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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

NÓS, OS DE "ORFEU" - COLÓQUIO NA ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DE LISBOA

No próximo dia 5 de Dezembro de 2013, entre as 10 h e as 18 h, vai realizar-se sob a coordenação da Professora Doutora Teresa Rita Lopes, um excelente colóquio dedicado à revista "Orfeu" e ao papel que desempenhou na sociedade portuguesa do início do século XX, na Academia das Ciências de Lisboa.

Contando com um conjunto extremamente interessante de colaboradores onde a dificuldade reside em destacar especialistas no tema, sendo todos de grande qualidade como a coordenadora do colóquio, Teresa Rita Lopes, João Bigotte Chorão, Eugénio Lisboa, José Augusto-França, António Valdemar, Mário Vieira de Carvalho, Júlio Pomar ou Artur Anselmo, entre os mais prestigiados.

O programa detalhado do colóquio pode consultado AQUI.

Uma excelente iniciativa que se recomenda vivamente a quem tiver oportunidade de acompanhar este excelente colóquio, com a garantia de qualidade e prestígio da Academia de Ciências de Lisboa.

A.A.B.M.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

MEMORIALISMO E LITERATURA AUTOBIOGRÁFICA

Realiza-se no próximo dia 31 de Outubro de 2013, na Academia das Ciências de Lisboa, uma sessão conjunta das Classes de Letras e de Ciências, pelas 14.30h.

Pode ler-se na nota de divulgação da sessão:
Sessão especial, conjunta das duas Classes, dedicada ao tema Memorialismo e Literatura Autobiográfica, a propósito da publicação, em curso, das memórias Acta est fabula, de Eugénio Lisboa.

Intervirão, entre outros, os académicos Senhores Adriano Moreira, José-Augusto França (a confirmar), Raul Rosado Fernandes, João Bigotte Chorão, Augusto de Ataíde, Fernando Dacosta e Marcello Duarte Mathias, todos autores de obras de carácter memorialístico, assim como, a encerrar o debate, o próprio confrade Eugénio Lisboa.

Quando se assiste de forma recorrente a publicações de carácter memorialístico torna-se fundamental perceber a razão de ser deste interesse de alguns autores e editores em preservar essas memórias com alguma perenidade. Os escritores, por via das suas relações pessoais e profissionais, convivem, conhecem e trocam ideias com outros intelectuais e artistas que os aconselham, que os criticam ou que os ajudam a resolver/ultrapassar determinadas situações. Apesar de as memórias serem quase sempre selectivas e muitas vezes justificativas de determinadas opções, elas deixam um retrato, um perfil, uma marca das personalidades envolvidas. São quase sempre de muita utilidade para a História, sobretudo quando problematizam e mostram os dilemas de determinadas escolhas que todos os indivíduos são obrigados a fazer.

Uma sessão que nos parece muito interessante, sobretudo com a grande qualidade dos intervenientes que certamente proporcionarão uma troca de impressões salutar e sobretudo a discussão da qualidade de algumas obras memorialísticas que recentemente chegaram às livrarias e outras que estejam a ser preparadas.

A.A.B.M.

