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terça-feira, 27 de agosto de 2019

III ENCONTRO DE HISTÓRIA DE LOULÉ


Nos próximos dias 30 e 31 de Agosto de 2019, realiza-se em Loulé, no Cine Teatro Louletano o III Encontro de História de Loulé.

Ao longo de dois dias intensos, e com um conjunto de investigadores muito interessante, para apresentar e aprofundar o conhecimento histórico e do património na cidade algarvia.
Entre os investigadores contam-se:
- Helena Catarino;
- Maria do Rosário Morujão;
- Elsa Santos Alípio;
- Susana Cunha;
- Rui Almeida e Catarina Viegas;
- António Rei;
- Luís Miguel Duarte;
- Irene Vaquinhas;
- Fernando Gameiro;
- Catarina Almeida Marado;
- Sérgio Ribeiro Pinto;
- Saúl António Gomes;
- Paulo Morgado e Cunha;
- Marco Ribeiro;
- Carla Vieira;
- Maria da Graça Ventura;
- Luísa Gama.

O programa pode ser consultado abaixo:



As inscrições são gratuitas, mas têm que ser feitas antecipadamente para a ligação abaixo:

Com os votos do maior sucesso em mais esta iniciativa, a todos os títulos louvável, que nos últimos três anos permitiram reunir um grande número de pessoas interessadas e participativas na iniciativa. Numa organização muito bem conseguida pela equipa do Arquivo Municipal de Loulé, pelas pessoas que nele trabalham e pela autarquia que continua a apoiar estas iniciativas.

A.A.B.M,

terça-feira, 20 de novembro de 2018

25 º ANIVERSÁRIO DA REVISTA AL-ULYA


No âmbito das comemorações do 25º aniversário da revista de História e Património Local de Loulé vai realizar-se amanhã, 21 de Novembro de 2018, no Convento Espírito Santo, em Loulé, um colóquio que assinala a efeméride.

O evento conta com um dia repleto de investigadores de sólida reputação a apresentar alguns dos trabalhos de investigação que já foram sendo publicados na revista ao longo do tempo e que agora merecem apresentação pública. Assinala-se que o evento, inicialmente previsto para um espaço mais reduzido, teve que ser alterado para um espaço mais amplo, face ao número de inscrições que foram feitas para participar no colóquio, facto que se saúda e que mostra como estas iniciativas conseguem ter acolhimento assinalável junto da população quando os temas lhes dizem mais e são mais próximos da vida concreta das pessoas.

Entre os investigadores convidados a participar contam-se:
- João Sabóia;
- Manuel Pedro Serra;
- Joaquim Romero Magalhães;
- Luís Miguel Duarte;
- Maria Helena da Cruz Coelho;
- Bernardo Vasconcelos e Sousa;
- Mário Varela Gomes;
- José d' Encarnação;
- Guilherme de Oliveira Martins;
- José Carlos Vilhena Mesquita;
- Luís Reis Torgal;
- Francisco Lameira;
- Marco Sousa Santos;
- Pedro Gomes Barbosa.

Lembra-se ainda que os artigos publicados se encontram disponíveis online para consulta dos potenciais interessados AQUI, os vários números já disponíveis podem ser descarregados AQUI, além disso, para os investigadores, também é possível consultar o catálogo do Arquivo Municipal de Loulé (um dos arquivos com informação organizada e disponível aos investigadores) que pode ser consultado AQUI.

Com os votos do maior sucesso para a iniciativa e longa existência para a publicação.

A.A.B.M.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

II ENCONTRO DE HISTÓRIA DE LOULÉ


Nos próximos dias 31 de Agosto (sexta-feira) e 1 de Setembro (sábado), realiza-se o II Encontro de História de Loulé, nas instalações do Convento de S. Francisco (Antigo Instituto Universitário D. Afonso III).

Ao longo de dois dias vão apresentar as suas comunicações diversos investigadores abarcando temáticas desde a Arqueologia à História Medieval, Moderna e Contemporânea de Loulé. Entre os investigadores presentes contam-se Iria Gonçalves, João Pedro Bernardes, Joaquim Vieira Rodrigues, João Cosme, Aurízia Anica, entre vários outros.

