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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

CHAVE DIZ: FALTAM DUAS TÁBUAS E MEIA DE PINTURA NO TODO DA OBRA DE NUNO GONÇALVES



JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS: A CHAVE DIZ: FALTAM DUAS TÁBUAS E MEIA DE PINTURA NO TODO DA OBRA DE NUNO GONÇALVES “O pintor português que pintou o altar de s. Vicente na Sé de Lisboa”. (Da pintura antiga, Francisco da Hollanda). Depositaria Livraria Sá da Costa. Lisboa. (1950). 20,5x27 cm. 15-I págs. B. &

“Curioso ensaio em que Almada Negreiros pretende resumir algumas das noções matemáticas que o levam a  concluir que na disposição do retábulo de Nuno Gonçalves faltariam “duas tábuas e meia”.




[Almada Negreiros] “… Um evidente acerto e o erro gravíssimo de retirar do altar de S. Vicente na Sé de Lisboa, nem mais nem menos do que as seis tábuas em políptico, e ambos a um tempo no mesmo autor, confirmam não haver autoridade crítica para declarar evidente um acerto ou gravíssimo em erro, senão quando o senhor da ‘chave’ do todo do dito altar. Não é este o caso do crítico de arte, porquanto acrescenta erro a acerto, demonstrando ignorar o todo da obra do altar, o qual, de verdade já ignorava de há muito Portugal (embora o desconheçam ainda o Governo e a Nação, e os mandatários oficiais de ambos); e ignorando o todo da obra, demonstra não saber da  sua ‘chave’;  e desconhecendo esta, demonstra ignorar existir quem a tenha. Não tem por conseguinte autoridade crítica para decidir o que seja, no todo ou em parte da obra, a ignorância da ‘chave’ desta …


J.M.M.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

OBRAS E OPÚSCULOS DE FERNÃO BOTTO MACHADO



AQUI apresentámos algumas notas sobre Fernão Botto Machado, repartidas em quatro partes, sendo a última referente à sua extensa e profícua obra. A Livraria In-Libris colocou à praça um conjunto de livros e opúsculos do notável “propagandista dos ideais da Republica e do livre-pensamento”, curiosamente valorizados com dedicatória do autor, a saber:

"CRENÇAS E REVOLTAS. 1908. Typographia Bayard. Lisboa. 14x21cm. 485-III págs. E. no mesmo volume e todos do mesmo autor, com excepção dos dois últimos:— A RELIGIÃO DA MORTE. Artigo reproduzido do Diario «A REPUBLICA» e offerecido ao Gremio Excursionista Civil do Monte para a sua propaganda livre-pensadora. 1908. Typographia Bayard. Lisboa. 14x21cm. 9-I págs.;— A CONFISSÃO. Dedicado á Junta Federal do Livre-Pensamento para a sua propaganda. 1908. Typographia Bayard. Lisboa. 14x21cm. 16 págs.;— A OBRIGATORIEDADE DO REGISTO CIVIL. 1908. Typographia Bayard. Lisboa. 14x21cm. 32 págs.;— O IDEAL E A SOLIDARIEDADE HUMANA. Lisboa. Typographia Bayard. 1910. 14x21cm. 48 págs..." [ler TUDO AQUI]

FOTO de Fernão Botto Machado e uma parte de um texto assinado por José Augusto de Castro, in Arquivo Republicano [Biblioteca Nacional online]

J.M.M.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

JOÃO CHAGAS - "CARTAS POLÍTICAS"



JOÃO CHAGAS - CARTAS POLITICAS, Lisboa, MCMVIII-MCMX. 5 séries ou volumes. 16,5x24 cm. 320, 320, 320, 320 e 240 págs. E.

«Indispensável para a história dos importantes acontecimentos políticos da época. Inclui, entre outras, missivas dirigidas “ao Rei D. Manoel”; “aos senhores da liga monarquica”; “ao Doutor Bernardino Machado sobre a Revolução”; “à Imprensa Estrangeira a propósito do 1º anniversário do Regicídio”; “Carta ao Povo de Coruche depois do Comício Monarchico de 14 de Fevereiro”; “Carta a D. Miguel de Bragança em seguida à notícia da sua renuncia e do seu reconhecimento da Monarchia Liberal”; “Carta a um provinciano sobre a crise da semana e sobre o que se lhe vae seguir” etc. de um total de 95 documentos As cartas, em brochura, encontram-se conservadas em pastas cujas lombadas (decoradas a ouro) e cantos são em pele e apertadas com atilhos de seda»

via CATÁLOGO DE JANEIRO DA LIVRARIA IN-LIBRIS

J.M.M.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

CIDADES E VILLAS DA MONARCHIA PORTUGUEZA



AS CIDADES E VILLAS DA MONARCHIA PORTUGUEZA QUE TEEM BRASÃO D'ARMAS - Inácio de Vilhena Barbosa, Lisboa, Typographia do Panorama, 1860-1862, III vols.

"Com muitas dezenas de gravuras reproduzindo os brasões d’armas das cidades e vilas de Portugal , acompanhados de notícias históricas, geográficas, corográficas, etnográficas, agrícolas e outras que a essas cidades e vilas respeitam"

via Catálogo de Novembro da In-Libris.