segunda-feira, 4 de março de 2013

JOSÉ AUGUSTO FRANÇA NO CICLO MEMÓRIA E CIDADANIA


Uma das componentes primordiais das ditaduras é a imposição de instrumentos censórios. Por outro lado, a organização da propaganda e a inculcação ideológica, seja de justificação da situação, seja de afirmação e arregimentação, constituem, sem dúvida, outras presenças relevantes em sistemas ditatoriais.
Estes factores vão determinar, ou esmagar, a liberdade criativa, o debate de ideias, a disseminação da Cultura, criando ainda, necessariamente, ao lado do mundo oficial vivências marginalizadas ou mesmo reprimidas. A que acrescem as fronteiras fechadas à inovação.
Como se exerceu, na Ditadura Militar e, em especial, no Estado Novo, o que veio a ser designado como Política do Espírito? Como se cumpriram, e com que consequências, as mitificações nacionalistas e tradicionalistas? Como sobreviveram e se afirmaram as opções culturais e artísticas opostas ou desafectas ao regime ditatorial? Qual foi a responsabilidade política e social dos artistas que atravessaram essa época?
Afinal, como se afirmaram as Artes durante a ditadura e como se situaram nesses tempos os Artistas?
Conhecer e interrogar o passado (metade do nosso século XX) é um desafio a que importa responder, para melhor entender o rumo seguido pela generalidade das actividades artísticas no nosso país.
Na próxima quinta-feira, dia 7 de Março de 2013, realiza-se mais uma confereência do ciclo subordinado ao tema "Memória e Cidadania" e vai contar com um convidade de peso: o Professor José Augusto França, que vai falar sobre  "As Artes durante  a Ditadura".

Pode ler-se, na nota de divulgação, da sexta conferência, deste ciclo organizado pela Fundação Mário Soares:
Uma das componentes primordiais das ditaduras é a imposição de instrumentos censórios. Por outro lado, a organização da propaganda e a inculcação ideológica, seja de justificação da situação, seja de afirmação e arregimentação, constituem, sem dúvida, outras presenças relevantes em sistemas ditatoriais.
Estes factores vão determinar, ou esmagar, a liberdade criativa, o debate de ideias, a disseminação da Cultura, criando ainda, necessariamente, ao lado do mundo oficial vivências marginalizadas ou mesmo reprimidas. A que acrescem as fronteiras fechadas à inovação.
Como se exerceu, na Ditadura Militar e, em especial, no Estado Novo, o que veio a ser designado como Política do Espírito? Como se cumpriram, e com que consequências, as mitificações nacionalistas e tradicionalistas? Como sobreviveram e se afirmaram as opções culturais e artísticas opostas ou desafectas ao regime ditatorial? Qual foi a responsabilidade política e social dos artistas que atravessaram essa época?
Afinal, como se afirmaram as Artes durante a ditadura e como se situaram nesses tempos os Artistas?
Conhecer e interrogar o passado (metade do nosso século XX) é um desafio a que importa responder, para melhor entender o rumo seguido pela generalidade das actividades artísticas no nosso país.