Veja-se o programa do evento nas imagens abaixo: (clicar ou descarregar as imagens para ler o programa)
31 de Agosto



1 de Setembro


No programa do Encontro realiza-se a apresentação das "Atas do I Encontro de História de Loulé", realizado no ano passado, e a apresentação do novo número dos Cadernos do Arquivo, "A Justiça em Loulé. Séculos XVII a XIX", de Nuno Camarinhas.

Uma excelente iniciativa, que merece a melhor divulgação.

Com os votos do maior sucesso para a organização deste II Encontro de História de Loulé, que tudo indica poderá ainda aumentar o número de participantes do ano anterior, que ultrapassou as 130 pessoas inscritas.

A.A.B.M.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

AL-ULYÃ, nº19


No próximo dia 26 de Julho de 2018, pelas 17.30h, vai ser apresentado mais um volume da revista Al-Ulya. Revista do Arquivo Municipal de Loulé, com um trabalho do Professor Doutor Joaquim Romero Magalhães, tendo por base a documentação do Livro das Avaliações das Fazendas de 1564.

O índice do presente número pode ser consultado na imagem abaixo:
Na apresentação pública deste número da revista serão intervenientes no evento, para além do Prof. Romero Magalhães, os Doutores João Sabóia e Laurinda Paz.

A sessão decorrerá nas instalações do Arquivo Municipal de Loulé.

Com os votos do maior sucesso.
A.A.B.M.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

AL-ULYA Nº17

No próximo sábado, dia 8 de Julho de 2017, no Arquivo Municipal de Loulé, pelas 17 horas, vai ser apresentado o novo número da revista Al-Ulya.

Pode ler-se na nota de divulgação da apresentação:

O presente número da revista é dedicado a uma Tese de Mestrado que tem como objecto de estudo dois palacetes pertencentes à aristocracia louletana; o Gama Lobo e o de Azevedo e Silva, que foram construídos na segunda metade e finais do século XVIII.
A autora é a arquitecta Suzinda Neves, que teve como orientador o Prof. Doutor José Horta Correia.

São convidados para apresentar a revista os professores:
José Horta Correia
Francisco Ildefonso Lameira.

Uma excelente iniciativa que se divulga junto de todos os potenciais interessados.

A.A.B.M.

sábado, 22 de abril de 2017

A REVOLUÇÃO NO ALGARVE E O ALGARVE NA REVOLUÇÃO: O CASO DE LOULÉ - CONFERÊNCIA


CONFERÊNCIAA Revolução no Algarve e o Algarve na Revolução: o caso de Loulé;

DIA: 22 de Abril de 2017 (15,00 horas);
LOCAL: Arquivo Municipal de Loulé;

ORADOR: Doutora Maria João Raminhos Duarte;

Pequena nota biográfica da oradora:
Maria João Raminhos Duarte é doutorada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É docente na Escola E.B. 2,3 Eng. Nuno Mergulhão e professora auxiliar no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. 
É investigadora associada do Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais, Doutorada integrada do Instituto de História Contemporânea/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho. 

É autora de uma vasta produção científica sobre os industriais conserveiros, o movimento operário corticeiro e conserveiro, a instituição do Estado Novo, a oposição ao Estado Novo, os movimentos femininos, a educação e assistência, a implantação do regime democrático, além de inúmeros e relevantes contributos biográficos de História Contemporânea algarvia.

ORGANIZAÇÃOArquivo Municipal de Loulé.


Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
Para esta conferência tomou-se como objecto de estudo e de análise a Revolução de 25 de Abril no Algarve e as movimentações militares nesta província, sendo identificados os protagonistas, as resistências e as reacções dos militares, bem como os seus efeitos na sociedade algarvia nos dias agitados que se seguiram ao golpe militar e ao processo imediato que conduziu à instituição do regime democrático a sul.