J.M.M.

sexta-feira, 20 de março de 2009


BIBLIOTHECA LUSITANA

"Edição fac-similada, conforme a primeira, publicada em 1741.Verdadeiro monumento da investigação bibliográfica portuguesa, reproduzida da original, sob os cuidados do competentíssimo Prof. Doutor Manuel Lopes de Almeida"

DIOGO BARBOSA MACHADOBIBLIOTHECA LUSITANA. Tomo I (ao Tomo IV). Coimbra. Atlântida Editora. MCMLXV (a MCMLXVII). 4 Vols

in Catálogo do mês de Março de 2009 da IN-LIBRIS (consultar).

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009


ALBUM DE COSTUMES PORTUGUEZES

"Cincoenta chromos, copias de aguarellas originaes de Alfredo Roque Gameiro, Columbano Bordallo Pinheiro, Condeixa, Malhôa, Manuel de Macedo, Raphael Bordallo Pinheiro e outros. Com artigos descriptivos de Fialho d’Almeida, Julio Cesar Machado, Manuel Pinheiro Chagas, Ramalho Ortigão e Xavier da Cunha. Lisboa. David Corazzi - Editor. [Typ. Horas Romanticas. 1888]. In-4º gr. de IV-50 folhas de texto e igual número de estampas. E.

São interessantíssimas as 50 cromolitografias que representam costumes de todo o país. As páginas do texto são decoradas com artísticas molduras compostas de finas vinhetas impressas a várias cores. Luxuosa e esmerada publicação, impressa em bom papel. Alguns dos tipos apresentados são: "O Trapeiro de Lisboa"; "O Ferro-Velho"; "A Padeira de Avintes"; "A Peixeira de Lisboa"; "O Campino do Ribatejo"; "O Aguadeiro"; "A Varina da Murtosa"; "O Pastor Serrano"; "Moça de Lavoura"; "O Varino"; "A Banheira"; "A Vareira (Porto)"; "A Saloia"; "Camponesa de Vianna-do-Castelo”"; "Costume dos Suburbios de Braga"; entre tantos outros"

via CATÁLOGO de Fevereiro da Livraria IN-LIBRIS

J.M.M.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

PROGRAMA PARA A DEMOCRATISAÇÃO DA REPUBLICA


PROGRAMA PARA A DEMOCRATISAÇÃO DA REPUBLICA - 31 de Janeiro de 1961

"ORIGEM E ANTECEDENTES. O nome de Jaime Cortesão fica ligado a este documento, não porque seja da sua autoria, não que a redacção seja sua, nem que suas tenham sido todas as sugestões nele contidas, mas por que foi na sua presença confiante e sob o estimulo da sua inspiração que decorreram as primeiras e algumas das principais reuniões de trabalho que levaram à elaboração do sumário de ideias que hoje se oferece à meditação do País, sem caracter de carta outorgada, mas simplesmente, ao gosto de um processo tantas vezes recomentado por António Sérgio, como ponto de partida para um necessário despertar da consciência e para uma salutar discussão

Não pôde Jaime Cortesão ver chegar ao fim esta tarefa em que pôs tanto calor de si próprio, mas é ainda a permanência do seu vulto prestigioso que impulsiona, os que consigo trabalharam e que tomaram para si, como ponto de honra, dar cumprimnto ao plano que intimamente os ligou".

"Raríssimo, importante e extenso documento político policopiado a partir do original dactilografado oposicionista ao governo de Salazar. Responsabilizam-no, entre outros, os nomes de Mário de Azevedo Gomes, Helder Ribeiro, José Mendes Cabeçadas Júnior, Alberto Ferreira, Álvaro Salema, Arnaldo Veiga Pires, Armando Adão e Silva, Artur Santos Silva, Augusto Abelaira, Carlos Cal Brandão, Carlos Sá Cardoso, Eduardo Ralha, Fernando Abranches Ferrão, Fernando Mayer Garção, Fernando Piteira Santos, Fernando Vale, Salgado Zenha, João Araújo Correia, João Santiago Prezado, José Fernandes Fafe, José Magalhães Godinho, Luís Roseira, Mário Cal Brandão, Mário Soares, Nikias Skapinakis, Olívio França, Raul Rego, Urbano Tavares Rodrigues e Vasco da Gama Fernandes"

in Catálogo de Livros de Janeiro da Livraria In-Libris (Porto).

J.M.M.

domingo, 12 de outubro de 2008

IN-LIBRIS


In-Libris - Blog

A Livraria In-Libris - livros antigos, estimados e raros - aparece na Blogosfera com um blog que considera de "promoções temporárias, saldos, descontos e outras surpresas".

Um espaço a ter em conta. E a consultar.

J.M.M.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

HISTÓRIA DA REPÚBLICA - RAUL REGO


"A história da República está por fazer. Há muitas obras monográficas muito interessantes; mas não há nenhuma obra de conjunto. (...) Raul Rego, começando também nas origens das origens, isto é, nos alvores do século XIX, dispôs-se a preencher essa lacuna, lançando mãos ao que deve ser o livro da sua vida, pelo escrúpulo e paixão que nele tem posto. Não sendo obviamente neutral, visto que se trata de um republicano confesso, admirador dos grandes vultos da nossa Primeira República, pôs contudo na sua História da República Portuguesa a isenção, o profissionalismo e a independência crítica de que tem dado sobejas provas ao longo da sua vida, de grande jornalista, de escritor e de exemplar cidadão. (...)"

História da República Portuguesa, por Raul Rego. Pref. de Mário Soares. Edição do Círculo de Leitores, Lisboa, 1986-1987, V vols

["Profusamente ilustrada com retratos, fotografias de acontecimentos, reproduções de frontispícios de livros e publicações periódicas, etc. Encadernação editorial" - ver no catálogo da In-Libris]

J.M.M.