sábado, 6 de outubro de 2007

5 DE OUTUBRO – CONTRIBUTOS BIBLIOGRÁFICOS (Parte III)


ESTUDOS:

- AIRES, Joaquim Ribeiro, “A República em Vila Real (III)”, Estudos transmontanos e durienses, Vila Real, Nº 7, 1997, p. 239
- AIRES, J. Ribeiro, “A República em Vila Real – IV”, Estudos transmontanos e durienses, Vila Real, Nº 12, 2005, p. 109
- ALMEIDA, Ramos de, 5 de Outubro de 1910: proclamação da República (Comemorações do 45º Aniversário), [s. l.], [s. n. ], 1955
- AMARAL, Augusto Ferreira do, A acalmação e D. Manuel II, Empresa Nacional de Publicidade, Lisboa, 1966.
- ARAÚJO, António de, Jesuítas e Anti-Jesuítas no Portugal Republicano, Roma Editora, Lisboa, 2004
- ARRANJA, Álvaro, “Anarco-sindicalismo e republicanismo em Setúbal, nos anos de 1910-1911”, História, Lisboa. N. s., a.20, nº 11, 1999.

- BAPTISTA, Jacinto, O cinco de Outubro, Editora Arcádia, Lisboa, 1965.
- BAPTISTA, Jacinto, «O Mundo» de 5 de Outubro de 1910, Seara Nova, Lisboa, 1966.

- CABRAL, Alexandre, Os crimes da monarquia, Lisboa, 1973.
- CABRAL, Manuel Villaverde, O Operariado nas Vésperas da República (1909-1910), col. Análise Social, Editorial Presença/Gabinete de Investigações Sociais, Lisboa,1977.
- CABRAL, Manuel Villaverde, Portugal na Alvorada do século XX, A Regra do Jogo, Lisboa,1979.
- CABRAL, Manuel Villaverde, “Situação do operariado nas vésperas da implantação da República”, Análise Social, vol. XIII, nº 50, Lisboa, 1977.
- CÂMARA, João de Sousa da, República: Heróis e Ídolos, Lisboa, [s. n.], Tip. Barbosa & Xavier, Braga, 1980.
- CARDOSO, Guilherme, “Um grupo de revolucionários de Alcabideche na 1.ª República”, Boca do Inferno, Cascais, Nº 4, 1999, p. 43.
- CASTRO, Armando de, A Economia Portuguesa. 1900-1925, Edições 70, Lisboa, 1973.
- CATROGA, Fernando, O Republicanismo em Portugal-da formação ao 5 de Outubro de 1910, 2 vols., Coimbra, Faculdade de Letras, 1991 [Nova edição na Editorial Notícias, 2000].
- CATROGA, Fernando, “O laicismo e a questão religiosa em Portugal (1865-1911)”, Análise Social, vol. XXIV, nº 100, Lisboa, 1998.
- COELHO, José Maria Afonso, “A primeira república e a igreja católica quanto à liberdade de ensino (1910-1926)”, Eborensia, Évora, A. 16, nº 31, 2003, p. 45.
- COELHO, Senra,” A Revolução Republicana e a nunciatura de Lisboa, (1910)”. Eborensia, Évora, A.8, nº 15/16, 1995, p. 55.
- Congresso A Vida da República Portuguesa (1890-1990), Lisboa, 1991, Org. Comissão Organizadora do Congresso “A Vida da Republica Portuguesa”, Lisboa, Cooperativa de Estudos e Documentação, Universitária Editora, 1991.
- CONSIGLIERI, Carlos (org.), Teófilo Braga e os republicanos, Vega, Lisboa, 1987.
- CORDEIRO, Carlos, “Regionalismo e anti-republicanismo (1910-1918). José Maria Raposo do Amaral”, Arquipélago. História, Ponta Delgada, S. 2, vol. 1, nº 2 (1995), p. 281.
- CUNHA, Afonso, ”Outubro de 1910 - Os são brasenses descem à cidade”, Anais do Município de Faro, Faro, Nº 26, 1996.

- DIAS, João José Alves, “A República e a Maçonaria (O Recrutamento Maçónico na Eclosão da República Portuguesa), Nova História – 1ª República Portuguesa, nº 2, Lisboa, Editorial Estampa, Dezembro de 1984, p. 31-73.
- DIAS, José Henrique, “Mulheres no movimento operário nos alvores da Primeira República”, Faces de Eva, Lisboa, Nº 3, 2000, p. 61.

[foto: Dr. Manuel de Arriaga]

[em continuação]

A.A.B.M.

1 comentário:

Carlos Gomes disse...

E, por falar de República, aqui mesmo ao lado, em Espanha, ganham cada vez mais ânimo aqueles que defendem a República, concretamente a instauração da III República Espanhola. Sugiro, a propósito, uma espreitadela nomeadamente no site da "Unidade Cívica Pela República":
http://www.nodo50.org/unidadcivicaporlarepublica/
É que, tudo o que se passa em Espanha poderá ser muito importante para nós, em qualquer dos sentidos.
Uma Espanha Republicana será muito provavelmente uma Espanha federal e, por conseguinte, inviabilizar dessa forma as independências de Euskadi, Catalunha e Galiza. E, poderá constituir também uma tentativa de atrair Portugal para essa federação, como aliás já se manifestaram alguns dirigentes da ERC (Esquerda Republica da Catalunha). Muito provavelmente, teriam a tentação de incluir em tal federação o território de Gibraltar cuja população não deseja ser espanhola e cujo estatuto jurídico está abrangido pelo Tratado de Utreque, ameaçando inclusive com a sua própria independência e ainda Andorra que, apesar de independente, é parte integrante da nação catalã.
Permitiria a III República Espanhola a independência da Canárias e a descolonização de Ceuta? Restituiria Olivença a Portugal? Ou será que, em todos os aspectos do domínio da política estatal, constituiria uma espécie de "falangismo" democrático?
Será que uma eventual instauração do regime republicano em Espanha não viria a ter repercusões negativas para Portugal?