Procurou-se responder a algumas questões básicas: Como se integrou o Algarve nos preparativos revolucionários? Qual a importância do seu contributo? Que personalidades tomaram parte directa ou indirectamente parte na revolta militar? Quem emergiu e quem tomou posição, manifestando-se (ou não) pró ou contra a revolução? Qual a atitude das forças da manutenção da ordem pública no Algarve perante o desenvolvimento da revolução? Quais as motivações que levaram muitos a intervir na vida política? E quais as expectativas que se colocavam na revolução para resolver os problemas do Algarve na época?

Também se identificou o contributo dos algarvios na preparação e concretização do golpe militar, pois não foi despiciendo e, em alguns casos, até foi decisivo. 

E, em Loulé, como foram vividos estes momentos? 
A História da implantação do regime democrático ainda está por fazer, pois o país distante da capital ainda não foi abrangido pela historiografia contemporânea. 

Aprofundar o conhecimento sobre o 25 de Abril vai para além da História. É, de certa forma, promover um desígnio nacional que faz cumprir a Democracia. 

É essa a intenção maior desta conferência.

A não perder e com os votos do maior sucesso para a iniciativa.

A.A.B.M.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

CONFERÊNCIA – A REVOLUÇÃO NO ALGARVE E O ALGARVE NA REVOLUÇÃO: O CASO DE LOULÉ



ORADORA: Maria João Raminhos Duarte;

DIA: 22 de Abril de 2017 (15,00 horas);
LOCAL: Arquivo Municipal de Loulé (Rua Dr. Cândido Guerreiro, Loulé);

Para esta conferência tomou-se como objecto de estudo e de análise a Revolução de 25 de Abril no Algarve e as movimentações militares nesta província, sendo identificados os protagonistas, as resistências e as reacções dos militares, bem como os seus efeitos na sociedade algarvia nos dias agitados que se seguiram ao golpe militar e ao processo imediato que conduziu à instituição do regime democrático a sul.

Procurou-se responder a algumas questões básicas: Como se integrou o Algarve nos preparativos revolucionários? Qual a importância do seu contributo? Que personalidades tomaram parte directa ou indirectamente parte na revolta militar? Quem emergiu e quem tomou posição, manifestando-se (ou não) pró ou contra a revolução? Qual a atitude das forças da manutenção da ordem pública no Algarve perante o desenvolvimento da revolução? Quais as motivações que levaram muitos a intervir na vida política? E quais as expectativas que se colocavam na revolução para resolver os problemas do Algarve na época?

Também se identificou o contributo dos algarvios na preparação e concretização do golpe militar, pois não foi despiciendo e, em alguns casos, até foi decisivo. E, em Loulé, como foram vividos estes momentos? 

A História da implantação do regime democrático ainda está por fazer, pois o país distante da capital ainda não foi abrangido pela historiografia contemporânea. 

Aprofundar o conhecimento sobre o 25 de Abril vai para além da História. É, de certa forma, promover um desígnio nacional que faz cumprir a Democracia.
É essa a intenção maior desta conferência
 [AQUI]


NOTA: “Maria João Raminhos Duarte é doutorada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É docente na Escola E.B. 2,3 Eng. Nuno Mergulhão e professora auxiliar no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. É investigadora associada do Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais, Doutorada integrada do Instituto de História Contemporânea/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua da Universidade do Minho. É autora de uma vasta produção científica sobre os industriais conserveiros, o movimento operário corticeiro e conserveiro, a instituição do Estado Novo, a oposição ao Estado Novo, os movimentos femininos, a educação e assistência, a implantação do regime democrático, além de inúmeros e relevantes contributos biográficos de História Contemporânea algarvia” [AQUI]
J.M.M.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

LOULÉ E A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL: CONFERÊNCIA


Realiza-se no próximo sábado, 18 de Fevereiro de 2017, pelas 15 horas, no Arquivo Municipal de Loulé, uma conferência sobre Loulé e a Primeira Guerra Mundial inserida no ciclo de conferências regulares subordinadas ao tema "O Documento que se segue".

A conferencista convidada é a Doutora Ana Paula Pires.

