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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

BOCAGE UM MAÇON NO SEU TEMPO


CONFERÊNCIA: "Bocage um Maçon no seu Tempo”;
ORADOR:
Jorge Morais;
DIA:
17 de Dezembro (19,30 horas);
LOCAL: Biblioteca-Museu República e Resistência Grandella (Estrada de Benfica, 419, Lisboa);
ORGANIZAÇÃO: C.M. Lisboa; Bibl. Mun. Lisboa, VITRIOL

Trata-se da referência a filiação maçónica de Manuel Maria de Barbosa du Bocage [1765-1905], poeta (fez parte da Nova Arcádia com o nome de Elmano Sadino), boémio, liberal e jacobino. Ao que é dito, Bocage foi (se foi) provavelmente iniciado entre 1795 e 1797 [ou 1802, porque a Loja Fortaleza, de Lisboa, de que Bocage teria pertencido, dataria do princípio do sec. XIX] na Maçonaria com o n.s. de “Lucrécio”, [cf. Oliveira Marques, Dicionário …; idem, História da Maçonaria …; cf. Jorge Morais, “Bocage Maçon”, 2007], como provavelmente (?) também foi membro da Sociedade da Rosa.   

J.M.M.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

COLÓQUIO DA MONARQUIA À REPÚBLICA, EM VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO

Com coordenação científica de Jorge Morais, vai realizar-se em Vila Real de Santo António, um interessante colóquio sobre a mudança da Monarquia para a República. Este colóquio vai decorrer nas instalações do Centro Cultural António Aleixo, no próximo dia 4 de Outubro. Como se pode verificar, consultando o programa acima, o colóquio conta com colaborações importantes como Jorge Morais, Francisco Moita Flores, Hugo Cavaco, José Carlos Vilhena Mesquita, António Ventura, António Rosa Mendes, Pedro Pereira, João Mário Mascarenhas, Francisco Keil do Amaral e Perfecto Quadrado. Uma iniciativa a não perder, com alguns contributos que nos parecem importantes para a história local e regional. A.A.B.M.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007


A Editora Zéfiro publicou uma nova obra dedicada ao assunto que temos vindo a tratar neste nosso espaço, que gostosamente divulgamos para todos os que se interessam pela temática. Da autoria de Jorge Morais, jornalista que trabalhou em jornais como República, A Luta, Jornal Novo, A Tarde, O Diabo, Correio da Manhã, Tal&Qual, Independente, 24horas, entre outros.

Publicou vários livros onde se destacam: Alentejo Saqueado (reportagens, 1975), Um Texto do Passado (comentário à doutrina de «Como Se Levanta Um Estado», de Oliveira Salazar, 1977), Primeiros Sinais da Pedra (poesia, 1987), O Desembarque (estudo sobre o exílio da Família Real portuguesa, in O Embarque/Um Dia na História de Portugal, 1990), Dom Duarte (perfil biográfico do 22º Duque de Bragança, 1995), Aventuras Trans-Ideológicas (ensaio sobre alteridade e transgressão em Ezra Pound, 1999), No Rasto dos Leões (prosa, 2000) e Com Permissão de sua Magestade (2005).

Desenvolve ainda actividade docente no Instituto Superior de Línguas e Administração de Lisboa.

Vejamos então o texto que acompanha a divulgação da obra:

A Mais Secreta e Pérfida Conspiração da História Contemporânea de Portugal
Os monárquicos dissidentes e a Carbonária envolvidos no conluio para derrubar a Coroa Portuguesa.

A crónica, a par e passo, de uma trama que vitimou o Rei e o Príncipe Real em 1908 e deu lugar, 33 meses depois, ao fim da Monarquia Constitucional e à instauração da República no nosso país.

Num texto de grande rigor historiográfico e inteiramente baseado em fontes certificadas, usando uma linguagem acessível e cativante, o autor retrata o caos de uma Nação no limiar do século do povo.



ÍNDICE DA OBRA
Do Regicídio à República

I
O Princípio do Fim
O atraso de Portugal. O vício rotativista. A «questão dos tabacos». A dissidência fatal de José Maria de Alpoim

II
Uma Solução «de Esquerda»
A última valsa rotativista. Actividade republicana. João Franco e o «governo à inglesa». Salto para a ditadura. Planos para «eliminar» Franco

II
Franco ou D. Carlos?
A hábil tese de Aquilino e as suas entrelinhas. D. Carlos como alvo da conspiração. O «escândalo dos adiantamentos» à Casa Real

IV
Em Campanha pela Europa
A agitação de Magalhães Lima. Aliança com a Inglaterra. Relações maçónicas luso-britânicas. Uma conjuntura «propícia»

V
Maçons, Republicanos e Carbonários
O «ideário republicano». Laicismo e registo civil. Relações com o Grande Oriente. Lojas «avançadas». As Carbonárias e os «grupos civis»

VI
Boatos e Bombas
Explosão na Estrela. Reunião «nos descampados de Algés de Cima». Folhetos escandalosos. A «Coruja». Atentados e regicídios no mundo

VII
O Ano de Todos os Perigos
A greve estudantil. A educação dos Príncipes. «A ditadura» como tema da campanha republicana. A decomposição galopante do sistema

VIII
A Pena e a Espada
Os jornais em Portugal. A «mordaça» e a liberdade constitucional. Escritores e revolucionários. Mais livros escandalosos

IX
O Rei em Vila Viçosa
As rotinas da Família Real. D. Carlos, lavrador alentejano. A prisão de António José de Almeida, «o idolatrado caudilho» republicano

X
A Revolução Sai à Rua
Afonso Costa toma a chefia da conspiração. A aliança com os dissidentes. A intentona do elevador. A fuga de Alpoim para Espanha

XI
A Trama do Regicídio
As quatro fontes principais. «Dois políticos portugueses» numa reunião em Paris. Avisos diplomáticos sobre a segurança do Rei

XII
Armas e Dinheiro
Os «contos de réis» de José de Alpoim. Um armeiro encomenda carabinas. Comunicações interceptadas. Uma carta reveladora

XIII
Últimas Combinações
A reunião da Loja Montanha. A distribuição das armas num «velho casarão de Xabregas». As três brigadas regicidas. Costa e Buíça

XIV
A Matança
Em Vila Viçosa, nas Necessidades e no Café Gelo. Descarrilamento na Casa Branca. Buíça escreve a última carta. A estranha «premonição» dos criados de Alpoim. Dispõem-se os regicidas no Terreiro do Paço. Um tiro soa na «tarde diáfana»

O Dia Seguinte

Cronologia Pertinente

Bibliografia Mínima e Obras de Referência


Mais uma obra que aconselhamos aos nossos ledores, pelo interesse que tem sobre o assunto e pelas pistas que apresenta para interpretar o acontecimento que no próximo ano assinalará o seu centenário.

A.A.B.M.