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terça-feira, 24 de março de 2015

IN MEMORIAM DE HERBERTO HELDER

 
 
Herberto Helder de Oliveira [n. 23 Novembro 1930 - m. 23 Março de 2015]
 
"Amo devagar os amigos que são tristes
com cinco dedos de cada lado.
Os amigos que enlouquecem
e estão sentados,
fechando os olhos,
com os livros atrás a arder
para toda a eternidade.
 
 Não os chamo,
e eles voltam-se profundamente
dentro do fogo.
- Temos um talento doloroso e obscuro.
Construímos um lugar de silêncio.
De Paixão"
  
[Herberto Helder, "Aos Amigos"]
 
FOTOAlfredo Cunha, com a devida vénia
 
J.M.M.


segunda-feira, 30 de abril de 2012

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

ILHA DA MADEIRA - SOLIDARIEDADE



" ... Estas são sempre as casas. E se vamos morrer nós mesmos,
espantamo-nos um pouco, e muito, com tais arquitectos
que não viram as correntes infindáveis
das rosas, ou as águas permanentes,
ou um sinal de eternidade espalhado nos corações
rápidos.
...
Falemos de casas como quem fala da sua alma ...
"

in A Colher na Boca (1953), de Herberto Helder [nascido no Funchal em 1930 e, aí mesmo, meteorologista nos tempos idos de 1954]

J.M.M.