Uma excelente iniciativa do Arquivo Municipal de Loulé, assinalando o Centenário da I Grande Guerra e a participação dos louletanos em todo o processo.
Num rápido levantamento realizado encontram-se referências a mais de uma centena e meia de combatentes com particular destaque para Pedro de Freitas, que nos deixou um relato memorialístico da sua participação nos acontecimentos. Também Manuel António do Olival, Joaquim Espadinha Corpas, Francisco José de Barros, Joaquim de Brito Vinhas Júnior, José Francisco Barros, Joaquim dos Santos Correia, entre muitos outros

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:

A 4 de Agosto de 1914 a notícia da declaração de Guerra da Inglaterra à Alemanha, chegou a Portugal envolta em tristeza e consternação. A posição geo-estratégica dos territórios portugueses em África, aliada à dimensão periférica, económica e financeiramente débil da República, obrigou o poder político a acompanhar, logo após o assassínio de Sarajevo, de forma atenta a evolução da situação internacional. Na verdade, a eclosão de uma guerra na Europa implicaria, desde logo, que se equacionasse o reforço das guarnições militares em Angola e Moçambique.

Em Setembro de 1914 partiram para África as primeiras tropas portuguesas. Três anos mais tarde, a 26 de Janeiro de 1917, na sequência da declaração de guerra da Alemanha a Portugal, a 9 de Março do ano anterior, partiu para França o primeiro contingente do Corpo Expedicionário Português (CEP). Esta intervenção procurará analisar, criticamente, os objectivos, as consequências e os legados da Participação de Portugal na Grande Guerra em Loulé, sublinhando a importância da “frente interna” como suporte à campanha militar, novidade introduzida, de resto, pelo conflito mundial.   

Ana Paula Pires é doutorada em História, especialidade História Económica e Social Contemporânea, pela Universidade Nova de Lisboa. Realiza actualmente um pós-doutoramento na Universidade de Stanford e na Universidade Nova de Lisboa.
É membro da direcção do Instituto de História Contemporânea da FCSH-UNL e coordenadora do grupo “Economia, Sociedade, Património e Inovação” da mesma instituição.
Autora de diversos livros e artigos científicos é co-fundadora da International Network for the Study of the Great War in Africa e é editora de 1914-1918 online, International Encyclopedia of the First World War, projecto coordenado pela Universidade Livre de Berlim.

Com os votos do maior sucesso e participação nesta iniciativa de tanto interesse.
Para acompanhar com todo o interesse.

A.A.B.M.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

O CUSTO DA SOBERANIA: QUANTO VALEU A IMPOSIÇÃO DA DÉCIMA - CONFERÊNCIA


O Arquivo Municipal de Loulé realiza a próxima sessão do ciclo "O Documento que se segue" no próximo sábado, 17 de Setembro de 2016, pelas 15 horas, contando com a presença da Prof. Leonor Freire Costa, do Instituto Superior de Economia e Gestão, da Universidade de Lisboa.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:

