPLOMATAS PORTUGUESES DURANTE A II GUERRA MUNDIAL

No próximo dia 21 de Março de 2014, na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, numa organização conjunta entre a Fundação Aristides de Sousa Mendes e da Universidade de Coimbra vai realizar-se o colóquio sobre A Acção de Diplomatas Portugueses durante a II Guerra Mundial.

Pode ler-se na nota de divulgação do colóquio:
Esta conferência procura abordar o papel de diplomatas portugueses, nos tempos sombrios da II Guerra Mundial e do Holocausto, revelando a ação, entre outros, de Veiga Simões, ministro de Portugal em Berlim, em 1939, Aristides Sousa Mendes, cônsul em Bordéus, em 1940, bem como de Teixeira Branquinho e Sampaio Garrido, diplomatas na Hungria, em 1944. De que forma procuraram salvar judeus e outros perseguidos políticos do nacional-socialismo alemão, num contexto de fecho das fronteiras na Europa, incluindo Portugal? - é a principal pergunta à qual diversos historiadores se propõem responder.

Participam os seguintes investigadores: João Paulo Avelãs NunesCláudia NinhosDaniela NascimentoAnsgar SchaeferLina MadeiraAvraham MilgramSofia Leite e a encerrar uma conferência com Irene Pimentel.

O programa do evento pode ser consultado AQUI.

A acompanhar com toda a atenção e com os votos do maior sucesso para este evento.

A.A.B.M.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

SESSÃO DE HOMENAGEM AOS ADVOGADOS DOS PRESOS POLÍTICOS NOS TRIBUNAIS PLENÁRIOS

Promovido pelo Movimento Cívico Não Apaguem a Memória e pela Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, realiza-se amanhã, 28 de Janeiro de 2014, na Sala do Senado da Assembleia da República, pelas 9.30h, a Sessão de Homenagem aos Advogados dos Presos Políticos nos Tribunais Plenários.

Na sessão estarão presentes com intervenções:
- Irene Pimentel;
- Francisco Teixeira da Mota;
- Mário de Carvalho;
- Jorge Sampaio;
- Elina Braga;
- António Borges Coelho.

Uma sessão a acompanhar com toda a atenção.
Quem não puder estar presente pode acompanhar a sessão no Canal Parlamento que vai transmitir o evento.

A.A.B.M.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

ENCONTROS DE OUTONO 2013

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, a rede de museus de Famalicão e o Museu Bernardino Machado levam a efeito nos próximos dias 22 e 23 de Novembro de 2013 uma nova realização dos Encontros de Outono, este ano subordinado ao tema Violência e Poder Político.

Ao longo de dois dias vai ser possível ouvir e ver, em Famalicão, alguns especialistas em História Contemporânea com maior destaque na historiografia portuguesa actual: Fernando Catroga, Ernesto Castro Leal, Luís Farinha, Irene Pimentel, António Matos Ferreira, António José Queiroz, Miguel Dias Santos, Paulo Guimarães, João Madeira, Pezerat Correia e Miguel Nunes Ramalho.

As inscrições nestes encontros podem ser realizadas AQUI.

Uma excelente iniciativa, que temos vindo a divulgar nos últimos anos e que merece o maior apoio e divulgação, com os votos de grande sucesso.

A.A.B.M.

sábado, 2 de novembro de 2013

ESPIÕES EM PORTUGAL DURANTE A II GUERRA MUNDIAL

No próximo dia 5 de Novembro de 2013, terça-feira, pelas 18.30, na FNAC ao Chiado, em Lisboa, vai ser apresentada a obra Espiões em Portugal Durante a II Guerra Mundial, de Irene Pimentel.

Uma obra de investigação de Irene Pimentel, que trata um assunto sobre o qual se começa a saber algumas coisas. Neste caso muito com base nas informações da Legião Portuguesa, que a autora identifica claramente como sendo de influência germanófila. Conhecem-se já alguns episódios e espiões que circularam por Lisboa e pelo Estoril, mas também se conhece ainda pouco por exemplo pela chamada "Rede Shell" e o papel que teve nesta actividade durante a II Guerra Mundial.

Sobre esta obra recomenda-se a leitura destes artigos AQUI ou AQUI.

A apresentação da obra estará a cargo de Júlia Leitão de Barros.

A acompanhar com toda a atenção.

A.A.B.M.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

SALAZAR, PORTUGAL E O HOLOCAUSTO, DE IRENE PIMENTEL E CLÁUDIA NINHOS

No próximo sábado, 12 de Outubro de 2013, pela 15.30h, no Espaço Memória dos Exílios, em Cascais, vai proceder-se à apresentação da obra Salazar, Portugal e o Holocausto, da autoria de Irene Pimentel e de Cláudia Ninhos.

A apresentação da obra está a cargo do Professor Doutor Fernando Clara.