Uma das componentes primordiais das ditaduras é a imposição de instrumentos censórios. Por outro lado, a organização da propaganda e a inculcação ideológica, seja de justificação da situação, seja de afirmação e arregimentação, constituem, sem dúvida, outras presenças relevantes em sistemas ditatoriais.
Estes factores vão determinar, ou esmagar, a liberdade criativa, o debate de ideias, a disseminação da Cultura, criando ainda, necessariamente, ao lado do mundo oficial vivências marginalizadas ou mesmo reprimidas. A que acrescem as fronteiras fechadas à inovação.
Como se exerceu, na Ditadura Militar e, em especial, no Estado Novo, o que veio a ser designado como Política do Espírito? Como se cumpriram, e com que consequências, as mitificações nacionalistas e tradicionalistas? Como sobreviveram e se afirmaram as opções culturais e artísticas opostas ou desafectas ao regime ditatorial? Qual foi a responsabilidade política e social dos artistas que atravessaram essa época?
Afinal, como se afirmaram as Artes durante a ditadura e como se situaram nesses tempos os Artistas?
Conhecer e interrogar o passado (metade do nosso século XX) é um desafio a que importa responder, para melhor entender o rumo seguido pela generalidade das actividades artísticas no nosso país.
Uma das componentes primordiais das ditaduras é a imposição de instrumentos censórios. Por outro lado, a organização da propaganda e a inculcação ideológica, seja de justificação da situação, seja de afirmação e arregimentação, constituem, sem dúvida, outras presenças relevantes em sistemas ditatoriais.
Estes factores vão determinar, ou esmagar, a liberdade criativa, o debate de ideias, a disseminação da Cultura, criando ainda, necessariamente, ao lado do mundo oficial vivências marginalizadas ou mesmo reprimidas. A que acrescem as fronteiras fechadas à inovação.
Como se exerceu, na Ditadura Militar e, em especial, no Estado Novo, o que veio a ser designado como Política do Espírito? Como se cumpriram, e com que consequências, as mitificações nacionalistas e tradicionalistas? Como sobreviveram e se afirmaram as opções culturais e artísticas opostas ou desafectas ao regime ditatorial? Qual foi a responsabilidade política e social dos artistas que atravessaram essa época?
Afinal, como se afirmaram as Artes durante a ditadura e como se situaram nesses tempos os Artistas?
Conhecer e interrogar o passado (metade do nosso século XX) é um desafio a que importa responder, para melhor entender o rumo seguido pela generalidade das actividades artísticas no nosso país.
Uma das componentes primordiais das ditaduras é a imposição de instrumentos censórios. Por outro lado, a organização da propaganda e a inculcação ideológica, seja de justificação da situação, seja de afirmação e arregimentação, constituem, sem dúvida, outras presenças relevantes em sistemas ditatoriais.
Estes factores vão determinar, ou esmagar, a liberdade criativa, o debate de ideias, a disseminação da Cultura, criando ainda, necessariamente, ao lado do mundo oficial vivências marginalizadas ou mesmo reprimidas. A que acrescem as fronteiras fechadas à inovação.
Como se exerceu, na Ditadura Militar e, em especial, no Estado Novo, o que veio a ser designado como Política do Espírito? Como se cumpriram, e com que consequências, as mitificações nacionalistas e tradicionalistas? Como sobreviveram e se afirmaram as opções culturais e artísticas opostas ou desafectas ao regime ditatorial? Qual foi a responsabilidade política e social dos artistas que atravessaram essa época?
Afinal, como se afirmaram as Artes durante a ditadura e como se situaram nesses tempos os Artistas?
Conhecer e interrogar o passado (metade do nosso século XX) é um desafio a que importa responder, para melhor entender o rumo seguido pela generalidade das actividades artísticas no nosso país.
Uma das componentes primordiais das ditaduras é a imposição de instrumentos censórios. Por outro lado, a organização da propaganda e a inculcação ideológica, seja de justificação da situação, seja de afirmação e arregimentação, constituem, sem dúvida, outras presenças relevantes em sistemas ditatoriais.
Estes factores vão determinar, ou esmagar, a liberdade criativa, o debate de ideias, a disseminação da Cultura, criando ainda, necessariamente, ao lado do mundo oficial vivências marginalizadas ou mesmo reprimidas. A que acrescem as fronteiras fechadas à inovação.
Como se exerceu, na Ditadura Militar e, em especial, no Estado Novo, o que veio a ser designado como Política do Espírito? Como se cumpriram, e com que consequências, as mitificações nacionalistas e tradicionalistas? Como sobreviveram e se afirmaram as opções culturais e artísticas opostas ou desafectas ao regime ditatorial? Qual foi a responsabilidade política e social dos artistas que atravessaram essa época?
Afinal, como se afirmaram as Artes durante a ditadura e como se situaram nesses tempos os Artistas?
Conhecer e interrogar o passado (metade do nosso século XX) é um desafio a que importa responder, para melhor entender o rumo seguido pela generalidade das actividades artísticas no nosso país.
Uma das componentes primordiais das ditaduras é a imposição de instrumentos censórios. Por outro lado, a organização da propaganda e a inculcação ideológica, seja de justificação da situação, seja de afirmação e arregimentação, constituem, sem dúvida, outras presenças relevantes em sistemas ditatoriais.

Estes factores vão determinar, ou esmagar, a liberdade criativa, o debate de ideias, a disseminação da Cultura, criando ainda, necessariamente, ao lado do mundo oficial vivências marginalizadas ou mesmo reprimidas. A que acrescem as fronteiras fechadas à inovação.