A 17 de setembro, sábado, pelas 15h00, o Arquivo Municipal de Loulé recebe a Conferência “O custo da soberania: quanto valeu a imposição da décima”, apresentada por Leonor Freire Costa, no âmbito do Ciclo “O Documento que se segue”.
A presente comunicação versa sobre a fiscalidade no período do Antigo Regime, quer como fator de eliminação de regionalismos – portanto, de construção de unidade política -, quer como fator de tensão social e, portanto, de cisões desagregadoras.
A história da introdução de um imposto direto sobre o rendimento para financiar a guerra de restauração de Portugal (1640-1668) constitui uma das mais peculiares características do sistema tributário português no quadro geral das soluções seguidas pelos estados dinásticos ou repúblicas contemporâneas para custear a ordem política. Sendo a despesa sempre avolumada por conflitos militares, várias soluções seriam possíveis, entre impostos sobre transações internas, ou sobre património, sobre o comércio externo e até aumento da dívida pública. Contudo, a solução baseou-se num imposto sobre rendimento, mantendo-se inevitável o aumento da dívida.
Nesta apresentação começa-se por dar o enquadramento da extraordinária inovação fiscal que constituiu a introdução de um imposto sobre o rendimento, o qual perdurará até à Revolução Liberal.
Segue-se um conjunto de informações que procuram avaliar os resultados financeiros deste esforço tributário e termina-se com uma avaliação do relevo deste imposto entre o conjunto de receitas do aparelho de Estado no consulado do Marquês de Pombal e nas vésperas das invasões francesas. Neste percurso, é possível esclarecer os fundamentos institucionais, políticos e económicos do fundo arquivístico Livros de Décima em depósito no Arquivo Municipal e Loulé.
Leonor Freire Costa é docente da Universidade de Lisboa, no Instituto Superior de Economia e Gestão, onde leciona História Económica e Empresarial, História Económica de Portugal e Economia, Instituições e Desenvolvimento no âmbito de cursos de segundo ciclo. É investigadora do Gabinete de História Económica e Social.
Iniciou os seus trabalhos académicos com estudos de História Colonial e Marítima nos séculos XVI e XVII. No decurso da sua carreira como investigadora, tem participado nos últimos anos em projetos de trabalho no âmbito mais geral da história económica de Portugal, embora a pesquisa que desenvolve se tenha vindo a centrar nos impactos do império, quer na dimensão fiscal, quer na dimensão da evolução económica e social. É autora de vários trabalhos publicados.
Esta Conferência é de entrada livre.
A conferencista conta com um extenso currículo académico de onde extraímos os seguintes extractos:
Livros publicados:
  • - O Ouro do Brasil, Lisboa, Imprensa Nacional, 2013 (em co-autoria com Maria Manuela Rocha e Rita Martins de Sousa) 
  • - História Económica de Portugal, (1143-2010). Lisboa, Esfera dos Livros, 2011 (em co-autoria com Pedro Lains e Susana Munch Miranda)
  •  - D. João IV, Lisboa, Círculo de Leitores, 2006 (em co-autoria com Mafalda Soares da Cunha)
  • Império e Grupos Mercantis - entre o Oriente e o Atlântico (século XVII), Livros Horizonte, Lisboa, 2002.
  • - O Transporte no Atlântico e a Companhia Geral do Comércio do Brasil (1580-1663), CNCDP, Lisboa, 2002
  • - Naus e Galeões na Ribeira de Lisboa. A Construção Naval no século XVI para a Rota do Cabo, Patromónia Histórica, Cascais, 1997.

Artigos publicados:

