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sexta-feira, 28 de junho de 2013

OS AMIGOS DO POVO - ELEIÇOES DE 28 AGOSTO DE 1910


Os Amigos do Povo. Liberdade. Egualdade. Fraternidade

[trata-se dos 14 republicanos eleitos nas eleições para deputados a 28 de Agosto de 1910]

Lisboa (Círculo Oriental)

1 - Dr. Affonso Costa;

2 - Dr. António José de Almeida;

3Dr. Bernardino Machado;

4Dr. Alfredo de Magalhães;

5Dr. Miguel Bombarda.

Lisboa (Círculo Ocidental)

6 - Dr. Alexandre Braga;

7 - Dr. António Luiz Gomes;

8Vice-almirante Cândido dos Reis;

9Dr. João de Meneses;

10Dr. Teóphilo Braga.

Beja

11 - Dr. Brito Camacho;

Setúbal

12 - Dr. Aurelio da Costa Ferreira;

13 - Dr. Fernandes Costa;

14José Maria de Feio Terenas;

 
J.M.M.

terça-feira, 12 de março de 2013

OPOSIÇÃO E ELEIÇÕES NO ESTADO NOVO

Vai ser hoje apresentada, em Coimbra, na Sala Sá de Miranda, na Casa da Cultura, pelas 17.30 h, a nova obra de Mário Matos e Lemos dedicada ao tema Oposição e Eleições no Estado Novo e coordenada pelo Prof. Luís Reis Torgal.

Esta obra, agora publicada pela Assembleia da República, na sua colecção Parlamento vai ser apresentada pelo Doutor Álvaro Garrido.

Um evento a acompanhar com toda a atenção.

A.A.B.M.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

DAS URNAS AO HEMICICLO. ELEIÇÕES E PARLAMENTO EM PORTUGAL (1878-1926) E ESPANHA (1875-1923)

No próximo dia 27 de Fevereiro de 2013, pelas 18 horas, na Biblioteca da Assembleia da República, vai ser apresentada a obra Das Urnas ao Hemiciclo - Eleições em Portugal (1878-1926) e Espanha (1875-1923).

A obra é coordenada pelo Prof. Pedro Tavares de Almeida e por Javier Moreno Luzon. Segundo se pode ler na nota de divulgação da obra:

faz uma descrição e análise aprofundadas do funcionamento do regime representativo em Portugal e em Espanha, identificando as principais semelhanças e diferenças entre ambos durante o último meio século do ciclo liberal na Península Ibérica. Na primeira parte é escrutinada a evolução quer dos mecanismos e comportamentos eleitorais,  quer das lógicas e padrões do recrutamento parlamentar. Em seguida são examinados, tanto o funcionamento da Câmara dos Deputados, a sua actividade legislativa e o seu papel  político, como as imagens coevas do regime representativo e dos seus actores, transmitidas através da literatura de ficção, das crónicas jornalísticas, do desenho satírico e da fotografia. Na terceira e última parte é abordado o modo como o regime republicano português lidou com a herança constitucional monárquica, e como a memória do parlamentarismo liberal,  mortificada durante o período autoritário nos dois lados da fronteira, foi recuperada pela historiografia e incorporada no debate político no contexto das transições para a democracia na década de 1970.

Fruto de um diálogo profícuo entre académicos portugueses e espanhóis, os ensaios reunidos nesta obra apresentam novos dados e perspectivas sobre a experiência liberal nos respectivos países e mostram as virtudes  de uma abordagem comparada da história contemporânea dos dois países ibéricos.

A obra vai ser apresentada por Guilherme de Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas e do Centro Nacional de Cultura.

A seguir com toda a atenção.

A.A.B.M.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

CEUD - BOLETIM INTERNO Nº1



BOLETIM INTERNO DA CEUD [Comissão Eleitoral de Unidade Democrática], datado de 20 de Setembro de 1969, apresentando os candidatos às eleições para a Assembleia Nacional (1969) [clicar para ler]

FOTO: via Restos de Colecção, com a devida vénia.

J.M.M.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

ELEIÇÕES


"Quando um corpo cai sobre outro, pode não o despedaçar, mas aquece. Também em todas estas lutas cívicas aquecemos e vamos mais e mais excitando em nós o espírito republicano revolucionário.

Sim! Todos os republicanos portugueses somos hoje revolucionários, não o podemos deixar de ser, somo-lo por necessidade.

A revolução é o conflito fatal entre um regime que se torna cada vez mais reaccionário e uma sociedade que se torna cada vez mais avançada. Não podendo operar-se o progresso da nação pelo progresso das instituições, opera-se em luta contra elas; e, não podendo portanto chegar-se à República pela evolução do poder, tem de chegar-se lá pela revolução popular. É inevitável. E é o que tem de acontecer entre nós, porque nos últimos anos a nação portuguesa incessantemente progrediu e o regime incessantemente retrogradou.
"

Bernardino Machado, Eleições Locais - Conferência pronunciada na Sede da Comissão Municipal Republicana de Lisboa em 16 de Outubro de 1908, Typ.Bayard, 1908

via blog Literatura & Filosofia

J.M.M.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A OPOSIÇÃO NAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 1969


EVOCAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO DA OPOSIÇÃO DEMOCRÁTICA DE COIMBRA NAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 1969
Em 26 de Outubro de 1969, tiveram lugar eleições para a Assembleia Nacional, no consulado Marcelista, em pleno Estado Novo.

Aproveitando a oportunidade e seguindo a tradição, Democratas avançaram com candidaturas unitárias, num vasto Movimento Cívico, que tomou a sigla CDE – Comissão Democrática Eleitoral, tendo-se apresentado em vários Distritos do País.

Coimbra estava tomada pela Crise Académica e vivia um período de fortíssima agitação política, criando-se uma relação íntima entre o Movimento Estudantil e o Movimento Democrático.

Para evocar o 40º Aniversário da CDE de Coimbra, convidamo-lo (a) a participar e a divulgar o Acto Cívico, que vai decorrer no Auditório da Agência de Coimbra da Fundação Inatel, Rua Dr. António Granjo 6, no próximo dia 26 de Outubro, segunda-feira, das 21h15 às 23h30, com o seguinte Programa:

Parte Política

. José Dias
. Louzã Henriques
. António Arnaut

Parte Cultural

Choral Poliphonico de Coimbra Canta Zeca Afonso


Iniciativa: Fundação Inatel – Agência de Coimbra e Movimento Cívico de Coimbra para as Comemorações do Centenário da República. Insere-se nos Actos Cívicos Preparatórios do Centenário da República.


Com o apelo à participação de todos, num exercício de cidadania responsável.

A.A.B.M.