Como se exerceu, na Ditadura Militar e, em especial, no Estado Novo, o que veio a ser designado como Política do Espírito? Como se cumpriram, e com que consequências, as mitificações nacionalistas e tradicionalistas? Como sobreviveram e se afirmaram as opções culturais e artísticas opostas ou desafectas ao regime ditatorial? Qual foi a responsabilidade política e social dos artistas que atravessaram essa época?

Afinal, como se afirmaram as Artes durante a ditadura e como se situaram nesses tempos os Artistas?
Conhecer e interrogar o passado (metade do nosso século XX) é um desafio a que importa responder, para melhor entender o rumo seguido pela generalidade das actividades artísticas no nosso país.

Um evento que certamente chamará a atenção dos nosso ledores e que acompanharão de forma empenhada as palavras do ilustre historiador da arte portuguesa e a sua noção das dificuldades e problemas sentidos durnte a Ditadura.

O evento terá lugar às 18 horas no auditório da Fundação.
A não perder.

A.A.B.M.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O «ANO XX» LISBOA 1946 | DOIS HOMENS UMA SÓ OBRA


LIVRO: " O «ANO XX» LISBOA 1946 | DOIS HOMENS UMA SÓ OBRA";
AUTOR: José-Augusto França;
EDITORA: INCM.

LANÇAMENTO:

DIA: 27 de Novembro (18 horas);
LOCAL: Auditório da Biblioteca Nacional de Portugal;
APRESENTAÇÃO/DEBATE: Guilherme d’Oliveira Martins; Ernesto Rodrigues & Miguel Real. 

«O Ano XX: Lisboa, 1946 (Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2012), o novo livro de José-Augusto França, debruça-se sobre o ‘Ano XX da Revolução Nacional’, celebrado nesse ano de 1946.

‘Na verdade das coisas e dos factos, o ano de 1946, começou, em Portugal, em 8 de maio de 1945, com as manifestações livres feitas às Democracias aliadas vencedoras do nazismo, e terá terminado em 4 de fevereiro de 1947, com a remodelação governamental, e Marcello Caetano na consequente presidência da União Nacional.’ Daí que o primeiro capítulo - No fim da guerra - abranja ‘um largo espectro de acontecimentos […],  incluindo as eleições frustradas de novembro de 1945.’

O ano 1946 foi o da criação do MUD, Movimento de Unidade Democrática, de oposição ao Estado Novo. Mas não só da vida política e social trata este livro. Neste se dá conta da atividade literária e artística, vivida na cidade de Lisboa. É o ano que, segundo José-Augusto França, "marca o início do longo declínio do Estado Novo.»

J.M.M.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

JOSÉ AUGUSTO FRANÇA: EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA 1949-2012


JOSÉ AUGUSTO FRANÇA: EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA 1949-2012

DIAS: 15 de Novembro - 5 Janeiro de 2013;
LOCAL: Biblioteca Nacional de Portugal

"… De qualquer modo, acha o autor que noventa anos de idade e setenta e cinco de escrita continuada bastam-lhe para se retirar da vida pública assim preenchida, com mais várias práticas profissionalmente correlativas, em sua biografia. Aqui, a presente exposição bibliográfica, com o paralelo IVº Congresso Internacional da Associação Portuguesa de História da Arte marcam uma despedida que o autor muito sinceramente agradece. Sai ele, ao mesmo tempo, de Academias e outras instituições a que pertence e deixa práticas a que ainda se dá – mas voltará à Biblioteca Nacional para satisfazer curiosidades …

Expõem-se aqui noventa títulos, número coincidente mas perfeitamente ocasional. Autor mediano que se considera, com admiração pelos que lhe estiveram acima, desde Fernão Lopes até hoje, ele acha que metade das obras terá valido a pena escrever, com o trabalho, o tempo e o esforço despendidos; e dez por cento delas terá valido e valerá a pena ler, pelo que de reflexão e informação inédita trazem ao leitor."

J.M.M.