  • - "Social Capital and economic performance: trust and distrust in eighteenth-century gold shipments from Brazil",  European Review of Economic History, vol 15, 2011, pp.1-27 (em co-autoria com Maria Manuela Rocha e Tanya Araújo.
  • - "State monopoly or corporate business: warfare in Early Modern Europe", The Journal of European Economic History, nº2, 2009, pp.219-261.
  • - "Remessas do ouro brasileiro: organização mercantil e problemas de agência em meados do século XVIII", Análise Social, vol. XLII, nº182, 2007 (em co-autoria com Maria Manuela Rocha).
  • - "Caravelles et flottes escortées: risque et affaires au XVII è siècle dans l'Atlantique Portugais ", in Marzagalli, Silvia e Marnot, Bruno (eds), Guerre et Économie dan l'Espace Atlantique du XVIe au XXe Siècle, Bordeaux, Presse Universitaires de Bordeaux, 2006, p.177-194.
  • - Privateering and Insurance: Transaction Costs in Seventeenth-Century European Colonial Flows", Cavaciocchi, Simonetta (ed) Ricchezza del Mare, Ricchezz dal mare, secc XIII-XVIII, Atti delle "Settimane di Studi", Istituto Internazionale di Storia Economica "F. Datini", Prato, Firenza, Le Monnier, 2006, pp. 703-726.
  • - Em co-autoria com Maria Manuela Rocha ; Rita Martins de Sousa, "O ouro cruza o Atlântico", Revista do Arquivo Público Mineiro, nº 41, 2005.
  • - "Les circuits atlantiques dans l'économie portugaise du XVIIème siècle ", Arquivos do Centro Cultural Calouste Gulbenkian, vol. L. 2005.
  • - "Merchants Groups in the Seventeenth-Century Brazilian Sugar Trade. Reappraising Old Topics with New Research Insights", E-journal of Portuguese History, vol. 2, 2004, nº1 http://www.brown.edu/e-jph/ .
  • - "Informação e incerteza: gerindo os riscos do negócio colonial (século XVI-XVII)", Ler História, nº44, 2003.
  • - Redes Interportuárias nos Circuitos do Açúcar Brasileiro. O trajecto de Gaspar Pacheco, um banqueiro de D. João IV", Anais da Universidade de Évora, 2001.
  • - "Pernambuco e a Companhia Geral do Comércio do Brasil", Penélope. Fazer e Desfazer a História, nº23, 2000.
  • - "O Padre António Vieira e a condenação da caravela. Para a história da Companhia Geral do Comércio do Brasil", Terceiro Centenário da Morte do Padre António Vieira. Congresso Internacional. Actas, vol. I, Braga, 1999.
  • - "O Estaleiro da Ribeira das Naus, a Rota do Cabo e os Fluxos Comerciais Europeus", A Carreira da Índia e as Rotas dos Estreitos, Angra do Heroísmo, 1998, pp. 239-255.
  • - Transporte Marítimo no Atlântico nos Séculos XVI-XVII: contributos para um estudo de rentabilidade", História das Ilhas Atlânticas. Actas do IV Colóquio Internacional de História das Ilhas Atlânticas, Gran- Canária/Tenerife, 1995, Vol. I, Funchal, 1997.
  • - "Defesa e Conservação do Reino: achegas para o estudo da especialização portuária no século XVI", Mare Liberum, nº13, 1997.
  • - Aspectos Empresariais da Construção Naval no Século XVI: o caso da Ribeira das Naus de Lisboa", Análise Social, vol. XXXI, nº136/137, 1996.
  • - "Carpinteiros e Calafates da Ribeira das Naus. Um Olhar sobre Lisboa de Quinhentos", Penélope. Fazer e Desfazer a História, nº13, 1994.
  • - A Construção Naval", Mattoso, José (dir) e Magalhães, Joaquim Romero de (coord.), História de Portugal, Vol. III, Círculo de Leitores, Lisboa, 1993.
  • - "Os Regimentos sobre a Matrícula dos Oficiais da Navegação, da Ribeira e Bombardeiros de 1591 e de 1626", Revista de História Económica e Social, nº25, 1989.
  • - "Acerca da Produção Cartográfica no Século XVI", Revista de História Económica e Social, nº23, 1988.
  • - "Relação Anónima da Segunda Viagem de Vasco da Gama à Índia", transcrição e notas, Cidadania e História. Em Homenagem a Jaime Cortesão. Cadernos da Revista de História Económica e Social, nº6/7, Lisboa, 1985.

O currículo completo pode ser consultado AQUI.

Com os votos do maior sucesso para mais esta iniciativa.

A.A.B.M.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

LEITURA, SOCIABILIDADE E OPINIÃO PÚBLICA: O CASO DO GABINETE DE LEITURA DE LOULÉ, 1835-1848: CADERNO DO ARQUIVO

No próximo sábado, 25 de Junho de 2016, no Arquivo Municipal de Loulé, pelas 15 horas, procede-se à apresentação do 10º Caderno do Arquivo.


Desta vez, resulta da conferência feita pela Doutora Patrícia Jesus Palma sobre a questão do Gabinete de Leitura de Loulé e com título completo de: Leitura, Sociabilidade e Opinião Pública: o caso do Gabinete de Leitura de Loulé, 1835-1848.

Pode ler-se na nota de divulgação da obra:

