quinta-feira, 25 de outubro de 2007

CONGRESSO INTERNACIONAL COMEMORATIVO DA GUERRA PENINSULAR


A Academia Portuguesa da História, o Centro de Estudos Anglo-Portugueses, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e o Centro de História da Universidade de Lisboa vão realizar nos próximos dias 7-9 de Novembro de 2007, um Congresso para assinalar a passagem dos 200 anos das Invasões Napoleónicas em Portugal.

As sessões terão lugar em Lisboa na Fundação Calouste Gulbenkian, na Avenida de Berna.

Qualquer contacto ou pedido de informação deverá ser dirigido a ceap@fcsh.unl.pt ou pelo telefone 21 795 88 48.

Coordenação: Professora Doutora Maria Leonor Machado de Sousa
Centro de Estudos Anglo-Portugueses
Av. de Berna, 26-C Gab. 204
1069-061 Lisboa
Telefone: +351.21.795 88 48

A partir de 6 de Novembro de 2007 estará patente na Biblioteca Nacional uma exposição bibliográfica e iconográfica relativa à Guerra Peninsular, organizada pelos Professores António Ventura (Centro de História da Universidade de Lisboa) e Maria Leonor Machado de Sousa (Centro de Estudos Anglo-Portugueses).

Com os votos do maior sucesso para mais esta iniciativa. O programa do Congresso pode ser consultado aqui

[Post Corrigido,com o nosso pedido de desculpas pelo engano na versão inicial.]

A.A.B.M.

1 comentário:

Carlos Gomes disse...

A designação "Guerra Peninsular" que se convencionou chamar às batalhas travadas na Península Ibérica contra as invasões francesas parece algo insuficiente porquanto, tenha embora sido travada na Península Ibérica, envolveu dois países externos ao contexto peninsular - a França e o Reino Unido. Aquela denominação sugere um conflito exclusivamente interno aos povos ou países da Península Ibérica.

Da mesma forma, quando nos referimos a "invasões francesas", escamoteamos dessa forma a participação espanhola nas referidas invasões, as quais começaram aliás em 1801 com a chamada "guerra das laranjas" quando tropas espanholas e francesas invadiram o Alentejo. Como se sabe, a Espanha acabaria por mudar de campo e, ironia da História, tornar-se aliada de Portugal e da Inglaterra no combate aos ocupantes franceses. A simplificação das coisas apenas serve objectivos políticos e jamais a objectividade com que devem ser analisados os acontecimentos.

A atitude de Espanha nessa altura é a sua atitude de sempre - espreita sempre a melhor oportunidade para invadir Portugal, nem que para tal tenha de vender a alma ao diabo! Foi o que sucedeu durante a segunda guerra mundial quando a Itália e a Alemanha planeavam a Operação Félix, em 1942.