Uma obra com um tema deveras interessante e que pode garantir uma sessão enriquecedora para todos os presentes, pela troca de ideias que pode suscitar e pelas interpelações que podem ser feitas às autoras da investigação que resultou neste livro.

Uma sessão a acompanhar com toda a atenção.

A.A.B.M.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

25 DE ABRIL: O QUE MELHORARIA NA DEMOCRACIA PORTUGUESA?


DIOGO RAMADA CURTO (Historiador):

Melhoraria a distribuição da riqueza, multiplicaria as formas de participação política, quebraria o monopólio dos profissionais da política, tornaria transparente o financiamento dos partidos, lutaria por uma sociedade sem discriminações de classe, raça, credo e género, criaria quotas para a representação das mulheres, salvaguardaria o serviço nacional de saúde e a protecção aos idosos, tornaria mais acessível a leitura de livros, continuaria a rede de bibliotecas, daria melhores condições aos museus e aos arquivos, dignificaria por todos os meios a função dos professores, sobretudo do básico e do secundário, investiria mais na pesquisa científica e na criação artística e musical, trataria os emigrantes como parte integrante do que somos, estabeleceria relações de franca igualdade com as antigas colónias, sem derrapar em mitos paternalistas, e não esqueceria os ideais da Primeira República ridicularizados pelo Estado Novo.

IRENE PIMENTEL (Historiadora):

 Em situação de crise global, é bom regressar aos clássicos que definiram a sociedade civil e política e delinearam o Estado de Direito. Foi o caso de John Locke (1632-1704), segundo o qual todo o poder político legítimo deriva apenas do consentimento dos governados que confiam as suas “vidas, liberdades, e posses” à comunidade, tornada política. Mais tarde, outros filósofos definiram a separação de poderes, acrescentando ao legislativo e executivo, o judicial. Continuo adepta de uma democracia representativa, aceitando delegar em instituições democráticas o poder que não exerço directamente. Mas urge aprofundar o Estado democrático e o funcionamento da sociedade civil, de modo a que os partidos voltem a representar os que neles delegam. Por outro lado, face ao abuso do poder, não haverá direito de resistência civil? É que, como diz Locke, a comunidade política pode ser dissolvida sempre que o detentor do poder desrespeita a lei, perdendo assim o direito a ser obedecido.

 Y. K. CENTENO (Escritora):

 Se há diferença, na nossa democracia, quanto ao entendimento geral do que é a Democracia – trazida até ao Ocidente por Platão no desenho de uma sociedade justa -, faltará muito para melhorar.

A minha reflexão prende-se ainda com os conceitos de Liberdade, Igualdade, Fraternidade, estruturantes de um século XVIII que para mim é o século I da nova Era.

Mas impõe-se:

1. Recuperar a Ética quanto à dignidade de carácter, à honestidade intelectual, ao respeito mútuo, liberdade e correspondente responsabilidade, na intervenção social e política.

2. Recuperar a Estética: embora Platão expulse o poeta da cidade perfeita, a dimensão do Belo amplia, na sua criação e contemplação, uma actividade e um sentimento que devem ser repartidos dando condições de acesso a toda a sociedade.

3. Por fim: valorizar a Educação e a Cultura, nos seus espaços próprios, fomentando uma contínua existência e desenvolvimento.

 
in, “25 de Abril – O que melhorariana democracia portuguesa? Personalidades propõem mudanças para Portugal”, jornal Público, 25/04/2013 [ler TUDO AQUI & AQUI]

J.M.M.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

SANEAMENTO E DEPORTAÇÕES NA DITADURA MILITAR E NO ESTADO NOVO: CONFERÊNCIA



No âmbito do ciclo de conferências Memória e Cidadania, organizado pela Fundação Mário Soares, vai realizar-se na próxima quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013, pelas 18 horas, uma conferência com a Doutora Irene Flunser Pimentel.

O título da conferência é Saneamento e Deportações na Ditadura Militar e no Estado Novo.

Uma iniciativa que temos vindo a divulgar e que merece a melhor atenção de todos os interessados.

A acompanhar com toda a atenção.

A.A.B.M.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A POLÍTICA FEMININA DO ESTADO NOVO


LIVRO: A Cada Um o Seu Lugar. A Política Feminina do Estado Novo;
AUTORA: Irene Flunser Pimentel;
EDITORA: Temas & Debates;

APRESENTAÇÃO: dia 25 de Junho (18.00 horas);
LOCAL: Auditório do Museu do neo-Realismo (Vila Franca de Xira).
APOIO: C. M. Vila Franca de Xira e Museu do Neo-Realismo.