Geralmente, tendemos a considerar que as conjunturas revolucionárias são contrárias ao desenvolvimento cultural. As dificuldades de comunicações, os exílios, as prisões e a insegurança formam um pano de fundo aparentemente pouco favorecedor. O estudo empírico das fontes documentais demonstra, porém, uma realidade mais porosa e complexa, como se torna patente no caso da Sociedade do Gabinete de Leitura de Loulé, fundada a 29 de Dezembro de 1835, pouco depois da Convenção de Évora-Monte (26.5.1834) ter posto termo à guerra civil portuguesa. 
O acervo documental desta Sociedade revela-nos um dos modos como tais contextos, movidos por elevado fervor ideológico, podem desencadear um efeito potenciador de atividades culturais. Ancoradas na reflexão e na discussão pública de ideias, tais práticas revelaram-se suficientemente sólidas para introduzir desvios nas relações entre o Estado e a sociedade civil.” 
Ao longo deste estudo, evidenciar-se-á o modo como a Sociedade do Gabinete de Leitura de Loulé representou um autêntico laboratório da cidadania contemporânea com ramificações em outros concelhos algarvios, em Lisboa e em Mato Grosso, no Brasil. Lia-se para agir e agir era já ler. Neste sentido, propõe-se a integração desta Sociedade no amplo quadro de instituições e de agentes que, no Portugal oitocentista, contribuiu ativa e diversamente para o longo e, por vezes, doloroso processo de valorização cultural, que estabeleceu o acesso ao livro e à leitura como um dos pilares fundamentais das sociedades livres e democráticas. 




Patrícia de Jesus Palma É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas – variante Estudos Portugueses, pela Universidade do Algarve (2003), é mestre em Estudos Portugueses – especialidade de Literatura Portuguesa Contemporânea, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Sobre a temática dos Gabinetes de Leitura recomenda-se o seguinte trabalho:
- Ribeiro, Manuela Tavares, "Livros e Leituras no Século XIX", Revista de História e Teoria das Ideias, vol. 20,  Coimbra, FLUC, 1999;


Esta iniciativa tem entrada livre.

A.A.B.M.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

JOSÉ MENDES CABEÇADAS JÚNIOR: UM PERCURSO EM DEFESA DA REPÚBLICA (NOS 90 ANOS DO 28 DE MAIO DE 1926): CONFERÊNCIA


No âmbito do ciclo de conferências "O Documento que se segue", promovido pelo Arquivo Municipal de Loulé, vai realizar-se no próximo sábado, 28 de maio de 2016, uma conferência que evoca o 90º aniversário do 28 de Maio de 1926 e a personalidade de José Mendes Cabeçadas Júnior.

Pode ler-se na nota de divulgação do evento:
28 de maio, no dia em que passam 90 anos sobre a revolução militar que pôs fim à I República (28 de maio de 1926), Elsa Santos Alípio assinala a efeméride, evocando um dos protagonistas desse acontecimento, o louletano José Mendes Cabeçadas Júnior (1883-1965), numa conferência que decorre no Arquivo Municipal de Loulé, pelas 15h00.

A conferencista é Elsa Santos Alípio.

Breve nota curricular da conferencista:
Elsa Santos Alípio nasceu em Lisboa, em 1971. Licenciada em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1994), foi nessa mesma instituição que obteve o grau de mestre em História Contemporânea (2001). Com um percurso dedicado à História Contemporânea iniciado no final da década de 90, participou em vários programas de investigação, nomeadamente no projecto Portugal e a Integração Europeia – Uma Perspectiva Histórica. Colaboradora, entre outras iniciativas editoriais, na Mediateca do séc. XX, no coleccionável Século XX – Homens, Mulheres e Factos que Mudaram a História e na Nova História Militar de Portugal, fez parte da equipa de produção científica do Observatório das Ciências e das Tecnologias. Integra, desde 2003, o serviço de investigação do Museu da Presidência da República, tendo vindo, desde então, a debruçar-se sobre a história do presidencialismo português, sendo autora de vários estudos sobre a temática, designadamente de uma fotobiografia sobre o vice-almirante José Mendes Cabeçadas Júnior.

Publicou:
Nuno Severiano Teixeira (Preface), Salazar e a Europa : história da adesão à EFTA, 1956-1960,  Livros Horizonte, Lisboa, 2006.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

A VIDA, O TRABALHO E A LUTA DOS SAPATEIROS DE LOULÉ (1890-1945): CONFERÊNCIA


O Arquivo Municipal de Loulé tem vindo a promover um conjunto de conferências sob o título O Documento que se segue, desta vez o convidado é o Doutor Joaquim Vieira Rodrigues, que se vai debruçar sobre um espólio que se encontra neste arquivo da Associação e mais tarde Sindicato dos Sapateiros de Loulé.

Joaquim Manuel Vieira Rodrigues é professor na Escola Secundária Pinheiro e Rosa, em Faro, e tem publicado várias obras, uma delas precisamente sobre os sapateiros de Loulé e a dissertação de doutoramento em História sobre o Algarve durante a I Grande Guerra. O currículo do conferencista pode ser consultado AQUI.

Título da conferênciaA Vida, o Trabalho e a Luta dos Sapateiros de Loulé (1890-1945)

Conferencista: Joaquim Rodrigues

Local: Arquivo Municipal de Loulé
Rua Cândido Guerreiro

Entrada Livre

Data: 30 de Abril de 2016

Horário: 15:00 h

Para o autor e investigador os votos do maior sucesso em mais esta iniciativa do Arquivo Municipal de Loulé.

A.A.B.M.

quinta-feira, 17 de março de 2016

A SOCIEDADE AGRÍCOLA DE LOULÉ E O ASSOCIATIVISMO AGRÁRIO EM PORTUGAL DURANTE A MONARQUIA CONSTITUCIONAL E A PRIMEIRA REPÚBLICA: CONFERÊNCIA

No próximo sábado, dia 19 de Março de 2016, pelas 15 horas, no âmbito do conjunto de iniciativas subordinadas ao tema, O Documento que se segue, realiza-se no Arquivo Municipal de Loulé uma interessante conferência, cujo título se apresenta em epígrafe.

O tema desta vez é a Sociedade Agrícola de Loulé e o associativismo agrário em Portugal durante a Monarquia Constitucional e a Primeira República e tem por oradora a professora Maria Ana Bernardo. 

A Professora Maria Ana Bernardo é docente na Universidade de Évora e na sua nota curricular constam os seguintes trabalhos publicados:

Bernardo, Maria Ana (2013). Sociedade e elites no concelho de Évora. Permanência e mudança (1890-1930 ). Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian / Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Coleção Textos Universitários de Ciências Cociais e Humanas. ISBN: 978-972-31-1477-5.;
GAMEIRO, Fernando e BERNARDO, Maria Ana, Quando a Universidade era o Liceu: Sociedade, Política e Elites em Évora durante a I República? in PEREIRA, Sara Marques e VAZ, Francisco Lourenço (coord.) Universidade de Évora (1559-2009). 450 anos de modernidade educativa, Lisboa, Chiado Editora, 2012, p. 589.-605. ISBN: 978-989-697-651-4;
Matos, Ana C.; Bernardo, Maria Ana; Santos, Maria Luísa Maria Luísa F.N. 2011. A Sociedade Propaganda de Portugal e o Congresso de Turismo de 1911, in Congresso Internacional I República e Republicanismo: Atas, Lisboa, Assembleia da República, Coleção Parlamento, pp. 393-403;
Matos, Ana Cardoso de; Bernardo,Maria Ana; Rodrigues, Paulo Simões, Évora. Roteiros Republicanos, Lisboa, QUIDNOVI / Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, 2010;
Bernardo, Maria Ana e Matos, Ana Cardoso de (2008. "A Candidatura de Évora a Património Mundial: Testemunhos na Imprensa", in Eloy Martos Núñez e Alberto E. Martos García (coord.) Seminario Internacional El Patrimonio Cultural: Tradiciones, Educación y Turismo, Extremadura ? Portugal, Cáceres, Universidad de Extremadura/Consejeria Provincial Cáceres, pp. 75-84;
Bernardo, Maria Ana, «A dinâmica dos recenseamentos eleitorais no final da Monarquia e na I República. Uma reflexão em torno de duas variáveis: alfabetizados e emigrantes», Lisboa, Penélope, nº27, 2002, pp.93-124.[Acessível em http://www.penelope.ics.ul.pt/pages/todo.htm];
Bernardo, Maria Ana, Sociabilidade e Distinção em Évora no século XIX. O Círculo Eborense, Lisboa, Edições Cosmos, 2001.

Uma iniciativa a divulgar com os votos do maior sucesso.

A.A.B.M,