«Um 'lugar para cada um e cada um no seu lugar' era uma das normas preferidas de António Carneiro Pacheco, ministro da Educação Nacional de Salazar. Esta frase podia ter sido proferida pelo próprio Salazar ou por um dos principais mentores do seu regime: indica elitismo, uma vontade de manter compartimentações sociais estanques - sem mobilidade profissional, social e política - e revela uma noção determinista segundo a qual cada um nasceria com a missão de desempenhar determinada função. A frase também se aplicava evidentemente às mulheres, às quais o Estado Novo atribuiu um lugar e um lugar e um papel específicos - diferentes consoante a classe a que pertencia - no seio da família e da sociedade" [AQUI]

J.M.M.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A DITADURA MILITAR - A TOMADA DO PODER E OS INSTRUMENTOS DE REPRESSÃO



CONFERÊNCIA *: A Ditadura Militar – a tomada do poder e os instrumentos de repressão;
DIA: 11 de Novembro (21,30 horas);
AUTORA: Irene Pimentel;
LOCAL: Livraria Ler Devagar (Lisboa)

* Trata-se da 3ª Sessão do Ciclo de Conferências com o tema "Luta Armada e Resistência Republicana", sob organização do Instituto de História Contemporânea & Movimento Não Apaguem a Memória e integrada nas Comemorações do Centenário da República.

J.M.M.

domingo, 3 de outubro de 2010

CENTENÁRIO DA REPÚBLICA EM CONDEIXA-A-NOVA


No Município de Condeixa-a-Nova vão decorrer também as comemorações do Centenário da República conforme o ilustra a imagem acima. Destaca-se a conferência com a Professora Irene Pimentel e com Filomena Beja, sobre As Mulheres e a República.

Segue-se depois uma exposição sobre o Movimento Republicano Condeixense a que se seguirá um apontamento histórico sobre Condeixa a e República.

Uma iniciativa a acompanhar com atenção.

A.A.B.M.

domingo, 30 de novembro de 2008

IRENE FLUNSER PIMENTEL: "BIOGRAFIA DE UM INSPECTOR DA PIDE"


BIOGRAFIA DE UM INSPECTOR DA PIDE - Irene Flunser Pimentel

"De memória invulgar, minucioso, inteligente, extremamente vaidoso, visceralmente salazarista, com uma folha de serviço «brilhante», Fernando Gouveia foi um dos investigadores da PVDE/PIDE/DGS mais temidos pelo Partido Comunista Português (PCP).

Era um homem baixo, de rosto fechado, sempre de chapéu e fato engomado, marcado pelo nascimento ilegítimo e por uma infância dura, pai de sete filhos, fruto de vários casamentos.

Este inspector do Gabinete Técnico da Polícia Política conhecia como ninguém os métodos do PCP, a forma de actuação dos seus militantes, funcionários e dirigentes clandestinos, não só a nível político como a nível pessoal. Pela sua mão foram apreendidos documentos fundamentais que Fernando Gouveia estudava minuciosamente, de forma a desmantelar o puzzle comunista, assim como foram presos centenas de comunistas, vítimas de violência e de toda a espécie de torturas, chantagens e pressões psicológicas ...
"

in ESFERA DOS LIVROS

J.M.M.

sábado, 15 de dezembro de 2007

IRENE FLUNSER PIMENTEL - PRÉMIO PESSOA 2007


"A História são histórias de pessoas" [Irene Pimentel, in Expresso, 15/12/07]

Irene Pimentel, após anos de dedicação à historiografia contemporânea e outros tantos mais de acedida generosidade, recebeu o Prémio Pessoa 2007. Homenagem justa e prestigiante, o prémio concedido é, sem qualquer dúvida, o reconhecimento do seu esforçado trabalho, que irradia uma luz eminentíssima, mas exalta também aqueles (e são muitos) que fora do círculo académico, sem ruído nem lisonja, privam dificuldades e contrariedades insuspeitas na sua abnegação e cumplicidade com a problemática da história contemporânea e a sua investigação.

É inquestionável a solidez, qualidade e a maturidade dos trabalhos de investigação que tem apresentado Irene Pimentel, como: "As Organizações Femininas do Estado Novo" (Círculo de Leitores, 2000), "Os judeus em Portugal durante a 2ª Guerra Mundial" (Esfera dos Livros, 2006), "Vítimas de Salazar. Estado Novo e Violência Política" (co-autoria com João Madeira, e Luís Farinha, A Esfera dos Livros, 2007), "A História da PIDE" (Círculo de Leitores, 2007), "A Mocidade Portuguesa Feminina" (Esfera dos Livros, 2007).

O Prémio Pessoa 2007 atribuído a Irene Pimentel honra o Júri e é de muito merecimento para a laureada. O Almanaque Republicano, que tem acompanhado com admiração a obra de Irene Pimentel, saúda a investigadora e historiadora premiada, fazendo votos do maior sucesso nos seus trabalhos futuros. Muitos parabéns.

J.M.M.